C A L E N T A M IE N T OG LOB AL           2,0° grad os           1, 3 °           0 ,7 °          Tod as las p rop u e s ...
E m is ione s C O 2 C h ile76 %U n 7 6 % d e las e m is ione s d e C O 2 e n C h ile e s tán re lacionad as a los         ...
C ons u m o C om b u s tib le e n C h ile    75    C om b u s tib le s Liqu id os                                         ...
Biocom b u s tib le s ?Au m e nto e n e l p re cio d e los alim e ntosD e fore s taciónU s o d e l Agu a           S e h a...
O p ortu nid ad       Algas com o       b iocom b u s tib le s       01 .   R áp id o cre cim ie nto       02.    U s o d ...
Algas com o b iocom b u s tib le s       Lu                                             CO       z                        ...
Algas com o b iocom b u s tib le s    D e s ie rto d e Atacam a                    36.300.000 h e ctáre as                ...
¿Q u é y C om o p u e d eap ortar la arqu ite ctu raal d e s arrollo d e e s tate cnolog ía?                 Bah ía d e M ...
¿ C óm o d e b e s e r u nC e ntro d eInve s tigación d eb iocom b u s tib le s ab as e d e algas ?
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  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Greenpeace  señaló que lo pactado en la COP-15 no es justo, equitativo ni ambicioso, y mucho menos obligatorio. La organización ambientalista afirma que no es justo ya que se espera que los países pobres asuman el costo de un problema que los países más ricos han ocasionado; no es ambicioso ya que los países industrializados se niegan a reducir sus emisiones de GEI de acuerdo con lo que la ciencia y su responsabilidad histórica señala, y no es obligatorio, porque lo acordado ni siquiera ha sido adoptado oficialmente por la COP 15.
  • Centro de Investigación y Desarrollo Biocombustibles de Algas

    1. 1. C A L E N T A M IE N T OG LOB AL 2,0° grad os 1, 3 ° 0 ,7 ° Tod as las p rop u e s tas d e l IP C C ap u ntan a e vitar u n au m e nto d e la te m p e ratu ra p or s ob re 2 ° , ya qu e s e ría catas trófico p ara la h u m anid ad . Ya h a au m e ntad o 0 , 7 ° d e s d e 1 900, y s e e s tim a qu e con e l C O 2 qu e h ay e n la atm os fe ra actu alm e nte , au m e ntará 0 , 5 ° m ás [e s to s in contar las e m is ione s fu tu ras ]
    2. 2. E m is ione s C O 2 C h ile76 %U n 7 6 % d e las e m is ione s d e C O 2 e n C h ile e s tán re lacionad as a los com b u s tib le s
    3. 3. C ons u m o C om b u s tib le e n C h ile 75 C om b u s tib le s Liqu id os 9 8 % % P e tróle o Im p ortad o D e tod os los com b u s tib le s u tilizad os e n C h ile , u n 7 5 % corre s p ond e a com b u s tib le s líqu id os [gas olina, d ie s e l, e tc.] D e e s te 75% , u n 9 8 % corre s p ond e a p e tróle o im p ortad o, ya qu e E N AP p rove e s olo u n 2% ob te nid o e n e l s u r d e l p aís .
    4. 4. Biocom b u s tib le s ?Au m e nto e n e l p re cio d e los alim e ntosD e fore s taciónU s o d e l Agu a S e h an d e s arrollad o los b iocom b u s tib le s com o u na d e las form as d e d is m inu ir las e m is ione s d e C O 2, p e ro e s tos , h as ta e l m inu to h an s id o im p e rfe ctos , y h an ge ne rad o otros p r o b l e m a s a m b i e n t a l e s qu e no h an s id o re s u e ltos .
    5. 5. O p ortu nid ad Algas com o b iocom b u s tib le s 01 . R áp id o cre cim ie nto 02. U s o d e l Agu a 03. Tie rras no cu ltivab le s 04. R e nd im ie nto 05. Varie d ad 06. E ficie ncia 07. N o com p ite con los alim e ntos 08. C ap tación d e C O 2
    6. 6. Algas com o b iocom b u s tib le s Lu CO z 2 M ayor R ad iación Me jillone s S olar d e l p lane ta e xis te n 341 M W C ons tru cción 330 M W S E IA 1 .450 M W Los d os p rincip ale s s u s te ntos p ara e l cu ltivo d e las algas s on: lu z y C O 2, e le m e ntos qu e s e ob tie ne e n ab u nd ancia e n M e j illone s
    7. 7. Algas com o b iocom b u s tib le s D e s ie rto d e Atacam a 36.300.000 h e ctáre as C u ltivand o 1, 14 R e nd im ie nto= 30.000 lts / a/ ño H A %S i cu ltiváram os u n 1, 14 % d e l d e s ie rto d e atacam a 10 0con algas , p ara la p rod u cci ón d e b iod ie s e l, b aj los oactu ale s re nd im ie ntos ob te nid os e n e xp e rim e ntos ,p od ríam os ab as te ce r e l 10 0 % d e la ne ce s id adnacional d e com b u s tib le . C om b u s tib le U s ad o e n C h ile
    8. 8. ¿Q u é y C om o p u e d eap ortar la arqu ite ctu raal d e s arrollo d e e s tate cnolog ía? Bah ía d e M e j illone s
    9. 9. ¿ C óm o d e b e s e r u nC e ntro d eInve s tigación d eb iocom b u s tib le s ab as e d e algas ?

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