DENGUE 
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 Criança com hematócrito aumentado em mais de 
10% acima do valor basal ou, na ausênc...
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GRUPO D 
Sinais de alarme presentes, Sindr. De extravasamento (HT aumentado diminuição 
da albumina e derrames cavitários)...
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Repetir até 3 vezes. 
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DENGUE 
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EXS COMPLEMENTARES 
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MONITORAR 
P.A a cada 2 horas 
Hematócrito a cada 4 horas 
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DENGUE 
CRITÉRIOS DE ALTA 
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Dengue 
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 Hidratar sempre. Repouso 
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Considerações 
O êxito das formas graves de dengue é baseado 
na 
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Dengue 
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Aspectos Epidemiológicos na 
sede de Varjota-Ce 
RELATÓRIO DOS CASOS SUSPEITOS E NOTIFICADOS DE 
DENGUE ATENDIDOS NA UNIDA...
DIREÇÃO DO VENTO INFLUI NA 
DISSEMINAÇÃO DO VETOR 
O Vento nestes últimos dias em Varjota 
estão vindo da direção ESE
CONSIDERAÇÕES 
IMPORTANTES 
 Para verificar se está havendo 
hemoconcentração (“cabidelização”) 
segue-se a fórmula do He...
ACHADOS DE IMAGEM - FHD 
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DENGUE GRAVE
DENGUE GRAVE
DENGUE GRAVE
DENGUE GRAVE
DENGUE TRATADA
DENGUE TRATADA
“QUALIS HOMO EST ILLE QUI ORBEM 
TERRARUM MELIOREM NOM FACIT?” 
“QUE HOMEM É UM HOMEM QUE NÃO 
TORNA O MUNDO MELHOR” 
Fras...
OBRIGADO!!!!!!
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Apresentação dengue- enf° alidemberg

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Capacitação feita para médicos e enfermeiros do Município de Varjota/Ce que que passou por uma grande epidemia de Dengue no ano de 2011

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    Falar da satisfação
  • Pq pensar em dengue
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  • Deter-se em cada sintoma
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  • Saber da epidemiologia cronologia dos sintomas
    Pegar na criança
    Saber se houve mudanças de habitos apetite
    Peso importancia nos medicamentos e seguimento
  • os sintomas de dor ,choro frequente são comuns nas otites.Nas Ivas .....
  • os sintomas de dor ,choro frequente são comuns nas otites.Nas Ivas .....
  • Sempre q possivel examinar a criança de maneira correta deitada , auscultar,pegar procurar manchas e ouvir a mãe sobre o q ela notou de diferente em sua criança
    Dengue tem sequencia de sintomas ,meningococcemia não
  • As principais doenças de cada grupo
  • Exantema maculo papular difuso
    Pruriginoso ou não
  • Experiencia da propria doença
  • Mostrar exantema
    edema
  • Petequias
  • Importancia da anamnese
    Cronologia dos sintomas
  • Hipotensão
    Diurese diminuida
    Diminuição plaq e hematrocrito
  • Importancia da enfermagem dos estudantes no reconhecimento desses sinais
    “O CHOQUE PODE SER EVITADO ATÉ 4 HORAS ANTES PELOS SINAIS DE ALARME “ Dr Eric Martinez.
  • Fisiopatologia FHD (endotelite desencadeada pelo virus e uma resposta imunológica ampificada do paciente ocorrendo perda plasmatica para o intersticio de liquidos eletrolitos e proteinas) = hemoconcentração,hipoalbuminemia e derrames cavitários.
  • Auto medicação
  • No HIAS fazemos HC. Orientacão do MS obrigatório para menores de 5 anos Todos devem falar a mesma linguagem o seguir o protocolo
    Adotar o cartao de acompanhamento do paciente com dengue
    ATESTADO MEDICO
  • Pac suspeito de Dengue Sem sinais de alarme:febre anorexia e nauseas, exantema,,dor continua,,leucopenia, prova do laço, historia de dengue na vizinhança ou em area endemica
    ,
  • Ultimo lembrete
  • Aspecto de exantema
  • adolescente
  • adol
  • Sem todas essas ações com certeza o mosquito vem com força total
  • Apresentação dengue- enf° alidemberg

    1. 1. DENGUE DENGUE EM CRIANÇAS Por: Alidemberg Araújo Loiola, Adaptado de Nilza Frota nilza.frota@hias.ce.gov.br / nilzafrota@hotmail.com
    2. 2. DENGUE PPoorrqquuee ppeennssaarr eemm DDeenngguuee??
    3. 3. SSIITTUUAAÇÇÃÃOO EENNDDÊÊMMIICCAA XX EEPPIIDDÊÊMMIICCAA CCAASSOO SSUUSSPPEEIITTOO DDEE DDEENNGGUUEE ((MMSS)):: FFeebbrree ccoomm dduurraaççããoo ddee aattéé 77 ddiiaass ++ ddooiiss oouu mmaaiiss ssiinnttoommaass:: cceeffaallééiiaa ddoorr ooccuullaarr mmiiaallggiiaa aarrttrraallggiiaa pprroossttrraaççããoo eexxaanntteemmaa hheemmoorrrraaggiiaass História epidemiológica –áreas presença do Aedes aegypti/doença .
    4. 4. DENGUE .. AAMMAANNMMEESSEE ((oouuvviirr aa mmããee)) ..EEXXAAMMEE CCLLIINNIICCOO (( ccuuiiddaaddoossoo )) ..PPeessoo aattuuaall ddaa ccrriiaannççaa ((iimmppoorrttâânncciiaa ))
    5. 5. DDEENNGGUUEE EEMM CCRRIIAANNÇÇAASS AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS Crianças pequenas e lactentes  Maioria assintomática ou oligossintomática Sintomas inespecíficos, semelhante a outras viroses • Febre alta, intermitente • Recusa alimentar, mal estar • Irritabilidade • Choro frequente, adinamia
    6. 6. DDEENNGGUUEE EEMM CCRRIIAANNÇÇAASS AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS Crianças pequenas e lactentes  Maioria assintomática ou oligossintomática Sintomas inespecíficos, semelhante a outras viroses • Febre alta, intermitente • Recusa alimentar, mal estar • Irritabilidade • Choro frequente, adinamia
    7. 7. DDEENNGGUUEE FFAASSEESS DDAA DDOOEENNÇÇAA 11--FFAASSEE FFEEBBRRIILL nnããoo éé ppoossssiivveell ssaabbeerr qquueemm vvaaii eevvoolluuiirr ppaarraa oo ddeenngguuee ccllaassssiiccoo oouu ddeenngguuee ggrraavvee 22--FFAASSEE CCRRIITTIICCAA qquuaannddoo ppaassssaa aa ffeebbrree 33--((FFAASSEE EEXXAANNTTEEMMÁÁTTIICCAA ddiiaagg ddiiffeerreenncciiaall)) 44--FFAASSEE HHEEMMOORRRRAAGGIICCAA 55--CCHHOOQQUUEE
    8. 8. DENGUE QQuuaannddoo hhoossppiittaalliizzaarr;; ..BBEEBBEESS ..SSiinnaaiiss ddee aallaarrmmee,, rreeccuussaa aalliimmeennttaarr ee ddee lliiqquuiiddooss.. PPrroobblleemmaass rreessppiirraattoorriiooss,, hheemmoorrrraaggiiccooss ((iinnddeeppeennddeennttee vvaalloorr ppllaaqquueettaass ..PPoorrttaaddoorreess ddee ccoo--mmoorrbbiiddaaddeess ddeessccoommppeennssaaddaass
    9. 9. DDEENNGGUUEE DDIIFFIICCUULLDDAADDEE DDEE AAVVAALLIIAAÇÇÃÃOO DDOOSS SSIINNTTOOMMAASS EE SSIINNAAIISS NNAA CCRRIIAANNÇÇAA lactente→ toda sintomatologia dolorosa → choro freqüente
    10. 10. • MENINGOCOCCEMIA • SEPTICEMIA • S. HENOCH-SHONLEIN • PTI • FEBRE AMARELA • MALÁRIA GRAVE • LEPTOSPIROSE • HANTAVIROSE DDEENNGGUUEE SÍNDROME FEBRIL SÍNDROME EXANTEMÁTICA SÍNDROME HEMORRÁGICA • IVAS • MALÁRIA • ROTAVIROSE • INFLUENZA • HEPATITE VIRAL • LEPTOSPIROSE • MENINGITE • RUBÉOLA • SARAMPO • ESCARLATINA • MONONUCLEOSE • EXANTEMA SÚBITO • ENTEROVIROSES • ALERGIAS SÍNDROME DO CHOQUE
    11. 11. DENGUE FFOORRMMAASS CCLLÍÍNNIICCAASS  Oligossintomática  Dengue Clássica  Dengue Grave - Febre Hemorrágica - Dengue com Complicações
    12. 12. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS Crianças pequenas e lactentes •Exantema •Sintomas de vias aéreas superiores raros •Hiperemia discreta de orofaringe •Dor abdominal / hepatomegalia não dolorosa
    13. 13. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS  Crianças Maiores, Adolescentes e Adultos Doença + severa + aguda • Febre, calafrios, adinamia, anorexia, náuseas, vômitos, diarréia • Cefaléia frontal e dor retro-orbitária • Severa dor músculo-esquelética • Hiperestesia de pele
    14. 14. DENGUE QUADRO CLÍNICO - ETAPA FEBRIL  0 - 48 horas Febre Cefaléia Dor retro-orbitária Mialgias, artralgias Exantema (50%) Discreta dor abdominal
    15. 15. AO FINAL DO 2° DIA OU COMEÇO DO 3º DIA: Sangramentos: Petéquias Epistaxe Gengivorragia Vômitos sanguíneos Sangramento por punção venosa Hematúria Prova do laço positiva
    16. 16. DENGUE QUADRO CLÍNICO - ETAPA CRÍTICA Com a queda ou desaparecimento da febre Aparecimento SINAIS DE ALARME da DENGUE
    17. 17. DDEENNGGUUEE SSIINNAAIISS DDEE AALLAARRMMEE  São indicadores iniciais de provável evolução para FHD ou SCD Dificuldade de avaliação dos sinais em lactentes e crianças menores - Dor abdominal intensa e mantida - Vômitos frequentes (desidratação) - Irritabilidade e/ou sonolência - Queda brusca da temperatura ou hipotermia/ lipotímia
    18. 18. DDEENNGGUUEE SSIINNAAIISS DDEE AALLAARRMMEE Hepatomegalia dolorosa Hemorragias importantes: hematêmese, melena Hipotensão postural  PAS sentado – PAS em pé > 10mmHg Diminuição da diurese Desconforto respiratório Aumento repentino do hematócrito Queda abrupta das plaquetas
    19. 19. DDEENNGGUUEE AAGGRRAAVVAAMMEENNTTOOSS  Hemorragias importantes / coagulopatia de consumo  Hiperhidratação  Choque hipovolêmico e/ou hemorrágico  Insuficiência cardíaca  Edema agudo de pulmão  Acidose metabólica / distúrbios eletrolíticos  Superinfecção / septicemia
    20. 20. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS  Dengue + fenômenos hemorrágicos: petéquias epistaxe gengivorragia outros NÃO SIGNIFICA DENGUE HEMORRÁGICO
    21. 21. DDEENNGGUUEE SSIINNAAIISS DDEE CCHHOOQQUUEE Pressão arterial convergente ( diferencial < 20mmHg) Hipotensão arterial Extremidades frias / cianose Enchimento capilar lento ( > 2s ) Pulsos rápidos e finos
    22. 22. DENGUE As formas graves ocorrem geralmente em torno do terceiro dia de doença, acompanhadas ou não da queda da temperatura.  FHD-extravasamento de plasma é sistêmico afetando diversas estruturas de modo simultâneo. Comprometimento do endotélio vascular.
    23. 23. DDEENNGGUUEE CCOONNTTRRAA--IINNDDIICCAADDOO Heparina Gamaglobulina Corticóides Antinflamatórios não esteróides, Ácido Acetilsalicílico
    24. 24. DENGUE Tratamento - Evitar Medicações intramusculares Punção ou drenagem torácica Punção abdominal Acessos venosos profundos Procedimentos invasivos
    25. 25. DDEENNGGUUEE CCOOMMPPLLIICCAAÇÇÕÕEESS Alterações neurológicas Encefalite, polineuropatia, Sd. Guillain-Barré, Sd. Reye Hepatite Plaquetopenia isolada inferior a 50.000/mm³ Hemorragia digestiva isolada Leucopenia inferior a 1000/mm³ Miocardite
    26. 26. DDEENNGGUUEE TTRRAATTAAMMEENNTTOO  Antitérmicos: Dipirona – 10 a 15mg/kg/dose (6/6h) Paracetamol – 10 a 15mg/kg/dose (6/6h) Antieméticos: Bromoprida – 0,5 a 1mg/kg/dia (8/8h) VO ou EV Metoclopramida – 0,1 a 0,2mg/kg/dose VO ou EV Dimenidrinato – 1mg/kg/dose VO Antipruriginosos: Hidroxizine – 2mg/kg/dia (6/6h) Dexclorfeniramina – 0,15 a 0,35mg/kg/dia (6/6h)
    27. 27. DDEENNGGUUEE TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO AA SEM SANGRAMENTO E SEM SINAIS DE ALARME Hidratação, Repouso, alimentação Analgésicos,antitérmicos Orientar sinais de alarme ( retorno imediato) Agendar retorno(24h) ou imediato se sinais de alarme → reavaliação clínica + reestadiamento e coleta de exames.
    28. 28. DDEENNGGUUEE GGRRUUPPOO BB Febre até 7 dias Acompanhada de pelo menos 2 sinais e sintomas inespecificos Epidemiologia Prova do laço positiva ou sangramento espontaneo Ausencia de sinais de alarme
    29. 29. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB Sorologia e isolamento viral em periodos não epidemicos( todos os casos suspeitos) Periodos epidemicos (todos pac graves) HC, (hemoconcentração) Albumina,TGO, TGP SU(densidade e hematuria) US abdome e Rx torax,glicemia eletrolitos
    30. 30. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB Crianças Considerar os seguintes valores normais de hematócrito: <1 mês: Ht 51% - 2 meses a 6 meses: Ht 35% - 6 meses a 2 anos: Ht 36% - 2 anos a 6 anos: Ht 37%
    31. 31. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB  Criança com hematócrito aumentado em até 10% acima do valor basal ou, na ausência deste, com as seguintes faixas de valores:  Crianças: ≥ 38% e ≤ 42% e plaquetopenia entre 50 e 100.000cels/mm3 e/ou leucopenia < 1.000 cels/mm3  Criança com hemograma normal: tratamento em regime ambulatorial, como no grupo A.  Crianças: oferecer 50ml/Kg em 4 a 6 horas de soro oral, sob supervisionada da equipe de saúde, seguida de reavaliãção clínica.  Orientar hidratação oral no domiclio.  Orientar sobre sinais de alarme e de desidratação.  Sintomáticos (conforme orientação descrita no grupo A).  Orientar sobre sinais de alarme.  Retorno para reavaliação clínico-laboratorial em 24 horas ou se surgir sinais de alarme reestadiar o caso.
    32. 32. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB  Criança com hematócrito aumentado em mais de 10% acima do valor basal ou, na ausência deste, com os seguintes valores:  Crianças: > 42%  e/ou plaquetopenia < 50.000 cels/mm3:  leito de observação em unidade de emergência ou unidade hospitalar ou, ainda, em unidade ambulatorial, com capacidade para realizar hidratação venosa sob supervisão médica, por um período mínimo de seis horas;  Hidratação oral supervisionada ou parenteral:  oferecer soro de reidratação oral (50-100ml/kg de 4 a 6horas). Se necessário, hidratação venosa: soro fisiológico ou Ringer Lactato – 20ml/kg em 2 horas. Se necessário, repetir a hidratação.
    33. 33. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB Reavaliação clínica e de hematócrito após a etapa de hidratação se normal, tratamento ambulatorial com hidratação oral vigorosa e retorno para reavaliação clínico-laboratorial em 24 horas; se a resposta for inadequada, repetir a conduta caso a unidade tenha condições. Se não, manter hidratação parenteral até transferência para uma unidade de referência.
    34. 34. TTRRAATTAAMMEENNTTOO GGRRUUPPOO BB//CC RREEPPOOSSIIÇÇÃÃOO DDEE EELLEETTRROOLLIITTOOSS  Sódio: 3 mEq/kg/dia Potássio: 2mEq/kg/dia. OBS: repor as perdas contínuas 30 ml/kg/dia na fase de manutenção (SF a 0,9% ou Ringer lactato)
    35. 35. TRATAMENTO GRUPO C Paciente com sinal de alarme, Sind. Extravasamento de plasma sem sinais de choque.  Fase de expansão: Soro fisiológico ou Ringer Lactato: 20 ml/kg/h, podendo ser repetido até 3 vezes. FASE DE MANUTENÇÃO: Seguir Regra de Holliday Segar Monitorar paciente
    36. 36. GRUPO D Sinais de alarme presentes, Sindr. De extravasamento (HT aumentado diminuição da albumina e derrames cavitários) COM CHOQUE Hipotensão presente ou não Disfunção organica presente : uma ou mais Não responde ao tratamento como grupo C De 10 a 20Kg-1000ml+50ml/kg/dia para cada kg acima de 10 kg Acima de 20kg - 1500ml+20ml/kg/dia para cada kg acima de 20 kg
    37. 37. GRUPO D Fase rápida imediatamente 20ml/kg em até 20 minutos em bollus Repetir até 3 vezes. Transferir imediatamente para a atenção terciária.
    38. 38. DENGUE Nova ccllaassssiiffiiccaaççããoo:: DDeenngguuee sseemm ssiinnaaiiss ddee aallaarrmmee DDeenngguuee ccoomm ssiinnaaiiss ddee aallaarrmmee DDeenngguuee GGrraavvee
    39. 39. EXS COMPLEMENTARES Hemograma nas primeiras 48h Rx de tórax: pacientes com dor abdominal intensa, dor torácica, dificuldade respiratória, cianose ou diminuição do MV mais frequente no HD. US abdominal: na suspeita de ascite ou se dor abdominal intensa.
    40. 40. MONITORAR P.A a cada 2 horas Hematócrito a cada 4 horas Diurese horária DU de 6/6h Dosar plaquetas de 12/12h
    41. 41. DENGUE CRITÉRIOS DE ALTA  Ausência de febre ( 48h)  Melhora clínica evidente  Hematócrito estável  Plaquetas em ascensão >50.0000/mm³  Ausência de ascite, derrames em absorção, etc  Mais de três dias do choque
    42. 42. ACHADOS DE IMAGEM - FHD Derrame Pleural Ascite Espessamento de parede da vesícula biliar Edema de pancreas Hepatomegalia Esplenomegalia Líquido Pericolecístico Derrame pericárdico Comprometimento renal
    43. 43. Dengue NNÃÃOO EESSQQUUEECCEERR::  Fazer Prova do Laço  Hidratar sempre. Repouso  Orientar sinais de alarme  Notificar
    44. 44. Considerações O êxito das formas graves de dengue é baseado na prevenção: A – Seguimento de todos os casos febris suspeitos (hidratação V.O. e repouso) B – Identificação precoce dos sinais de alarme para iniciar logo a hidratação EV (prevenção do choque) C – Tratamento enérgico do choque para prevenir complicações CIVD
    45. 45. Dengue MMAANNEEJJOO CCLLÍÍNNIICCOO 44 PPEERRGGUUNNTTAASS BBÁÁSSIICCAASS  TEM DENGUE?  TEM HEMORRAGIA? TEM SINAIS DE ALARME? TEM CHOQUE? ESTADIAMENTO E CONDUTA
    46. 46. DENGUE DDEENNGGUUEE HHIIDDRRAATTAAÇÇÃÃOO AADDEEQQUUAADDAA RREEPPOOUUSSOO MMOONNIITTOORRAAMMEENNTTOO ÓÓBBIITTOO ZZEERROO
    47. 47. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    48. 48. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLIINNIICCOOSS
    49. 49. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    50. 50. DDEENNGGUUEE eexxaanntteemmaa
    51. 51. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    52. 52. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    53. 53. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    54. 54. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    55. 55. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    56. 56. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    57. 57. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    58. 58. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    59. 59. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    60. 60. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLIINNIICCOOSS
    61. 61. DDEENNGGUUEE AASSPPEECCTTOOSS CCLLÍÍNNIICCOOSS
    62. 62. Aspectos Epidemiológicos na sede de Varjota-Ce RELATÓRIO DOS CASOS SUSPEITOS E NOTIFICADOS DE DENGUE ATENDIDOS NA UNIDADE OBSTÉTRICA DE VARJOTA NO PERÍODO DE 25/04/11 À 12/05/2011 SEDE BAIRRO N° ABS % ACAMPAMENTO E CENTRO 22 56,4 OUTROS BAIRROS 17 43,6 TOTAL 39 100 A GRANDE MAIORIA DOS CASOS SUSPEITOS DE DENGUE QUE OCORREM NO ACAMPAMENTO E NO CENTRO LOCALIZA-SE NA AV. CASTELO BRANCO OU NO COMEÇO DAS RUAS TRANSVERSAIS A ESTA.
    63. 63. DIREÇÃO DO VENTO INFLUI NA DISSEMINAÇÃO DO VETOR O Vento nestes últimos dias em Varjota estão vindo da direção ESE
    64. 64. CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES  Para verificar se está havendo hemoconcentração (“cabidelização”) segue-se a fórmula do Hematócrito relativo: Ht > Htr= 3 x Hb + 1,5 Pode haver aumento da TGO E TGP evidenciando um possível quadro infeccioso por Dengue. E somente na Dengue a TGO poderá ultrapassar a TGP.
    65. 65. ACHADOS DE IMAGEM - FHD DDEERRRRAAMMEE PPLLEEUURRAALL
    66. 66. ACHADOS DE IMAGEM - FHD DDEERRRRAAMMEE PPLLEEUURRAALL
    67. 67. ACHADOS DE IMAGEM - FHD DDEERRRRAAMMEE PPLLEEUURRAALL
    68. 68. ACHADOS DE IMAGEM - FHD ESPESSAMENTO DDEE PPAARREEDDEE DDAA VVEESSÍÍCCUULLAA BBIILLIIAARR
    69. 69. ACHADOS DE IMAGEM - FHD DDEERRRRAAMMEE PPLLEEUURRAALL
    70. 70. ACHADOS DE IMAGEM - FHD AASSCCIITTEE
    71. 71. ACHADOS CLÍNICOS HEMORRAGIA DIGESTIVA ALTA
    72. 72. DENGUE GRAVE
    73. 73. DENGUE GRAVE
    74. 74. DENGUE GRAVE
    75. 75. DENGUE GRAVE
    76. 76. DENGUE TRATADA
    77. 77. DENGUE TRATADA
    78. 78. “QUALIS HOMO EST ILLE QUI ORBEM TERRARUM MELIOREM NOM FACIT?” “QUE HOMEM É UM HOMEM QUE NÃO TORNA O MUNDO MELHOR” Frase dita pelo personagem Bailan no filme A Cruzada.
    79. 79. OBRIGADO!!!!!!

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