Construção de um novo modelo conceptual de estratégia [Guardado automaticamente]

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Construção de um novo modelo conceptual de estratégia [Guardado automaticamente]

  1. 1. Construção de um novo modelo conceptual de estratégia de desenvolvimento económico para os pequenos Estados insulares em desenvolvimento Autor: Albertino da Boa Morte Francisco Doutoramento em Ciências Empresariais Defesa Pública Porto, 16 de novembro de 2015 Orientador: Prof. Doutor António Cardoso Departamento de Ciências Empresariais Faculdade de Humanidades e Ciências Sociais Universidade Fernando Pessoa 9,1%
  2. 2. Conteúdo I. Introdução (motivações, contexto, problema, metodologia, estrutura)  5 minutos II. Estatutos de desenvolvimento (evolução, BPOA, desenvolvimento endógeno)  2 minutos III. A solução: EDE-SIDS (o constructo) 10 minutos IV. Âmbito e contribuições do estudo: Validação do constructo 3 minutos Ilustração: o caso de São Tomé e Príncipe (STP) 5 minutos Contribuições teóricas 2 minutos Total IV  10 minutos V. Conclusões & recomendações2 minutos Total: 29 minutos 2 18,2%
  3. 3. Introdução (1)  Motivações: Pessoais: naturalidade, experiência profissional e de vida, envolvimento como cidadão, engajamento político Conjunturais: necessidade de se aprofundar o conhecimento sobre o problema de desenvolvimento económico dos SIDS, encontrar uma solução viável para a mesma e desenvolver a investigação científica neste domínio. 3 18,2%
  4. 4. Introdução (2)  Contexto: Pequenos Estados insulares em desenvolvimento (SIDS)—uma categoria de países criada pelas Nações Unidas em 1992. SIDS enfrentam desafios comuns ligados à insularidade e pequeno tamanho, que criam vulnerabilidades económicas, sociais e ambientais peculiares, que tornam os desafios de desenvolvimento desses países mais difíceis de ultrapassar do que os dos outros países.  SIDS Operam sob um mesmo paradigma de desenvolvimento, o Plano de Ação de Barbados, criado pela ONU em 1994 e adotado coletivamente e unanimemente por estes países desde então. 1% pop. Mundial. 30% dos oceanos! 4 18,2%
  5. 5. Introdução (3) Mapa dos SIDS 5 18,2% Fonte: Osíris - Obra do próprio. Licenciada sob CC BY-SA 3.0 via Wikimedia Commons, disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:SIDS_map_en.svg#/media/File:SIDS_map_en.svg
  6. 6. Introdução (4)  Problema: O paradigma de desenvolvimento em uso nos SIDS não tem sido capaz de solucionar o seu problema de desenvolvimento;  Necessidade de um novo paradigma. 6 18,2%
  7. 7. Introdução (5) Metodologia 7 18,2% Figura 3: Construção do EDE-SIDS: visão geral do processo da investigação. Identificação do problema de desenvolvimento dos SIDS Conclusões e recomendações Reflexões sobre o âmbito e a contribuição teórica Revisão da literatura: BPOA; desenvolvimento endógeno (vários) Elaboração do constructo: EDS- SIDS Testes de Bradley et al. (2015) Testes de mercado/ Ilustração (STP) Dedução Indução O processo de investigação construtiva Elaboração e validação de uma estratégia de desenvolvimento para os SIDS Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação.
  8. 8. Introdução (6) Estrutura da tese 8 18,2%
  9. 9. Estatutos de desenvolvimento  Evolução das perspetivas de desenvolvimento nos SIDS Até 1994, não havia uniformidade na abordagem a problemas económicos As perspetivas divergiam entre Estados e variavam com o tempo (clássicas, neoclássicas e contemporâneas) Desde 1994, com a adoção do BPOA, passaram a ter uma abordagem uniforme de desenvolvimento económico Foco na sustentabilidade ambiental; Racionalização do uso de recursos, restrição, limitação de uso; Adaptação às alterações climáticas, prevenção de catástrofes, etc. Em detrimento do crescimento económico, do fortalecimento do sector privado, do melhoramento do ambiente local de negócios, etc. 9 18,2%
  10. 10. A solução: o EDE-SIDS (o constructo) 10 18,2% Figura 12: Visão geral do processo do EDE-SIDS. Etapa 1 Monitorização (-) Monitorização (+) Etapa 2 Monitorização (-) Monitorização (+) Etapa 3 Monitorização(-) Monitorização (+) Etapa 4 Monitorização (-) Etapa 5 Monitorização (+) Monitorização Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação.
  11. 11. A solução: o EDE-SIDS (Etapa 1) 11 18,2% Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação. Figura 7: A organização do processo de desenvolvimento (Etapa 1) Sector público Sector social Sector privado Estado Iniciativa Consulta ampla Consenso
  12. 12. A solução: o EDE-SIDS (Etapa 2) 12 18,2% Figura 9: O modelo proposto de processo de análise socioeconómica de um SIDS (Etapa 2). Acaso SIDS Estado SIDS Determinantes de competitividade comuns aos SIDS Determinantes de competitividade específicos do País F F O A Análise de Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças do País (F.F.O.A.) Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação.
  13. 13. A solução: o EDE-SIDS (Etapa 3) 13 18,2% Sector público Sector social Sector privado Comité diretor Iniciativa Visão Consulta ampla Consenso Objetivos específicos Metas Plano de ação Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação. Figura 10: O processo de elaboração da estratégia de desenvolvimento económico para os SIDS (Etapa 3). Ações Visão para o País
  14. 14. A solução: o EDE-SIDS (Etapa 4) 14 18,2% Priorização Plano de execução Criação de estruturas institucionais GarantiasExecução Criação de estruturas institucionais para a implementação e o monitoramento da estratégia de desenvolvimento; estabelecimento e manutenção de ligações formais e informais; inclusão dos sectores público, privado e social, incluindo a liderança política. 1 5 4 3 2 Figura 11: O modelo de processo de implementação do EDE-SIDS. Fonte: Elaborada pelo autor, no âmbito deste trabalho de investigação.
  15. 15. A solução: o EDE-SIDS (Etapa 5) 15 18,2% Monitorização: ocorre ao longo do processo, em todas as etapas, para assegurar o bom desempenho. Avaliação: efetuada após a implementação da estratégia, é feita aos resultados obtidos. Nos países em desenvolvimento, as avaliações podem ser particularmente necessárias para: • A aprendizagem de políticas de suporte, especialmente, em redes e cooperação institucionais; • Divulgar elementos disfuncionais da economia e da organização institucional; • Aumentar a visibilidade dos empresários que se juntam aos esforços de cooperação e o impacto da estratégia de desenvolvimento nos seus negócios e na economia local; • Melhorar a compreensão dos impactos na redução da pobreza e na distribuição da renda; • Fazer progressos na implementação de projetos; e • Identificar/entender as conexões entre a avaliação de resultados e as estruturas de governação.
  16. 16. Validação do constructo (1) Dois níveis: Interno: Testes de Bradley et al. (2015) Externo:  Validação junto a 73 dos 89 pontos focais do Grupo Consultivo Interagências Sobre os SIDS (IACG)  Validação junto a um painel de 392 especialistas, académicos e praticantes 23/11/2015 16 18,2%
  17. 17. Validação do constructo (2) Testes de Bradley et al. (2015) 17 18,2% 10 Testes Teste 1 (as hipóteses de sucesso): Que vantagens competitivas a nova estratégia visa aproveitar ou criar, i.e., que imperfeições do mercado visa controlar? Teste 2 (fontes de vantagem competitiva): Em que vantagens posicionais ou capacidades especiais se apoia? Teste 3 (segmentos do mercado): Que diferentes segmentos de mercado considerar? Teste 4 (perceção e antevisão de tendências): Que tendências futuras com impacto no desempenho económico prevê e como as soluciona? Teste 5 (conhecimento): Em que conhecimentos privilegiados se baseia a estratégia? Teste 6 (análise das incertezas): Que fenómenos futuros podem ocorrer e quais os seus impactos na execução da estratégia? Teste 7 (equilíbrio entre compromisso e flexibilidade): Quanto maior o compromisso menor a flexibilidade, e vice-versa. Teste 8 (ponderação de preconceitos): Que medidas considerar para decisões ou escolhas baseadas em premissas erradas, ideias ou factos injustificados. Teste 9 (convicção para agir): Certificar que toda a equipa compartilha as novas crenças que suportam a estratégia. Teste 10 (o plano de ação): Tradução da estratégia num plano de ação?
  18. 18. Validação do constructo (3) Pontos focais do IACG 18 18,2% 90.4% 9.6% Do the proposed Priority Goals reflect your vision of what an Economic Development Strategy for a SIDS should include? Yes. No. 84.9%; 15.1% Is a 20-year-timeframe realistic for a SIDS Economic Development Strategy? Yes. No. Concordam Conteúdo/Metas 90,4% Prazos 20-30 anos 95,9%
  19. 19. Validação do constructo (4) Pontos focais do IACG 19 18,2% Opções de resposta 1. Concordo plenamente 2. Concordo parcialmente 3. Não concordo nem descordo 4. Descordo parcialmente 5. Discordo totalmente Total concordo Melhorar o ambiente local de investimento empresarial 58% 33% 8% 1% 0% 91% Investir em infraestrutura estratégica tangível 37% 56% 4% 3% 0% 93% Investir em parques e instalações para negócios 29% 56% 11% 4% 0% 85% Investir em infraestrutura estratégica intangível 33% 56% 11% 0% 0% 89% Promover o crescimento empresarial local 55% 38% 7% 0% 0% 93% Promover a criação de novas empresas 40% 56% 4% 0% 0% 96% Captação de investimento estrangeiro 37% 55% 5% 3% 0% 92% Desenvolver sectores e clusters empresariais 38% 55% 5% 1% 0% 93% Integrar trabalhadores pouco produtivos ou difíceis de empregar 33% 55% 12% 0% 0% 88% Estabelecer um adequado sistema de proteção ambiental, prevenção de catástrofes naturais e segurança aérea e marítima. 63% 29% 8% 0% 0% 92% Respondentes 100%
  20. 20. Validação do constructo (5) Painel de especialistas, académicos e praticantes 20 18,2% 17.9% 43.6% 38.5% What is your highest professional or academic qualification? Bachelor's Master's Ph.D. 17.9% 46.2% 10.2% 23.0% 7.7% 0.0% 5.0% 10.0% 15.0% 20.0% 25.0% 30.0% 35.0% 40.0% 45.0% 50.0% Public Sector (State Government, Local Government, Civil Servant, etc.) Private Sector Social Sector (Local ONG, Youth Group, Religious Organization, etc.) International Organization Other Membership/Filiation: Concordam Conteúdo/Metas 84,7% Prazos 20-30 anos 97,5%
  21. 21. Ilustração (1) O caso de São Tomé e Príncipe (STP) 21 18,2%
  22. 22. Ilustração (2)  Uma base de recursos estreita e pouca ou nenhuma oportunidade de criar economia de escala (V1);  Pequenos mercados internos, forte dependência de alguns mercados externos e longas distâncias dos mercados de exportação e de importação de recursos (V2);  Custos elevados de energia, infraestrutura, transporte, comunicação e manutenção (V3);  Volumes de tráfego internacional baixos e irregulares (V4);  Ambientes naturais frágeis e vulnerabilidades às catástrofes naturais (V5);  Uma pequena, mas crescente população (V6);  Alta volatilidade do crescimento económico (V7);  Oportunidades limitadas para o sector privado (V8);  Uma proporcionalmente grande dependência da economia do seu sector público (V9);  Uma administração pública desproporcionadamente onerosa (V10). 22 18,2% O caso de São Tomé e Príncipe (STP)
  23. 23. Ilustração (3) O caso de São Tomé e Príncipe (STP) 23 18,2% Forças Fraquezas  Abundância de recursos petrolíferos;  Abundância de recursos marinhos, turísticos e culturais, e grande exposição ao sol, vento e mar;  Disponibilidade de importantes recursos agrícolas;  Elevado capital social e grande capacidade de adaptação às inovações sociais, económicas e tecnológicas;  Vantagens comparativas no sector dos serviços;  Experiência de colaboração em esforços de internacionalização;  Localização geoestratégica favorável à instalação de centros logísticos, entrepostos comerciais e controlo de vias de passagens marítimas e aéreas essenciais à navegação internacional;  Uma base de recursos estreita e pouca ou nenhuma oportunidade de criar economias de escala;  Pequenos mercados internos e deficientes acessos a mercados internacionais;  Custos elevados de energia, infraestruturas, transportes, comunicações e manutenção;  Fraca competitividade e baixo desempenho geral da economia;  Limitadas oportunidades para o sector privado;  Administração publica ineficaz e onerosa;  Baixa qualidade de vida e elevada vulnerabilidade social;  Estratégias de desenvolvimento económico ineficazes;  Capacidades científicas e tecnológicas pouco desenvolvidas. Oportunidades Ameaças  Novo modelo de desenvolvimento regional endógeno, orientado para a promoção da competitividade/produtividade local e políticas de eficiência coletiva;  Aposta na economia verde/azul;  Negociação de créditos de carbono;  Instalação de centros logísticos, entrepostos comerciais e serviços de controlo de vias de passagens marítimas e aéreas;  Criação de companhias nacionais de navegação marítima e aérea, por forma a garantir um serviço de transporte contínuo;  Aprovisionamento de soluções de transporte inovadores e de baixo custo, sem a necessidade de estabelecer infraestruturas de alto custo;  Capitalização dos benefícios da diáspora para a economia e sociedade locais.  Ambientes naturais frágeis e vulnerabilidades às catástrofes naturais;  Excessiva exposição da economia a choques externos adversos;  Altos níveis de emigração e fuga de cérebros;  Branqueamento de capitais e outros crimes económicos;  Influências políticas e económicas exercidas por interesses comerciais estrangeiros;  A arquitetura da nova ordem económica mundial e a exclusão económica dos pequenos Estados;  A pirataria, o tráfico de drogas, a conspiração criminosa internacional e a transgressão de zonas económicas exclusivas;  Instabilidade e insegurança política dos pequenos Estados;  Perdas de coesão social e da capacidade dos Estados de construírem consensos internos.
  24. 24. Contribuições teóricas (1)  Análise crítica da evolução e das perspetivas de desenvolvimento dos SIDS  Análise crítica e aprofundada do Plano de Ação de Barbados (BPOA) e do modelo de desenvolvimento subjacente, em vigor nos SIDS desde há duas décadas  Identificação do âmbito e dos impactos do BPOA no desenvolvimento económico dos SIDS  Esclarecimento sobre as razões do falhanço do BPOA, do modelo de desenvolvimento subjacente e, consequentemente, do falhanço económico dos SIDS  Estudo comparativo entre o modelo de desenvolvimento subjacente ao BPOA e as modernas abordagens de desenvolvimento endógeno  Reflexões sobre o paradigma de desenvolvimento vigente nos SIDS e a necessidade de mudança de paradigma  Exploração da abordagem de desenvolvimento endógeno como solução viável para os problemas de desenvolvimento dos SIDS  Estudo de caso de aplicação da metodologia de investigação construtiva na abordagem de desenvolvimento de uma categoria de países 24 18,2%
  25. 25. Contribuições teóricas (2)  Identificação e análise dos principais fatores de competitividade nos SIDS  Identificação e análise das principais forças, fraquezas, oportunidades e ameaças ao desenvolvimento dos SIDS  Construção de um novo modelo conceptual de estratégia de desenvolvimento económico para os SIDS: o EDE-SIDS  Análise comparativa entre o modelo de desenvolvimento subjacente ao BPOA e o EDE-SIDS  Identificação e análise das principais vulnerabilidades económicas, sociais e ambientais de STP  Identificação e análise das principais forças, fraquezas, oportunidades e ameaças ao desenvolvimento de STP  Adaptação/ilustração do EDE-SIDS ao caso de STP  Uso de painéis de especialistas, académicos e praticantes na validação do modelo construído 25 18,2%
  26. 26. Conclusões & recomendações (1)  O paradigma de desenvolvimento económico em uso nos SIDS é, de um modo geral, inviável  O BPOA não define corretamente e, portanto, não soluciona o problema de desenvolvimento dos SIDS  O BPOA foca, essencialmente, apenas um dos três aspetos de desenvolvimento sustentável—a sustentabilidade ambiental—em detrimento dos dois remanescentes– o crescimento económico e o desenvolvimento social  O BPOA contém elementos que concorrem para o agravamento das vulnerabilidades económicas, sociais e ambientais dos SIDS  A abordagem do BPOA é exógena e promove/reforça a dependência externa das economias consignadas  O problema económico dos SIDS pode ser solucionado com uma abordagem de desenvolvimento que limite ou elimine a dependência externa e promova a otimização do uso dos recursos e fatores endógenos de desenvolvimento, atendendo a que os SIDS possuem importantes recursos humanos e naturais que não têm sido aproveitados ou explorados de maneira deficiente  O modelo de desenvolvimento endógeno em uso em diversas partes do mundo atualmente é um candidato viável para solucionar o problema de desenvolvimento dos SIDS 26 18,2%
  27. 27. Conclusões & recomendações (2)  O modelo EDE-SIDS construído no âmbito deste estudo aborda as principais vulnerabilidades económicas, sociais e ambientais dos SIDS e contém ações que visam solucioná-los diretamente  O EDE-SIDS deverá ser ajustado às peculiaridades de cada um dos SIDS, atendendo à grande diversidade e variabilidade destes países  O modelo EDE-SIDS adota uma abordagem endógena de desenvolvimento económico  O modelo EDE-SIDS é valido para os SIDS, de acordo com a opinião de participantes das principais organizações bilaterais, regionais e internacionais que participam no desenvolvimento destes países  O modelo EDE-SIDS é válido segundo a opinião de um painel de 392 especialistas, académicos e praticantes ligados, direta ou indiretamente, ao processo de desenvolvimento dos SIDS  O prazo de implementação mais realístico vai de 20 a 30 anos, conforme especialistas, académicos e praticantes consultados  Os testes de validação indicam um elevado potencial de adesão do EDE-SIDS e o respetivo engajamento por parte das entidades com responsabilidades de decisão e de implementação das políticas de desenvolvimento nos SIDS  O EDE-SIDS deverá ser implementado para testes mais aprofundados, nomeadamente, o teste de mercado semiforte e forte para completa avaliação e efetiva validação 27 18,2%
  28. 28. Obrigado! Pela vossa atenção 28

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