SITUAÇÕES DESAFIADORAS NO TRATAMENTO DE           FERIDAS COMPLEXASPESSOAS IMUNOSUPRIMIDAS E MANEJO DA DOR                ...
IMUNOSSUPRESSÃOAto de reduzir a atividade ou eficiência do sistema imunológico   Pacientes imunossuprimidos:     –   HIV+...
TRANSPLANTE DE CÉLULA TRONCO              HEMATOPOÉTICA - TCTHDoenças       hematológicas               neoplásicas       ...
DECH – doença do enxerto contra hospedeiro   Síndrome sistêmica considerada uma das principais complicações do    TCTH al...
Mecanismo Imunofisiopatológico da DECHRegime de CondicionamentoDano Tissular no hospedeiro(pele, intestino e fígado)Libera...
CLASSIFICAÇÃO DA DECH             NIH Consensus Conference for GVHD (2005)                                                ...
Manifestações Cutâneas DECHa   Queimação e/ou prurido palmo-plantar   Eritema palmo-plantar ou difuso   Exantema maculo...
DECH Grau IV                            21                                                                           4    ...
DECHa Evolução HistológicaESTADIO           DANOI                 Vacuolização dos queratinócitos                  basaisI...
Manifestação DECHcrônica pele  CARACTERÍSTICA / SECUNDÁRIO  Poiquiloderme    eritema   pigmentação, atrofia, telangiectasi...
despigmentação
TMO halogênicoDoador masc aparentado “full match”
Manifestações DECH crônica      característica                    COMUM DECHaBOCARestrição de abertura (por esclerose)    ...
MANEJO DA DOR   Investigar tolerância álgica na fase pré condicionamento    dor neuropática    ardor e queimação    lesõe...
PRINCÍPIOS DE BOAS PRÁTICASWorld Union of Wound Healing Societies - WUWHS / 2007Minimização da dor nos curativos e impleme...
PRINCÍPIOS DE BOAS PRÁTICASWorld Union of Wound Healing Societies - WUWHS / 2007Minimização da dor nos curativos e impleme...
Mecanismos de hidratação tópica da pele      1.Oclusão      2.Umectação      3.Hidratação ativa                           ...
+25 TMO halogeniconão aparentado 10 /10Detecção precoceComunicação equipeMonitoramentoProteçãoDrenagem e proteçãoMonitoram...
AS DORES OCULTAS...RESSECAMENTO E ALTERAÇÕES DA PELEPRURIDO INTENSOARDÊNCIA E QUEIMAÇÃOFÂNEROS ALTERADOSROSTO/CORPO CUSHIN...
DIMENSÃO ESTÉTICA DO SER HUMANOE CONSCIÊNCIA CORPORAL
“quando estamos bem,nos sentimos belos ”Consciência     Respeito           Cuidado
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Lina - 21/09/2012

  1. 1. SITUAÇÕES DESAFIADORAS NO TRATAMENTO DE FERIDAS COMPLEXASPESSOAS IMUNOSUPRIMIDAS E MANEJO DA DOR Lina Monetta
  2. 2. IMUNOSSUPRESSÃOAto de reduzir a atividade ou eficiência do sistema imunológico Pacientes imunossuprimidos: – HIV+ – CA – Síndromes de imunodeficiência congénita – Esplenectomizados. Pacientes em tratamento de doenças auto-imunes – Doença de Crhon, artrite reumatóide, Lupus eritematoso Pacientes transplantados (órgãos sólidos) Pacientes Transplantados com Células Tronco Hematopóticas (TCTH) – Controle da doença enxerto-versus-hospedeiro (DECH) – Submetidos a imunossupressão, quimioterapia e ITC ORTIZ,E; YENG,RT; ALLIEGRO,FC; SAKANO,E Microbiologia nos imunossuprimidos do Hospital das Clínicas. Reb Bras Otorr, Vol. 77 / Edição 4 / Período: Julho - Agosto de 2011
  3. 3. TRANSPLANTE DE CÉLULA TRONCO HEMATOPOÉTICA - TCTHDoenças hematológicas neoplásicas imunológicas congênitasResgate do sistema hematopoético e imunológicoapós o condicionamento por quimioterapia em altasdoses e ICT1. Destruição memória imunológica2. Tratamento da medula ou captação de medula saudável3. Infusão das celulas tronco4. Reinício da história imuno-hematológica
  4. 4. DECH – doença do enxerto contra hospedeiro Síndrome sistêmica considerada uma das principais complicações do TCTH alogênico Incidência: 30 a 50% dos receptores (70% no Transpl não aparentado) Responsável por 15 a 40% da taxa de mortalidade aguda do TMO Provoca dano especialmente nos tecidos da pele, fígado e intestino Dificulta drásticamente a qualidade de vida do paciente durante o tratamento Compromete seu prognóstico, aumentando seu tempo de internação, elevando muito o custo de seu tratamento Apperley,J Masszi,T Graft-versus-host disease in The EBMT Handbook Haematopoietic Stem Cell Transplantation 2012 Santos PSS, et al Doença do enxerto versus hospedeiro em pacientes transplantados de medula óssea. RPG Rev Pós Grad 2005;12(4)506-11 Vizoni SL, et al Ver. Bras. Hematol. Hemoter. 2008; 30(2):142-152.
  5. 5. Mecanismo Imunofisiopatológico da DECHRegime de CondicionamentoDano Tissular no hospedeiro(pele, intestino e fígado)Liberação de citocinas inflamatórias(IL1; TNF α) e penetração de lipossacarídeosbacterianos entéricosExposição de Ag teciduais (APC)Recrutamento do sistema imunológicolinf T (se expandem clonalmente)produção de interleucinas IL2; IL4Ativação dos linf TH1 e TH2 que produzemuma “tormenta de citocinas”Ativação de linf T, macrófagos, mastócitos ecels NKApoptose celular e dano tissular no receptor
  6. 6. CLASSIFICAÇÃO DA DECH NIH Consensus Conference for GVHD (2005) Dias após TMO 0 100 PersistenteDECH aguda Recorrente Recorrente < 100 dias (7º-21º) Tardia Aguda Características agudas Acomete pele, fígado e TGI GVHD QuiescenteDECH crônica Após o 100º dia Características dç auto-imune síndrome multiorgânica, Crônica Progressiva dç esclerodérmica Quiescente De Novo NIH Consensus Conference for GVHD (2005) TRELEAVEN J, BARRETT AJ, Hematopoietic Stem cell Transplantation in Clinical Practice .ELSEVIER, 2009. p. 387-407
  7. 7. Manifestações Cutâneas DECHa Queimação e/ou prurido palmo-plantar Eritema palmo-plantar ou difuso Exantema maculo-papular (tórax, pescoço e bochecha) Orelha violáceas Comprometimento mucoso (≈ indução por quimioterápico) Eritrodermia esfoliativa e flictenas(quadro cutâneo ≈ necrólise epidérmica tóxica) FUNKE AMV, UFPR – Curitiba – Fisiopatologia da http://www.osiris.com/prod_gvhd.php Doença do Enxerto contra Hospedeiro
  8. 8. DECH Grau IV 21 4 31. http://www.osiris.com/prod_gvhd.php2. Hausermann, P, et al. Dermatology 2008;216:287–3043. LM Ball and RM Egeler, Bone Marrow Transplantation (2008) 41, S58–S644. http://emedicine.medscape.com/article/886758-media
  9. 9. DECHa Evolução HistológicaESTADIO DANOI Vacuolização dos queratinócitos basaisII Presença de queratinócitos disceratóticos e vacuolização dos queratinócitos basaisIII Fendas focais da camada basalIV Epiderme totalmente separada da dermeMATOS SILVA, M ; BOUZAS, L.F.; FILGUEIRA, A L; Manifestações tegumentaresda DECH em pacierntes transplantados de medula óssea. An Bras de Dermatol2005: 80 (1) 69-80.
  10. 10. Manifestação DECHcrônica pele CARACTERÍSTICA / SECUNDÁRIO Poiquiloderme eritema pigmentação, atrofia, telangiectasia e eritema Liquen plano – like queratose Alterações escleróticas lesão vitiligóide Morphea – like hiperpigmentação/ despigmentação espessamento e endurecimento por colágeno liquen planomorphea morphea
  11. 11. despigmentação
  12. 12. TMO halogênicoDoador masc aparentado “full match”
  13. 13. Manifestações DECH crônica característica COMUM DECHaBOCARestrição de abertura (por esclerose) gengivitePlacas hiperqueratóticas mucositeXerostomia eritemaAtrofia de mucosaLiquen planoUNHASDistrofiaSulcos longitudinaisQueda das unhas
  14. 14. MANEJO DA DOR Investigar tolerância álgica na fase pré condicionamento dor neuropática ardor e queimação lesões da mucosite prurido intenso dor articular Monitorar queixas álgicas – durante o condicionamento – pega da medula – até alta (intensificando se DECH) Conhecer queixas do paciente – Mapear (referência inidividual) – Observação detalhada e instrumentalizada (definir escala) – Registro detalhado queixaXmedicaçãoXcuidados e recursos (diagrama)
  15. 15. PRINCÍPIOS DE BOAS PRÁTICASWorld Union of Wound Healing Societies - WUWHS / 2007Minimização da dor nos curativos e implementação de estratégias para alívio da dor Identificar e tratar a causa da ferida crônica atacando a causa – Controlar o edema – Controlar a infecção – Controlar a pressão Evoluir e documentar as características das queixas álgicas de forma regular Realizar o manejo da ferida de forma suave, evitando atrito, aderência e soluções frias
  16. 16. PRINCÍPIOS DE BOAS PRÁTICASWorld Union of Wound Healing Societies - WUWHS / 2007Minimização da dor nos curativos e implementação de estratégias para alívio da dor Selecionar método apropriado de desbridamento, considerando a queixa álgica já existente e tolerância do paciente Escolher produtos que minimizem o trauma na troca do curativo, ofereçam conforto, balanço hídrico e evite maceração Avaliar necessidade de uso de fármacos ou outras terapias para tratar a dorATENÇÃO: Como a dor é investigada? Observar sinais não verbais Escutar o que o paciente diz e o que ele espera Aprender a respeitar as expectativas do paciente
  17. 17. Mecanismos de hidratação tópica da pele 1.Oclusão 2.Umectação 3.Hidratação ativa Umectação : retêm água daOclusão: sobre a camada formulação + atmosfera + cd Hidratação ativa: ativos permeiamcórnea diminui a perda trans- córnea , sem permeá-la camada córnea, podendo reter águaepidermal em toda extensão filme hidrofílico aumentando a retenção de água na superfície Permeia a camada córneaFilme lipofílico Óleos vegetais, cutânea ligando-se a moléculas de água, diminuiminerais e gorduras animais Produtos enriquecidos com uréia perda transepiderma Derma Membraneativos hidratantes por oclusão por diferença de osmolaridade Structurel DMS ou com lactato de *Aquaporinas amônia
  18. 18. +25 TMO halogeniconão aparentado 10 /10Detecção precoceComunicação equipeMonitoramentoProteçãoDrenagem e proteçãoMonitoramentoStenotrofomonas
  19. 19. AS DORES OCULTAS...RESSECAMENTO E ALTERAÇÕES DA PELEPRURIDO INTENSOARDÊNCIA E QUEIMAÇÃOFÂNEROS ALTERADOSROSTO/CORPO CUSHINGÓIDECOMO ATUAR??OUVIRESTIMULAR CONSCIÊNCIA CORPORALRESPEITO À DIMENSÃO ESTÉTICA DO PACIENTE
  20. 20. DIMENSÃO ESTÉTICA DO SER HUMANOE CONSCIÊNCIA CORPORAL
  21. 21. “quando estamos bem,nos sentimos belos ”Consciência Respeito Cuidado

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