TGA e o Comportamento Organizacional - Adm. Alexandre Rolim

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Palestra realizada durante IV Encontro de TGA, no dia 20/11/2010, no auditório do CRA-MG.

Saiba mais sobre o encontro: http://migre.me/2rMKq

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TGA e o Comportamento Organizacional - Adm. Alexandre Rolim

  1. 1. Adm. Alexandre Ferreira Rolim [email_address]
  2. 2. Organização e direção <ul><li>“ As organizações existem para alcançar objetivos complexos e ambiciosos, que superam os limites da ação individual. </li></ul><ul><li>“ As pessoas são entidades complexas cujo comportamento é difícil de explicar e, consequentemente, difícil de prever e de controlar”. </li></ul><ul><li>“ A direção é a função da administração responsável pela articulação da ação dos indivíduos no contexto organizacional. É um processo interpessoal e está relacionada com a administração das relações entre os membros organizacionais e a organização”. </li></ul>
  3. 3. A perspectiva técnica da gestão <ul><li>O período da Racionalidade Ilimitada. </li></ul><ul><ul><li>Taylor: fragmentação do trabalho operário e do controlador. </li></ul></ul><ul><ul><li>Weber: obediência cega à norma previamente estabelecida. </li></ul></ul><ul><ul><li>Reed: perspectiva técnica. Concepção de gestão como um instrumento racional para atingir valores pré-determinados e predominantemente instrumentais, que têm como estratégia de atuação a valorização da eficácia da configuração organizacional. </li></ul></ul>
  4. 4. Críticas <ul><li>O processo de comunicação não é 100% eficaz. </li></ul><ul><li>Existem outras forças que influenciam o trabalho das pessoas (Escola de Relações Humanas). </li></ul><ul><li>O comportamento humano não é totalmente previsível. </li></ul><ul><li>Racionalidade limitada. </li></ul><ul><li>O ser humano possui valores nos quais pauta suas atitudes. </li></ul>
  5. 5. O processo de comunicação <ul><li>Diferentes teorias fornecem distintos entendimentos sobre o processo da comunicação. </li></ul><ul><ul><li>A Comunicação como Transmissão de Informação. </li></ul></ul><ul><ul><li>A Comunicação como Construção da Realidade Social. </li></ul></ul><ul><ul><li>A Comunicação como Disputa de Poder. </li></ul></ul><ul><ul><li>A Comunicação Efetiva como Amorosidade. </li></ul></ul>
  6. 7. Valores do Trabalho Dominantes na Força de Trabalho Atual Grupo Ingresso no Mercado de Trabalho Idade atual aproximada Valores trabalhistas dominantes 1) Veteranos Anos 50 ou início dos anos 60 Mais de 60 anos Trabalho árduo, conservadorismo, conformismo, lealdade à instituição, status das figuras de autoridade. 2) Baby Boomers 1965 a 1985 De 40 a 60 anos Sucesso, realização, ambição, rejeição ao autoritarismo, lealdade à carreira, as organizações são meros veículos para suas carreiras. 3) Geração X 1985 a 2000 De 25 a 40 anos Estilo de vida equilibrado, trabalho em equipe, rejeição à normas, lealdade a relacionamentos, não estão dispostos a se sacrificar por seus empregadores. 4) Geração da Tecnologia (Geração Video Game) De 2000 em diante Menos de 25 anos Auto-confiança, sucesso financeiro, independência pessoal junto com trabalho em equipe, lealdade a si mesmo e aos relacionamentos .
  7. 8. Percepção <ul><li>A percepção pode ser definida como o processo cognitivo por meio do qual as pessoas organizam e interpretam suas impressões sensoriais. </li></ul>Estímulo Observação Triagem Interpretação Comportamento
  8. 9. Quatro principais distorções na percepção <ul><li>Percepção seletiva: quando a pessoa separa certa informação que apóia ou reforça uma convicção anterior e filtra a informação que não confirma sua opinião. </li></ul><ul><li>Projeção: tendência para reconhecer, nas outras pessoas, seus sentimentos ou suas características. </li></ul><ul><li>Efeito Halo: quando gerentes formam uma opinião sobre alguém baseando-se em uma característica única. </li></ul><ul><li>Estereótipos: tendência de julgar uma pessoa com base em características do grupo ao qual pertence. </li></ul>
  9. 10. Comportamento em grupo <ul><li>Estudos realizados em Hawthorne: o comportamento do grupo interfere significativamente no comportamento individual. </li></ul><ul><li>Conformidade nas decisões: experiência de Zimbardo na Universidade de Stanford. </li></ul>
  10. 11. Teorias sobre motivação <ul><li>As teorias sobre motivação começaram a ser criadas para que os gestores tivessem maior capacidade de colocar a força de trabalho a serviço dos objetivos da organização. </li></ul><ul><li>É necessário tomar cuidado com as limitações culturais: a maioria das teorias sobre motivação foi desenvolvida nos Estados Unidos, por estadunidenses, sobre estadunidenses. </li></ul>
  11. 12. Questões contemporâneas sobre liderança <ul><li>Liderança ≠ Autoridade Formal. </li></ul><ul><li>Confiança: pedra fundamental da liderança. </li></ul><ul><li>Inteligência emocional: </li></ul><ul><ul><li>Autoconhecimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Autogerenciamento; </li></ul></ul><ul><ul><li>Automotivação; </li></ul></ul><ul><ul><li>Empatia; </li></ul></ul><ul><ul><li>Habilidades sociais. </li></ul></ul>
  12. 13. Novos estudos das Teorias da Administração <ul><li>Ecologia Organizacional. </li></ul><ul><li>Teoria dos custos de transação. </li></ul><ul><li>Neo Institucionalismo. </li></ul><ul><li>Necessidade de retomar os estudos a respeito do comportamento das pessoas no ambiente organizacional para que possamos retomar o curso do desenvolvimento. </li></ul>
  13. 14. Referências <ul><li>MOTTA, Fernando; VASCONCELOS, Isabela. Teoria Geral da Administração . 3 ed. São Paulo: Thompson Pioneira, 2008. </li></ul><ul><li>REED, Mike, Sociologia da Gestão , Oeiros: Celta, 1997. 167 p. </li></ul><ul><li>Robbins, S. Comportamento organizacional . 11.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. </li></ul><ul><li>SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro . São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008. </li></ul>
  14. 15. Adm. Alexandre Ferreira Rolim [email_address]

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