Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori                                       1Olá, pessoal.       Temos grandes novida...
Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori                                       2       E por que primeiro o de Gramática...
Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori                                       3“e”, bem como o reconhecimento do aposto...
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Língua portuguesa artigo 7 roteiro de estudos para esaf

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Língua portuguesa artigo 7 roteiro de estudos para esaf

  1. 1. Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori 1Olá, pessoal. Temos grandes novidades em relação às provas da área fiscal, em especial, as elaboradaspela ESAF, não é mesmo? Por isso, resolvi fazer um artigo que os ajudasse no estudo de LínguaPortuguesa com foco nesta banca. Trabalho com concurso público há mais de dez anos e o que sempre vejo é o candidato daárea fiscal deixar Português de lado. É bem possível que as pessoas interessadas no concurso deAuditor Fiscal da Receita Federal, por exemplo, tenham facilidade com a matéria, já que o grau deformação e de conhecimento exigido é alto. Entretanto, a prova da ESAF "vence" tanto pelo"cansaço" como também pela cobrança das minúcias e da atualização. Sendo assim, é precisoestudo para reconhecer a linguagem culta e diferenciá-la da linguagem "gramaticalmente correta" e,principalmente, muito exercício para alcançar agilidade e não cansar, literalmente, no dia da prova. As questões da "minha" matéria nessas provas, atualmente, não costumam ser difíceis deserem resolvidas - chega a ser relativamente fácil gabaritá-las. Para isso, basta resolver muitasquestões de provas anteriores, claro, depois de rever toda a teoria, em especial a de estrutura detexto, coesão, coerência e sintaxe. O treino fará toda a diferença! Por isso não deixem essa matériapara a última hora, senão vocês acabarão estudando muito mais as de peso maior, relegando aquelaque poderia levá-los à vitória. Como se pode perceber, não basta estar ciente de todo o conteúdo teórico, especialmente, oda sintaxe - assunto mais cobrado em toda a prova e que, por isso, deve ser o mais estudado -; énecessário estar atualizado, ou seja, saber distinguir a norma padrão culta - tudo o que é correto,polido e ideal na nossa língua - da forma moderna, portanto correta, aceita pelos gramáticosatualmente. Um exemplo disso é a elaboração da frase com paralalelismo na regência, como, "Eugosto de maçã e de uva.", mas que elaborada desta forma: "Eu gosto de maçã e uva." continuacorreta, apesar de não ser a forma ideal de redação. Além disso, é importante ainda treinar muito a resolução de questões dessa banca, haja vistaser uma prova feita com muitos textos - praticamente, um texto para cada questão -, o que exigeque o candidato tenha fôlego e lucidez para resolver os testes com habilidade e agilidade. E isso só éconquistado pelo exercício mesmo. Claro, faz-se necessário também que se tenha plenoconhecimento da elaboração de texto, sobretudo a do dissertativo. Esse conhecimento é visto nas aulas de Interpretação de Texto, que, associado ao estudo decoesão (ligação entre as partes do texto) e coerência (lógica do sentido dos contextos)- outrosdois pontos altos da prova -, prepara muito bem o candidato para ganhar a agilidade e a habilidadenecessárias para um ótimo desempenho. Mas, um alerta, esse assunto só deve ser visto depois queo estudo da Língua já tiver sido realizado, isto é, primeiro deve-se fazer um bom curso teórico deGramática para depois realizar um bom curso teórico de Interpretação, lembrando que isso ofortalecerá em todas as outras matérias a serem estudadas. www.sejogagalera.blogspot.com.br
  2. 2. Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori 2 E por que primeiro o de Gramática? Porque é ela que garantirá o entendimento daselaborações de orações, períodos e parágrafos possíveis para que se chegue a um determinadosentido, e as questões da ESAF cobram essencialmente isso: a gramática aplicada no texto a serviçodo sentido do contexto, afinal é para isso que estudamos a Língua desde pequenos. Partindo desse raciocínio, a compreensão e a interpretação de texto são cobradas nãoapenas sob o ponto de vista do entendimento do texto propriamente dito, mas também sob outrosaspectos, como o da significação das palavras, cuja cobrança é baseada no raciocínio da coerência,ou seja, a pessoa deverá entender o que significa uma determinada palavra a partir das relações desentido do contexto em que ela foi empregada. E, como se pede muito o reconhecimento dosprocessos de coesão, o emprego de palavras - como pronomes (principalmente os relativos,demonstrativos e pessoais), conjunções e suas locuções, preposições e suas locuções – é tambémbastante explorado nas questões, já que são esses conectivos que mais influenciam na elaboraçãotextual para que determinado sentido seja alcançado. Sem nos esquecermos dos advérbios elocuções, que são modificadores semânticos. Portanto, concentre seus estudos nesses grupos depalavras citados. Observem que até mesmo verbos são cobrados em prova dessa forma. O candidato tem desaber reconhecer o tempo e o modo verbais, bem como a finalidade de se empregar cada umadessas flexões, e ainda deverá saber por que foi empregada aquela forma verbal naquele dadocontexto. Assim, se o verbo estiver no presente do indicativo na linha x do texto, o candidato deveráreconhecer por que foi empregada aquela forma verbal naquele contexto. Cobra-se, também, a"atualização" das formas verbais, ou seja, é preciso saber inclusive quando se empregam as formas"novas" dos verbos e locuções verbais. A sintaxe da oração e do período também é cobrada dessa forma, entretanto, além dosaspectos mencionados, é importante saber reconhecer muito bem o sujeito da oração, pois sintaxede concordância verbal cai em todas as provas; saber reconhecer os complementos verbais,porque sintaxe de regência também aparece sempre; saber identificar as relações gramaticais esemânticas entre as orações, para que se saiba qual o conectivo adequado a ser empregado, como:conjunção, pronome relativo ou preposição; saber identificar quais palavras estão relacionadas entresi, já que isso fará com que se distinga o adjetivo do advérbio (isso é muito cobrado) e,consequentemente, saiba-se se determinada palavra pode ser flexionada no singular, plural,masculino e feminino – sintaxe de concordância nominal, que também é solicitada. E isso tudonos leva às questões de Vozes verbais, o que aparece em prova de todas as formas - tal assuntotem de estar na ponta da língua. Além disso, saber reconhecer as relações entre as palavras ajuda também a entender se umapreposição deve ser empregada ou não entre elas, o que reforça o estudo da crase. Dessa forma,estudar bastante a identificação de termo regente e de termo regido é muito importante. A pontuação também segue essa linha de raciocínio: não se separam com sinal algum depontuação termos ou orações que se completam, por isso entre verbo e objeto direto, entre sujeitoe verbo nunca haverá vírgula. Esta banca gosta muito de cobrar o entendimento da vírgula antes do www.sejogagalera.blogspot.com.br
  3. 3. Língua Portuguesa – Prof.ª Luciane Sartori 3“e”, bem como o reconhecimento do aposto explicativo e sua separação do restante da frase pelossinais de pontuação, como dois pontos - sinal empregado para apresentar uma explicação do que foidito antes dele, ou para fazer uma citação, ou indicar fala de um personagem, basicamente. Por fim, a ortografia oficial é pouco cobrada, mas mantenham atenção à grafia daspalavras, pois costumamos não perceber a grafia por pensarmos a palavra como a conhecemos, enão como foi escrita. Atente ainda ao emprego dos “porquês”, das expressões “de encontro a” e “aoencontro de”, de “a” e “há”, de “onde” e “aonde”. E esse procedimento dever ser feito tambémquando o assunto é acentuação, a que também não damos muita atenção ao ler os textos, apesarde seu emprego fazer tanta diferença ao sentido e som de muitas palavras. Assim, ao ler questõescomo de reescrituras de frases, mantenham foco na grafia e na acentuação. A acentuação das palavras também é cobrada em questões que pedem para que severifique se determinadas palavras foram acentuadas pelo mesmo motivo, ou pela mesma regra.Claro que é possível que não se lembre as regras de cor, mas o fato de reconhecermos a sílabatônica adequadamente fará com que se perceba o motivo do empregado do acento: na tônica, háum hiato com “u ou “i” ou um ditongo de som aberto, trata-se de um monossílabo, ou o acento foiempregado em uma oxítona, uma paroxítona ou uma proparoxítona – sempre nesta ordem deraciocínio, será difícil errar. Isso tudo sem falar na concordância verbal, pois vários são os verbosque mudam de acento do singular para o plural, justamente para fazer a diferença entre uma eoutra forma - tudo dependerá do sujeito neste momento, certo? Bons estudos a todos vocês! E até nosso próximo encontro. Professora Luciane SartoriContatos:www.sartoriprofessores.com.brwww.sartorivirtual.com.brlucianesartori@bol.com.brfacebook: Luciane Sartori II www.sejogagalera.blogspot.com.br

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