HISTÓRIA
DO
BRASIL
Monitor: Alisson R. Santori
O SURGIMENTO
DA REPÚBLICA
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Só foi possível acontecer a proclamação da
república no Brasil por causa da conjugação de
forças dos setores urbanos co...
A PROCLAMAÇÃO E
OS GOVERNOS
MILITARES
A ÚLTIMA PROPOSTA MONARQUISTA
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Diante de várias pressões por mudanças, o
Imperador manda ao Congresso um grupo de
reform...
A última proposta monarquista

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Essas reformas, se aprovadas, tornariam o regime
monárquico mais democrático e igualitár...
A ÚLTIMA PROPOSTA MONARQUISTA

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No entanto, as tais reformas foram barradas no
Congresso pelos senadores. O Imperador, e...
A POPULARIDADE

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DO IMPÉRIO

Apesar da crise, o Império encontrava-se no auge
de sua popularidade, devido à abolição da
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CAUSAS

DO GOLPE

Crise e desgaste da Monarquia - o sistema
monárquico não correspondia mais aos anseios da
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CAUSAS

DO GOLPE

Classe média e profissionais liberais desejavam
mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao
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O GOLPE

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Com o Congresso dissolvido, o general afastado
Deodoro da Fonseca liderou o golpe contra o
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OS GRUPOS REPUBLICANOS

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republicanos. Um era ligado aos interesses dos
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O FEDERALISMO

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OS GOVERNOS MILITARES

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AS REVOLTAS

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A CONSOLIDAÇÃO

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A INDUSTRIALIZAÇÃO

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O surgimento da república

  1. 1. HISTÓRIA DO BRASIL Monitor: Alisson R. Santori
  2. 2. O SURGIMENTO DA REPÚBLICA
  3. 3.  Só foi possível acontecer a proclamação da república no Brasil por causa da conjugação de forças dos setores urbanos com os fazendeiros do Oeste paulista e o Exército.
  4. 4. A PROCLAMAÇÃO E OS GOVERNOS MILITARES
  5. 5. A ÚLTIMA PROPOSTA MONARQUISTA  Diante de várias pressões por mudanças, o Imperador manda ao Congresso um grupo de reformas que incluíam: - a ampliação do eleitorado; - autonomia para os municípios; - liberdade de culto; - Senado não-vitalício; - aperfeiçoamento do ensino; - nova lei de terras facilitando sua aquisição e a redução dos direitos de exportação.
  6. 6. A última proposta monarquista  Essas reformas, se aprovadas, tornariam o regime monárquico mais democrático e igualitário do que acabou sendo a Primeira República, no entanto, as tais reformas foram barradas no Congresso pelos senadores.
  7. 7. A ÚLTIMA PROPOSTA MONARQUISTA  No entanto, as tais reformas foram barradas no Congresso pelos senadores. O Imperador, então, dissolveu o Congresso e antes da nova reunião, o Império caiu.
  8. 8. A POPULARIDADE  DO IMPÉRIO Apesar da crise, o Império encontrava-se no auge de sua popularidade, devido à abolição da escravatura. Um grupo abolicionista chamado Guarda Negra, liderado por José do Patrocínio, atacava convenções republicanas e apoiava a sucessão da Princesa Isabel.
  9. 9. CAUSAS DO GOLPE Crise e desgaste da Monarquia - o sistema monárquico não correspondia mais aos anseios da população e às necessidades sociais. Forte interferência de D. Pedro II nas questões religiosas, que provocou atritos com a Igreja Católica. Censura imposta pelo regime monárquico aos militares.
  10. 10. CAUSAS DO GOLPE Classe média e profissionais liberais desejavam mais liberdade política, por isso muitos aderiram ao movimento republicano. Falta de apoio da elite agrária ao regime monárquico, pois seus integrantes queriam mais poder político. Fortalecimento do movimento republicano, principalmente nas grandes cidades do Sudeste.
  11. 11. O GOLPE  Com o Congresso dissolvido, o general afastado Deodoro da Fonseca liderou o golpe contra o Império, criou um governo provisório (1889-91) e convocou, em seguida, a Assembléia Constituinte.
  12. 12. AS PRIMEIRAS MEDIDAS E A NOVA  CONSTITUIÇÃO 1891 Durante a Primeira República ou República Velha, como ficou conhecido o período entre 1889 e 1930, o Brasil foi governado por treze presidentes.
  13. 13. AS PRIMEIRAS MEDIDAS E A NOVA  CONSTITUIÇÃO 1891 A característica mais marcante desse período reside no fato da predominância da oligarquia cafeeira que exerceu o poder político a favor dos seus próprios interesses. Logo que a República foi proclamada, o Marechal Deodoro tomou algumas decisões que depois foram respaldadas pela nova Constituição
  14. 14. OS GRUPOS REPUBLICANOS  Havia basicamente dois grandes grupos republicanos. Um era ligado aos interesses dos cafeicultores, majoritariamente os cafeicultores paulistas, era fortemente federalista e defendia poucas mudanças sociais.
  15. 15.  O outro era o grupo dos militares, fortemente influenciado pelo positivismo, centralista e defensor de algumas reformas sociais.  O segundo grupo deu o golpe que derrubou o Império e instituiu a República, mas foi o primeiro que deu o tom da República.
  16. 16. O FEDERALISMO  O federalismo era defendido pelos fazendeiros, em especial os de São Paulo – região onde a cafeicultura mais se expandiu, desbancando o Rio.  Eles se viam prejudicados com a centralização monárquica e desejavam mais poderes para as províncias (agora chamados estados)
  17. 17. OS GOVERNOS MILITARES  O grupo dos militares e o grupo dos federalistas, representados no Congresso, logo entram em confronto.  Deodoro tomou medidas autoritárias, tentou dissolver o Congresso, mas foi obrigado a renunciar. Seu vice, eleito indiretamente, Floriano Peixoto (1891-94) deveria convocar novas eleições, o que não fez, levando a diversas revoltas pelo país.
  18. 18. AS REVOLTAS  Primeiramente, há o Manifesto dos trezes generais em 1892 pedindo eleições diretas para presidente. Floriano reforma esses generais. No ano seguinte, pelo mesmo motivo, há a Revolta da Armada no Rio de Janeiro e a Revolução Federalista no Sul do país, ambas massacradas duramente.
  19. 19. A CONSOLIDAÇÃO  DA REPÚBLICA Com o apoio do Exército e do PRP (Partido Republicano Paulista), Floriano consolidou o novo regime, garantindo assim a sucessão presidencial, consolidando também a política da oligarquia cafeeira.
  20. 20. A INDUSTRIALIZAÇÃO  Desde a década de 1880, inicia-se no país – especialmente nas cidades do Rio e São Paulo – um processo sólido de industrialização, em função da gradual adoção do trabalho livre e da importação de imigrantes.
  21. 21. A INDUSTRIALIZAÇÃO  Elas se restringem aos bens de consumo nãoduráveis: tecidos, bebidas, alimentos etc. Não há ainda indústrias de bens de consumo duráveis e indústrias de bens de capital relevantes.

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