Câncer de MamaTodo Câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado decélulas, que adquirem a capacidade de s...
Diagnóstico PrecoceO câncer de mama é uma doença grave, mas que pode ser curada. Quanto maiscedo ele for detectado, mais f...
Fatores de risco                             O câncer de mama – e o câncer de forma geral – não                           ...
Como fazer o auto-exame de mamas Fonte: www.mulherconsciente.com.br
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Mamografia                                                                                  Você sabia ??                 ...
Dia Rosa:                      um dia para cuidar de si mesmaUm dia por ano. Apenas um diazinho para vocêpensar no seu bem...
Recebi o diagnóstico e agora?             Diferentes tipos de câncer de mamaO câncer de mama pode se manifestar de diversa...
HER2 PositivoTão indispensável quanto o exame para receptores hormonais é o teste para o receptorHER2, que também é uma pr...
Orientações para consulta                                     Se não entender o que o(a) médico(a) diz, peça que re-     ...
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Cancer de mama completo

  1. 1. Câncer de MamaTodo Câncer se caracteriza por um crescimento rápido e desordenado decélulas, que adquirem a capacidade de se multiplicar. Essas células tendem aser muito agressivas e incontroláveis, determinando a formação de tumoresmalignos (câncer), que podem espalhar-se para outras regiões do corpo. Ocâncer também é comumente chamado de neoplasia.O câncer de mama, como o próprio nome diz, afeta as mamas, que são glându-las formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas ló-bulos e ductos mamários. É o tumor maligno mais comum em mulheres e o quemais leva as brasileiras à morte, segundo o Instituto Nacional de Câncer(Inca).Segundo a Estimativa sobre Incidência de Câncer no Brasil, 2010-2011, pro-duzida pelo Inca, o Brasil terá 500 mil novos casos de câncer por ano. Des-ses, 49.240 mil serão tumores de mama.O câncer de mama é relativamente raro antes dos 35 anos, mas acima dessaidade sua incidência cresce rápida e progressivamente. É importante lembrarque nem todo tumor na mama é maligno e que ele pode ocorrer também emhomens, mas em número muito menor. A maioria dos nódulos (ou caroços) de-tectados na mama é benigna, mas isso só pode ser confirmado por meio deexames médicos.Quando diagnosticado e tratado ainda em fase inicial, isto é, quando o nóduloé menor que 1 centímetro, as chances de cura do câncer de mama chegam aaté 95%. Tumores desse tamanho são pequenos demais para ser detectadospor palpação, mas são visíveis na mamografia. Por isso é fundamental que to-da mulher faça uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.
  2. 2. Diagnóstico PrecoceO câncer de mama é uma doença grave, mas que pode ser curada. Quanto maiscedo ele for detectado, mais fácil será curá-lo. Se no momento do diagnóstico otumor tiver menos de 1 centímetro (estágio inicial), as chances de cura chegam a95%, segundo a Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Sa-úde da Mama – Femama. Quanto maior o tumor, menor a probabilidade de vencera doença. A detecção precoce é, portanto, uma estratégia fundamental na lutacontra o câncer de mama.Se o diagnóstico precoce é a melhor estratégia, a principal arma para sair vitorio-sa dessa luta é a mamografia, realizada uma vez por ano em todas as mulherescom 40 anos ou mais. É a partir dessa idade que o risco da doença começa a au-mentar significativamente.A mamografia é o único exame diagnóstico capaz de detectar o câncer de mamaquando ele ainda tem menos de 1 centímetro. Com esse tamanho, o nódulo aindanão pode ser palpado. Mas é com esse tamanho que ele pode ser curado em até95% dos casos. Sintomas O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de um caroço. Nódulos que são indolores, duros e irregulares têm mais chances de ser ma- lignos, mas há tumores que são macios e arredondados. Portanto, é importan- te ir ao médico. Outros sinais de câncer de mama incluem:  inchaço em parte do seio;  irritação da pele ou aparecimento de irregularidades, como covinhas ou franzidos, ou que fazem a pele se assemelhar à casca de uma laranja;  dor no mamilo ou inversão do mamilo (para dentro);  vermelhidão ou descamação do mamilo ou pele da mama;  saída de secreção (que não leite) pelo mamilo;  caroço nas axilas
  3. 3. Fatores de risco O câncer de mama – e o câncer de forma geral – não tem uma causa única. Seu desenvolvimento deve ser compreendido em função de uma série de fatores de risco, alguns deles modificáveis, outros não. O histórico familiar é um importante fator de risconão modificável para o câncer de mama. Mulheres com parentes de primeiro grau(mãe ou irmã) que tiveram a doença antes dos 50 anos podem ser mais vulnerá-veis.Entre outros fatores de risco não modificáveis estão o aumento da idade, a me-narca precoce (primeira menstruação antes dos 11 anos de idade), a menopausatardia (última menstruação após os 55 anos), nunca ter engravidado ou ter tido oprimeiro filho depois dos 30 anos.Já os fatores de risco modificáveis bem conhecidos até o momento estão relacio-nados ao estilo de vida, como o excesso de peso e a ingestão regular (mesmo quemoderada) de álcool. Alterá-los, portanto, diminui o risco de desenvolver a doen-ça. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável nunca deve excluir as con-sultas periódicas ao ginecologista, que incluem a mamografia anual a partir dos 40anos. Auto exameDurante muito tempo, as campanhas de conscientização para o câncer de mama divulgaram a ideia de que o autoexame das mamas, baseado na palpação, era a melhor forma para de- tectá-lo precocemente. Mas o tempo passou, a medi- cina evoluiu e as recomendações mudaram. O autoexame continua sendo importante – mas de forma secundária. Ele é essencial para que a mulher conheça seu corpo, em especial sua mama, e possaperceber qualquer alteração. O autoexame pode ser feito visualmente e por meioda palpação, uma vez por mês, após o final da menstruação. Para as mulheres quenão menstruam mais, o ideal é definir uma data e fazê-lo uma vez ao mês, sempreno mesmo dia. Entretanto, ele não substitui a importância do exame clínico feitopor um profissional da saúde por meio da palpação e, menos ainda, a mamografia.É fundamental que, além do autoexame, todas as mulheres acima dos 40 anos fa-çam seus exames de rotina, entre eles a mamografia. Só ela pode detectar preco-cemente um nódulo pequeno e aumentar muito as chances de cura.
  4. 4. Como fazer o auto-exame de mamas Fonte: www.mulherconsciente.com.br
  5. 5. Fonte: www.mulherconsciente.com.br
  6. 6. Mamografia Você sabia ?? A mamografia é um exame de raio- Dia 05 de fevereiro é X, na qual a mama é comprimida comemorado o Dia Nacional da entre duas placas de acrílico para Mamografia. Criado em 2008 melhor visualização. Em geral são tem por objetivo conscientizar feitas duas chapas de cada mama: as mulh eres sobre a importância de realizar o uma de cima para baixo e uma de exame e o diagnóstico lado. Apesar da compressão da ma- precoce do câncer de mama. ma ser um pouco desagradável pa- ra algumas mulheres, é importantelembrar que ela não é perigosa para a mama. A dose de raios X utilizadanos aparelhos modernos é também muito baixa, e não deve servir de em-pecilho para a realização do exame.Fundamental e insubstituível, a mamografia pode detectar nódulos demama em seu estágio inicial, quando não são percebidos na palpação doautoexame feito pela mulher ou pelo profissional de saúde. Por serempequenos, esses nódulos têm menor probabilidade de disseminação emais chances de cura.Por essa razão, as mulheres acima de 40 anos devem realizar a mamo-grafia regularmente, em intervalos anuais. E, com a efetivação da LeiFederal nº 11.664/2008, em vigor a partir de 29 de abril de 2009, todamulher brasileira tem direito a realizar pelo SUS sua mamografia anuala partir dessa idade.Como todo exame médico, a mamografia está sujeita a deficiências.Acredita-se que cerca de 10% dos casos comprovados de câncer de ma-ma não sejam detectados na mamografia, principalmente em mulheresjovens, que têm a mama densa. A ultrassonografia pode auxiliar no diag-nóstico quando associada à mamografia e pode ser muito útil para de-tectar lesões duvidosas.
  7. 7. Dia Rosa: um dia para cuidar de si mesmaUm dia por ano. Apenas um diazinho para vocêpensar no seu bem-estar, na sua saúde, emmelhorar a sua qualidade de vida. A partir dehoje, todas as mulheres estão convidadas aescolher um dia por ano para olhar para simesmasMuitas são as coisas que deixamos de lado emfunção da correria das nossas vidas. O traba-lho, o marido, os filhos, a família e tantas ou-tras coisas vêm como prioridade e, quandopercebemos, o dia passou, a semana passou, omês ou até o ano, e nada fizemos por nós. Essejá é um hábito arraigado na vida de grandeparte das mulheres, mas é hora de acordar emudar isso de uma vez por todas.Imagine que um dia você acorda e tira o diatodo para se cuidar. Toma aquele banho agra-dável, longo (mas não muito), senta calmamen-te para saborear um delicioso café da manhã,sem pressa, tendo como único compromisso,cuidar de você. Esse será o seu Dia Rosa, omomento ideal para lembrar-se da sua saúde,visitar seu médico e fazer aqueles exames derotina, incluindo, claro, a mamografia para seprevenir do câncer de mama.
  8. 8. Recebi o diagnóstico e agora? Diferentes tipos de câncer de mamaO câncer de mama pode se manifestar de diversas formas, e conhecer seus principaistipos ajuda a compreender melhor o que está acontecendo. O diagnóstico positivo é sem-pre uma notícia impactante, mas é importante estar bem informada para conversar com ooncologista sobre as opções de terapias disponíveis e mais apropriadas para o seu caso.Há os tumores mais e os menos agressivos, e os que crescem mais ou menos rápido, porexemplo. Uma série de características vai permitir ao médico indicar o tratamento maisadequado, aquele com maior chance de trazer a cura no menor tempo possível, minimizan-do os riscos de recaída. Muitas vezes, porém, a paciente não fica sabendo o que signifi-cam tantos termos técnicos e quais são suas implicações, o que tende a aumentar aindamais sua angústia nesse momento tão delicado. Não deixe de conversar com o seu médicopara acompanhar todos os passos do tratamento.Ductal Ou LobularAs primeiras informações sobre o tipo de tumor costumam vir no resultado da biópsia,que informa se o carcinoma (que é sinônimo para câncer de mama) é ductal ou lobular,classificação que diz respeito ao local da mama onde se originou o tumor.In Situe InvasorAlém de ser lobular ou ductal, o tumor poderá ser também in situ ou invasor. Essa classi-ficação indica se ele está contido num ponto específico da mama ou se já começou a seespalhar pelo órgão.O câncer de mama pode ser ainda do tipo inflamatório, que é uma forma de apresentaçãoincomum dos carcinomas invasores. “É um tipo mais agressivo, com mais risco de metásta-se”, afirma Ormonde do Carmo. O carcinoma inflamatório se diferencia dos demais pelofato de deixar a mama inchada e avermelhada, podendo a pele adquirir o aspecto de cascade laranja. Isso acontece porque as células tumorais se disseminaram pelos vasos linfáti-cos da pele que recobre a mama.Receptores HormonaisSeja ductal ou lobular, in situ ou invasivo, todos os tumores de mama devem ser testadosquanto à presença de receptores para os hormônios femininos estrógeno e progesterona.Receptores são proteínas localizadas na superfície externa da célula. No caso dos recep-tores hormonais, sua presença indica que o tecido tumoral se prolifera em resposta a es-ses hormônios. Essa informação é muito importante para o tratamento, pois os tumoresque são positivos para receptores hormonais têm melhor prognóstico, ou seja, são maisfáceis de curar.
  9. 9. HER2 PositivoTão indispensável quanto o exame para receptores hormonais é o teste para o receptorHER2, que também é uma proteína localizada na membrana das células. Em até 25% dos casosde câncer de mama, essa proteína aparece em excesso, indicando que se trata de um tumormais agressivo, ou seja, o risco de recaída, após o tratamento convencional, é bem maior.Triplo NegativoUm tumor de mama pode ser positivo para estrógeno, progesterona e HER2. Ou pode ser po-sitivo apenas para um ou dois desses receptores. Ou pode, ainda, ser negativo para todoseles, o que os oncologistas chamam de tumor triplo negativo. “São tumores mais agressivos”,afirma Ormonde do Carmo. “Como não há um receptor para atacar com medicamentos especí-ficos, o tratamento é mais difícil”, acrescenta. Por outro lado, essas pacientes respondemmelhor à quimioterapia.TERAPIA LOCAL E TERAPIA SISTÊMICA:TERAPIA LOCAL:Cirurgia e radioterapia visam tratar o tumor no local, sem afetar o resto do organismo.Cirurgia: é a modalidade de tratamento mais antiga e, quando o tumor encontra-se em está-gio inicial e em condições favoráveis para a retirada, a mais efetiva.Radioterapia: utiliza a radiação ionizante. É muito utilizada para tumores localizados, para osquais não há necessidade de retirada de grande parte da mama ou para tumores que não po-dem ser retirados totalmente por cirurgia, ou quando se quer diminuir o risco de que o cân-cer volte a crescer.TERAPIA SISTÊMICA:São medicamentos administrados por via oral ou diretamente na corrente sanguínea, paraatingir as células cancerosas em qualquer parte do corpo. A quimioterapia, a terapia hormonale a terapia-alvo são exemplos de terapias sistêmicas.Quimioterapia: Tratamento que utiliza medicamentos, orais ou intravenosos, com o objetivode destruir, controlar ou inibir o crescimento das células doentesTerapia Hormonal: Tem como objetivo impedir a ação dos hormônios que fazem as célulascancerígenas crescerem. Age bloqueando ou suprimindo os efeitos do hormônio sobre o órgãoafetadoTerapia alvo (anticospos monoclonais): Denomina-se de terapias-alvo drogas anti-cancerígenas relativamente novas e que tem como alvo uma determinada proteína ou mecanis-mo de divisão celular apenas (ou preferencialmente) presente nas células tumorais.
  10. 10. Orientações para consulta Se não entender o que o(a) médico(a) diz, peça que re- pita com termos mais simples ou usando desenhos; Tenha uma agenda ou caderno em mãos durante a con- sulta para tomar nota dos pontos mais importantes; Leve dúvidas anotadas para as consultas; Caso queira informações adicionais sobre seu caso peça que seu(ua) médico(a) indique livros, sites, artigos etc; Não se preocupe em entender tudo sobre a doença na primeira consulta. São muitas informações.DICAS DE PERGUNTAS QUE NÃO PODEM ESCAPAR!INDEPENDENTE DO ESTÁGIO DA SUA DOENÇAOnde está a doença nesse momento e qual a sua extensão?Meu câncer é receptor de hormônio-positivo ou negativo?Meu câncer é HER2-positivo ou negativo?Quais são as opções de tratamentos e como funcionam?Quais os efeitos colaterais mais comuns e menos comuns do tratamento?Como esse tratamento me beneficiará?Posso evitar os desconfortos do tratamento? Como?Qual a previsão de duração do tratamento?Precisarei visitar o(a) médico(a) e realizar exames com que frequência durante o tratamen- to? Quais exames serão necessários?Precisarei ficar internada?Precisarei seguir dieta específica?Posso fazer reconstrução mamária? Como ficará minha mama?Posso apresentar linfedema? Quais são as chances?Meu câncer voltará? Quais as chances?Para quem devo ligar se tiver dúvidas e problemas relativos ao tratamento?Quando terminar, quais são os próximos passos?Eu tenho outras doenças concomitantes que afetam a minha capacidade de tolerar trata- mentos?Fonte: www.mulherconsciente.com.br

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