Livro 2° ano parte 01

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Livro 2° ano parte 01

  1. 1. Argélia <ul><li>Colônia da França </li></ul><ul><li>Seguiu o exemplo do Vietnã (1954) </li></ul><ul><li>- A França ficou dividida sobre a manutenção da política colonial </li></ul>
  2. 2. <ul><li>Gal. Salan em Argel – manutenção </li></ul><ul><li>Gal. Charles de Gaulle – consulta população sobre a política colonial </li></ul><ul><li>1962 – Independência – República Democrática Argelina </li></ul>Argélia
  3. 3. Oriente Médio <ul><li>Palestina – Hebreus </li></ul><ul><li>70 d.C. Diáspora </li></ul><ul><li>Roma domina a região da Palestina </li></ul><ul><li>Séc. V Roma invadida por bárbaros </li></ul><ul><li>Palestina – terra sem dono </li></ul>
  4. 4. Oriente Médio <ul><ul><li>-Árabes vão para a região </li></ul></ul><ul><ul><li>da Palestina </li></ul></ul><ul><ul><li>1947 – a ONU dividiu a região da Palestina em duas partes: uma judaica e outra palestina (quem controlava a região era Inglaterra) </li></ul></ul>
  5. 5. Oriente Médio <ul><li>* 1948 – Inglaterra se retira da região e a ONU cria o Estado de Israel </li></ul>
  6. 6. 1948-1949: 1ª Guerra Árabe-Israelense <ul><li>ISRAEL </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA </li></ul><ul><li>Causa: Criação do estado de Israel </li></ul>
  7. 7. Na órbita da Guerra Fria <ul><li>Israel – EUA </li></ul><ul><li>Países Árabes vizinhos - URSS </li></ul>
  8. 8. 1956: 2ª Guerra Árabe-Israelense <ul><li>EGITO X ISRAEL </li></ul><ul><li>Causa: Nacionalização do canal de Suez </li></ul>
  9. 9. 1967: 3ª Guerra Árabe-Israelense (guerra dos seis dias) <ul><li>ISRAEL </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>Egito, Jordânia e Síria, apoiados pelo Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Argélia e Sudão. </li></ul><ul><li>Israel anexou: Península do Sinai – Faixa de Gaza (Egito) </li></ul><ul><li>Colinas de Golã (Síria) </li></ul><ul><li>Cisjordânia (Jordânia) </li></ul>
  10. 11. 1973: 4ª Guerra Árabe-Israelense (Yom Kippur) <ul><li>Países Árabes tomaram a iniciativa de reconquistar alguns territórios , mas foram detidos. </li></ul><ul><li>ISRAEL </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>EGITO/IRAQUE/JORDÂNIA/LÍBANO/ SÍRIA </li></ul>
  11. 12. 1979: Acordo de Camp David <ul><li>Anuar el Sadat e Menahen Begin encerram as disputas entre Israel e Egito. </li></ul><ul><li>EUA – Jimmy Carter (mediador) </li></ul>
  12. 13. Os conflitos do Oriente Médio <ul><li>1964 – Yasser Arafat cria a OLP </li></ul><ul><li>1980 – Intifada </li></ul>
  13. 14. 1993: Tentativa de paz – Acordo de Oslo Itzhak Rabin (Israel) Clinton (EUA) Arafat(Palestinos)
  14. 15. <ul><li>Crescimento do terrorismo: Hezbollah e Hamas </li></ul><ul><li>Encontros de cúpula sob liderança dos EUA </li></ul><ul><li>Conflitos devido a importância de Jerusalém </li></ul>
  15. 16. 1999: Ariel Sharon <ul><li>Novo líder do Likud, alegou que o território das mesquitas, na cidade Velha pertencia a Israel. </li></ul><ul><li>Nova onda de Intifada </li></ul>
  16. 17. <ul><li>O Likud elege Ariel Sharon com primeiro-ministro acirrando os conflitos entre israelenses e palestinos, e o fundamentalismo ganha força( Jihad Islâmica e o Hamas) </li></ul>
  17. 18. <ul><li>2006 - Afastamento de Sharon Em janeiro, o então premiê israelense </li></ul><ul><li>Ariel Sharon sofre um derrame cerebral e </li></ul><ul><li>entra em coma. Ele é substituído </li></ul><ul><li>interinamente pelo atual premiê, Ehud </li></ul><ul><li>Olmert. Em março, eleições israelenses dão </li></ul><ul><li>a vitória ao partido Kadima (centro), de </li></ul><ul><li>Olmert, e após formar uma coalizão o líder é </li></ul><ul><li>confirmado no posto de premiê israelense . </li></ul>
  18. 19. <ul><li>Atualmente, as negociações esbarram na </li></ul><ul><li>questão do governo palestino, que, liderado </li></ul><ul><li>pelo movimento radical islâmico Hamas </li></ul><ul><li>(que assim como o moderado Fatah possui </li></ul><ul><li>braços armado e político) não reconhece o </li></ul><ul><li>direito de existência de Israel. Após a vitória </li></ul><ul><li>do Hamas (considerado pelos EUA e por </li></ul><ul><li>Israel como um grupo terrorista) em 2006, </li></ul><ul><li>a comunidade internacional iniciou um </li></ul><ul><li>bloqueio financeiro à ANP que gera uma grave crise </li></ul><ul><li>nos territórios palestinos. </li></ul>
  19. 20. Capítulo 62 – A República Populista (1930-1964): a transição para o populismo democrático <ul><li>Transição de um regime capitalista </li></ul><ul><li>ditatorial (Estado Novo) – para uma </li></ul><ul><li>democracia liberal burguesa </li></ul>
  20. 21. No Brasil dois Blocos: <ul><li>Progressistas – desenvolvimento de um capital nacional autônomo – PTB </li></ul><ul><li>Conservadores – capitalismo liberal (Brasil totalmente aberto para o capital estrangeiro) - UDN </li></ul>
  21. 22. A presidência de Dutra (1946-1951) – Os camaleões no poder <ul><li>Partidos Políticos do Período: </li></ul><ul><li>PSD – base social: proprietários de terras, industriais, banqueiros, grandes comerciantes, eleitorado rural e parte da classe média </li></ul>
  22. 23. A presidência de Dutra (1946-1951) <ul><li>Partidos Políticos do Período: </li></ul><ul><li>UDN- base social: burguesia industrial e financeira, alta classe média e parcelas da população urbana </li></ul>
  23. 24. A presidência de Dutra (1946-1951) <ul><li>Partidos Políticos do Período: </li></ul><ul><li>PTB – operários e a maior força do partido era a imagem de Vargas “pai dos pobres” </li></ul>
  24. 25. A presidência de Dutra (1946-1951) <ul><li>Partidos Políticos do Período: </li></ul><ul><li>PCB – deixara de ser um partido típico de elementos de classe média, passando a ter um apoio de vários segmentos da sociedade. </li></ul>
  25. 26. A presidência de Dutra (1946-1951) - Realizações <ul><li>Constituição de 1946 (semelhante as de 1891 e 1934) </li></ul><ul><li>Política Econômica – Alinhamento com os EUA / não intervenção do Estado na economia / entrada do capital estrangeiro / Plano SALTE / Missão Abbinck / Congelamento dos salários </li></ul>
  26. 27. A presidência de Dutra (1946-1951) <ul><li>Ação Política – Conservadorismo / vigilância sobre os sindicatos / violência / fechamento do PCB </li></ul>
  27. 28. Nas eleições de 1950 <ul><li>PSD – Cristiano Machado (21,5%) </li></ul><ul><li>UDN – Eduardo Gomes (29,7%) </li></ul><ul><li>PTB + PSP – Getúlio Vargas (48,7%) </li></ul>
  28. 29. Ele Voltou: Quais serão seus problemas?
  29. 30. A presidência de Vargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio <ul><li>O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. </li></ul><ul><li>Progressistas – classe média, lideranças operárias, trabalhadores urbanos, líderes estudantis e intelectuais. </li></ul>
  30. 31. A presidência de Vargas (1951-1954): Dos braços do povo ao suicídio <ul><li>O confronto dos princípios defendidos por progressistas e conservadores. </li></ul><ul><li>Conservadores – oligarquias rurais, burguesia industrial e financeira, grandes comerciantes e alta classe média. </li></ul>
  31. 32. A ação política e econômica de Vargas <ul><li>Um governo Progressista com um ministério Conservador. </li></ul><ul><li>Vargas necessitava do auxílio dos EUA para continuar o projeto de industrialização do país. </li></ul><ul><li>1952, Gal. Estillac Leal demite-se da Pasta de Guerra </li></ul>
  32. 33. A Campanha o “Petróleo é nosso” STANDART OIL - EUA 1953 – Congresso aprova a criação da Petrobras
  33. 34. A oposição ao Governo Vargas <ul><li>Carlos Lacerda (UDN)- </li></ul><ul><li>Jornal “ Tribuna da </li></ul><ul><li>Imprensa” – acusava </li></ul><ul><li>Vargas de corrupto e </li></ul><ul><li>infiltração comunista </li></ul>
  34. 35. O atentado da rua toneleiros
  35. 37. Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe <ul><li>Lacerda escreveu muitos anos mais tarde: “ Nos da UDN preparávamos o banquete para comemorarmos a queda de Vargas (...). Com seu suicídio, Vargas puxou a toalha da mesa do banquete...” </li></ul>
  36. 38. A presidência de Café Filho (1954-1955 ) <ul><li>Café Filho vice de Vargas assumiu o poder. </li></ul><ul><li>Membro do PSP, mas ligado a setores do PSD e da UDN, tentou conciliar os três grupos. </li></ul><ul><li>Eleições legislativas (PSD – 114 dep.) – (PTB - 56 dep.) – UDN (84 dep.) </li></ul><ul><li>Eleições presidenciais </li></ul>
  37. 39. Nova tentativa de golpe - 1955 <ul><li>“ Grupo da Sorbonne “ – Golbery do </li></ul><ul><li>Couto e Silva e o Gal. Castelo Branco, </li></ul><ul><li>agregados à Escola Superior de </li></ul><ul><li>Guerra uniu-se a UDN – “julgavam </li></ul><ul><li>uma drástica intervenção dos militares </li></ul><ul><li>na política.” </li></ul>
  38. 40. O receio Udenista e do “ grupo da Sorbonne” <ul><li>A união do PSD e PTB lançado como candidatos: </li></ul>Juscelino Kubitschek João Goulart
  39. 41. Os outros candidatos: <ul><li>UDN – Juarez Távora </li></ul><ul><li>PSP – Adhemar de Barros </li></ul><ul><li>Plínio Salgado </li></ul>
  40. 42. Carlos Lacerda lançou sua nova palavra de ordem: <ul><li>“ Os senhores JK e </li></ul><ul><li>Jango não devem </li></ul><ul><li>tomar posse, não </li></ul><ul><li>podem tomar posse e </li></ul><ul><li>não tomarão posse”. </li></ul>
  41. 43. Tentativa para evitar a posse de JK e Jango <ul><li>1º - Afastar o Gal. Teixeira Lott </li></ul><ul><li>2º - Pretexto: enterro do Gal. Canrobert Pereira </li></ul><ul><li>3º - Cel. Bizarria Mamede proferiu um discurso que incitava os militares a uma revolta </li></ul>
  42. 44. <ul><li>4º - O presidente Café Filho licencia-se por motivos de saúde. </li></ul><ul><li>5º - Carlos Luz presidente da Câmara dos deputados assumiria a presidência da república. </li></ul><ul><li>6º - O Gal. Lott, solicitou a prisão de Mamede. Mas não foi obedecido. </li></ul><ul><li>7º - Quem poderia resolver a situação; o presidente (Carlos Luz) </li></ul>
  43. 45. <ul><li>8º - Carlos Luz não apoiou Lott, que no verbalmente demitiu-se do Cargo de Ministro de Guerra. </li></ul><ul><li>Na noite de 10 de Novembro Lott foi alertado sobre o GOLPE. </li></ul><ul><li>Na Madrugada do dia 11 de Nov. Lott coloca os tanques nas ruas do Rio de Janeiro. </li></ul>
  44. 46. JK tomou posse em 31 de janeiro de 1956.
  45. 47. A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961)
  46. 48. Plano de Metas <ul><li>1. Energia </li></ul><ul><li>2. Transporte </li></ul><ul><li>3. Indústria </li></ul><ul><li>4. Educação </li></ul><ul><li>5. Agricultura </li></ul>
  47. 49. A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961) <ul><li>O êxito de seu governo: </li></ul><ul><li>habilidade política </li></ul><ul><li>sólida aliança entre PSD e PTB </li></ul><ul><li>centralização e eficiência administrativas </li></ul><ul><li>apoio das Forças Armadas </li></ul>
  48. 50. A presidência de Juscelino Kubitschek (1956 – 1961) <ul><li>Entre 1955-1961: as rodovias federais passaram de 22 mil Km para 35 mil Km </li></ul><ul><li>Numerosas obras públicas realizadas </li></ul>
  49. 51. <ul><li>Siderurgia, metalurgia, petroquímica, </li></ul><ul><li>mecânica pesada, indústria </li></ul><ul><li>automobilística, construção naval, </li></ul><ul><li>grandes usinas hidrelétricas. </li></ul><ul><li>Plano mais audacioso: a NOVACAP (1957-1960) </li></ul>
  50. 52. 21/04/1960 – Inauguração de Brasília
  51. 53. Problemas na gestão JK <ul><li>1957 – greve 400 mil trabalhadores </li></ul><ul><li>1958 - Trabalhadores reivindicam reforma agrária </li></ul><ul><li>1959 - JK rompe negociações com o FMI </li></ul>
  52. 54. Problemas na gestão JK <ul><li>1959 - Criação da SUDENE (seca assolava o Nordeste) </li></ul><ul><li>Oficiais da Aeronáutica se sublevam contra o governo </li></ul><ul><li>Inflação </li></ul><ul><li>Denúncias de corrupção </li></ul>
  53. 55. Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe <ul><li>Nas eleições de 1960, os candidatos: </li></ul><ul><li>UDN + PDC – Jânio Quadros </li></ul><ul><li>Vice- Milton Campos </li></ul><ul><li>PSD + PTB – Mal. Teixeira Lott </li></ul><ul><li>Vice – João Goulart (Jango) </li></ul><ul><li>PSP – Adhemar de Barros </li></ul>
  54. 56. Capítulo 63 – A República Populista (1930-1964): A longa Marcha para o golpe <ul><li>A presidência de Jânio Quadros (1961): Forças Terríveis </li></ul>
  55. 57. A presidência de Jânio Quadros (1961): Forças Terríveis
  56. 58. A presidência de Jânio Quadros (1961): REALIZAÇÕES <ul><li>Congelamento dos salários e restrição ao crédito bancário </li></ul><ul><li>A classe média e operariado passaram a criticá-lo </li></ul><ul><li>Na política externa iniciou uma aproximação com a URSS </li></ul>
  57. 59. <ul><li>Jânio condecora Che Guevara </li></ul>
  58. 60. Em pouco tempo Jânio: <ul><li>Desprestigiado perante a opinião pública </li></ul><ul><li>Combatido pelo Congresso </li></ul><ul><li>Visto com desconfiança pelos militares </li></ul><ul><li>Atacado violentamente por Carlos Lacerda </li></ul>
  59. 61. A manobra de Jânio comunista
  60. 62. Fragmentos da carta de renúncia <ul><ul><li>“ Fui vencido pela reação e assim deixo o governo. Nestes sete meses cumpri o meu dever. Tenho-o cumprido dia e noite, trabalhando infatigavelmente, sem prevenções, nem rancores. Mas baldaram-se os meus esforços para conduzir esta nação, que pelo caminho de sua verdadeira libertação política e econômica, a única que possibilitaria o progresso efetivo e a justiça social, a que tem direito o seu generoso povo. “ (...) </li></ul></ul><ul><ul><li>&quot;Encerro, assim, com o pensamento voltado para a nossa gente, para os estudantes, para os operários, para a grande família do Brasil, esta página da minha vida e da vida nacional. A mim não falta a coragem da renúncia. “ (...) </li></ul></ul><ul><ul><li>&quot;Somente assim seremos dignos deste país e do mundo. Somente assim seremos dignos de nossa herança e da nossa predestinação cristã. Retorno agora ao meu trabalho de advogado e professor. Trabalharemos todos. Há muitas formas de servir nossa pátria.&quot; </li></ul></ul><ul><ul><li>Brasília, 25 de agosto de 1961. </li></ul></ul><ul><ul><li>Jânio Quadros&quot; </li></ul></ul>
  61. 63. <ul><li>Com a renúncia de Jânio, assume interinamente Ranieri Mazzilli </li></ul><ul><li>A ala golpista conservadora não aceitava a entrada do vice como presidente </li></ul><ul><li>O Congresso Nacional liderado por Leonel Brizola e amplos setores da opinião pública manifestaram-se favoráveis à legalidade + Forças Armadas </li></ul>
  62. 64. A solução para este impasse: <ul><li>Adoção do sistema parlamentarista </li></ul><ul><li>Jango assume como presidente, porém, </li></ul><ul><li>sem poderes para governar. </li></ul>
  63. 65. O período Parlamentarista (1961-1963) <ul><li>Jango assume um país em crise: </li></ul><ul><li>Economia em declínio </li></ul><ul><li>Inflação em ascensão </li></ul><ul><li>Equilíbrio político precário </li></ul><ul><li>Jango neste período busca recuperar seus </li></ul><ul><li>poderes restabelecendo o presidencialismo </li></ul><ul><li>(conquistando a confiança dos moderados, sem </li></ul><ul><li>perder o apoio das esquerdas) </li></ul>
  64. 66. O período Parlamentarista (1961-1963) <ul><li>Apesar do estabelecimento do sistema parlamentarista, o sistema eleitoral e a organização partidária continuava como no período do presidencialismo. </li></ul>
  65. 67. O período Parlamentarista (1961-1963) <ul><li>Entre setembro de 1961 e janeiro de 1963 os três primeiros-ministros na puderam fazer: </li></ul>Tancredo Neves Auro Moro Brochado da Rocha Hermes Lima
  66. 68. 6 de Janeiro 1963 <ul><li>PARLAMENTARISMO </li></ul><ul><li>PRESIDENCIALISMO – 82% dos votos </li></ul>
  67. 69. A presidência de João Goulart (1961-1964): A longa marcha chega ao fim <ul><li>Reformas de Base: </li></ul><ul><li>Reforma Agrária </li></ul><ul><li>Reforma do Sistema Bancário </li></ul><ul><li>Reforma do Processo Eleitoral </li></ul><ul><li>Reforma da Legislação a respeito do capital estrangeiro e da remessa de lucros das multinacionais </li></ul><ul><li>Reforma do Sistema Tributário </li></ul><ul><li>Jango defendia uma reforma da </li></ul><ul><li>Constituição de 1946 </li></ul>
  68. 70. O Plano Trienal <ul><li>Elaborado por Celso Furtado – </li></ul><ul><li>tentativa a estabilizar a economia e </li></ul><ul><li>criar condições para a implantação das </li></ul><ul><li>Reformas de Base. </li></ul><ul><li>Foi um fracasso. </li></ul>
  69. 71. Por que as Reformas eram temidas: <ul><li>Prejudicaria os interesses e privilégios </li></ul><ul><li>dos grupos conservadores, estes </li></ul><ul><li>redobravam sua luta contra o governo, </li></ul><ul><li>acusando-o abertamente de “estar a </li></ul><ul><li>serviço dos COMUNISMO internacional” </li></ul>
  70. 72. 13 de março 1964 – Comício no Rio de Janeiro
  71. 73. 300 mil pessoas
  72. 74. A reação dos conservadores <ul><li>Marcha da família com Deus pela </li></ul><ul><li>liberdade (SP) – 300 mil pessoas </li></ul>
  73. 75. O início do golpe <ul><li>No RJ o cabo José Anselmo, instigou os marujos reunidos em assembléia no Sindicato dos Metalúrgicos a se declararem em assembléia permanente. (Agente da Cenimar) </li></ul><ul><li>O “motim dos marinheiros”, ocasionou o abandono dos chefes militares a Jango. </li></ul>
  74. 76. Operação Brother Sam <ul><li>Se fosse necessário os </li></ul><ul><li>EUA daria apoio </li></ul><ul><li>logístico e militar aos </li></ul><ul><li>golpistas. </li></ul>
  75. 77. 1º de abril 1964 – o golpe <ul><li>Os generais Luís Carlos Guedes e Olímpio Mourão Filho + Gal. Castelo Branco + governadores : Magalhães Pinto (MG) – Carlos Lacerda (Guanabara) – Adhemar de Barros (SP) </li></ul><ul><li>Jango não reagiu, partindo para o exílio no Uruguai morrendo em 1976, na Argentina </li></ul>
  76. 78. A entrada dos militares
  77. 79. Capítulo 64 – A República dos Generais (1964-1985) – A ordem econômica: modernização e subdesenvolvimento <ul><li>Segundo Gunder Frank (..) ” países subdesenvolvidos que, apesar de apresentarem elevadas taxas de crescimento econômico, não conseguiram romper as barreiras do subdesenvolvimento”. </li></ul>
  78. 80. O modelo econômico do regime militar <ul><li>Aumento da taxa de reinvestimento </li></ul><ul><li>2. Incentivo aos investimentos estrangeiros </li></ul><ul><li>3 .Obtenção de empréstimos externos </li></ul><ul><li>4. Crescimento da participação do Estado na economia </li></ul>
  79. 81. Os resultados do modelo <ul><li>Economia avançando a passos de tartaruga </li></ul><ul><li>Dívida externa altíssima </li></ul><ul><li>Salários achatados </li></ul><ul><li>Desemprego </li></ul><ul><li>Índices de pobreza assustadores </li></ul><ul><li>Violência crescente </li></ul><ul><li>Corrupção generalizada </li></ul>
  80. 82. Fases da economia na Ditadura Militar <ul><li>A estabilização (1964-1967) </li></ul><ul><li>Presidentes: Castelo Branco (ministro </li></ul><ul><li>do planejamento – Roberto Campos) / </li></ul><ul><li>Costa e Silva </li></ul><ul><li>1964-1966 – O governo elaborou o PAEG </li></ul><ul><li>(Plano de Ação Econômica do Governo) – </li></ul><ul><li>aceleração do crescimento da economia </li></ul>
  81. 83. Fases da economia na Ditadura Militar <ul><li>O crescimento (1968-1973) </li></ul><ul><li>Presidentes: Costa e Silva / Emílio </li></ul><ul><li>Garrastazu Médici </li></ul><ul><li>Ministro da Fazenda – Delfim Netto </li></ul><ul><li>1970-1973 – Milagre Brasileiro </li></ul>
  82. 84. Fases da economia na Ditadura Militar <ul><li>O que facilitou o “MILAGRE” </li></ul><ul><li>1. Empresários brasileiros que ampliavam seus investimentos </li></ul><ul><li>2. Incentivos fiscais </li></ul><ul><li>3. O governo injetava capital no mercado (aumento de impostos e ORTNs) </li></ul><ul><li>4. O que levou o Brasil a crescer </li></ul><ul><li>rapidamente foi a economia mundial </li></ul><ul><li>que estava em expansão </li></ul>
  83. 85. Quem mais ganhou com o “MILAGRE” <ul><li>Multinacionais que recebiam incentivos </li></ul><ul><li>Bancos Internacionais que nos concediam grandes empréstimos </li></ul><ul><li>Classe Alta e Média que conseguiam financiamentos adquirindo bens duráveis e imóveis </li></ul><ul><li>Até o BNH financiava imóveis de luxo e até shopping centers </li></ul>
  84. 86. Milagre Brasileiro e Ufanismo
  85. 87. “ Este é um país que vai pra frente” “Ninguém segura mais este país”
  86. 88. A Rodovia Transamazônica ( BR-230 ) é a terceira mais longa rodovia do Brasil , com 2,300 km de comprimento, cortando os estados brasileiros de Pará e Amazonas , nasce na cidade de João Pessoa na Paraiba . É classificada como rodovia transversal . Em grande parte, a rodovia não é pavimentada.
  87. 89. As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares O único trecho concluído é o que liga Belo Horizonte à Barra Mansa no Estado do Rio de Janeiro . - 1973
  88. 90. As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares período de construção: 1969-1974
  89. 91. As Obras Faraônicas – 20 bilhões de dólares Período de Construção: 1971 - 1982
  90. 92. A desaceleração (1974-1980) <ul><li>O crescimento do Brasil não trouxe desenvolvimento </li></ul><ul><li>A distribuição de renda sofreu uma completa distorção </li></ul><ul><li>O crescimento brutal da dívida externa (de 3,5 bi p/ 40 bi dólares) </li></ul><ul><li>Setores que não receberam respaldo: saúde e educação </li></ul><ul><li>1973 – Guerra do Yom Kippur (crise do petróleo) </li></ul>
  91. 93. A recessão (1981-1985) <ul><li>Inicia-se no segundo ano do governo de Figueiredo (1981), a economia foi tão fortemente atingida que a crise manteve-se mesmo após o término do Regime Militar </li></ul><ul><li>Os governantes que sucederam os militares herdaram a mais grave crise econômica e social vivida pelo Brasil. </li></ul><ul><li>Esta situação ainda reflete no século XXI. </li></ul>
  92. 94. Capítulo 65 – A República dos Generais (1964-1985) – O regime autoritário: ditadura e Repressão

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