Procedimento para manutenção veicular

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Procedimento para manutenção veicular

  1. 1. Manutenção veicular
  2. 2. O Que é Manutenção Manter Significa conservar um equipamento em um estado desejado de eficiência. Assim o objetivo da manutenção é:  Maximizar o tempo disponível para operação com o menor tempo parado por motivo de manutenção, com custos adequados e preservação do meio ambiente.
  3. 3. TIPOS DE MANUTENÇÃO  Manutenção PREVENTIVA – é a manutenção ou troca de um componente antes que ocorra a falha procurando identificar o tempo de troca através de dados estatísticos de falhas  Manutenção PREDITIVA – é uma variação da manutenção preventiva onde o componente é acompanhado por análises das condições que se encontra procurando maximizar seu uso com segurança e confiabilidade  INSPEÇÃO – é a verificação do equipamento para avaliar o estado do mesmo e detectar possíveis falhas  Manutenção CORRETIVA - é a correção do defeito após a ocorrência do mesmo  Reforma Geral – é a desmontagem do equipamento para trocar ou reparar todos os componentes que apresentam desgaste ou falhas, deixando o componente próximo ao estado de novo
  4. 4. Inspeção de Operação  É uma verificação diária realizada pelo motorista que deverá ser realizada toda vez que o veículo for utilizado
  5. 5. Manutenção Preventiva É realizada periodicamente em intervalos de tempo ou Km rodado por veículo. Deve ser baseada em intervalos recomendados pelo fabricante (no manual do veículo vem os principais itens a serem observados) e também na experiência adquirida pela empresa com o modelo do veículo
  6. 6. Como elaborar um plano de manutenção preventiva  Classificação dos veículos em grupos que se submeterão a mesma manutenção:  Tipo de serviço:  Severo: Veículos que rodam em grandes centros urbanos ou estradas não pavimentadas  Rodoviáro: Veículos que rodam em estradas pavimentadas e percursos longos (maior que 100km)  Misto: Veículos com operação entre o severo e rodoviário
  7. 7. Plano de Manutenção Preventiva  Periodicidade  São os intervalos entre as manutenções preventivas, depende do tipo de serviço que é executado ou da recomendação do fabricante.  Deve-se procurar que os intervalos de manutenções preventivas sejam submúltiplos de intervalos de troca de óleo, assim evitamos constantes paradas dos equipamentos
  8. 8. Sistema de controle Para que a manutenção seja eficiente é necessário ter um controle que contemple as seguintes fases: • Solicitação do serviço: entrada do sistema • Planejamento do serviço • Programação do serviço • Gerenciamento da execução do serviço • Registro dos serviços e recursos • Gerenciamento de equipamento • Administração da carteira de serviços • Gerenciamento dos padrões de serviços • Gerenciamento dos recursos • Administração de estoque
  9. 9. Sistemas de Dados Para uma frota pequena é admissível o controle através de fichas, mas a partir de determinado tamanho ou uma maior criticidade em análises de dados é necessário sistemas (software) para controle da manutenção veicular. Alguns exemplos de software: Autumn: www.autumn.com.br/v2/index.htm Datasul: www.datasul.com.br/ Microsiga: www.totvs.com Transoft: www.transoft.com.br/saa/site/novo/ Guberman: www.guberman.com.br/ Globus: http: bgmrodotec.com.br/site2008/Globus.aspx
  10. 10. Planos de Manutenção PLANO PROPOSTOS km Proposta Cubo traseiro 135000 Alinhamento de farois 90000 Cabeçote compressor e descarbonização dos canos 180000 Filtro de Ar obs: fazer teste de restrição nas inspeções Filtro APU 135000 Alternador revisar 75000 Revisão do ar condicionado 45000 Revisar e lubrificar Limpador de parabrisas 60000 Motor de partida lubrificar e medir as escovas 75000 Limpeza Geral 15000 Verificar alinhamento de pneus 15000
  11. 11. Planos de Manutenção PLANO PROPOSTOS km Proposta Inspeção de Rotina 3000 Manutenção Preventiva 15000 Regulagem de Válvulas 180000 Trocar Filtro ARLA32 240000 Óleo de Caixa MBB*com radiador 90000 Óleo de Caixa ZF *com radiador 90000 Óleo eixo traseiro 90000 Óleo Motor 30000 Filtro Diesel 30000 Filtro Separador Agua e Óleo 60000 Cubo Dianteiro 120000
  12. 12. Procedimentos para Inspeção  A seguir vamos apresentar os procedimentos para inspeção dos veículos que deverão ser adotado nas Inspeções de Rotina e na manutenções Preventiva
  13. 13. MECÂNICA
  14. 14. Sistema de Direção BRAÇO PITMAN, BRAÇO AUXILIAR, CARDÃ DA CAIXA DE DIREÇÃO Com o veículo posicionado na vala, movimentar a direção para os dois lados para verificação de folgas e verificar o estado geral, a existência de elementos de trava e as folgas ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO CRUZETAS E CARDÃ DE DIREÇÃO SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS CAIXA ANGULAR SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS CAIXA DE DIREÇÃO SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS, COM VAZAMENTO BRAÇO PITMAN SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS BRAÇO AUXILIAR SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS PORCAS AUTO- TRAVANTE/CUPILHAS SOLTA, FALTANTE AMORTECEDOR DE DIREÇÃO SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS, COM VAZAMENTO
  15. 15. Sistema de Direção BRAÇO PITMAN, BRAÇO AUXILIAR, CARDÃ DA CAIXA DE DIREÇÃO Com o veículo posicionado na vala, movimentar a direção para os dois lados para verificação de folgas e verificar o estado geral, a existência de elementos de trava e as folgas ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO LONGARINAS TRINCADO, CORROIDO, DANIFICADO BARRA DE DIREÇÃO SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS COLUNA DE DIREÇÃO TRAVANDO, COM FOLGA AXIAL, COM FOLGA RADIAL, COM FOLGA DE GIRO SUPERIOR A 1/4, SEM ACABAMENTO MANGUEIRAS SOLTAS, COM VAZAMENTO, EM ATRITO VOLANTE SOLTO, QUEBRADO, FALTANDO REVESTIMENTO, DESALINHADO
  16. 16. Suspensão  Com o Veículo Na Vala, observar desgaste das buchas, vazamentos e amassamento nos amortecedores porcas e cupilhas, trinca nas molas, alinhamento, folgas. ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO MANGA DE EIXO FOLGA AXIAL MAIOR QUE 1MM, FOLGA RADIAL BATENTES SOLTO, DANIFICADO MOLA PNEUMÁTICA (BOLSA DE AR) VAZANDO, TRINCADA, DESALINHADA, DANIFICADA SUPORTE DAS BOLSAS SOLTO, DANIFICADO VALVULAS NIVELADORAS COM VAZAMENTO, DANIFICADA AMORTECEDORES SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS, COM VAZAMENTO, AMASSADO ALGEMAS/JUMELOS (CARRO COM MOLAS) SOLTO, DANIFICADO OLHAL DA MOLA COM FOLGA BARRA TENSORA COM FOLGA BARRA ESTABILIZADORA COM FOLGA, DANIFICADA
  17. 17. Suspensão  Com o Veículo Na Vala, observar desgaste das buchas, vazamentos e amassamento nos amortecedores porcas e cupilhas, trinca nas molas, alinhamento. ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO MANGA DE EIXO FOLGA AXIAL MAIOR QUE 1MM, FOLGA RADIAL BATENTES SOLTO, DANIFICADO MOLA PNEUMÁTICA (BOLSA DE AR) VAZANDO, TRINCADA, DESALINHADA, DANIFICADA SUPORTE DAS BOLSAS SOLTO, DANIFICADO VALVULAS NIVELADORAS COM VAZAMENTO, DANIFICADA AMORTECEDORES SOLTO, COM FOLGA, TRAVADA, COM TRINCAS, COM VAZAMENTO, AMASSADO ALGEMAS/JUMELOS (CARRO COM MOLAS) SOLTO, DANIFICADO OLHAL DA MOLA COM FOLGA BARRA TENSORA COM FOLGA BARRA ESTABILIZADORA COM FOLGA, DANIFICADA
  18. 18. Transmissão  Com o carro na vala, verificar vazamentos, trincas, folgas e fixação da caixa de marchas, cruzetas, cubo de roda e cilindros da embreagem ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO CARDÃ COM FOLGA ROLAMENTOS DO CARDÃ SOLTO, COM FOLGA, DANIFICADO CINTA DO CARDÃ DANIFICADA COXINS DO CAMBIO SOLTO, DANIFICADO CAIXA DE CÂMBIO COM VAZAMENTO, DANIFICADA TRAMBULADOR/VARÃO DO CAMBIO COM FOLGA, DANIFICADA SERVO DE EMBREAGEM COM VAZAMENTO, DANIFICADA CILINDRO EMISSOR (MESTRE) COM VAZAMENTO, DANIFICADA EIXO TRASEIRO COM FOLGA, COM VAZAMENTO, TRINCADO CUBOS DE RODA COM FOLGA, COM VAZAMENTO, TRINCADO
  19. 19. Freios  Com o carro na vala, calçar as rodas, soltar o freio de mão, retornar as catracas observando a pressão e acionar o freio para verificar se estão regulando automáticamente, observar vazamentos de ar, espessura das pastilhas e lonas (menos de 1,5mm para chegar no indicador de desgaste deverão ser trocadas), presença de óleo nas lonas, folga do eixo “S”
  20. 20. Freios ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO ESPESSURA DE LONAS/PASTILHAS MENOS DE 1,5MM DO INDICADOR DE DESGASTE LONAS COM FOLGA, DANIFICADA, COM GRAXA/ÓLEO ESPELHO DE RODA SOLTO, FALTANTE, DANIFICADO TAMBORES DE FREIO/DISCOS COM DESGASTE MANGUEIRAS E CONEXÕES SOLTAS, COM VAZAMENTO, EM ATRITO CUICAS DE FREIO COM VAZAMENTO, DANIFICADA REGULADORES DE FREIO (CATRACAS) SOLTO, COM FOLGA, SEM PRESSÃO, TAMPA QUEBRADA, NÃO REGULA EIXO "S" COM FOLGA RADIAL SUPERIOR A 1MM, COM FOLGA AXILA SUPERIOR A 1,5MM
  21. 21. Freios ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO FREIO DE ESTACIONAMENTO COM VAZAMENTO, DANIFICADA MANETE FREIO DE ESTACIONAMENTO COM VAZAMENTO, DANIFICADA RESERVATÓRIOS SOLTO, DANIFICADO PEDAIS LISOS VAVULA PEDAL COM VAZAMENTO, DANIFICADA VALVULA APU COM VAZAMENTO, DANIFICADA FILTRO DA VALVULA APU SUJO, SATURADO, COM ÓLEO VALVULA DE RETENÇÃO COM VAZAMENTO, DANIFICADA VALVULA RELE COM VAZAMENTO, DANIFICADA
  22. 22. Rodas e Pneus  Observar o desgastes dos sulcos dos pneus, sendo que não poderá estar no indicador de desgaste existente na banda de rodagem, também não pode ter diferença maior que 2mm entre os sulcos, observar desgaste quanto ao alinhamento e desgastes não uniformes
  23. 23. Rodas e Pneus ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO PORCAS E PRISIONEIROS COM FOLGA, FALTA PNEUS COM RACHADURAS/BOLHAS/C ORTES BANDA DE RODAGEM DESGASTE IRREGULAR SULCOS DA BANDA PROFUNDIDADE < 4MM DIANTEIRA OU 2MM TRASEIRA ESTEPE LISO, FALTANDO, SOLTO
  24. 24. Motor  Funcionar o motor e observar a existência de ruído estranho (batidas, falhamento). Com o motor desligado observar vazamentos de óleo ou água nas juntas do cárter, suspiro, tampa das engrenagens de distribuição, cabeçote do motor, compressor, bomba injetora/unidades
  25. 25. Motor ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO COXIM SOLTO, TRINCADO, DANIFICADO SUPORTE DO COXIM SOLTO, DANIFICADO BOMBA INJETORA/UNIDADES SOLTA, COM VAZAMENTO, CANOS INJETORES COM VAZAMENTO, DANIFICADA COMPRESSOR COM VAZAMENTO, DANIFICADA CABEÇOTE VAZANDO ÓLEO FUNCIONAMENTO BARULHO ANORMAL
  26. 26. Motor ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO CARTER COM VAZAMENTO, PASSANDO COMPRESSÃO FUNCIONAMENTO BARULHO ANORMAL FILTRO DE AR MEDIR A RESTRIÇÃO E SUBSTITUIR ACIMA DE 160 MM COLUNA DÁGUA MANGUEIRAS DA ADMISSÃO ABRAÇADEIRAS SOLTAS, DANIFICADAS TURBINA COM VAZAMENTO DE ÓLEO, COM VAZAMENTO DO ESCAPAMENTO CORREIAS COM FOLGA(AJUSTAR), COM TRINCAS ATINGINDO AS LONAS ESTICADORES SOLTOS, DANIFICADOS, COM RUÍDOS
  27. 27. Arrefecimento  Com o motor funcionando observar ruído na bomba dágua e borbulhamento excessivo no redervatório dágua. Com o motor desligado observar se há compressão no reservatório (cuidado ao abrir a tampa, pode estar quente), observar se as mangueiras estão ressecadas, abraçadeiras apertadas, folga na bomba d’água, hélice eletromagnética deve ter certa resistencia ao girar, verificar se o radiador e pós resfriador (intercooler) está limpo
  28. 28. Arrefecimento ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO RADIADOR SUJO, COM VAZAMENTO PÓS RESFRIADOR (INTERCOOLER) SUJO, COM VAZAMENTO MANGUEIRAS MUITO RESSECADAS, COM VAZAMENTO BOMBA DÁGUA COM RUÍDO ANORMAL, COM VAZAMENTO TANQUE DE EXPANSÃO (RESERVATÓRIO D'ÁGUA) COM VAZAMENTO, COM PRESSÃO, NIVEL BAIXO LIQUIDO DE ARREFECIMENTO BAIXO NIVEL DE ADITIVO
  29. 29. ELÉTRICA
  30. 30. Painel • Virar a chave para a posição ligado (sem dar a partida) aguardar o painel fazer a leitura dos instrumentos e observar se o sinal sonoro do painel está funcionando. • Dar a partida no carro e observar se as luzes piloto (temperatura, pressão de óleo, PLD, etc) estão normal. • Seguir os itens abaixo:
  31. 31. Iluminação Externa ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO FAROL ALTO INOPERANTE FAROL BAIXO INOPERANTE LUZES DE SETA INOPERANTE LUZES VIGIA INOPERANTE ALERTA INOPERANTE LUZ DA PLACA INOPERANTE LUZ DE FREIO INOPERANTE LANTERNAS INOPERANTE LUZ DE MARCHA RÉ INOPERANTE SIRENE MARCHA RÉ INOPERANTE LUZ DO BAGAGEIRO INOPERANTE
  32. 32. Elétrica ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO LIMPADOR DO PARA-BRISA FALTANDO ESTAGIO, INOPERANTE, DESGASTE DE BORRACHAS, FOLGA EIXOS ITINERÁRIO LED'S QUEIMADOS, INOPERANTE LUZ DO SALÃO INOPERANTE LUZ DE LEITURA INOPERANTE LUZ IDENTIFICAÇÃO POLTRONA INOPERANTE CAMPAINHA INOPERANTE SOM DISTORCIDO, INOPERANTE VIDEO DISTORCIDO, INOPERANTE LUZES DO PAINEL APAGADO MANOMETRO PRESSÃO AR INOPERANTE SINAL SONORO PAINEL INOPERANTE
  33. 33. Elétrica ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO MANOMETRO PRESSÃO AR INOPERANTE SINAL SONORO PAINEL INOPERANTE BUZINA INOPERANTE LUZ DO DEGRAU INOPERANTE LUZ DA CABINE INOPERANTE LUZES DO SANITÁRIO INOPERANTE TORNEIRAS E DESCARGA ELÉTRICA INOPERANTE TACÓGRAFO AGULHAS DESALINHADAS, HORÁRIO ERRADO, DANIFICADO CHAVE DE SETA SOLTA, DANIFICADA ALTERNADOR COM RUÍDO ANORMAL, GERANDO ACIMA DE 29 OU ABAIXO DE 22 v MOTOR DE PARTIDA FALHANDO, NÃO FUNCIONA BATERIAS MAL FIXADAS, BORNES DANIFICADOS, CABOS SOLTOS
  34. 34. Ar Condicionado • Com o Veículo Ligado, ligue o ar condicionado, regule para 04 graus abaixo da temperatura ambiente e observe se os motores do condensador estão funcionando, observe se há leitura indicação de erro no painel; vá para o salão e percorrendo todo o corredor observe o fluxo de ar passando as mãos próximo as saídas do ar condicionado, caso haja diferença de fluxo pode ser indicador de que algum motor do evaporador está com mal funcionamento; • Abra a tampa de retorno do ar e observe o filtro, solicite a limpeza caso necessário, observe o visor de líquido que não poderá apresentar bolhas. • Os ventiladores deverão reduzir a velocidade quando faltar 01 ou dois graus para chegar na temperatura regulada.
  35. 35. Ar Condicionado ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO MOTORES DO EVAPORADOR DANIFICADO, PARADO MOTORES DO CONDENSADOR DANIFICADO, PARADO PAINEL DANIFICADO, NÃO DEMOSNTRA VALORES FILTRO DE RETORNO DO AR DO SALÃO SUJO. FALTA VISOR DE LIQUIDO APRESENTA BOLHAS, VAZIO COMPRESSOR COM VAZAMENTO, BAIXO NIVEL DE ÓLEO
  36. 36. CARROCERIA
  37. 37. Carroceria • Contornar o veículo, anotando na ficha de manutenção os pontos amassados e arranhados da lataria, • Verificar a folga e regulagem das tampas (traseira, bagageiro, tanque, manutenção,etc); • Verificar a fixação e funcionamento dos itens conforme lista de verificação abaixo:
  38. 38. Carroceria ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO PARA CHOQUES TRINCADOS, DANIFICADOS PLACAS ILEGIVEIS, DESCASCADAS, AMASSADAS FRISOS EXTERNOS DANIFICADOS, FALTANTES JANELAS QUEBRADAS, TRINCADAS COM MUITA FOLGA, DIFICULDADE DE ABRIR OU FECHAR BANCOS SOLTOS, COM FOLGAS, NÃO RECLINA CINTOS DE SEGURANÇA FALTANTE, TRAVADOS, DANIFICADOS PORTA PACOTE SOLTO, COM FOLGA PORTA DO SANITÁRIO NÃO FECHA, SEM ARO DE VEDAÇÃO, DANIFICADA VASO SANITÁRIO SEM TAMPA DE VEDAÇÃO, DESCARGA NÃO FUNCIONA, SEM ASSENTO PIA SANITÁRIO SEM ÁGUA, ENTUPIDA
  39. 39. Carroceria ITEM MOTIVO DE REPROVAÇÃO ESPELHO TRINCADO, DANIFICADO EXTINTOR SOLTO, VENCIDO TRIANGULO DE SEGURANÇA SOLTO, DANIFICADO MACACO SOLTO, COM VAZAMENTO PINTURA ARRANHADA, AMASSADA, DESBOTADA PARA SOL MOTORISTA NÃO TRAVA, DANIFICADO BANCO DO MOTORISTA ESPUMA BAIXA, COM FOLGA,NÃO REGULA PISO FRISO SOLTO, REVESTIMENTO RASGADO OU SOLTO, LASTRO DANIFICADO CORTINAS SUJAS, SOLTAS, RASGADAS SAIDAS DE EMERGENCIA FALTANDO
  40. 40. Resolução 216 de 14/12/2006 Área Critica de Visão do Motorista • As trincas e fraturas são consideradas dano ao pára- brisa: • I – A área crítica de visão do condutor é aquela determinada por um retângulo de 50 cm de altura por 40 cm de largura, cujo eixo de simetria vertical é demarcado pela projeção da linha de centro do volante de direção (paralela à linha de centro do veículo e a base do mesmo coincide com a linha tangente do ponto mais alto do volante).
  41. 41. Resolução 216 de 14/12/2006 Área Critica de Visão do Motorista • II – As trincas em pára-brisas, fora da área critica de visão do condutor, não podem exceder o limite de 200 mm de diâmetro, e as fraturas localizadas de configurações circulares não poderão ser superior a 40 mm de diâmetro, limitadas a no máximo 03 (três) danos fora da área crítica de visão do condutor.
  42. 42. Resolução 216 de 14/12/2006 Área Critica de Visão do Motorista
  43. 43. Considerações • Nas inspeções de rotina os itens críticos (freio, direção e iluminação/sinalização) deverão ser sanados imediatamente, os demais deverão ser programados • Aproveitar também as inspeções de rotina para programar as peças junto ao almoxarifado para a preventiva do veículo. • Nas manutenções preventivas TODOS itens devem ser sanados
  44. 44. Bibliografia • Manutenção Função Estratégica – Alan Kardec Pinto e Julio Nascif, Qualitymark Editora; • Manual Credenciados 2010 ARTESP.

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