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  1. 1. Produção consorciada – as oportunidades da silvicultura e a sustentabilidade da pecuária Ricardo Sixel Eng. Florestal
  2. 2. SocialAmbiental Econômica
  3. 3. SocialAmbiental Econômica
  4. 4. -­‐  Diversificar  o  sistema  de  produção  e  a  renda  da  propriedade  rural;  -­‐  Potencializar  a  eficiência  do  uso  da  terra  e  conservar  recursos  naturais  (água,  solo,  nutrientes);  -­‐  Facilitar  acesso  a  financiamentos  rurais  (Programa  ABC);  -­‐  Atuar  em  uma  “Agricultura  de  Baixo  Carbono”;  -­‐  Incorporar  o  componente  arbóreo  na  propriedade  rural  para  uso  interno  ou  comercial;  
  5. 5. “CONFAP  –  CONSÓRCIOS  FLORESTAIS:  FLORESTA,  AGRICULTURA  E  PECUÁRIA”     A  V&B  em  parceria  com  o  SBC,  produtores  rurais,  consultores,  empresas,   insVtuições  pesquisa,  busca:   Promover  formas  de  diversificação  da  produção  agropecuária  em  propriedades  rurais,  agregando  valores  ambientais  e  sociais  a  produção,  por   meio  da  conservação  do  solo,  dos  recursos  hídricos  e  florestais.  
  6. 6. APRESENTAÇÃO   (Sul da Bahia-Veracel, 2012)
  7. 7. Como  ?  Ter  foco:  Produzir  madeira  sim,  mas  sem  perda  de  produção  de  pastagem  ou  animal.  Podemos  iniciar  a  instalação  do  consórcio  em  áreas  marginais  ou  pastos  degradados.  
  8. 8. Fazenda Palmeira da Serra/Pratânia A B C
  9. 9. Como  ?  Ter  controle:  Escolha  adequada  do  material  genéVco  (clone/espécie);  Adequação  do  espaçamento  de  planVo  a  condição  edafoclimáVca  regional,  ao  uso  madeireiro  e  as  oportunidades  locais;  Escalonando  a  implantação.  
  10. 10. Itapetininga - SP
  11. 11. ProduJvidade  (m³/ha)   1667 arv./ha Volume/arv.  (m³)   500 arv./ha
  12. 12. Itapetininga - SP
  13. 13. Como  ?   Qual o espaçamento ideal? Qual espécie/clone ideal? Qual o tratamento silvicultural ideal?
  14. 14. 2x x MATO GROSSO DO SUL - 2008 FONTE: Verde & Business
  15. 15. Espécie/clone:  por  que  o  eucalipto?  
  16. 16. POR  QUE  O  EUCALIPTO  ?   (SILVA, 2010)
  17. 17. POR  QUE  O  EUCALIPTO  ?  
  18. 18. POR  QUE  O  EUCALIPTO  ?  Adaptabilidade   (ABRAF, 2010)
  19. 19. Por  quê  o  eucalipto?  Adaptabilidade   (ALVARES et al. 2011)
  20. 20. POTENCIAIS  Oportunidades  do  mercado  madeireiro  Aproveitar  a  demanda  por  madeira  em  áreas  de  expansão  da  eucaliptocultura.   Fonte:  Folha  de  S.  Paulo  
  21. 21. DÚVIDAS  FREQUENTES  Há  compeJção  entre  a  árvore  e  o  pasto?  Não,  desde  que  seja  respeitadas  alguma  condições,  como  adequação  do  (clone  e  espaçamento  de  planVo).  Deve-­‐se  adequar  o  modelo  a  cada  realidade.     BARREIRAS, BA - 2007 FONTE: Verde & Business
  22. 22. DÚVIDAS  FREQUENTES  Como  vou  vender  minha  madeira?  O  consumo  de  madeira  está  crescendo,  associando-­‐se  a  isso  o  desuso  de  madeiras  naVvas.    Se  toda  madeira  usada  no  Brasil  fosse  oriunda  de  florestas  plantadas,  precisariamos  de  uma  área  3x  maior.   MATO GROSSO DO SUL - 2008 FONTE: Verde & Business
  23. 23. Limpar os nós da madeira = melhor preço (STAPE, 2007)
  24. 24. Limpar os nós da madeira = melhor preço (STAPE, 2007)
  25. 25. DÚVIDAS  FREQUENTES  É  muito  caro  a  implantação?  O  custo  de  implantação  da  floresta  é  cerca  de  10  vezes  menor  que  o  retorno.  Custos  como  uso  de  mão-­‐de-­‐obra  e  insumos  podem  ser  internalizados.  Quanto  tempo  devo  deixar  o  gado  fora  do  pasto?  É  variável,  devido  a  taxa  de  crescimento  das  árvores  (1  a  1,5  ano).  Parte  desta  questao  é  resolvido  devido  ao  escalonamento  e  escolha  da  área  de  produção.  
  26. 26. DÚVIDAS  FREQUENTES  O  que  eu  faço  com  os  tocos?  Após  o  corte  das  árvores,  novas  mudas  podem  ser  plantadas  no  mesmo  alinhamento  de  planVo  anVgo.  Há  como  obter  financiamento?  O  MAPA,  por  meio  do  Programa  ABC,  possibillita  acesso  barato  a  crédito  rural  para  sistemas  silvipastoris.  
  27. 27. PROGRAMA  ABC  
  28. 28. PROGRAMA  ABC  
  29. 29. PROGRAMA  ABC   CO2   CO2   CO2   CO2   CO2   CO2   CO2   250  arv.  em   6  anos  
  30. 30. PARCERIA  TÉCNICA   PREVER  O  COMPORTAMENTO  DO  SISTEMA   SÍTIO  DE  PLANTIO   PRÁTICA  DE  MANEJO   Precipitação   Irrigação   Evapotranspiração   Taxa  FotossintéVca   Infiltração   Conversão  em  C   Aeração   Índice  de  Área  Foliar   Nutrientes   Preparo  do  Solo  Fatores  limitantes  (fogo,  praga,  doença,   Minimização  dos  fatores  limitantes   daninhas)   Caminhamento  do  sol   Adubação   Espaçamento  e  Arranjo   FERRAMENTAS  DE  ANÁLISE:   DESENVOLVIDAS  PELA  V&B  
  31. 31. VERDADES  VERDADE  1:  O  MELHOR  E  MAIS  QUALIFICADO  CONSELHEIRO  É  O  PRÓPRIO  PRODUTOR.  VERDADE  2:  A  EQUIPE  TÉCNICA  É  RESPONSÁVEL  POR  DAR  SEGURANÇA  AO  NEGÓCIO  E  QUALIDADE  AO  PRODUTO.  VERDADE  3:  O  SISTEMA  CONSORCIADO  NÃO  PODE  SER  TRATADO  COMO  PRODUÇÃO  MARGINAL.  OS  RESULTADOS  SÃO  REAIS  E  COMPETITIVOS.  VERDADE  4:  O  AMADORISMO  É  CRUCIAL  PARA  O  INSUCESSO  DESSE  TIPO  DE  PRODUÇÃO.  CONHECER  A  ECOFISIOLOGIA  DAS  CULTURAS  E  O  MERCADO  CONSUMIDOR  SÃO  PONTOS  BÁSICOS.  VERDADE  5:  O  COMEÇO  DEVE  SER  BÁSICO  E  SEGURO.  QUATRO  ANOS  DE  MÓDULO  EXPERIMENTAL  É  VITRINE  PARA  GRANDES  CONCLUSÕES.  VERDADE    6:    NÃO  HÁ  CARTILHA    OU  APOSTILA    QUE  APRESENTE  RECEITA  MÁGICA.    
  32. 32. Pagamento por serviços ambientais Sequestro de carbono. (Tsukamoto Filho et al., 2004) (Murgueitio, 2010) Redução oC corporal (Pires et al. 2005) > Ganho de peso (Paciullo et al. 2011) > Teor de PB e nutricional da forragem (Paciullo et al. 2011) Conservação de solo e água (Sanchez, 2001) Melhoria propriedades químicas e biológicas dosolo (Rangel etal. 2005; Castro et al., 2007) (Sul da Bahia-Veracel, 2012)
  33. 33. “Para existir como uma nação, Para prosperar como um estado, E para viver como um povo, Devemos plantar árvores” Theodore RooseveltRicardo  Sixel  ricardo@verdeebusiness.com.br  (19)  9392-­‐0763  

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