-1087462-908587ANO I (1ª série)Nº 16Terça-Feira5 de Outubro2010Preço 200$00República<br />-1730621044478Trabalho realizado...
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  1. 1. -1087462-908587ANO I (1ª série)Nº 16Terça-Feira5 de Outubro2010Preço 200$00República<br />-1730621044478Trabalho realizado para as disciplinas de Área de Projecto e HistóriaFundado por: 12ºCProfessores:Mª José Moura e José Moura<br />273596129<br />150691385592<br />Alfredo Keil<br />Alfredo Keil nasceu em Lisboa, em 1850. Keil estudou no Colégio Britânico, onde desde cedo mostrou ser talentoso em desenho e música. Aos 12 anos, compôs a sua primeira obra Pensée Musicalé.<br />Após o colégio, estudou Artes, em Nuremberga, onde teve aulas com personalidades importantes no mundo das artes.<br />ESTE JORNAL NÃO FOI VISADO POR QUALQUER COMISSÃO DE CENSURAESTE JORNAL NÃO FOI VISADO POR QUALQUER COMISSÃO DE CENSURA Apesar de Alfredo Keil significar, para a maioria dos portugueses, apenas o compositor do Hino Nacional, este luso-alemão foi, também, escritor, fotógrafo, poeta, coleccionador de obras de arte e pintor.<br /> <br />Henrique Lopes Mendonça<br />Henrique Lopes de Mendonça nasceu em 1856. Foi professor, conferencista, dramaturgo cronista e romancista português.<br />Leccionou, também, na escola Prática de Artilharia Naval e na Escola de Belas-Artes, em Lisboa.<br />Foi presidente na Academia das Ciências de Lisboa<br />Mesmo sendo oficial da Marinha de Guerra Portuguesa, apenas se tornou conhecido como escritor, em que a sua obra mais notável foi A Portuguesa, o hino nacional português.<br />Surgiu em 1890, como protesto contra a cedência política de D. Carlos I ao Ultimato de 11 de Janeiro, pela Inglaterra, como forma de sentimento patriótico entre os portugueses. <br />Alfredo Keil não ficou imune e quis compor uma marcha de protesto. <br />A Portuguesa foi aprovado como hino nacional pela Assembleia Constituinte em 1911, juntamente com a bandeira nacional.<br />-1087120-1076325<br />A Portuguesa<br />270319592075Heróis do mar, nobre povo,Nação valente, imortal, Levantai hoje de novoO esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a vozDos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória!Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar!Desfralda a invicta Bandeira,À luz viva do teu céu!Brade a Europa à terra inteira:Portugal não pereceuBeija o solo teu jucundoO Oceano, a rugir d'amor,E teu braço vencedorDeu mundos novos ao Mundo!Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar!Saudai o Sol que despontaSobre um ridente porvir;Seja o eco de uma afrontaO sinal do ressurgir.Raios dessa aurora forteSão como beijos de mãe,Que nos guardam, nos sustêm,Contra as injúrias da sorte.Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar, Às armas, às armas! Pela Pátria lutarContra os canhões marchar, marchar! <br />-1076851-899795<br />As Nossas Bandeiras<br />O primeiro símbolo de representação nacional era o escudo de D.Henrique.<br />Com a Independência de Portugal, D. Afonso Henriques adicionou à bandeira os besantes (dinheiros). Estes representavam a autonomia do reino e as cinco chagas.<br />D.Sancho I, substituiu a cruz azul por cinco quinas, que ainda hoje são o símbolo central da bandeira portuguesa.<br />Uma vez que Afonso III não era filho primogénito de Afonso II, foi necessário que este introduzisse alterações, de forma a poder utilizar o brasão do seu pai. Os castelos simbolizavam as fortalezas que Afonso III retirara da posse dos mouros no Algarve.<br />D.João, Mestre de Avis, não sendo filho legítimo de D.Pedro I, adicionou à bandeira a flor-de-lis, símbolo da ordem de Avis. É a primeira bandeira com historicidade confirmada.<br />-1132337-899795<br />Em 1495, Dom João II, decreta duas alterações importantes na bandeira: Os escudetes são endireitados, ficando todos apontando para baixo, e a cruz de Aviz é retirada.<br />Neste reinado usaram-se já bandeiras rectangulares com um brasão no centro em vez das bandeiras armoriais quadradas, a exemplo das últimas tendências heráldicas europeias<br /> <br />Nas vésperas de Alcácer Quibir, mais duas importantes modificações foram feitas na bandeira: A coroa passou a ser fechada, a exemplo de outros monarcas europeus, e o número de besantes em cada escudete e de castelos na bordadura foi finalmente fixado em cinco e sete, respectivamente.<br />654050212725<br />Durante o domínio filipino continuou-se a usar a bandeira de Dom Sebastião no território de Portugal. Com a Restauração, a bandeira foi ligeiramente modificada, ficando o escudo com a ponta redonda, no formato dito português. <br />Dom Pedro II adapta o brasão ás mais recentes modas da sua época, passando a coroa a ter cinco hastes, em vez de apenas três.<br /> <br />Tal como já fizera antes o seu pai, Dom João V vai também ordenar a " actualização" dos ornamentos do brasão.<br />-1076850-899795<br />Com Dom Pedro IV, o fundo da bandeira passou a ser bipartido de azul e branco.A esfera armilar, um antigo emblema pessoal de Dom Manuel e já usado na bandeira das naus da Carreira do Brasil, foi apropriadamente acrescentada por Dom João IV à bandeira real, para simbolizar o Reino de Portugal e Brasil.<br />-11163302269490Esta bandeira foi usada por D. Pedro IV nas lutas liberais contra o seu irmão D. Miguel que usou a bandeira de D. João<br />Após a revolução de 5 de Outubro de 1910, a bandeira nacional, teria que ser alterada. Assim, surgiram várias propostas, até finalmente ter sido escolhida a actual bandeira.<br />-1092616-947092Propostas: <br />Esta bandeira foi proposta anonimamente, embora seja muito parecida com a bandeira de Delfim Guimarães e Roque Gameiro. Nesta bandeira o símbolo encontra-se lateralmente e não centrado.<br />Esta bandeira foi proposta por Duarte G. Leel, esta tem as cores da bandeira monárquica, um losango com as cores vermelho e verde, com a esfera armilar no centro deste e o escudo de armas.<br />Desta proposta só se conhecem as iniciais de quem a propôs, que eram as seguintes: J.Á.E.S.<br />1318895474345<br /> O famoso escritor Guerra Junqueiro, quis manter as cores da bandeira monárquica e em vez da coroa decidiu meter uma esfera armilar e quatro estrelas (duas vermelhas e duas verdes).<br />Por causa de toda a diversidade de bandeiras propostas em 1910, nos jornais surgiram polémicas, e até chegaram a sugerir esta para conciliar todas as propostas.<br />-1092200-8997951224915177800<br />Após uma grande polémica entre os partidários do azul e branco e os do verde e vermelho, as cores da bandeira nacional fixaram-se em 1910 (aprovada pelo Governo em 29 de Novembro, ratificada na Assembleia em 19 de Julho de 1911 e publicada no Diário do Governo número 150, em Decreto de 30 de Junho de 1911). A bandeira é rectangular e bipartida com duas cores fundamentais: verde e vermelho. O verde ocupa a parte esquerda da bandeira, e o vermelho a parte direita e maior. Ao centro, unindo as duas cores está o Escudo das Armas de Portugal, que se encontra sobre a Esfera Armilar Manuelina (a amarelo). Desde a insurreição republicana falhada (31 de Janeiro de 1891), o verde e o vermelho são representados como sendo as cores do Partido Republicano Português, cuja proeminência política continuou a crescer até atingir o auge na revolução de 5 de Outubro de 1910; após esta revolução o verde começou a significar a esperança da nação e o vermelho o sangue derramado de forma patriótica (no entanto o significado das mesmas não está explicado com exactidão oficialmente). O Escudo das Armas Portuguesas manteve-se desde o tempo da monarquia, e está sobreposto à Esfera Armilar que veio substituir a coroa e que representa o Império Colonial Português e as descobertas feitas. Os cinco pontos brancos, incorporados na cruz feita de escudos azuis, aludiam às chagas de Cristo. Segundo a lenda, o número das quinas (que são cinco) e dos besantes (que são vinte e cinco) estão relacionados com os trinta dinheiros que Judas terá recebido pela traição a Cristo. E os sete castelos representam as vitórias dos portugueses sobre os seus inimigos e o Reino do Algarve. <br />-1092616-939900Manuel dos Reis da Silva Buíça <br />Foi o regicida que, efectivamente, alvejou de forma mortal D. Carlos I e o Príncipe Real D. Luís Filipe. Filho do reverendo Abílio da Silva Buíça e de Maria Barroso.<br />Homem de carácter expansivo e exaltado, não mantinha no entanto muitas ligações exteriores ao seu círculo profissional e frequentava, com Alfredo Costa e Aquilino Ribeiro o Café Gelo, no Rossio.<br />Senhor de uma pontaria exímia, detinha o curso de mestre de armas e uma medalha de atirador de 1ª classe (que se viu justificada pela precisão com que, a 8 metros de distância do landau em que seguia o monarca, Buíça o alvejou na coluna vertebral). Demitido do exército, sabe-se que a partir de 1898, Buíça envereda pela carreira de docente do ensino livre, leccionando no Colégio Nacional, ministrava também, a nível particular, lições de música e francês.<br />Na madrugada do dia 1 de fevereiro de 1908, Manuel Buíça reúne-se com Alfredo Costa na Quinta do Xexé, aos Olivais, onde planeiam o atentado. No mesmo dia pelas duas horas da tarde, almoça com Alfredo Costa e mais três desconhecidos, numa mesa a um canto do Café Gelo. Consta que durante uma conversa Buíça terá dito, em tom jocoso, a um outro freguês do mesmo café, sentado numa mesa à parte, o seguinte dito muito banal na altura: " Estamos aqui, estamos em Timor…" , relacionado já com a empresa que ia tomar em mãos. Findo o diálogo, Buíça é o primeiro a levantar-se, diz aos outros dois que vai buscar o varino e o resto, seria muito provavelmente a carabina winchester, modelo 1907, importada da Alemanha, com que alvejaria dali a algumas horas o rei D. Carlos I e o princípe-herdeiro D. Luís Filipe.<br />Manuel dos Reis Buíça foi morto em 2 de Fevereiro de 1908.<br />-1089660-928370Manuel de Arriaga<br />Manuel José de Arriaga Brum da Silveira e Peyrelongue, nasceu na Horta a 8 de Julho de 1840 e morreu em Lisboa a 5 de Março de 1917.<br />Manuel de Arriaga foi um advogado, professor, escritor e político. Foi dirigente e um dos principais ideólogos do Partido Republicano Português.<br />A 24 de Agosto de 1911 tornou-se no primeiro presidente eleito da República Portuguesa exercendo aquelas funções até 26 de Maio de 1915, data em que foi obrigado a demitir-se, sendo substituído no cargo pelo Teófilo Braga, que como substituto completou o tempo restante do mandato.<br />Concluídos os estudos preparatórios na cidade da Horta matriculou-se em 1860 no curso de Direito da Universidade de Coimbra. Cedo se revelou um aluno brilhante e um orador notável. Aderiu ao positivismo filosófico e ao republicanismo democrático, passando a ser frequentador assíduo das tertúlias filosóficas e políticas, onde se destacava pela sua verve e capacidade argumentativa. <br />Não tendo conseguido ingressar na docência, rapidamente se notabilizou como advogado, ganhando uma carteira de clientes que lhe permitia segurança financeira.<br />Em 26 de Agosto de 1876 foi nomeado vogal da Comissão para a Reforma da Instrução Secundária, sendo este o primeiro cargo público que exerceu.<br />Manuel de Arriaga foi uma das figuras mais prestigiadas do republicanismo na oposição à Monarquia Constitucional Portuguesa, menos consensual foi a sua acção política como Presidente da República, especialmente nos últimos meses do mandato.<br />Morreu em Lisboa a 5 de Março de 1917, dois anos depois de ter abandonado a Presidência da República. Será provavelmente o nome mais recordado na toponímia portuguesa.<br />-1187346-1034266 Bordalo Pinheiro<br />Nascido Rafael Augusto Prostes Bordalo Pinheiro (1846-1905), numa família de artistas, cedo ganhou o gosto pelas artes. Em 1860 inscreveu-se no Conservatório e posteriormente matriculou-se na Academia de Belas Artes, no Curso Superior de Letras e na Escola de Arte Dramática, para logo de seguida desistir. Estreou-se no Teatro Garrett embora nunca tenha vindo a fazer carreira como actor.<br />Em 1863, o pai arranjou-lhe um lugar na Câmara dos Pares, onde acabou por descobrir a sua verdadeira vocação, derivado das intrigas políticas dos bastidores.<br />Começou por tentar ganhar a vida como artista plástico com composições realistas apresentando pela primeira vez trabalhos seus em 1868 na exposição promovida pela Sociedade Promotora de Belas-Artes, onde apresentou oito aguarelas inspiradas nos costumes e tipos populares, com preferência pelos campinos de trajes vistosos. Em 1871 recebeu um prémio na Exposição Internacional de Madrid. Paralelamente foi desenvolvendo a sua faceta de ilustrador e decorador.<br />Em 1875 criou a figura do Zé Povinho, publicada n'A Lanterna Mágica. Nesse mesmo ano, partiu para o Brasil onde cooperou em alguns jornais e enviava a sua colaboração para Lisboa, voltando a Portugal em 1879, tendo lançado “O António Maria”.<br />Experimentou trabalhar o barro em 1885 e começou a produção de louça artística na Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha.<br />Faleceu a 23 de Janeiro de 1905 em Lisboa, no nº 28 da rua da Abegoaria (actual Largo Raphael Bordallo-Pinheiro), no Chiado, freguesia do Sacramento, em Lisboa.<br />-1096711-911670D. Carolina Beatriz Ângelo<br />19551651578610A Drª Carolina Beatriz Ângelo, nasceu na Guarda, em 1877, onde fez os estudos primários e liceais. Mais tarde, veio para Lisboa frequentar as Escolas Politécnica e Médico-Cirúrgica de onde saiu em 1902 como médica /cirurgiã. Foi também a primeira portuguesa a obter a especialidade de cirurgia e a operar no Hospital de S. José. Esta ilustre cidadã veio a morrer, em 3 de Outubro de 1911, aos 34 anos de idade, de ataque cardíaco, cerca de 4 meses depois de ter conseguido votar. <br />A sua militância cívica levou-a a defender a Paz, a implantação da República e os direitos das mulheres. Médica, lutadora sufragista e fundadora da Associação de Propaganda Feminista, foi a primeira mulher a votar em Portugal, embora vivesse num país em que o sufrágio universal só seria instituído passados mais de 60 anos, ou seja, depois do 25 de Abril de 1974.<br />O voto depositado pela médica nas urnas para as eleições da Assembleia Constituinte, em 1911, constitui um episódio exemplar da luta pela emancipação das mulheres em Portugal, numa altura em que o direito de voto era reconhecido apenas a " cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família" . <br />Invocando a sua qualidade de chefe de família, uma vez que era viúva e mãe, Carolina conseguiu que um tribunal lhe reconhecesse o direito a votar com base no sentido do plural da expressão ‘cidadãos portugueses’ cujo masculino se refere, ao mesmo tempo, a homens e a mulheres.<br />Como consequência do seu acto, e para evitar que tal exemplo pudesse ser repetido, a lei foi alterada no ano seguinte, com a especificação de que apenas os chefes de família do sexo masculino poderiam votar.<br />Carolina Ângelo foi assim, também, a primeira mulher a votar no quadro dos doze países europeus que vieram a constituir a União Europeia (até ao alargamento, em 1996).<br />-1088390-911225Príncipe D. Luís<br />D. Luís Filipe nasceu a 21 de Março de 1887 em Santa Maria de Belém, Lisboa. Era o filho mais velho de D. Carlos I e da rainha D. Amélia de Orleães e, por isso, herdeiro do trono caso a morte de seu pai.<br />Foi educado em casa enquanto criança e depois, por Mousinho de Albuquerque que lhe ensino a arte militar. Como herdeiro do trono, tinha o cargo de Duque de Bragança, chegando mesmo a reger Portugal, em 1907, quando o rei se deslocou em negócios ao estrangeiro.<br />D. Luís morreu a 1 de Fevereiro de 1908, na Praça do Comércio, Lisboa, durante o regicídio. Neste dia, seu pai foi baleado na nuca morrendo de imediato, o que fez D. Luís reagir, atirando sobre um dos assassinos mas, foi atingido mortalmente logo de seguida.<br />Apenas a sua mãe e o seu irmão mais novo, D. Manuel, saíram vivos deste acontecimento. Assim, o seu irmão assumiu o trono como D. Manuel II. <br />8890050165<br />25066894912<br />-1226820-899795Alfredo Costa<br />Alfredo Costa nasceu em Casével, filho de Manuel Luís da Costa e Maria João da Costa. <br />Saiu cedo da sua aldeia, indo para Lisboa, onde um tio abastado tinha uma loja, onde aprende as primeiras letras, e no trabalho, presidiu a Associação de Empregados do Comércio de Lisboa.<br />Mais tarde, torna-se caixeiro, cortando ligações com todos os da sua família. <br />Um autodidacta e um rebelde convicto, funda um jornal, em Angra do Heroísmo, em defesa dos empregados do comércio, participando em campanhas para melhores condições de trabalho para os empregados, que foram rapidamente admitidas. <br />-66040-5206365O seu maior feito foi na madrugada de 1 de Fevereiro de 1908, em que se reúne com Manuel Buiça, entre outros carbonários na Quinta do Xexé, para planearem o atentado.<br />O plano teve a sua execução nesse mesmo dia, com o Regicídio do Rei D. Carlos e do Príncipe herdeiro, o príncipe D. Luís Filipe. <br />Com a sua operação concluída, o rei morto e o príncipe herdeiro, Alfredo da Costa é morto pela Policia Municipal, com onze ferimentos, 6 ferimentos de sabre, uma equimose e os restantes, ferimentos de balas. <br />Hoje, o seu corpo repousa no cemitério do Alto de São João, onde os partidários da república ergueram um monumento aos “heróicos libertadores da Pátria" .<br />-1084836-899795Teófilo Braga<br />31115128905<br />Joaquim Teófilo Braga nasceu em Ponta Delgada, filho de Joaquim Manuel Fernandes Braga e Maria José da Câmara Albuquerque. <br />Foi o último de sete filhos do primeiro casamento do seu pai, dos quais cinco faleceram muito cedo na infância. <br />A mãe faleceu quando Teófilo tinha três anos, e as más relações com a madrasta marcaram o seu temperamento agreste e fechado. <br />Iniciou muito cedo a sua profissão na tipografia do jornal A Ilha, onde colaborou como redactor. <br />Frequentou o Liceu de Ponta Delgada e em 1861 partiu para Coimbra, onde frequentou o ensino secundário.<br />No momento em que frequentou a Universidade, em vez de envergar por um curso de Teologia, matriculou-se em Direito. <br />Como não tinha dinheiro para se manter na Universidade, trabalhou como tradutor e a dar explicações e à publicação de vários artigos e poemas em vários jornais. <br />Foi ai que aderiu aos ideais republicanos. <br />Terminou o curso em 1867, como um aluno brilhante, e em 26 de Julho de 1868 defende uma tese intitulada História do Direito Português I: os Forais. <br />Em 1868 concorreu para professor da cadeira de Direito Comercial na Academia Politécnica do Porto, sucedendo o mesmo em 1871, onde concorreu para o cargo de lente da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. <br />Fixou-se mais tarde em Lisboa, onde casou com Maria do Carmo Xavier, e tiveram três filhos, que morreram muito cedo. <br />Em 1890, foi eleito para membro do directório do Partido Republicano Português (PRP).<br />A 28 de Agosto de 1910 é eleito deputado republicano por Lisboa às Cortes Monárquicas, não chegando a tomar posse do cargo, porque se deu a implantação da Republica Portuguesa. <br />Foi eleito presidente a 24 de Maio de 1915 e retirou-se do cargo a 5 de Agosto de 1915, sendo sucedido por Bernardino Machado. <br />Teófilo Braga morre em 28 de Janeiro de 1924, no seu escritório, onde passara quase toda a sua vida desde que enviuvara. <br />-1310466-1659247<br />Vou é fugir para o Brasil…Quem manda sou eu!Calcar o povo em nome da igreja ahahah<br />Nem o papel posso meter sozinho, caraças!Pobres labregos, quem enriquece sou eu…Vota, és livre de escolher, pensa no que queres!2939288133096Toca a sair de África e não aviso outra vez!<br />19582131515114187063151511-737362151511<br />Mamar à custa da corrupção, que bom!<br />Só escrevem o que eu mando, mais nada!<br />1491488100711<br />-1076851-899795<br />CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1139912-8997956549390-738505CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1070610-937895CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1076851-899795CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1076850-899795CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1076850-899795CLASSIFICADOS<br />$1000,00<br />€5,00<br />-1298575-911225<br />Bibliografias<br />A Portuguesa - Hino Nacional<br />http://natura.di.uminho.pt/~jj/musica/html/portuguesa.html<br />http://www.presidencia.pt/?idc=43<br />http://www.infopedia.pt/$hino-nacional-portugues<br />http://utilitarios.no.sapo.pt/hino.htm<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Alfredo_Keil<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Henrique_Lopes_de_Mendon%C3%A7a<br />http://pt.shvoong.com/books/1695734-henrique-lopes-mendon%C3%A7a-autor-hino/<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:A_Portuguesa_sheet_music.jpg<br />As Nossas Bandeiras<br />Para a realização deste trabalho visitamos os seguintes sites:<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Bandeira_de_Portugal<br />http://historiavista.blogspot.com/2010/04/blog-post.html<br />http://www.scribd.com/doc/38182561/Centenario-da-Republica-em-Portugal-As-propostas-de-bandeira-nacional-em-1910-2<br />Biografias<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Rafael_Bordalo_Pinheiro<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_de_Arriaga<br />http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_dos_Reis_da_Silva_Bu%C3%AD%C3%A7a<br />

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