André Ramos 9º8 Nº4 
2014/2015
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 Periodicidade: 
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 Lead time ou tempo de aprovisionamento: 
-Lead time constante; 
-Lead time variável. 
 Sistemas de gestão de stocks: 
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O aprovisionamento gestão de stocks

  1. 1. André Ramos 9º8 Nº4 2014/2015
  2. 2.  Classificação de algumas decisões a tomar na gestão de stocks, por categorias e subcategorias:  Periodicidade: -Encomenda única; -Mais de uma encomenda.  Origem: -Exterior ao fornecedor; -Do fornecedor.  Procura: -Procura constante; -Procura variável; -Procura independente; -Procura dependente.
  3. 3.  Lead time ou tempo de aprovisionamento: -Lead time constante; -Lead time variável.  Sistemas de gestão de stocks: -Revisão contínua; -Revisão periódica; -MRP; -DRP; -Quantidade óptima de encomenda.
  4. 4. 1.Os stocks necessários à fabricação, matérias-primas, protótipos, peças especiais subcontratadas, peças normalizadas, peças intermédias fabricadas pela empresa; 2. As peças de substituição para o parque de máquinas, ferramentas especiais, ferramentas e materiais consumíveis, produtos para a manutenção de edifícios; 3. Os stocks dos produtos em curso de fabricação, isto é, os stocks entre as diferentes fases do processo produtivo (entre postos de trabalho); 4. Os stocks de produtos acabados;  Os stocks constituem simultaneamente uma necessidade e um pesado constrangimento financeiro.  Em média, o custo anual dos stocks representa 25% a 35% do capital imobilizado.
  5. 5.  Para além de uma gestão de artigos e suas variações (cores, tamanhos, etc.), são ainda disponibilizados vários mecanismos para uma gestão adequada de artigos em armazém, nomeadamente: -Criação de códigos de artigos automática e ficha completa com 4 linhas de preço; -Gestão de stock de artigos com cores e tamanhos, e emissão de relatórios descriminando quantidades por cor e tamanho; -Controlo de artigos com envio de avisos automáticos de artigos em rutura de stock (stock mínimo e real);
  6. 6. -Gestão de contas correntes de fornecedores; -Registo de entradas e saídas em stock com emissão de ticket com valores de trocos e pagamentos a fornecedores; -Atualização do Preço de Custo Último; - Gestão de lotes/rastreabilidade.
  7. 7.  O stock de segurança é determinado directamente através de previsões. Não conseguindo serem estas previsões absolutamente exactas, o stock de segurança irá funcionar como uma protecção quando a procura atinge valores superiores ao esperado. Como foi referido anteriormente as principais variáveis a ter em conta são a procura e o tempo de aprovisionamento designado também por prazo de entrega. É nestas variáveis que o stock de segurança irá desempenhar um papel fundamental na medida em que a satisfação da procura terá que ser garantida nas situações em que o prazo de aprovisionamento é superior ao valor médio previsto, a procura é superior ao valor médio previsto e no caso de as duas situações acontecerem simultaneamente (Tersine, 1988, p. 184). É ainda importante referir a relação directa existente entre o aumento dos stocks de segurança e (Tersine, 1988, p. 188):
  8. 8. -Aumento dos custos de ruptura e dos níveis de serviço; -Descida dos custos de posse; -Maiores variações na procura; -Maiores variações no prazo de entrega (tempo de aprovisionamento).
  9. 9.  Gestão de stocks ou Administração de estoques é uma área da administração das empresas, pois o desempenho nesta área tem reflexos imediatos nos resultados comerciais e financeiros da empresa.  O indicador económico stock out, mede quantas vezes ou quantos dias um dado produto em stock, atinge o saldo zero.
  10. 10.  O objectivo da gestão de stocks envolve a determinação de três decisões principais: -Quanto encomendar, -Quando encomendar; -Quantidade de stock de segurança que se deve manter para que cada artigo assegure um nível de serviço satisfatório para o cliente.

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