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Pobreza Energética                                     Associação Brasileira do Carvão MineralMilhões de pessoas sem energ...
O Carvão é o recurso energéticomais abundante no mundo           Associação Brasileira do Carvão Mineral                  ...
O Carvão é o que mais cresce           Associação Brasileira do Carvão MineralTaxa de crescimento da energia primária 2000...
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IEA e o CarvãoSegurança Energética         Associação Brasileira do Carvão Mineral               O carvão deverá crescer D...
Usinas de Carvão na Alemanhaaté 2016 = 12 GW                                             Associação Brasileira do Carvão M...
O Caminho da Redução do CO2                                                                                         Associ...
Redução de CO2 &Eficiência das Plantas                Associação Brasileira do Carvão Mineral                             ...
China - Status de USC usinascontratadas 2008                                        Associação Brasileira do Carvão Minera...
Captura e Estocagem de CO2           CCS                         Associação Brasileira do Carvão Mineral                  ...
Saltos tecnológicos <CO2   Associação Brasileira do Carvão Mineral
Emissões de CO2 em Energia(IEA2011)                             Associação Brasileira do Carvão Mineral  Aumento de emissõ...
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Política Energética                 Associação Brasileira do Carvão Mineral                      A ascensão da            ...
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Ou será que eles resolvem?   Associação Brasileira do Carvão Mineral
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Em Londres em 1865 …….                                 Associação Brasileira do Carvão MineralThe first great requisite of...
Como abastecer o sul do Brasil ?                                   Associação Brasileira do Carvão Mineral                ...
Não é por falta de Aviso                Associação Brasileira do Carvão Mineral8. Considerando a evolução da Matriz Energé...
Desindustrialização do Sul ?      Associação Brasileira do Carvão Mineral Falta de gás natural Alto preço do gás Energi...
Todos pagam o custo do fio                                      Associação Brasileira do Carvão Mineral                   ...
A competição existe ???     Associação Brasileira do Carvão Mineral        Necessidade de        rever o modelo de        ...
Compromisso Folgado ?????   Associação Brasileira do Carvão Mineral                                  Redução              ...
Associação Brasileira do Carvão MineralNT base para o decreto 7.390/10 queregulamenta a Lei 1.2187/09
O carvão paga a Conta…..               Associação Brasileira do Carvão MineralBrasileiro abastece mais com gasolina e afet...
Expansão de Térmicas a           Carvão Nacional                              Associação Brasileira do Carvão Mineral PAR...
Lei 12.187/2009 – art. 3o      Associação Brasileira do Carvão Mineral                  Parágrafo único. Os               ...
O joãozinho do passo certo             Associação Brasileira do Carvão Mineral Existe compromisso voluntário, junto a ONU...
Sustentabilidade                               Associação Brasileira do Carvão Mineral Recuperação do Pampa               ...
As térmicas & cimento            Associação Brasileira do Carvão Mineral            O cimento usa cinza das             t...
Carvão : Forte Indutoreconômico na cadeia produtiva                      Associação Brasileira do Carvão Mineral      Mina...
Impacto de construção deuma usina de 340 MW                                         Associação Brasileira do Carvão Minera...
Economia da Geração Térmica aCarvão                                           Associação Brasileira do Carvão Mineral     ...
Despachabilidade                                                   Associação Brasileira do Carvão MineralAs usinas termel...
Fator de Disponibilidade (%) –usinas térmicas Tractebel – 2009      100                                                   ...
Uma alternativa ao petróleo   Associação Brasileira do Carvão Mineral
Escala Comercial   Associação Brasileira do Carvão Mineral
Roadmap Tecnológico para Produção,           Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral NacionalCentro de Gestão e Estudos Es...
Roadmap - Política Pública                                 Associação Brasileira do Carvão MineralUma política pública par...
Principais Metas para 2022                             Associação Brasileira do Carvão Mineral Jazidas carboníferas carac...
Principais Metas para 2035             Associação Brasileira do Carvão Mineral Brasil posicionado como desenvolvedor e  e...
Estratégia de P&D para uma economia de baixo carbono               Associação Brasileira do Carvão MineralDesenvolver tec...
Ações de P&D em Clean Coal            Associação Brasileira do Carvão Mineral Capacitação em Captura  de CO2 com apoio do...
SATC – Compromisso Social daIndústria do Carvão              Associação Brasileira do Carvão Mineral                      ...
Parque Tecnológico de Baixo      Carbono SATC                  Associação Brasileira do Carvão Mineral                    ...
Parque Tecnológico SATC                               Associação Brasileira do Carvão Mineral      Recursos alocados -2010...
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SATC – Educação para Vida                            Associação Brasileira do Carvão Mineral
SATC - Inclusão Social   Associação Brasileira do Carvão Mineral
Pontos relevantesao carvão mineral nacional                       Associação Brasileira do Carvão Mineral- Industria inves...
Situação Atual                         Associação Brasileira do Carvão Mineral Candiota fase A – TAC desativação da fase ...
Proposta setorial                   Associação Brasileira do Carvão Minerala) Programa de Modernização de UsinasTérmicas a...
Conclusão               Associação Brasileira do Carvão MineralCenário Mundial com necessidade de energia - pouca oferta d...
Associação Brasileira do Carvão MineralA visão de sustentabilidade da      Indústria do Carvão
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XIV CBE - MESA 4 - Fernando Zancan - 24 outubro 2012

  1. 1. Associação Brasileira do Carvão Mineral CARVÃO MINERAL Eng. Fernando Luiz Zancan Associação Brasileira do Carvão Mineral - ABCMRio de Janeiro/RJ -24 de outubro de 2012 23/10/09
  2. 2. WWW.CARVAOMINERAL.COM.BR Associação Brasileira do Carvão Mineral
  3. 3. Objetivos de uma Política Energética Sustentável Associação Brasileira do Carvão Mineral Segurança de suprimento Pós availability Paises em Fukushima: desenvolvimento – Segurança da Quinta dimensão: População Redução da Miséria – Inclusão Social Mix energético balanceadoEficiência econômica Compatibilidade ambientalaccessibility acceptability GVSt 1/2006
  4. 4. Pobreza Energética Associação Brasileira do Carvão MineralMilhões de pessoas sem energia = 1,3 bilhõesMilhões sem energia limpa para cozinhar = 2,7 bilhões2,56 bilhões (37 %) vivem com menos de 2 U$/diae 2,0 bilhões tem acesso limitado a energia Fonte : IEA/2011
  5. 5. O Carvão é o recurso energéticomais abundante no mundo Associação Brasileira do Carvão Mineral 77,6 % carvão
  6. 6. O Carvão é o que mais cresce Associação Brasileira do Carvão MineralTaxa de crescimento da energia primária 2000/2010Na energia elétrica em 2011, 42 % vem do carvão
  7. 7. O carvão é combustível do Século XXI Associação Brasileira do Carvão MineralCrescimento da demanda de energia elétrica: 2000/2010 Nuclear Renováveis Carvão foi a Petróleo metade do crescimento Gás natural Total não carvão carvão Fonte : IEA/WEO2011
  8. 8. Geração de Energia a Carvão Associação Brasileira do Carvão Mineral
  9. 9. IEA e o CarvãoSegurança Energética Associação Brasileira do Carvão Mineral O carvão deverá crescer Dez/2011 219 milhões t/ano até 2016
  10. 10. Usinas de Carvão na Alemanhaaté 2016 = 12 GW Associação Brasileira do Carvão MineralRWE Power Neurath BoA II+III brown coal 2.100 MW 2012Vattenfall Europe Boxberg block R brown coal 675 MW 2012RWE Power Hamm D/E hard coal 1.530 MW 2013E.ON Kraftwerke Datteln 4 hard coal 1.055 MW 2013EnBW Karlsruhe RDK 8 hard coal 874 MW 2013Trianel Luenen hard coal 750 MW 2013GDF SUEZ/BKW FMB Wilhelmshaven hard coal 731 MW 2012Steag/EVN Duisburg-Walsum 10 hard coal 725 MW 2013Vattenfall Europe Hamburg-Moorburg hard coal 1,640 MW 2014GKM Mannheim block 9 hard coal 911 MW 2014/5E.ON Kraftwerke Staudinger 6/Hanau hard coal 1,100 MW 2016 Fonte: energy industry association BDEW
  11. 11. O Caminho da Redução do CO2 Associação Brasileira do Carvão Mineral gCO2/kWh Média mundial ~1110 ~28.4% Média EU ~880 ~36% Estado da arte PC/IGCC ~740 ~42% R&D avançado ~665 ~48% Mais 1 % de eficiência : menos 2,5 % de CO2 CCUS adapted from VGB 2007; efficiency – HHV,net <2020O maior corte de emissões de CO2 só com CCUS 11
  12. 12. Redução de CO2 &Eficiência das Plantas Associação Brasileira do Carvão Mineral Reduz: 1.7 GtCO2 /ano >300 MW 22% emissões de carvão Substituir: 5.5% emissões < 300 MW globais > 25 anosFonte: IEA 2008
  13. 13. China - Status de USC usinascontratadas 2008 Associação Brasileira do Carvão Mineral Fornecedor 1000 MWe 660 MWe 600 MWe No Capacidade No Capacidade No Capacidade GWe GWe GWe Harbin 16 16.0 18 11.9 10 6.0 Shanghai 36 36.0 16 10.6 Dongfang 28 28.0 10 6.6 Beijing B&W 4 4.0 2 1.3 4 2.4 Sub-total 84 84.0 46 30.4 14 8.4 China lidera o mundo em usinas Supercriticas
  14. 14. Captura e Estocagem de CO2 CCS Associação Brasileira do Carvão Mineral 3 Opções;3 Opções: • Camadas de• Post 2 Opções: Carvão: 40 Gt CO2 Combustão • Pipelines • Campos de óleo e• Pre Combustão • Navios gás: 1,000 Gt CO2• Oxy fuel • Aquiferos salinos – até 10,000 Gt CO2 Captura Transporte Estocagem
  15. 15. Saltos tecnológicos <CO2 Associação Brasileira do Carvão Mineral
  16. 16. Emissões de CO2 em Energia(IEA2011) Associação Brasileira do Carvão Mineral Aumento de emissões no mundo devidas ao carvão: 3,25 GT teq de CO2 até 2017 (est IEA/2012)
  17. 17. CARVÃO NO BRASIL Associação Brasileira do Carvão MineralRecursos: 31,7 bilhões de toneladas (90% no RS)Produção Bruta (2011): 12 milhões de t – 54 % em SC : Vendável – 5,98 milhões de t - 58 % no RSProdutores: PR (1) – SC (11) – RS (4)Empregos Diretos (2011): 4.941 – 3.844 em SCMercado (2011): 83,5 % Geração de Energia ElétricaFaturamento (2011): R$ 767 milhõesCapacidade Instalada a Carvão em 2010: 1.765 MWToda cadeia produtiva certificada com ISO 14001
  18. 18. Reservas e RecursosEnergéticos Brasileiros Associação Brasileira do Carvão Mineral Energia Carvão: R/P = 1.10927 anos sempresquisa anosgeológica petróleo 12% 17% 1% gas natural 3% carvão hidráulica 67% nuclear 100 % dos recursos conhecidos estão no Sul doFonte : BEN 2010 Equivalência energética Brasil
  19. 19. Política Energética Associação Brasileira do Carvão Mineral A ascensão da America Latina ….. Teremos energia para todo o Brasil ? The Economist 11.09.2010
  20. 20. A chuva parou antes doprevisto …ou não chegou ainda Associação Brasileira do Carvão MineralForte seca faz ONS acionar usinas térmicasDesde 2008 não eram ligadas usinas movidas a óleo; níveis dos reservatórios jáestão em 41,8% da capacidade - Valor 19 de outubro de 2012
  21. 21. Quem resolve ? Associação Brasileira do Carvão Mineral
  22. 22. Ou será que eles resolvem? Associação Brasileira do Carvão Mineral
  23. 23. Estamos por um fio ……. Associação Brasileira do Carvão Mineral
  24. 24. E se o fio …..? Associação Brasileira do Carvão MineralAs escolas fecharam em Candiota/RS durante 9 diaspor falta de energia em 2012.
  25. 25. Em Londres em 1865 ……. Associação Brasileira do Carvão MineralThe first great requisite of motive power is, that it shall be wholly at our command, to be exerted when, and where, and in what degree we desire. The wind, for instance, as a direct motive power, is wholly inapplicable to a system of machine labour, for during a calm season the whole business of the country would be thrown out of gear.William Stanley Jevons, The Coal Question: An Inquiry Concerning the Progress of the Nation, and the Probable Exhaustion of our Coal Mines, Macmillan, London, 1865, p. 122
  26. 26. Como abastecer o sul do Brasil ? Associação Brasileira do Carvão Mineral 1941
  27. 27. Não é por falta de Aviso Associação Brasileira do Carvão Mineral8. Considerando a evolução da Matriz Energética, com o perfil de perda paulatina do grau de regularização, torna- se oportuna a avaliação, nos estudos de expansão da oferta para o horizonte pós 2014, que sejam contemplados cenários de uma maior participação da geração térmica com menores custos de operação e menores inflexibilidades (GN/GNL/Carvão), de forma a não onerar o custo final de produção em decorrência da aplicação sistemática dos Procedimentos Operativos de Curto Prazo para garantia da segurança eletro energética do SIN (formação de estoque anual de segurança).Fonte ONS - 29.06.2010.
  28. 28. Desindustrialização do Sul ? Associação Brasileira do Carvão Mineral Falta de gás natural Alto preço do gás Energia elétrica com alto risco de corte de carga no verão de 2013. Dependência energética do sudeste Perda de competitividade da Industria. Resolução Aneel n.500 = Fechamento de usinas termicas a carvão
  29. 29. Todos pagam o custo do fio Associação Brasileira do Carvão Mineral Região Norte 1 Região Nordeste Região Sudeste Expansão
  30. 30. A competição existe ??? Associação Brasileira do Carvão Mineral Necessidade de rever o modelo de leilão
  31. 31. Compromisso Folgado ????? Associação Brasileira do Carvão Mineral Redução de 1,2 Gt = 37 %
  32. 32. Associação Brasileira do Carvão MineralNT base para o decreto 7.390/10 queregulamenta a Lei 1.2187/09
  33. 33. O carvão paga a Conta….. Associação Brasileira do Carvão MineralBrasileiro abastece mais com gasolina e afeta metas de mudanças climáticas.A queda de 35%, ou quase 6 bilhões de litros, nas vendas de etanol nos últimos dois anos coloca em risco o cumprimento das metas de corte das emissões de gases de efeito estufa assumidas pelo Brasil. 5 de março de 2012 - Estado de são PauloO governo errou na definição das metas e o Carvão fica fora dos leilões.
  34. 34. Expansão de Térmicas a Carvão Nacional Associação Brasileira do Carvão Mineral PARANÁ  Figueira (repotenciação) 127,5 MW (CFBC) SANTA CATARINA  USITESC 440 MW (CFBC) – L I RIO GRANDE DO SUL  Candiota III (CGTEE) 350 MW (PC) - L O  Jacuí 357 MW (PC) - L P  Seival( MPX) 600 MW (CFBC) – L I  CTSUL 650 MW (PC) – L P  Termo Pampa (Tractebel) 300 MW (CFBC)  MPXSul 700 MW (CFBC) – L P 1.040 MW com L I e 1.707 MW com L P
  35. 35. Lei 12.187/2009 – art. 3o Associação Brasileira do Carvão Mineral Parágrafo único. Os objetivos da Política Nacional sobre Mudança do Clima deverão estar em consonância com o desenvolvimento sustentável a fim de buscar o crescimento econômico, a erradicação da pobreza e a redução das desigualdades sociais.
  36. 36. O joãozinho do passo certo Associação Brasileira do Carvão Mineral Existe compromisso voluntário, junto a ONU, de redução de emissões globais. Compromisso de redução Lei 12187/09 : 36,1 a 38,9 % redução global. (Energia: 166 mt CO2 ) Redução maior da EPE : 234 mt CO2 (PDE2020 - Plano Setorial do Decreto 7390/10) Parque Licenciado : 2.400 MW = 10 mtCO2/ano ou 8 % das emissões do transporte rodoviário em 2005. De 2017/20 : 40 mt CO2. Não há instrumento legal para impedir as expansão do carvão no Brasil, só decisão política
  37. 37. Sustentabilidade Associação Brasileira do Carvão Mineral Recuperação do Pampa 600 empregos MPX Seival Sul diretos (mina/usina) Reservatório do Rio JaguarãoMais água Recuperação das Matas de Galerias Florestas Energéticas Total dos projetos: 1.327 MW de energia firmeBaixo impacto ambiental + recuperação de passivos
  38. 38. As térmicas & cimento Associação Brasileira do Carvão Mineral  O cimento usa cinza das térmicas.  100 % da cinza de J Lacerda (leve+pesada) é usada.  1 t de cinza evita 1 t de CO2 no cimento  Reduz 24,57 % a emissão da usina térmica.  Analisando o ciclo de vida das emissões, uma usina a carvão pode ser considera equivalente a um usina a gás natural
  39. 39. Carvão : Forte Indutoreconômico na cadeia produtiva Associação Brasileira do Carvão Mineral Mina de Mina de Calcário Carvão Simbiose Industrial - USINA aproveitamento de subprodutos com menor Energia impacto Elétrica ambientalFábrica de Cimento
  40. 40. Impacto de construção deuma usina de 340 MW Associação Brasileira do Carvão Mineral Impacta na economia R$ 5,5 bilhõesObs: Impacto na industria nacional – sem construção civil
  41. 41. Economia da Geração Térmica aCarvão Associação Brasileira do Carvão Mineral Impactos da produção das termoelétricas na economia brasileira - 2009 Impacto Impacto Impacto Multiplic Variáveis direto indireto total ador Valor adicionado total (R$ milhões) 1.103 2.343 3.446 3,12 Remunerações (R$ milhões) 532 779 1.311 2,46 Excedente operacional bruto (R$ milhões) 538 1.527 2.065 3,84 Valor bruto de produção (R$ milhões) 3.628 4.403 8.031 2,21 Postos de trabalho 28.604 23.734 52.338 1,83 Multiplicador da produção: 3,68
  42. 42. Despachabilidade Associação Brasileira do Carvão MineralAs usinas termelétricas são acionadas “fora da ordem de mérito” todas as vezes que ocorrem eventos inesperados : ex. a) para atender um “pulo” na demanda de ponta em uma situação de restrição do uso do sistema de Itaipu; b) devido ao “susto” de 2008.Estes mesmos acionamentos não poderiam ser feitos pelas fontes renováveis (e.g. eólica e hidrelétricas a fio d’água), pois as mesmas não são despacháveisIsto é, não podem produzir energia “on demand” 42
  43. 43. Fator de Disponibilidade (%) –usinas térmicas Tractebel – 2009 100 Associação Brasileira do Carvão Mineral100 96.26 95 91.27 90 89.2 88.6 85 83.23 80 75 70 65 60 57.92 55 50 UTAL UTCH UTLA UTLB UTLC UTWA MEDIA TERMO Average NERC Average BEEI
  44. 44. Uma alternativa ao petróleo Associação Brasileira do Carvão Mineral
  45. 45. Escala Comercial Associação Brasileira do Carvão Mineral
  46. 46. Roadmap Tecnológico para Produção, Uso Limpo e Eficiente do Carvão Mineral NacionalCentro de Gestão e Estudos EstratégicosCiência, Tecnologia e Inovação
  47. 47. Roadmap - Política Pública Associação Brasileira do Carvão MineralUma política pública para melhor aproveitaro carvão mineral, nos horizontes de 2022 e2035, deve, necessariamente, estar alinhadacom as diretrizes adotadas pelo Brasil nasquestões relacionadas ao meio ambiente.
  48. 48. Principais Metas para 2022 Associação Brasileira do Carvão Mineral Jazidas carboníferas caracterizadas. Marco regulatório definido para que a geração termelétrica tenha igualdade de oportunidades frente às demais fontes. Usinas termelétricas com 40% de eficiência energética. Processos químicos da gaseificação dominados. Tecnologias para gaseificação, síntese de metanol e de outros produtos carboquímicos desenvolvidas. Técnicas limpas de lavra e beneficiamento (siderurgia e térmica) desenvolvidas, adequadas às características do carvão mineral nacional. Processos de redução-direta desenvolvidos para carvão mineral não coqueificável e de alto teor de cinzas
  49. 49. Principais Metas para 2035 Associação Brasileira do Carvão Mineral Brasil posicionado como desenvolvedor e exportador de tecnologias de aproveitamento limpo de carvões de altos teores de cinzas e enxofre. Usinas termelétricas com 45% de eficiência energética. Pólos carboquímicos implantados em escala comercial. Técnicas desenvolvidas para utilização do carvão mineral nacional gaseificado em processos de redução direta
  50. 50. Estratégia de P&D para uma economia de baixo carbono Associação Brasileira do Carvão MineralDesenvolver tecnologias de mineração e uso incluindo a captura, uso e armazenamento de CO2 .Agregar valor ao carvão mineral nacional, otimizar os processos de mineração e uso e reduzir os impactos ambientais.Fomentar a criação de massa crítica em carvão limpoCriação de Centros Tecnológicos e reestruturação dos existentes.Apoio da Rede do Carvão (MCTI) e colaboração internacional (ex. NETL/US DOE)Desenvolvimento de Roadmap Tecnológico de Baixo Carbono: CGEE/MCTI
  51. 51. Ações de P&D em Clean Coal Associação Brasileira do Carvão Mineral Capacitação em Captura de CO2 com apoio do USDOE/ NETL – SATC/CTCL Capacitação em Armazenamento de CO2 :PUC/RS P&D com Tractebel : Captura de CO2 em pós combustão : CTCL/SATC & PUCRS & Unisinos &USDOE/NETL. Projeto Pré - Combustão : Gasificação de Carvão : SATC/CTCL & USDOE/NETL Projetos de Captura de CO2: COPPE & MPX Projeto de Captura de CO2 com microalgas :CGTEE
  52. 52. SATC – Compromisso Social daIndústria do Carvão Associação Brasileira do Carvão Mineral CTCL 7.500 alunosSATC -Criciúma/SC – 53 anos
  53. 53. Parque Tecnológico de Baixo Carbono SATC Associação Brasileira do Carvão Mineral Incubadora22 hectares e 12 mil m2 Criciúma /SC
  54. 54. Parque Tecnológico SATC Associação Brasileira do Carvão Mineral Recursos alocados -2010/13 – R$7,4 milhões CTCL AuditórioIncubadora Laboratórios Utilidades Área comum Criciúma/SC
  55. 55. Parque Tecnológico de Baixo Carbono Associação Brasileira do Carvão Mineral Agosto 2012
  56. 56. SATC – Educação para Vida Associação Brasileira do Carvão Mineral
  57. 57. SATC - Inclusão Social Associação Brasileira do Carvão Mineral
  58. 58. Pontos relevantesao carvão mineral nacional Associação Brasileira do Carvão Mineral- Industria investindo na sustentabilidade (P,D+I e RH)- Necessidade de energia térmica no final do potencial hidráulico- Mundo de baixo carbono – cadeia produtiva do carvão deve estar preparada- Todas as fontes serão necessárias : o carvão é o maior dos fósseis- Despachabilidade e complementariedade do sistema renovável, maior estabilidade e segurança- Visão integrada – MMA, MCTI, MME e MIDC – política pública- Sem novos projetos o sinal econômico é negativo e tende a acabar com a indústria que será necessária no futuro próximo.
  59. 59. Situação Atual Associação Brasileira do Carvão Mineral Candiota fase A – TAC desativação da fase A - 2013 Candiota Fase B – Licitação para dessulfurizador ????? - Aneel R. 500 São Jeronimo - pressão para desativação – meio ambiente e Aneel R. 500 Charqueadas – passível de desativação 2017 – Aneel R. 500 Perda de mercado para o carvão PDE 2021 Sem térmicas :carvão fora dos leilões A-5
  60. 60. Proposta setorial Associação Brasileira do Carvão Minerala) Programa de Modernização de UsinasTérmicas até 2017passar a eficiência de 28 para 36 % e com omesmo CO2 fazer 300 MW a mais.b) Estruturar uma política industrial para acadeia do carvão (gasificação e geraçãotermica)
  61. 61. Conclusão Associação Brasileira do Carvão MineralCenário Mundial com necessidade de energia - pouca oferta de fósseis = preços internacionais elevados => tendência de uso de fontes domésticas e regionais (ex. Renováveis)O mundo e o Brasil necessitarão de combustíveis fósseis e o carvão terá um importante papel.Com as soluções tecnológicas o carvão será cada vez mais aceitável, suportável e acessível pela Sociedade.“ABCM está comprometida em buscar a segurança de suprimento de combustível para o Brasil de uma forma sustentável . Para tanto é necessário uma política industrial integrada para o Carvão Mineral Nacional.
  62. 62. Associação Brasileira do Carvão MineralA visão de sustentabilidade da Indústria do Carvão
  63. 63. OBRIGADO PELAATENÇÃO Associação Brasileira do Carvão MineralContatos:zancan@carvaomineral.com.brwww.carvaomineral.com.br048-34317620

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