Unidade 05 dormência de sementes

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Unidade 05 dormência de sementes

  1. 1. Dormência de Sementes
  2. 2. Matéria Seca da Planta Sementes ABA Acúmulo de Reservas Seringueira
  3. 3. Dormência • Dormência não é um defeito da semente • Falta de germinação não é sinônimo de dormência • Dormência é ausência de germinação de uma semente intacta, viável, sob condições favoráveis, durante determinado período de tempo. Hilhorst, 1995
  4. 4. Dormência de Sementes Fisiológico Vantagens Preservação da continuidade da espécie; Distribuição da germinação no tempo; Adaptação da germinação às variações ambientais; Impede a germinação na planta- mãe.
  5. 5. Dormência de Sementes Desvantagens Redução da percentagem de emergência; Longos períodos para superação; Longevidade de plantas invasoras; Interferência no programa de plantio; Problemas na avaliação da qualidade da semente
  6. 6. Fatores Genéticos Indução Influência do ambiente de maturação Diferenças na germinabilidade (heteroblastia) Indução da Dormência Dormência de Sementes Moringa oleifera
  7. 7. Afetada pelas condições do ambiente externo Microambiente imposto a semente pela planta-mãe Água; Temperatura; Fotoperído/Luminosidade; Dormência de Sementes Germinabilidade
  8. 8. Dormência de Sementes Germinabilidade Efeito da temperatura sobre a manifestação da dormência em sementes de cevada e de alface (Bewley & Black, 1935)
  9. 9. Dormência de Sementes Germinabilidade Germinação de sementes de Chenopodium album, após a maturação sob dias-longos e dias curtos (Karssen, 1970)
  10. 10. Dormência de Sementes Germinabilidade Efeitos da qualidade da luz durante a intensidade da dormência de sementes de
  11. 11. Dormência de Sementes Posição da Semente na Planta Figura 8.2 Fonte: Carvalho;Nakagawa,2000
  12. 12. Tipos de Dormência Dormência Primária Secundária Dormência de Sementes Gramíneas, leguminosas forrageiras, trigo,cevada Sorgo Arroz
  13. 13. Tipos de Dormência Dormência Primária Dormência superada Ciclos de dormência Dormência de Sementes Germinação Dormência secundária
  14. 14. Processos para quebra de dormência das sementes: • Escarificação química: método químico, feito geralmente com ácidos (sulfúrico, clorídrico etc.), que possibilita os sementes executar trocas com o meio, água e/ou gases. • Escarificação mecânica: abrasão das sementes sobre uma superfície áspera (lixa, piso áspero etc). É utilizado para facilitar a absorção de água pela semente. • Estratificação: consiste num tratamento úmido à baixa temperatura, auxiliando as sementes na maturação do embrião, trocas gasosas e embebição por água. • Choque de temperatura: é feito com alternância de temperaturas variando em aproximadamente 20ºC, em períodos de 8 a 12 horas. • Água quente: é utilizado em sementes que apresentam impermeabilidade do tegumento e consiste em imersão das sementes em água na temperatura de 76 a 100ºC, com um tempo de tratamento específico para cada espécie. IPEF 2012
  15. 15. Calor • Coletor solar - Superar dormência em TECA (Tectona grandis) • germinação normal: – 25% a 35% no período de 10 a 90 dias • tratamento no coletor solar : – 80% ao final da segunda semana. Embrapa RO - 2008
  16. 16. Diferentes tipos de escarificação mecânica – Sesbania virgata Buckeridge, 2008
  17. 17. Tratamentos recomendados para quebrar a dormência das sementes em algumas espécies arbóreas. Instituto de Pesquisas e Estudos Florestais – IPEF
  18. 18. OBRIGADA!

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