Orações coordenadas. 
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Para se saber se uma oração coordenada é sindética (OCS) ou 
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Ex. 
Jogamos bem, mas perdemos. 
Inversão: 
Mas perdemos, jogamos bem. 
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Finalizando, é a vez da oração coordenada assindética 
(OCAss). 
Para se saber que a oração é uma coordenada assindética 
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Oração subordinada 
A oração subordinada (termo sintático) é a parte de um 
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Oração Subordinada Substantiva 
(OSS) As orações subordinadas substantivas podem ser: 
- subjetiva: funciona como sujeito ...
- completiva nominal: funciona como complemento 
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Ou seja, todas as orações subordinadas substantivas 
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4. Oração Subordinada Adjetiva 
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Classificação das OSAdj. 
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Portanto, se quando fizermos a regra da substituição e a 
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Os advérbios são: 
- causais: Impedido de entrar, ficou irado. 
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  1. 1. Orações coordenadas. As orações coordenadas se dividem em: coordenadas sindéticas (quando há presença de conjunções coordenativas) e assindéticas (quando não há ocorrência de conjunção). As coordenadas sindéticas são reconhecidas e classificadas através das conjunções coordenativas: aditiva, alternativa, adversativa, conclusiva e explicativa.
  2. 2. Para se saber se uma oração coordenada é sindética (OCS) ou assindética (OCAss) é só utilizar-se da exclusão. Observação importante. É possível que se confunda oração subordinada adverbial com oração coordenada sindética. Para que não haja equívoco segue uma regrinha muito útil: Para se saber se uma oração é subordinada adverbial ou coordenada sindética, depois de se ter feito os testes da subord. Substantiva e subord. Adjetiva (que está explicado na sequência deste estudo) utilize o teste da inversão. 1. Oração subordinada adverbial. 2. Oração coordenada sindética. Teste da inversão 1. Mesmo sentido – subordinada adverbial. 2. Sem sentido – coordenada sindética.
  3. 3. Ex. Jogamos bem, mas perdemos. Inversão: Mas perdemos, jogamos bem. (sem sentido, portanto, oração coordenada sindética - OCS). Nesse caso coordenada sindética adversativa. Agora, se a frase fosse essa: Perdemos, embora tenhamos jogado bem. Inversão: Embora tenhamos jogado bem, perdemos. (há sentido, portanto, oração subordinada adverbial – OSAdv.). Nesse caso adverbial concessiva.
  4. 4. Finalizando, é a vez da oração coordenada assindética (OCAss). Para se saber que a oração é uma coordenada assindética submeta-a ao teste da exclusão. Antes, porém faça todos os testes possíveis (que serão explicitados na sequência desse estudo). Se quando a oração for submetida a todos os testes aqui apresentados, e não for nenhum dos casos de subordinada, nem o de coordenada sindética, então só poderá ser uma coordenada assindética.
  5. 5. Oração subordinada A oração subordinada (termo sintático) é a parte de um enunciado que não tem sentido próprio, mas precisa de uma oração que a subordine, que seja a principal. Três são os tipos de orações subordinadas: substantivas, adjetivas e adverbiais. Para se saber quando há ocorrência de uma ou de outra, pode-se fazer o teste da substituição. Troca-se a oração subordinada por uma palavra (subst. ISSO – adj. UM ADJETIVO – adv. UM ADVÉRBIO). Obs: caso após esse teste não surja nenhuma oração subordinada, especialmente adverbial é porque muito provavelmente será uma coordenada sindética. (Se mesmo assim não der certo é porque a oração é coordenada assindética).
  6. 6. Oração Subordinada Substantiva (OSS) As orações subordinadas substantivas podem ser: - subjetiva: funciona como sujeito do verbo da oração principal. O verbo da oração principal se apresenta sempre na terceira pessoa do singular e nessa não há sujeito, o sujeito é a oração subordinada. Ex: É necessário que se estabeleça regras nesta empresa. - objetiva direta: exerce a função de objeto direto do verbo da oração principal. Está sempre ligada a um verbo da oração principal, sem auxílio de preposição, indicando o alvo sobre o qual recai a ação desse verbo. Ex: Quero saber como você chegou aqui. - objetiva indireta: funciona como objeto indireto do verbo da oração principal. Está sempre ligada a um verbo da oração principal, com auxílio de preposição, indicando o alvo do processo verbal. Ex: Mariana lembrou-se de que Manoel chegaria mais tarde.
  7. 7. - completiva nominal: funciona como complemento nominal de um nome da oração principal. Está sempre ligada a um nome da oração principal através de preposição. Ex: Tenho certeza de que não há esperanças. - predicativa: funciona como predicado do sujeito da oração principal. Está sempre ligada ao sujeito da oração principal através de verbo de ligação. Ex: Minha vontade é que encontres o teu caminho. - apositiva: funciona como aposto de um nome da oração principal. Está sempre ligada a um nome da oração principal, sem o uso de preposição e sem mediação de verbo de ligação. Ex: Faço apenas um pedido: que você nunca abandone os seus princípios.
  8. 8. Subjetiva (O.S.S.S.): exercem função de sujeito do verbo da oração principal. É provável que ele chegue ainda hoje. (O que é provável?); Objetiva Direta (O.S.S.O.D.): exercem função de objeto direto (não possui preposição). Desejo que todos venham. (Quem deseja, deseja algo, alguma coisa); Objetiva Indireta (O.S.S.O.I.): exercem função de objeto indireto (possui preposição obrigatória, que vem depois de um VERBO). Necessitamos de que todos nos ajudem; (Quem necessita,necessita DE algo, DE alguma coisa ou DE alguem) Predicativas (O.S.S.P.): exercem função de predicativo. Meu desejo era[verbo de ligação] que me dessem uma camisa; Completivas Nominais (O.S.S.C.N.): exercem função de complemento nominal de um nome da oração principal. Tenho esperança de que ela ainda volte; Apositivas (O.S.S.A.): todas as apositivas têm dois pontos (:)ou ponto e virgula (;) no meio da oração.exercem função de aposto. Desejo-te uma coisa: que sejas muito feliz.
  9. 9. Ou seja, todas as orações subordinadas substantivas podem ser trocadas por isso, disso ou nisso. Veja os exemplos: Precisamos de que venha para a aula. = Precisamos disso. (Disso: completiva nominal ou objetiva indireta) Quero que venha para a guerra. = Quero isso. (Isso: subjetiva, objetiva direta, predicativa) Fiquei pensando que valia a pena. = Fiquei pensando nisso. (Nisso: completiva nominal ou objetiva indireta).
  10. 10. 4. Oração Subordinada Adjetiva (OSAdj.) Muito parecida com O.S.S, mas você deve fazer a regra da substituição agora trocando a subordinada por um adjetivo. (achar o pronome relativo e trocar por adjetivo). A subordinada adjetiva sempre vem com pronome relativo. Que (qual, o qual, qual, as quais, os quais), cujo, onde (aonde). Ex. Procurávamos um exemplo que esclarecesse nossa dúvida. A oração iniciada pelo pronome relativo que indica a subordinada. Então, Procurávamos um exemplo esclarecedor. (Adjetivo – esclarecedor ). Deu certo. Essa, portanto, é uma oração subordinada adjetiva. Resta agora saber se restritiva ou explicativa.
  11. 11. Classificação das OSAdj. Restritivas – sempre sem vírgula Explicativa – sempre com vírgula Assim, o exemplo acima classifica-se como oração subordinada adjetiva restritiva. Outro exemplo, agora com explicativa. Durante a noite, na qual me faltou sono, pensei nela Regra da substituição. Durante a noite, insone, pensou nela. (Nesse caso se trocarmos por isso não dá certo) Nesse exemplo não se restringe a “noite”, mas explica-se a “noite”.
  12. 12. 5. Orações Subordinadas Adverbiais (OSAdv.) São as orações ligadas ao verbo da oração principal (OP). Ex. Priscila chegou em casa quando amanheceu. (verbos: chegou e amanheceu) A oração subordinada é: quando amanheceu. Isso porque esta oração é que está ligada à oração principal. Assim: Priscila chegou / quando amanheceu. Para ficar mais fácil use a dica da exclusão, ou seja, se não for subordinada substantiva e nem adjetiva, só pode ser adverbial. Ou seja: Quando conseguimos trocar uma subordinada por ISSO estamos diante de uma subord. Substantiva (OSS); Quando conseguimos trocar uma subordinada por um adjetivo estamos diante de uma subord. Adjetiva (OSAdj).
  13. 13. Portanto, se quando fizermos a regra da substituição e a oração não for substantiva nem adjetiva, só poderá ser uma Subord. Adverbial. (ou uma oração coordenada sindética, como você já viu no tópico das coordenadas) Tire a prova usando o exemplo acima; primeiro substituindo a subordinada por ISSO e depois por um ADJETIVO. Não vai dar certo. Entretanto, se trocarmos a subordinada por um advérbio, por exemplo, “Priscila chegou em casa cedo” ou Priscila chegou em casa rápido” tudo se encaixa. Feito isso, só resta classificar a oração adverbial. Lembrando que há nove tipos dela. Apesar de muitos é mais fácil, uma vez que é só verificar a presença do advérbio na oração subordinada e conferir sua classificação.
  14. 14. Os advérbios são: - causais: Impedido de entrar, ficou irado. - concessivas: Ministrou duas aulas, mesmo estando doente. - condicionais: Não faça o exercício sem reler a proposta. - consecutivas: Não podia olhar a foto sem chorar. - finais: Vestiu-se de preto para chamar a minha atenção. - temporais: Terminando a leitura, passe-me o texto. No exemplo acima a oração subordinada classifica-se como temporal uma vez que seu advérbio indica tempo (chegou quando amanheceu) OSAdv.
  15. 15. GRUPO  Milena Bonfim  Victória Cristina  Geovana Dutra  Beatriz Donato  Sara Sedani

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