CONJUNTURA ECONÔMICA DO
COMÉRCIO DE FORTALEZA
Outubro de 2015
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estruturais que trazem boas perspectivas para o comércio
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A atual crise econômica é resultado da combinação de
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O cenário precificado
INDICADORESBÁSICOS
Medianas das expectativas do mercado
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INDICADORESBÁSICOS
Brasil: inflação anual medida pelo IPCA
1996/2014 e estimativa de 2015 – em % ao ano
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INDICADORESBÁSICOS
Brasil: Evolução da taxa de câmbio
2001 a out/2015 – paridade com o dólar americano
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A confiança do consumidor tem caído, em decorrência da
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  1. 1. CONJUNTURA ECONÔMICA DO COMÉRCIO DE FORTALEZA Outubro de 2015
  2. 2. “Osucessoconsisteemmantera paciênciadiantedos problemasque fogemaonosso controle efocarno que, defato,dependede você” Sêneca,filósofoeintelectualromano
  3. 3. A história dos ciclos econômicos recentes mostra que as crises de maior gravidade são as cambiais e as ligadas a problemas energéticos. Em 2015 temos visto uma crise que combina elementos de natureza econômica com problemas de coordenação política, afetando a confiança de empresários e consumidores. A dificuldade de conduzir o ajuste fiscal tem trazido sérias consequências para o país e aumenta o nível de incertezas sobre o futuro. SUMÁRIOEXECUTIVO
  4. 4. A queda na atividade econômica afeta a todos os setores em todas as regiões do país – a economia do Ceará encolheu 2,14% no primeiro semestre. O comércio de Fortaleza sofre nesse ambiente recessivo: o consumidor reclama da inflação, sofre para administrar o endividamento e se preocupa com o mercado de trabalho. O empresário busca ajustar o capital de giro ao ambiente de queda nas vendas, ao mesmo tempo em que tenta se preparar para a retomada do mercado, pois isso é apenas um ciclo. SUMÁRIOEXECUTIVO
  5. 5. Apesar das dificuldades conjunturais, existem fatores estruturais que trazem boas perspectivas para o comércio e os serviços a longo prazo:  A influência regional exercida por Fortaleza;  O papel de destino turístico consolidado;  Os investimentos em novos centros comerciais e a criação de novas centralidades nos bairros;  O processo de transição demográfica;  As mudanças sociais provocadas pelo aumento da escolaridade;  A estabilidade derivada da rede pública de proteção social. SUMÁRIOEXECUTIVO
  6. 6. A atual crise econômica é resultado da combinação de diferentes fatores – conjunturais e estruturais – que se reflete na fragilidade dos fundamentos econômicos, na crise de confiança dos agentes e no clima de enfrentamento político, destacando: - A continua piora na expectativa de crescimento - A insegurança no mercado de trabalho - A inflação nos preços administrados - A crise da Petrobras - A dificuldade de coordenação política - A perda de apoio popular do Governo Central ACRISEEM RESTROSPECTIVA
  7. 7. O cenário precificado INDICADORESBÁSICOS Medianas das expectativas do mercado Boletim Focus, 09/10/15 Fonte: Boletim Focus/BCB Indicador 2014 2015 E 2016 E IPCA acumulado (%) 6,40 9,70 6,05 Taxa de câmbio fim do período (R$/US$) 2,65 4,00 4,15 SELIC fim do período (%) 11,75 14,25 12,63 Dívida líquida do Setor Público (% PIB) 36,70 35,90 39,50 Taxa de crescimento do PIB (%) -0,20 -2,97 -1,20 Conta corrente (US$ bilhões) -90,9 -65,5 -50,0
  8. 8. INDICADORESBÁSICOS Brasil: inflação anual medida pelo IPCA 1996/2014 e estimativa de 2015 – em % ao ano Média estimada 2010/15: 6,71% a.a. Fontes: IBGE e projeção Boletim Focus/BCB 9,56 5,22 1,66 8,94 5,97 7,67 12,53 9,30 7,60 5,69 3,14 4,45 5,90 4,31 5,90 6,50 5,83 5,91 6,40 9,70 - 2,00 4,00 6,00 8,00 10,00 12,00 14,00 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 E
  9. 9. INDICADORESBÁSICOS Brasil: Evolução da taxa de câmbio 2001 a out/2015 – paridade com o dólar americano Fonte: Google Finance
  10. 10. INDICADORESBÁSICOS -5 -3 -1 1 3 5 7 9 11 13 15 1948 1950 1952 1954 1956 1958 1960 1962 1964 1966 1968 1970 1972 1974 1976 1978 1980 1982 1984 1986 1988 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 Crise cambial 1º choque do petróleo 2º choque do petróleo Crise cambial Crise cambial Crise mundial Crise cambial Apagão Brasil: crescimento do PIB 1948/2014 – em % ao ano 1948/80 – 7,5% 1981/2014 – 2,5% Fontes: IBGE e projeção Boletim Focus/BCB
  11. 11. Evolução do ICC Fortaleza,2010/2015–empontos Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC 2012 2011 2013 2010 2014 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0 130,0 140,0 150,0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2013 2014 2015
  12. 12. Bensduráveismaisprocuradosno mês Fortaleza,out/2012–em% Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC       Com crédito farto e isenções fiscais, o consumidor buscou suprir suas necessidades de bens de consumo duráveis
  13. 13. Bensduráveismaisprocuradosno mês Fortaleza,out/2015–em% Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC 2012 2011 2013 2010 2014             Endividado e sentido a pressão da inflação, o consumidor se restringe aos bens de consumo semiduráveis e aos produtos essenciais.
  14. 14. Evolução dos indicadoresdo endividamento Fortaleza,2010/2015–em% Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC 56,5 61,2 62,1 64,6 66,5 72,0 20,0 19,5 17,6 16,7 19,2 20,7 26,1 27,1 27,3 28,2 28,3 32,5 - 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 60,0 70,0 80,0 2010 2011 2012 2013 2014 out/15 Taxa de Endividamento % Dívidas em atraso Comprometimento da renda
  15. 15. Motivosquelevamoconsumidoraoatraso Fortaleza,outubro/2015,em% Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC 68,8 24,6 10,9 4,4 Desequilíbrio financeiro Usou os recursos em outros fins Está contestando a dívida Esqueceu de pagar Série1
  16. 16. Motivosdo desequilíbriofinanceiro Fortaleza,outubro/2015,em% Fonte: FECOMERCIO/CE IPDC 22,1 20,4 13,9 11,7 7,5 7,0 6,4 11,0 Falta de orçamento doméstico Aumentos dos gastos essenciais Compras por impulso Compras antecipadas Gastos imprevistos Redução dos rendimentos Desempego Outros motivos
  17. 17. Evolução dataxa de desemprego BrasileCeará,1t12a2t15,em%daPEA Fonte: IBGE/PNAD Contínua 7,2% 8,1% 8,0% 7,5% 8,8% 8,4% 7,2% 6,8% 7,9% 7,5% 7,4% 6,6% 8,0% 8,8% 6,0% 6,5% 7,0% 7,5% 8,0% 8,5% 9,0% 1t12 2t12 3t12 4t12 1t13 2t13 3t13 4t13 1t14 2t14 3t14 4t14 1t15 2t15 Brasil Ceará
  18. 18. Evolução dataxa de informalidade BrasileCeará,1t12a2t15,em%daPopulaçãoOcupada Fonte: IBGE/PNAD Contínua 26,1% 26,9% 34,2% 30,1% 31,6% 30,4% 32,4% 30,3% 31,4% 24,0% 26,0% 28,0% 30,0% 32,0% 34,0% 36,0% 1t12 2t12 3t12 4t12 1t13 2t13 3t13 4t13 1t14 2t14 3t14 4t14 1t15 2t15 Brasil Ceará
  19. 19. A confiança do consumidor tem caído, em decorrência da pressão da inflação e das dívidas sobre a renda e com a percepção de piora da economia:  Endividamento permanece alto;  Comprometimento da renda com dívidas aumentou;  Contas em atraso permanece administrável;  Pretensão de compra em queda;  O consumidor busca promoções e liquidações;  ICC apresentou, em setembro, o pior resultado mensal desde o início da pesquisa em 2009;  O consumo se volta para itens de consumo imediato e semiduráveis. O COMPORTAMENTODO CONSUMIDOR
  20. 20. Evolução do volumedevendasdo varejo BrasileCeará,2000a2015,númeroíndicejan/00=100 Fonte: IBGE/PMC 0 50 100 150 200 250 300 jul/98 abr/01 jan/04 out/06 jul/09 abr/12 dez/14 set/17 Ceará Brasil
  21. 21. Evolução do volumedevendasdo varejo Ceará,2004a2015,setoresselecionados Fonte: IBGE/PMC 0 100 200 300 jan/04 mai/04 set/04 jan/05 mai/05 set/05 jan/06 mai/06 set/06 jan/07 mai/07 set/07 jan/08 mai/08 set/08 jan/09 mai/09 set/09 jan/10 mai/10 set/10 jan/11 mai/11 set/11 jan/12 mai/12 set/12 jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 jan/15 mai/15 Hipermercados e supermercados 0 500 1000 Móveis e eletrodomésticos 0 500 Veículos, motocicletas, partes e peças
  22. 22. Variaçãodo volume de vendas Ceará,acumuladonosúltimosdozemeses–ago/15 Fonte: IBGE/PMC -24,4% -18,6% -11,7% -8,5% -7,9% -7,7% -7,4% -6,1% -4,9% -1,6% 1,8% 8,7% Equipamentos e materiais para escritório,… Veículos, motocicletas, partes e peças Material de construção Livros, jornais, revistas e papelaria Hipermercados, supermercados, produtos… Móveis e eletrodomésticos Hipermercados e supermercados Combustíveis e lubrificantes Tecidos, vestuário e calçados Comércio Varejista Ampliado Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de… Outros artigos de uso pessoal e doméstico
  23. 23. “Ootimistaé umtolo.Opessimista, umchato.Bommesmoéserum realistaesperançoso ArianoSuassuna
  24. 24. A conjuntura econômica local continuará a ser condicionada pelos fatores nacionais, tendo como principais itens de risco:  O rebaixamento da rating do Brasil por uma segunda agência internacional;  A demissão do Ministro da Fazenda, Joaquim Levy;  A Operação Lava Jato, de alguma forma, atingir o Poder Executivo;  Um processo de impedimento da Presidente Dilma;  A aceleração do desemprego;  Mudanças na conjuntura internacional. O CENÁRIODECURTOPRAZO
  25. 25. A economia de Fortaleza é fortemente centrada no setor terciário:  81,2% do PIB, conforme IBGE, dados de 2012;  80,9% dos empregos formais, conforme MTE/RAIS, dados de 2014. A agenda para o fortalecimento do setor passa por medidas estruturais de apoio, tais como:  Combate à informalidade;  Melhoria do ambiente de negócios;  Suporte às novas centralidades comerciais, utilizando-as como vetores do crescimento;  Marketing e divulgação da cidade. O CENÁRIODECURTOPRAZO
  26. 26. FORTALEZA:CENTRALIDADESDO VAREJO
  27. 27. ANÁLISEDECONJUNTURA E CENÁRIOECONÔMICO

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