Writing Science:Literacy and Discursive Power(Literacy = Alfabetização ou letramento científico)•M. A. K. Halliday and J. ...
AutoresMichael Alexander Kirkwood Halliday (M. A. K. Halliday) (1925 - )• Linguista inglês.• Estudou chinês na Universidad...
Linguística Sistêmica Funcional [SFL] ouGramática Sistêmico Funcional• Analisa toda a situação comunicativa(evento da fala...
Questões do livroSerá que os alunos conseguem reconhecer alinguagem da ciência?Qual o efeito dessa linguagem nas crianças?...
Discussões feitas• Discute o uso da linguagem em sala de aula, a partir da premissa de queaprendemos a língua interagindo ...
Capítulo 3 - Sobre a linguagem daciência físicaO que significa a expressão "inglês científico"?Espaço semiótico no qual ex...
Essa variedade foi sendo construída historicamente, atendendoa necessidades da comunidade científica, em que os textos têm...
ExemplosA variação do espaço de um corpo qq é dada pela distância entre suasposições inicial e final.• Como poderia ficar ...
OUTROS EXEMPLOS:• A pedra cai (no presente)• No gráfico o processo congelado - presente, passado e futuro coexistem - não ...
Concentração de significados; presença de causalidade.Na mesma frase há o efeito e a causa.Em linguagem cotidiana poderia ...
Outras explicações sobre a estrutura das frasesNa linguagem comum, a estrutura das frases apresenta-se desse modo:Na lingu...
Breve exemplo do livro:A fratura do vidroA taxa de crescimento da fissura depende não só do ambientequímico, mas também da...
3. O grupo nominal taxa de crescimento da fissura, tendo como qualificadora preposição de crescimento da fissura; essa fra...
• 10. a expressão uma compreensão de como..., com o substantivo agindocomo núcleo sendo o nome de um processo mental: simi...
Breve esboço de como as características do texto científico evoluíramEm 1391 Chaucer escreveu o que hoje é conhecido como ...
Para registrar o nascimento do “inglês científica” Hallyday toma oTratado de Newton no Opticks (publicado 1704; escrito 16...
Halliday, usando ainda o texto de Newton, procura mostrar como a linguagemcientífica foi criada de modo a possibilitar a p...
1 Elementos nominais:- Formação de conceitos por taxonomias (classificações em categorias) técnicas(A) categorias tecnológ...
Halliday prossegue explicando a evolução da linguagem científica:Analisa a linguagem utilizada pelo cientista inglês Josep...
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Livro de M.A.K. Halliday e J.R. Martin sobre o texto científico

  1. 1. Writing Science:Literacy and Discursive Power(Literacy = Alfabetização ou letramento científico)•M. A. K. Halliday and J. R. Martin1ª edição - 1993
  2. 2. AutoresMichael Alexander Kirkwood Halliday (M. A. K. Halliday) (1925 - )• Linguista inglês.• Estudou chinês na Universidade de Pequim e doutorou-se em Linguística em Cambridge.• Prof. em várias universidades : Reino Unido, EUA e Austrália.• Casado com Ruqaiya Hasan, também linguista.• Um dos linguistas mais influentes a partir da segunda metade do século XX.• Desenvolveu uma teoria gramatical conhecida por Linguística Sistêmica Funcional [SFL] ouGramática Sistêmico Funcional, cuja preocupação é explorar como a língua é estruturadapara o uso em diferentes contextos sociais.James Robert Martin (1950- )• Professor de Linguística, Universidade de Sydney, Austrália.• Principal expoente do SFL na Austrália.• Reconhecido por seu trabalho na análise do discurso, linguística, gênero, avaliaçãomultimodalidade e educacional.
  3. 3. Linguística Sistêmica Funcional [SFL] ouGramática Sistêmico Funcional• Analisa toda a situação comunicativa(evento da fala, participantes e contexto discursivo)• Ênfase nos propósitos do uso linguístico(a intenção de quem fala ou escreve; os recursos linguísticos a suadisposição; como faz suas escolhas)• A língua é um instrumento de interação social(existe em função de seu uso: estabelecer comunicação entre osusuários, e não como um fim em si mesma)• A denominação Gramática Funcional diz respeito a uma teorialingüística que, assentada no componente significativo (caráterfuncional), procura interpretar as formas linguísticas (carátergramatical).
  4. 4. Questões do livroSerá que os alunos conseguem reconhecer alinguagem da ciência?Qual o efeito dessa linguagem nas crianças?Será que a linguagem das aulas de ciências é a mesmado ambiente de produção da ciência ou é a mesma docotidiano?Quais as características dessa linguagem e qual sua função?
  5. 5. Discussões feitas• Discute o uso da linguagem em sala de aula, a partir da premissa de queaprendemos a língua interagindo no contexto e que a alfabetização escolar resultada recontextualização acadêmica de registros formais (ou especializados).• O autor examina a forma e função da linguagem científica em sala de aula deciências, em uma variedade de níveis, incluindo gramática, a semântica dodiscurso, registro, gênero e ideologia.• Para o entendimento do texto de Ciências é preciso refletir sobre o contexto, ascondições sob as quais os textos são produzidos e consumidos, para entender osusos dos elementos formais da língua. Isso precisa ficar claro para o aluno e oprofessor.• O professor deve interagir com o aluno buscando que ele se aproprie dalinguagem científica, pois assim estará dominando um elemento essencial tantopara o aprendizado da ciência quanto para a prática.
  6. 6. Capítulo 3 - Sobre a linguagem daciência físicaO que significa a expressão "inglês científico"?Espaço semiótico no qual existe grande variabilidade ao mesmo tempo e uma contínua evolução no tempo.• é atemporal (não há uma sequência linear de eventos)• é impessoal (não há narrador presente) - usa-se a voz passiva (analítica ousintética)• predominantemente estrutural, em que os processos são congelados. Issoporque os processos são transformados em grupos nominais, e não expressospor meio de verbos de ação, como na linguagem cotidiana.• esses grupos nominais passam a ser relacionados por meio de verbos derelação ou estado (como ser, simbolizar, possuir, implicar).• o texto encadeado e articulado - parte geralmente de informação inicial esegue estabelecendo relações entre grupos nominais.• presença de conectivos, indicando causas, exceções, afinidades.• o processo de transformar processos em grupos nominais aumenta adensidade léxica (informações da linguagem), na qual quase todos os termosusados carregam significados interligados numa estrutura conceitual.
  7. 7. Essa variedade foi sendo construída historicamente, atendendoa necessidades da comunidade científica, em que os textos têm deser conceituados passo a passo, de modo objetivo, carregando o queé conhecido para contextualizar e legitimar o novo.Dessa forma, a linguagem da ciência inaugura os escritos deNewton e Galileu e opta por representar a experiência humana,nãoatravés da dinâmica cambiante dos processos (expressos pelosverbos), mas através da solidez persistente das coisas (expressas nossubstantivos).(OLIVEIRA, J. As vozes da ciência: a representação do discurso nos gêneros artigo acadêmico e de divulgação científica. Teseapresentada ao PPG em Estudos Lingüísticos. UFMG. Faculdade de Letras, 2005.)Para além dessa constatação, os autores afirmam que essalinguagem:• adquire função de estabelecer hierarquia, que privilegia o perito elimita acesso de pessoas que não a dominam em várias atividadesespecializadas.• antidemocrática e elitista - exclui aqueles que não compreendem suaestrutura léxico-gramatical.
  8. 8. ExemplosA variação do espaço de um corpo qq é dada pela distância entre suasposições inicial e final.• Como poderia ficar na linguagem cotidiana?Observam-se características do discurso científico:• É impessoal, na voz passiva.• Estabelece relação entre dois processos transformados em metáforagramatical (processos são substituídos por grupos nominais).1. variação do espaço de um corpo qq2. distância entre suas posições inicial e final• O agente normalmente está ausente, o que faz com que ela sejadescontextualizada, sem a perspectiva de um narrador.
  9. 9. OUTROS EXEMPLOS:• A pedra cai (no presente)• No gráfico o processo congelado - presente, passado e futuro coexistem - não háhistória - onde a onda está em determinado momento?• Texto encadeado - Informação inicial servindo de base, é o pré-requisito. A partir deleestabelece-se uma relação entre dois grupos nominais.• A frase ainda poderia ser ainda mais científica: A uma maior energia transferidacorresponde uma maior elevação do pulso.• Presença de conectivo indicando conclusão: portanto. “Quanto maior a energia ...maior será a deformação ... e, portanto, a elevação do pulso” O que já se sabe e a novainformação são representadas por grupos nominais e o verbo as relaciona.
  10. 10. Concentração de significados; presença de causalidade.Na mesma frase há o efeito e a causa.Em linguagem cotidiana poderia ser: Quanto mais tempo uma reação demora para acontecer (um processo substituídopelo grupo nominal a taxa de reação), mais reagentes ela vai consumindo (quantidade consumida do reagente) e maisprodutos ela vai formando (ou de produtos).O grupo nominal em determinado intervalo de tempo dá um enfoque a-histórico, congela o processo.
  11. 11. Outras explicações sobre a estrutura das frasesNa linguagem comum, a estrutura das frases apresenta-se desse modo:Na linguagem científica há o rearranjo de o processo realizar-se por meio degrupo nominal, em vez de grupo verbal.Quanto à escolha da vozativa ou voz passiva, oquadro ao lado mostradiferenças de ênfases.Observar que o sujeito échamado tema na análisetextual, para Halliday.
  12. 12. Breve exemplo do livro:A fratura do vidroA taxa de crescimento da fissura depende não só do ambientequímico, mas também da magnitude da pressão aplicada. Odesenvolvimento de um modelo completo para a cinética da fratura requeruma compreensão de como a pressão acelera as reações de ruptura deligação. Na ausência de pressão, a sílica reage muito lentamente com água.Nessa frase há exemplos de características que fazem parte da síndrome referida.1. A expressão "taxa de crescimento” é um grupo nominal tendo como núcleo apalavra taxa que é o nome de um atributo de um processo; neste caso, um atributovariável, cognato (de mesma origem) de: "quão rapidamente?" ou a taxa derapidez.2. A expressão crescimento da fissura, um grupo nominal tendo como núcleo a palavracrescimento, que é o nome de um processo, cognato (mesma origem, semelhante) a(ela) crescer; e como classificador fissura palavra que é o nome de um atributoresultante de um processo, cognato a rachado (por exemplo, o vidro é rachado), bemcomo do próprio processo, cognato a (o vidro) rachou; crescimento da fissura como umtodo é cognato a crescer. [foram feitas aproximações na tradução, pois a estrutura dos grupos nominais em inglês e portuguêssão diferentes]
  13. 13. 3. O grupo nominal taxa de crescimento da fissura, tendo como qualificadora preposição de crescimento da fissura; essa frase é semelhante àsentença qualificadora (a taxa) com que a fissura cresce.4. A função de taxa de crescimento da fissura como tema da frase: a própriafrase sendo inicial e, portanto, temática (inicial), no parágrafo.5. O grupo do verbo finito depende de expressando relação entre duascoisas, "a depende de" x: uma forma de uma relação causal comparável aé determinada por.6. A expressão a magnitude da pressão aplicada: ver os tópicos 1 e 3 acima;tem suas funções como culminativas na sentença.7. O ranquemento integrado grupo nominal em frase preposicional dentro dogrupo nominal...) em o desenvolvimento [de [um modelo completo [para[a cinética [das [fissuras]]]]]];8. o grupo verbal finito requer expressando a relação entre duascoisas, desenvolvimento... requer... compreensão (conferir tópico 5acima).9. o paralelismo entre (taxa de) crescimento... depende de... (magnitude de)pressão e desenvolvimento ... requer... compreensão, porém havendoum contraste, pois o primeiro exemplo expressa uma relação externa (3ªpessoa, in rebus: se (este) é comprimido, (aquele) irá crescer), enquanto osegundo exemplo expressa uma relação interna (1ª e 2ª pessoas, in verbs:se (nós) queremos modelar, (nós) temos de entender).
  14. 14. • 10. a expressão uma compreensão de como..., com o substantivo agindocomo núcleo sendo o nome de um processo mental: similar a (nós)devemos compreender; com a frase projetada como a pressão acelera...funcionando, pelo ranqueamento, no qualificador.• 11. a frase pressão acelera a reação de ruptura de ligações, com o grupoverbal finito acelera como a relação entre duas coisas que são elasmesmas processos: uma trás a mudança no atributo da outra, similar afaz... acontecer mais rapidamente.• 12. a estrutura simples de cada frase (de apenas três elementos: gruponominal + grupo verbal + grupo nominal / preposição) e a simplesestrutura de cada sentença (de apenas uma frase).• 13. a relação de todas essas características com o que se passou nodiscurso.Toda vez que nós interpretamos um texto científico, nós estamosreagindo a conjuntos de características como essas que nós pudemosidentificar nesse curto parágrafo.Mas é o efeito combinado de um número de característicasrelacionadas, e a relação que elas possuem enquanto o texto como umtodo, do que a obrigatoriedade da presença de quaisquer dessas, que nosdizem o que está sendo construído no discurso da ciência.
  15. 15. Breve esboço de como as características do texto científico evoluíramEm 1391 Chaucer escreveu o que hoje é conhecido como o Tratado doAstrolábio, explicando o funcionamento desse instrumento a seu filho Lewis, aquem ele havia dado o objeto como um presente em seu décimo aniversário.The plate under thy riet [grid] is descryved [inscribed] with 3 principal cercles; of whiche the leste [smallest] is cleped [called] the cercle ofCâncer, by-cause that the heved [head] of Câncer turneth evermor consentrik up-on the same cercle. In this heved of Câncer is the grettestdeclinacioun northward of the sonne. And ther-for is he cleped the Solsticioun of Somer; whiche declinacioun, aftur Ptholome, is 23 degrees and50 minutes, as wel in Câncer as in Capricorne.Neste tratado, encontramos os dois primeiros passos para o discursonominalizado:(i) nomes técnicos, que são ou partes do astrolábio ou abstrações geométricas ematemáticas (como latitude, declinacioun, solsticioun), por exemplo.(ii) E grupos nominais com iterado frase-e-grupo qualificador, especialmente naspassagens mais matemáticas, por exemplo;a latitude [de [qualquer lugar [em [a região]]]] é a distância [a partir de [o zênite]][[ao] equinocial]
  16. 16. Para registrar o nascimento do “inglês científica” Hallyday toma oTratado de Newton no Opticks (publicado 1704; escrito 1675-1687)Newton cria um discurso de experimentação: Em vez de instruções de Chaucer, descreve detalhadamente suas ações: não “fazer isso", mas sim"eu fiz isso". (As frases apresentam ação, observação e raciocínio (Eu segurei / parado / eu olhei através doPrisma em cima do buraco, observei o comprimento da sua imagem...)Tais descrições muitas vezes vêm na passiva, como:que foi propagada para o quarto; ... Despedaçada...um raio como se fosse dividido espalhou em muitos raios divergentes.Note-se que essa voz passiva não têm nada a ver com a pessoa reprimida’ cultivada porprofessores modernos e editores científicos, em moda apenas no final do séc.XIX, massimplesmente o passivo na sua função típica em Inglês: o de alcançar o equilíbrio dasinformações do falante ou do escritor.Se o contexto do discurso requer Ator como tema (ponto de partida no início da frase) Newtonnão apresenta nenhuma timidez sobre o uso de Eu.Além disso:Há cadeias de frases criando complexos intricados;Em uma única frase há grupos nominais muito longos e complexos;Termos técnicos: luz, cor, feixe, prisma, matemáticos (proporção, axial, teorema), etc.Depois do tema, informação nova: "Você se lembra o que eu disse agora? - Bem, nós vamospassar de lá “.
  17. 17. Halliday, usando ainda o texto de Newton, procura mostrar como a linguagemcientífica foi criada de modo a possibilitar a própria criação da ciência.Este padrão, de uma frase uma frase que engloba o processo (grupo nominal) + relação(grupo verbal) + processo (grupo nominal / locução prepositiva) dá conta de situaçõescomplexas em que é preciso estabelecer muitas relações e realizar grande densidadeléxica.Assim, o dispositivo de nominalização, longe de ser uma característica arbitrária ouritualística, é um recurso essencial para a construção de discurso científico.Fala também de circunstâncias tipicamente representadas por um verbo:provar, mostrando, sugerindo...O outro motivo é a relação estabelecida entre os processos em si, por exemplo, peloverbo surge (na Experiência 4: ...)Os recursos gramaticais apontados não foram inventados por cientistas. Estes tomaramrecursos já existentes em Inglês e os trouxeram para seus propósitos retóricos: criar umdiscurso que avança por etapas lógicas e coerentes, cada prédio sobre o anterior. Ocontexto inicial era o tipo de argumentação chamado por método experimental na ciênciafísica.
  18. 18. 1 Elementos nominais:- Formação de conceitos por taxonomias (classificações em categorias) técnicas(A) categorias tecnológicas(B) categorias metodológicas(C) categorias teóricas- Resumir e representar “pacotes de processos”(A) backgrounding (dado material como Theme)(B) primeiro plano (material remáticos como Nova)2 Elementos verbais:- Relacionar os processos nominalizada(A) externamente (entre si)(B) internamente (a nossa interpretação deles)- Processo nominalizam presente (como está acontecendo)Breve resumo das características consideradas para definir a linguagem da ciência
  19. 19. Halliday prossegue explicando a evolução da linguagem científica:Analisa a linguagem utilizada pelo cientista inglês Joseph Priestley, que escreveucerca de cinquenta anos após Isaac Newton: "The History and Present State ofElectricity" , com experimentos originais, publicada em três volumes, nos anos 1760.Joseph Priestley (1733-1804). Foi teólogo, clérigo dissidente, gramático, filósofonatural, educador, historiador e político.Quando o equilíbrio do fluido em todo o corpo não é perturbado, isto é, quando não estápresente em nenhum corpo nem mais nem menos do que a sua quota natural, ou do quea quantidade que é capaz de reter a sua própria atração, não se faz descobrir aos nossossentidos por qualquer efeito.Outros cientistas cujos textos são examinados por Halliday:John DaltonJames Clark Maxwell

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