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LIVRO Verde. Promover um quadro europeu para a responsabilidade social das empresas.Bruxelas, 18/07/2001. Comissão das Com...
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A agenda 21 do mercado de seguros brasileiro

  1. 1. A Agenda 21 do Mercado de Seguros Brasileiro Eng° Antonio Fernando Navarro et al.Os grandes conglomerados industriais e uma grande parte dos países do mundo estabeleceram,nos últimos anos, ações voltadas à questão da responsabilidade social. Muitas dessas foramvoltadas para as questões relacionadas ao Meio Ambiente, como por exemplo, a redução dosíndices de desmatamento, a utilização de tecnologias mais limpas e que agridem menos ao meioambiente, o emprego de materiais reciclados, a utilização de pesquisa e desenvolvimento denovas alternativas de produção, a substituição de processos fabris com menos gastos de energia,e outros. Além dessas alternativas sistêmicas, surgiram as alternativas pontuais, que mesmo nãorepresentando grandes impactos financeiros ou ambientais, não deixaram de ser importantes,como por exemplo a substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas frias, a prática desubstituição de torneiras comuns por outras com fluxo controlado e limitado de água, asubstituição de descargas sanitárias contínuas por outras com caixas externas e volume de águalimitado, o emprego de materiais de construção com melhores capacidades térmicas, dentreoutras ações.Todas essas ações terminaram por conduzir o repensar sobre os tempos futuros. Os grandesproblemas relacionados ao aquecimento global foram os indutores dessa mudança de rumo.Durante a Rio 92 muitas foram as ações propostas pelos países participantes, que culminaramcom a propositura da Agenda 21, ou seja, dos compromissos a serem seguidos no próximoséculo, o 21. A Agenda 21 não foi uma unanimidade dos países, principalmente daqueles maisdesenvolvidos, pois significava uma rápida redução dos fatores causadores da poluição ambientale isso representava, segundo esses, uma retração no desenvolvimento e um grande investimentoem novas tecnologias. Todavia, ao longo dos anos, muitas foram as empresas que passaram aconsiderar em suas agendas outras questões, como a da Responsabilidade Social, por exemplo.Respondendo às crescentes pressões da sociedade civil organizada para implementação dediretrizes estabelecidas nos instrumentos de comprometimento internacionais voltadas àpromoção do desenvolvimento sustentável, estados nacionais vêm elaborando suas estratégias eplanos de desenvolvimento sustentável.Esforços também vêm sendo dispensados na proposição de indicadores para acompanharresultados e impactos na implementação de políticas. Em 2002, o Brasil aprovou sua Agenda 21,elaborada por meio de processo participativo, que é uma experiência significativa num contexto degrande diversidade social, ambiental e econômica, embora o Governo brasileiro não tenha aindaum sistema consolidado de monitoramento e avaliação da Agenda 21 brasileira. Seguindoorientação e incentivo da Comissão de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, o IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicou em 2002 os Indicadores de 1
  2. 2. Desenvolvimento Sustentável – Brasil 2002. Apesar de ambos os esforços terem se desenvolvidoem momentos concomitantes e possuírem como foco a mesma temática – desenvolvimentosustentável do Brasil – a não priorização da integração desses processos gerou lacunas noconjunto de indicadores, enfraquecendo oportunidade de se criar condições para a avaliação e arevisão da implementação do plano nacional de desenvolvimento sustentável e das agendas 21locais. Esse é o foco deste documento, ao apresentar uma análise integrada sobre a elaboraçãoda Agenda 21 brasileira, entendida como um Plano Nacional Estratégico para o DesenvolvimentoSustentável, e a construção dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do Brasil, propostospelo IBGE, apresentando pontos positivos, avanços, oportunidades, lacunas e perspectivas.(Agenda 21 Nacional e Indicadores de Desenvolvimento Sustentável: contexto brasileiro, SaúdeSoc. São Paulo, v.17, n.1, p.7-20, 2008)Na década de 1990, diversos países elaboraram seus planos nacionais estratégicos dedesenvolvimento sustentável e se esforçaram na construção de indicadores nacionais para aavaliação de avanços nesse processo.Dalal-Clayton e Bass (2000) definem estratégia nacional de desenvolvimento sustentável comoum processo ou sistema que torna possível a implementação de estrutura e atividadesestratégicas para responder aos princípios e desafios do desenvolvimento sustentável.A Inglaterra foi um dos primeiros países a construir sua estratégia nacional de desenvolvimentosustentável, em 1994 (UK, 2005, p.13), e, em 1999, atualizou-a focando na melhoria da qualidadede vida, com o documento A better quality of life. Em 2005, com o documento Securing the future,estabeleceu novas estratégias e metas que foram sendo aperfeiçoadas com o auxílio deindicadores de sustentabilidade e consulta a amplos setores da comunidade (UK, 1999, 2005).O processo de construção de indicadores de desenvolvimento sustentável da Inglaterra procuroualinhar os indicadores com a estratégia nacional de Desenvolvimento Sustentável adotada. Destaforma, delineou-se um conjunto de 68 indicadores nacionais (UK, 2006) diretamente ligados àestratégia nacional, que abrangiam um sub-conjunto de 20 indicadores chaves compartilhadospelo governo do Reino Unido e das administrações da Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte.Também foram desenvolvidos indicadores internacionais, regionais e locais.Na elaboração dos indicadores houve a preocupação em estabelecer as relações entre osdiversos indicadores, de modo a condicionar o crescimento da economia em direção àmodernização do sistema de ensino e sua infra-estrutura, bem como focar a atenção no quedesenvolvimento sustentável significa, dando aos indicadores-chaves a missão de checar se umamelhor qualidade de vida está sendo atingida ou não.Outra experiência que merece destaque em função de seu pioneirismo é o processo deconstrução de indicadores nacionais para o Canadá, associado à sua agenda 21 FederalSustainable Development Strategies, publicada em 1995. A discussão sobre indicadoresambientais para o âmbito nacional foi iniciada há mais de dez anos, quando foi formado um grupo, 2
  3. 3. conduzido pela Environment Canada, que realizou, por meio da opinião-chave de líderes eusuários potenciais, ampla pesquisa para definir critérios para seleção de indicadores.Inicialmente foi proposta uma lista de 43 indicadores ambientais, posteriormente revisada eatualizada, tendo sido sua última versão publicada em 2003 como Environmental Signals –Canada’s National Environmental Indicator Series 2003. Este último relatório apresenta umconjunto de 13 indicadores, dentro de quatro temas: Sistemas Ecológicos de Suporte à Vida,Saúde Humana e Bem-Estar, Sustentabilidade dos Recursos Naturais e Atividades Humanas. Osesforços, nesse último período, foram direcionados à criação de um conjunto compacto de coreindicators para 10 Saúde Soc. São Paulo, v.17, n.1, p.7-20, 2008 medir de forma mais integradapolíticas ambientais e econômicas. O documento ainda destaca que a pouca disponibilidade deinformações ambientais representa, para o Canadá, significante barreira no estabelecimento deindicadores de desenvolvimento sustentável (Environment Canada, 2003).Observa-se, assim, nesta última década uma profusão de esforços na construção de indicadoresde desenvolvimento sustentável (IISD, 2007), alguns deles integrados a processo de construçãode Agendas 21 locais, em âmbito de países e municípios.Partindo do entendimento de que este alinhamento de esforços de estabelecimento de visão defuturo e avaliação de progresso é fator-chave na estruturação de base para a sustentabilidade dodesenvolvimento, este artigo resgata os temas Agenda 21 e Indicadores de DesenvolvimentoSustentável, tendo como objetivo discutir os indicadores de desenvolvimento sustentável deâmbito nacional propostos pelo IBGE, como ferramenta de avaliação estratégica da Agenda 21nacional, apresentando pontos positivos, avanços, oportunidades, lacunas e perspectivas.Nessa década passada ocorreram vários encontros dos países realizados pela ONU,preocupados com as questões mundiais, como: Infância (Genebra, 1990); Meio Ambiente eDesenvolvimento Humano (Rio de Janeiro, 1992); População e Desenvolvimento (Cairo, 1994);Pobreza e Desenvolvimento Social (Copenhague, 1995); Assentamentos Humanos Habitat II(Istambul, 1996); Mulher (Beijing, 1997).De acordo com o documento: Agenda 21 Brasileira: bases para discussão, elaborado Comissãode Políticas de Desenvolvimento Sustentável e da Agenda 21 Nacional, comissão essa criada porDecreto presidencial em 26/02/1997, “A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente eDesenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, em 1992, aprovou um documento contendocompromissos para a mudança do padrão de desenvolvimento no próximo século, denominando-oAgenda 21. A idéia era tornar possível a construção de um plano de ação e de um planejamentoparticipativo em nível global, nacional e local, capaz de permitir, de forma gradual e negociada, onascimento de um novo paradigma de desenvolvimento.”A estruturação da Agenda 21 Brasileira se deu através de seis temas centrais, de forma a abarcara complexidade do país e suas regiões dentro do conceito da sustentabilidade ampliada,permitindo planejar os sistemas e modelos ideais para o campo. Esses temas foram: 3
  4. 4. Agricultura Sustentável; Cidades Sustentáveis; Infra-estrutura e Integração Regional; Gestão dos Recursos Naturais; Redução das Desigualdades Sociais; Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Sustentável.Os principais obstáculos encontrados na trajetória prevista decorrem do próprio caráter singular deuma agenda para o desenvolvimento sustentável, que deve ser inovadora, criativa, cooperativa,multidisciplinar, além de integrar a malha institucional, aspectos que, freqüentemente, não estãocontemplados, de forma conjunta, na experiência de planejamento nacional.Dessa forma, podemos mencionar como importantes desafios: desenvolver processo participativo em um país de dimensões continentais e sem tradição de participação em processos de elaboração de políticas públicas; desnivelamento do conhecimento e das informações sobre os entraves à sustentabilidade e sobre as potencialidades do país, com vistas à construção de um caminho para um novo modelo de desenvolvimento. Essas dificuldades são devidas à diversidade socioeconômica e cultural, fruto da grande desigualdade social ainda prevalecente; dificuldade imposta pela cultura dominante no Ocidente, de perceber o mundo a partir de setorialidades e/ou de reivindicações de casos particularizados; dificuldade de criação de sonhos comuns, para um horizonte de tempo que vá além da vida de cada indivíduo; criar um sonho comum num país de demandas regionais específicas, fruto das desigualdades a serem reduzidas.(Construindo a Agenda 21 Brasileira, Ministério do Meio Ambiente, 2001, disponível emwww.mma.gov.br)O que era apenas um compromisso futuro aplicado às questões ambientais, ou com maioresreflexos na área ambiental, passou a ser empregado para as questões envolvendo aResponsabilidade Social das empresas, razão de a estarmos sugerindo para o MercadoSegurador Brasileiro.Para a estruturação dos temas relacionados à área de seguros, empregamos 6 temas, seguindo amesma filosofia daqueles empregados pela Agenda 21 Brasileira. Nessa proposta de estruturaçãoconsideramos algumas regras como:Primeira regra – os temas devem servir para o nivelamento das ações das empresas. Issosignifica que as ações devem ser estabelecidas e cumpridas por todas as empresas do setor,desde os grandes conglomerados financeiros até as empresas de menor porte.Segunda regra - as ações propostas devem ser facilmente acompanhadas e avaliadas. Para tal éimportante o emprego de indicadores do tipo balanced scorecard. 4
  5. 5. Terceira regra - as ações devem ser empreendidas independentemente das regiões nacionais,características locais, produtos comercializados, ou seja, as ações podem ser estabelecidas eimplementadas independentemente de questões regionais.Quarta regra - as ações estabelecidas devem ser capazes de causar impactos positivos deResponsabilidade Social.Quinta regra – a questão do desenvolvimento sustentável deve passar necessariamente pelaimplementação de Ciência e Tecnologia.Sexta regra – as empresas do setor devem buscar a redução das desigualdades sociais.A Responsabilidade Social no BrasilQuando se aborda a questão da fixação de agendas para setores da sociedade deve-seconsiderar a questão da Responsabilidade Social. Esse tema tem merecido por parte dosespecialistas e mesmo da imprensa um destaque considerável. A professora Maria ElisabethPereira Kraemer, em artigo intitulado Responsabilidade Social – Uma alavanca parasustentabilidade, trata assim da questão:Em 1960, foi constituída a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE), com sedeem São Paulo, iniciando assim uma pregação sobre responsabilidade social nos dirigentes dasempresas. Em 1977, ADCE organizou o 2º Encontro Nacional de Dirigentes de Empresas, tendocomo tema central o Balanço Social da Empresa. Em 79, a ADCE passa a organizar seuscongressos anuais e o Balanço Social tem sido objeto de reflexão.Foi elaborado em 1984 o primeiro trabalho acadêmico do professor João Eduardo PrudêncioTinoco, que é uma dissertação de mestrado do Departamento de Contabilidade e Atuaria daFaculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo - FEA-USP com o título de: Balanço Social: uma abordagem socioeconômica da Contabilidade.Em 1991, foi encaminhado ao Congresso um anteprojeto propondo publicação do Balanço Socialpelas empresas, porém, não foi aprovado. Foi publicado pelo Banespa, em 1992, um relatóriodivulgando as suas ações sociais. Em 1993, o sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, lançou aCampanha Nacional da Ação da Cidadania contra a Fome, a Miséria e pela Vida, com o apoio doPensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE), que constitui o marco da aproximaçãodos empresários com as ações sociais. Em 1997, Betinho lançou um modelo de Balanço Social e,em parceria com a Gazeta Mercantil, criou o selo do Balanço Social, estimulando as empresas adivulgarem seus resultados na participação social.Foi criado, em 1998, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social pelo empresárioOded Grajew. O Instituto serve de ponte entre os empresários e as causas sociais. Seu objetivo édisseminar a prática da responsabilidade social empresarial por meio de publicações,experiências, programas e eventos para os interessados na temática. Em 1999, a adesão aomovimento social se refletiu na publicação do seu balanço no Brasil por 68 empresas. No mesmo 5
  6. 6. ano, foi fundado o Instituto Coca-Cola no Brasil, voltado à educação, a exemplo da fundaçãoexistente nos Estados Unidos desde 1984.Segundo Toldo (2002), a Câmara Municipal de São Paulo premiou em 1999, com o selo EmpresaCidadã as empresas que praticaram a responsabilidade social e publicaram o Balanço Social e aAssociação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil (ADVB) incluiu em sua premiação oprêmio Top Social. A Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança destacou-se pelo trabalho deerradiação do trabalho infantil, exemplo que atraiu um número crescente de adeptos. A empresaque combate o abuso contra criança ganhou o selo Empresa Amiga da Criança.O primeiro dado relevante a se destacar na comparação entre 2000 e 1999 é que a média degastos por empregado cresceu em praticamente todos os indicadores sociais internos, ou seja, ovalor gasto com empregados em alimentação, previdência privada, saúde, segurança e medicinano trabalho, educação, cultura, participação nos lucros e capacitação e desenvolvimentoprofissional foi 80,1% maior em 2000. A média do gasto em previdência privada foi 2,3 vezesmaior e a participação nos lucros quase dobrou. A única exceção foi em creche, com redução de8%. Este crescimento, porém, não quer dizer que o investimento social destas empresas estejacompatível com o que delas se espera. Em todo caso, é um dado positivo.Dessa forma, Torres (2002) diz que para conquistar um diferencial e obter a credibilidade eaceitação da sociedade e das diversas partes interessadas dentro do universo empresarial, alémde novas práticas e da publicação anual dos balanços e relatórios sociais e ambientais, ascorporações têm buscado certificações, selos e standards internacionais na área social. Entre osexemplos brasileiros mais significativos, estão o Selo Empresa Amiga da Criança, conferido pelaFundação Abrinq; o Selo Empresa-Cidadã, que é uma premiação da Câmara Municipal daCidade de São Paulo; e o Selo Balanço Social Ibase/Betinho, do Instituto Brasileiro de AnálisesSociais e Econômicas desde 1998.Neste sentido, A Corporate Social Responsability apud Vassallo (2000) diz que não existe umafórmula geral de responsabilidade social quando se trata de negócios. Mas alguns passos básicospodem ajudar muito na implantação de uma estratégia de boa cidadania corporativa. A seguir,alguns deles:→ Desenvolva uma missão, uma visão e um conjunto de valores a serem seguidos.→ Para que a responsabilidade social seja uma parte integrante de cada processo decisório, é preciso que ela faça parte do DNA da companhia – seu quadro de missões, visões e valores. Isso leva a um comprometimento explícito das lideranças e dos funcionários com questões como ética nos negócios e respeito a acionistas, clientes, fornecedores, comunidades e meio ambiente.→ Coloque seus valores em prática – é básico. De nada adianta ter um maravilhoso quadro de valores na parede do escritório se eles não são exercitados e praticados a cada decisão tomada. 6
  7. 7. → Promova a gestão executiva responsável – esse é um exercício diário e permanente. É preciso fazer com que cada executivo leve em consideração os interesses dos seus partícipes antes de tomar qualquer decisão estratégica.→ Comunique, eduque e treine – as pessoas só conseguirão colocar valores de cidadania corporativa em prática se os conhecerem e souberem como aplicá-los no dia-a-dia.→ Publique balanços sociais e ambientais – elaborados por especialistas e auditores externos, eles garantem uma visão crítica de como acionistas, funcionários, organizações comunitárias e ambientalistas enxergam a atuação da empresa.→ Use sua influência de forma positiva – o mundo corporativo é formado por uma grande rede de relacionamentos. Use os valores cidadãos de sua empresa para influenciar a atuação de fornecedores, clientes e companhias do mesmo setor.ReferênciasALMEIDA, F. O bom negócio da sustentabilidade. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002.BATESON, G. Natureza e Espírito. Lisboa: Dom Quixote, 1987.BERTALANFFY, L. V. Teoria Geral dos Sistemas. São Paulo: Vozes, Petrópolis, 1977.CALLENBACH, E., et al. Gerenciamento Ecológico – Eco-Manangement – Guia do InstitutoElmwood de Auditoria Ecológica e Negócios Sustentáveis. São Paulo: Ed. Cultrix, 1993.COELHO, F. S. DUTRA, R. G. CARDOSO, R. L. Evidenciação do investimento no social e noambiental. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado doRio de Janeiro.. Rio de Janeiro - RJ: ano 3, n. 09, p.12-18, ago/out.2000.COMISSÃO Mundial sobre Ambiente e Desenvolvimento Nosso Futuro Comum. Rio de Janeiro:FGV, p.44-50, 1988.FUNDACIÓ Fórum Ambiental. Agencia Europea del Medio Ambiente, Barcelona, Abril de 2001.Perfil profesional del responsable de meio ambiente en las organizaciones.www.forumambiental.com. Acesso em 27 de novembro de 2002.GRAY, R. Responsabilidade, sustentabilidade e contabilidade social e ambiental: o setorcorporativo pode se pronunciar?http://www.gla.ac.uk/departments/accounting/csear/studentresources/index.html acesso em 23 defevereiro de 2003.KRAEMER, M. E. P. TINOCO, J. E. P. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo: Atlas,2004.KRAEMER, M. E. P. Contabilidade ambiental como sistema de informações. Revista PensarContábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro.. Rio deJaneiro - RJ: ano 3, n. 09, p.19-26, ago/out.2000. 7
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