Semeando para
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Ingredientes
Serve : 10
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com os artigos do boletim da igreja. ...
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- Ter | 9h às 12h
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- Reunião de Oração
seg às 19h30min
- Estudo Bíblico
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Informativo semanal da Congregação Presbiteriana Nova Suíça, Belo Horizonte - 07/07/2013 - Rev. Afonso Celso de Oliveira

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Boletim dominical IP Nova Suíça 07-07-2013

  1. 1. Semeando para a colheita BOLETIM DOMINICAL Rua Limoeiro, 204 - Nova Suíça - Belo Horizonte - MG - CEP 30421-185 | tel.: (31) 3317-3330 Congregação da Nessa Edição: Adoração - Evangelização - Ensino - Comunhão - Ação Social BOLETIM DOMINICAL Adoração - Evangelização - Ensino - Comunhão - Ação Social Domingo, 07 de Junho de 2013 Ano II - Número 08 Missões no Mundo Página 06-08Páginas 02-03 Pastoral ESPECIAL Páginas 04 - 05 Páginas 09-11 PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS PARA A AÇÃO MISSIONÁRIA REFORMADA QUANDO ENFRENTAMOS DESERTOS JOGOS DE AZAR - PODE OU NÃO? Augustus Nicodemus Espaço Feminino Espaço Kids Leitores
  2. 2. Existem épocas em nossa vida que nos marcam profundamente, com uma forte impressão de estarmos absolutamente sozinhos. Momentos de tribulação, de profunda solidão, angústia e, por que não dizer, de desespero e desassossego da alma. Quem já não enfrentou tais emoções? Certo pregador disse, com sabedoria, que tribulação na vida de um crente é cíclica. Ou seja, estamos entrando, ou no meio, ou saindo de uma. O fato é que, se pesarmos na balança da vida os momentos que vivemos, iremos descobrir que boa parte de nossa existência foi forjada em meio às tribulações. Analogamente, tribulação é comparada na Bíblia com momentos de deserto. Aqueles momentos cinzentos em que parece que Deus nos levou para o exílio. Ali, no deserto, somos tratados, provados, purgados, esvaziados de nós mesmos, para depois sermos cheios por Deus, encorajados, fortalecidos, amadurecidos e devolvidos à rotina do mundo que vivemos. O “deserto” é o seminário de Deus! Vários personagens bíblicos experimentaram tempo de deserto em suas jornadas. Abraão, Jó, Jacó, José, Moisés, Davi, Jeremias, Isaías, João Rev. Afonso Celso de Oliveira Pág. 02 PASTORAL Domingo, 07 de Julho de 2013 QUANDO ENFRENTAMOS DESERTOS ‘‘ ’’Logo após, o Espírito o impeliu para o deserto. Marcos 1:12
  3. 3. Batista, Jesus, Paulo e outros. Todos esses foram provados, aprovados, desafiados, treinados, fortalecidos e encorajados. O “deserto” é o seminário de Deus para treinamento de seus obreiros, alguém já disse. Por que temos medo do deserto? Porque ninguém gosta da sensação de impotência, de sentir-se sozinho, de não ter respostas rápidas e eficientes para as crises da vida. O sentimento de independência está entranhado na natureza humana, e o reverso, que é depender de outrem, nos assusta, principalmente quando esse outrem é invisível, silencioso e aparentemente distante. No entanto, é justamente no meio do deserto que experimentamos as mais belas evidências de que não estamos sós. Deus fala, e fala muito, no meio do silêncio de nossa angústia. O salmista bem disse que para ouvir a voz divina é preciso aquietar-se. “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus...” (Salmo 46.10a − ARA). Deus falou com Elias no silêncio da caverna (I Reis 19.13), e com Moisés em meio à sarça que ardia, no deserto ocidental. (Leia Êxodo 3.1-12). O apóstolo Paulo só pôde começar seu ministério de Apóstolo aos gentios depois de ser levado ao deserto para formar-se no seminário de Cristo, seu novo Mestre. E ficou ali, em Damasco, por três anos! (Cf. Gálatas 1.17,18.) O deserto é lugar de tribulação − o método de Deus para formar homens fiéis e comprometidos com sua obra. “Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração” (Romanos 12.12 − NVI). Ninguém está perfeitamente apto ao serviço cristão enquanto não for depurado pelo fogo do deserto. Deus não faz isso como punição, mas como purificação de um povo exclusivamente seu. O deserto é tribulação? Sim! Mas o deserto é bênção também. Quantas vezes Jesus se retirou para lugares desertos com o propósito de estreitar os laços de comunhão com seu Pai? Diversas vezes conforme nos relata os Evangelhos (cf. Mt 4.1; 14.13, 23; Mc 1.12; 1.35; Mc 6.32, 47; Lc 4.1; Jo 6.15; 11.54; 16.32). Creio, que o mais importante não é como entramos no deserto, mas como n o s c o m p o r t a m o s n e l e , e , principalmente, como saímos dele. O que fará verdadeira diferença serão as preciosas lições de vida que levaremos juntos em nossa biografia tão curta na existência deste mundo. Em segundo lugar, até mais importante que o primeiro aspecto mencionado, é que, mesmo com a sensação de vazio e solidão que o deserto provoca em nossas percepções, é digno de consolação saber que nunca atravessamos esses períodos sozinhos. O Senhor Jesus prometeu que sempre, sempre, estará conosco, até a consumação dos tempos. Jesus está conosco! Podemos louvá-lo como Davi e dizer com plena confiança: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, porque tu estás comigo” (Salmo 23.3). O filho que nasce no deserto da tribulação é a perseverança, que, por sua vez, gera outro filho que é a experiência. E a experiência trará um lindo “bisneto”, a esperança. Ninguém compra nem adquire esses atributos sem passar pelo deserto. S.D.G Pág. 03 Domingo, 07 de Julho de 2013 “E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança.” Rm 5.3-4
  4. 4. Pág. 04 A MULHER CRISTÃ trabalhar, por motivos diversos, d e s d e d e s e m p r e g o a t é incapacidade, ela deve procurar outros meios de sustento e depender de Deus pela oração (Fp 4.6, 19). A probabilidade da situação do desempregado piorar ainda mais se ele gastar seu pouco dinheiro em jogo é muito grande. 2. Tudo que ganho pertence a Deus (Sl 24.1), e como mordomo, não sou livre para usar o dinheiro do jeito que quiser, mas sim para atingir os propósitos de Deus. E quais são estes propósitos? Aqui vão alguns mencionados na Palavra: (1) Suprir as necessidades da minha família (1Tm 5.8), o que pode incluir, além de sustento e educação, lazer e outras atividades que contribuam para a vida familiar; (2) compartilhar com os irmãos que Já me fizeram esta pergunta várias vezes. Sou contra jogos de azar, mas este é o tipo de posição que admite revisão se me aparecerem argumentos melhores e mais coerentes do que aqueles que vou colocar aqui. Entre os jogos de azar estão aqueles jogos permitidos por lei, que são as várias modalidades de loteria, os bingos - este último, muito usado até por igrejas cristãs e instituições - e os sorteios pelo telefone valendo dinheiro, carros e outros prêmios. Quem explora este tipo de jogo tem licença de órgão público competente. Mas nem por isso quer dizer que sejam jogos que convêm ao crente. Temos também os jogos ilícitos, cujo mais popular é o Jogo do Bicho. Os cassinos são mais uma modalidade de jogos de azar cuja legalidade e implantação oficial está sendo discutida no Brasil. Para o cristão, o que realmente importa é se estas modalidades de jogo acabam por afetar algum princípio bíblico. A Bíblia não proíbe de forma explícita os jogos de azar. Entretanto, nossa ética é elaborada não somente com aquilo que a Bíblia ensina explicitamente como também com aquilo que pode ser legitimamente derivado e inferido das Escrituras. Existem diversos princípios bíblicos que deveriam fazer o crente hesitar antes de jogar: 1. O trabalho é o caminho normal que a Bíblia nos apresenta para ganharmos o dinheiro que precisamos, Ef 4:28; 2Ts 3:12; Pv. 31. Quando uma pessoa não pode Domingo, 07 de Julho de 2013 JOGOS DE AZAR - PODE OU NÃO? Augustus Nicodemus Lopes
  5. 5. Pág. 05 4. Jogar dinheiro fora. As chances de se ganhar na loteria são piores do que se pensa. Para efeito de comparação, a probabilidade de uma pessoa morrer em um atentado terrorista durante uma viagem ao exterior é de 1 em 650 mil e atingida por um raio é de 1 em 30 mil. Se uma pessoa compra 50 bilhetes a cada semana, ela irá ganhar o prêmio principal uma vez a cada 5 mil anos.Outra pergunta frequente é se as igrejas deveriam receber ofertas e dízimos de dinheiro ganho em loteria. Minha tendência é dizer que não deveriam. Guardadas as devidas proporções, lembro que no Antigo Testamento o sacerdote era proibido de receber oferta de dinheiro ganho na prostituição (Dt 23:18) e que no Novo, Pedro recusou o dinheiro de Ananias e Safira (At 5) e de Simão Mago (At 8:18- 20). Alguém pode dizer que o valor gasto nas apostas em casas lotéricas é muito pequeno. Concordo. Mas é uma questão de princípio e não de quantidade. Quando o que está em jogo são princípios, um centavo vale tanto quanto um milhão. Fonte: < http://tempora-mores.blogspot.com.br /2013/04/jogos-de-azar-pode-ou-nao.html> in, 06/07/2013 É importante lembrar, ainda, que os jogos de azar são responsáveis por muitos males sociais, emocionais e jurídicos no povo, tanto de crentes como de não crentes. Menciono alguns deles: 1. O empobrecimento. Há pessoas que são cativadas pelo vício de jogar e, diariamente estão jogando. E, como só um ou poucos ganham, há pessoas que passam a vida toda jogando sem nunca ganhar. Não poucos perderam tudo o que tinham em jogos. Muitos pais de família pobres gastam o dinheiro da feira no jogo. 2. O vício de jogar apostando dinheiro. A tentação para jogar começa desde cedo a estimular uma compulsão entre crianças e jovens que começam a adquirir o hábito de “tentar a sorte”. Há milhares de jovens que já são viciados no jogo, especialmente com a vinda da internet e a possibilidade de jogos online com apostas. 3. Arruinar vidas e carreiras. Não são poucas as histórias de pessoas que se arruinaram financeiramente jogando na bolsa de valores – conheço pelo menos uma pessoa nesta condição – ou apostando em outros tipos de jogo. têm necessidades e sustentar a obra do Evangelho (2Co 8-9; Gl 6:6-10; 3 João; Ml 3.10). 3. Deus usa o dinheiro para realizar alguns importantes propósitos em minha vida: suprir minhas necessidades básicas (Mt 6:11; 1Tm 6:8); modelar meu caráter (Filip 4:10-13); guiar-me em determinadas decisões pela falta ou suficiência de recursos; ajudar outros por meu intermédio; mostrar seu poder provendo miraculosamente as minhas necessidades. Jogar na loteria não contribui para qualquer destes objetivos. 4. Cobiça e inveja são pecado (Ex 20:18; 1Tm 6:9; Heb 13:5), e são a motivação para os jogos de azar na grande maioria das vezes. A atração de ganhar dinheiro fácil tem fascinado a muitos evangélicos. 5. Existem várias advertências no livro de Provérbios sobre ganhar dinheiro que podem se aplicar aos jogos de azar: o desejo de enriquecer rapidamente traz castigo (Pv 28.20,22); o dinheiro que se ganha facilmente vai embora da mesma forma (Pv 13.11); e riqueza acumulada da forma errada prejudica a família (Pv 15.27). Uma palavra aos presbiterianos do Brasil: o Catecismo Maior da Igreja Presbiteriana do Brasil enquadra os jogos de azar como quebra do oitavo mandamento, “não furtarás”. Após fazer a pergunta, “Quais são os pecados proibidos no oitavo mandamento?” (P. 142), inclui na reposta “o jogo dissipador e todos os o u t r o s m o d o s p e l o s q u a i s indevidamente prejudicamos o nosso próprio estado exterior, e o ato de defraudar a nós mesmos do devido uso e conforto da posição em que Deus nos colocou”. É claro que esta posição oficial da IPB vale para seus membros, mas não deixa de ser interessante verificar os argumentos usados e sua aplicabilidade para os cristãos em geral. Domingo, 07 de Julho de 2013
  6. 6. Pág. 06 Domingo, 07 de Julho de 2013   O estudo seguinte visa esboçar alguns princípios teológicos que possam orientar este interesse missio- nário crescente. Tanto os detalhes quanto a própria linha mestre desta reexão precisam ser debatidos e modicados amplamente nas igrejas. Servem de trampolim para tal tarefa. As sugestões são derivadas de três fontes: uma reexão bíblica, a tradição reformada, e as discussões de missiólo- gos contemporâneos. Idealmente os princípios propostos devem ser os mais patentes possíveis para servirem de orientação em todos os níveis da igreja. Aqui organizamos os princípios em três armações. Primeira Armação A missão tem a sua origem no próprio relacionamento da Trindade (princípio 1) e encontra o seu instrumento na incumbên- cia missionária atribuída à igreja (princípio 2). Disto surge o princípio de integralidade da missão (princípio 3). Noivo (Cristo) e noiva (igreja) possuem estratégias, metodologias, alvos e objetivos em comum. A origem da missão: O Deus Triúno Através de toda a revelação bíblica se torna patente que o principal agente no drama é Deus. "No princípio criou Deus..." É Deus quem cria, quem julga, quem age, quem escolhe, e quem se revela. Ele é ativo não só na criação, mas também nos julgamentos, na libertação do seu povo do Egito, nas exortações dos seus profetas e na promessa de restauração vindoura. Ele é o único e verdadeiro Deus e deseja que sua glória seja conhecida nos céus (Salmo 19) e nas extremidades da terra (Isaías 11.9). Portanto, "missão" é uma categoria que pertence a Deus. A missão, antes de ter uma conotação humana que fala da tarefa da igreja, antes de ser da igreja, é de Deus. Esta perspectiva nos guarda contra toda atitude de autossu- ciência e independência na tarefa missionária. Se a missão é de Deus, então é dEle que a igreja deve depen- der na sua participação na tarefa. Isto implica numa profunda atitude de humildade e de oração para a capacita- ção missionária, uma dependência conante em Deus, em vez da independência característica da queda, do dilúvio, da torre de Babel e do próprio cativeiro. Por outro lado, se a missão é de Deus, temos a segurança de que é Deus quem está comandando a expansão do seu reino, nos seus termos, e isto nos dá plena convicção de que ele realizará os seus propósitos. Implicações O embasamento teológico para a tarefa missionária da igreja é especial- mente importante por causa da dependência que a igreja tem dele e para medir os nossos esforços com o padrão divino. Isto releva mais ainda o papel da oração e a postura de humildade que a igreja necessita. Em termos práticos, deve se indagar se a igreja está devida- mente informada através das publica- ções, materiais didáticos, congressos e conferências para sempre orar pelo desempenho missionário. PRINCÍPIOS TEOLÓGICOS PARA A AÇÃO MISSIONÁRIA REFORMADA Timóteo Carriker (texto adaptado) MISSÕES NO MUNDO
  7. 7. O instrumento da missão: a Igreja Se Deus é o agente e a origem da missão, ele não trabalha sozinho. Seu instrumento é um povo especíco. A missão também é a tarefa da igreja que, por sua vez, é derivada então da missão de Deus. Deus escolhe um povo especíco como instrumento da sua missão. Elegeu um povo, Israel, no Velho Testamento e com este fez uma aliança peculiar a m de que este fosse a sua testemunha no meio das nações (Gênesis 12.3; Êxodo 19.5-6; Efésios 3.10; 1 Pedro 2.9-10). A eleição de Israel, antes de denotar qualquer favoritismo exclusivista de Deus, teve um propósito inclusivo de serviço missionário para as nações. Quando não cumpria este propósito, Israel era julgado através das mesmas nações para as quais ele deveria ter dado testemunho e deveria ter sido uma bênção. Esta perspectiva nos guarda contra Pág. 07 como justicativa pela sua passividade, pois o Deus soberano escolheu o seu povo para testemunhar. Usando um exemplo do Novo Testamento, era necessário que Pedro pregasse para Cornélio, muito embora o anjo que o precedeu bem pudesse ter anunciado o evangelho para este centurião (Atos 10). Para atingir alvos universais, a restauração de toda a criação, Deus escolheu meios particulares, um povo. Implicações Baseado neste princípio convém reetir sobre o tipo de estrutura(s) missionária(s) mais apropriada(s) para a igreja. A tarefa missionária pertence à igreja toda e em todas as suas dimen- sões e níveis. Uma coordenação estrutural, scal e administrativa seria uma maneira de reetir isto. Entretanto, não signica necessaria- mente que as estruturas de envio não- denominacionais ou mesmo projetos de presbiterianos locais independentes (dos concílios da igreja local, dos todo sentimento de favoritismo exclusivista. Não nos orgulhemos na nossa eleição com atitude de superiori- dade espiritual para com os que não creem, separando-nos socialmente deles. A eleição não é para separação social (separação moral, sim!), mas participação e serviço. A igreja não encontra sua identidade verdadeira em contraposição social ao mundo, mas justamente numa relação com ele, uma relação não de identicação com seus valores, mas uma relação evangelística de serviço e testemunho ousados. Então, esta perspectiva também nos guarda contra todo escapismo deste mundo para um plano espiritual além. Também nos guarda contra toda passividade e comodismo. A missão de Deus não inibe a atividade do seu povo, mas dinamiza-a. Se foi Deus quem escolheu, ca patente que escolheu um povo para, através dele, realizar sua missão. A igreja passiva quanto ao seu envolvimento missionário não poderá invocar a soberania exclusiva de Deus Domingo, 07 de Julho de 2013
  8. 8. Pág. 08 presbitérios, dos sínodos, ou do Supremo Concílio) estejam fora da vontade de Deus. Trata-se em parte da denição de "igreja" e trata-se historica- mente do mistério da vontade de Deus em situações em que uma estrutura denominacional não atenda às múltiplas dimensões da sua incumbência missio- nária. Seja como for, creio que a denominação deve assumir sua tarefa missionária estruturalmente, procu- rando manter em sadia tensão os seus órgãos em nível do Supremo Concílio (as diversas divisões duma estrutura missionária unicada) e expressões estruturais mais localizadas e sob medidas (projetos e organizações de sínodos, presbitérios e igrejas locais). Não seria, de maneira alguma uma tarefa fácil, mas também não impossí- vel. Por exemplo, talvez a igreja (IPB) possa criar uma divisão que: 1) ofereça orientação para sínodos, presbitérios e igrejas locais sobre a organização e administração das suas estruturas locais; 2) ofereça treinamento ou recomende treinamento por organiza- ções competentes; e 3) dê o seu reconhecimento eclesiástico periódico para as estruturas que se enquadram dentro dos padrões e alvos da igreja. Poder-se-ia aplicar este mesmo princípio às estruturas educacionais da denominação que, dentro dos parâme- tros acadêmicos e eclesiásticos estabelecidos por ela, seriam regidos mais pelas suas juntas locais e poderiam ter os seus enfoques mais especícos de preparo. Se a tarefa missionária tem como o seu instrumento a igreja, é importante que isto se reita na igreja cristã toda. Celebramos o desejo atual de muitas pessoas nas igrejas que querem ampliar as suas parcerias com outras denomi- nações. Acreditamos que o próprio testemunho missionário diante do mundo depende disto (João 17.20-21). É também uma tarefa difícil e delicada que não poderá ser apressada. Entretanto, sem um ecumenismo bíblico e sadio, o testemunho missioná- rio cai por água abaixo. A integralidade da missão: Deus e a Igreja Como os dois conceitos do Servo de Iahweh e do Filho do Homem no Antigo Testamento oscilam entre uma referência individual e uma coletiva, nossa referência à missão varia entre uma referência à missão de Deus e outra à missão do povo de Deus. Discursando a respeito de missão, referimo-nos, ora à missão de Deus, ora à missão da igreja, considerando o conteúdo do primeiro, e por conse- quência, logo reetindo sobre as implicações disto para o segundo. Tal discurso ilustra a dinâmica e integralida- de da missão como sendo a missão de Deus e da igreja. Deus partilha sua tarefa com seu povo e nela o convida a participar. Este recebe a promessa de que Ele estará sempre presente na realização da missão. Decerto, a missão de Deus jamais poderá ser sinônimo da missão da igreja. Por outro lado, nem tampou- co poderá a missão da igreja ser considerada absolutamente divorciada da missão de Deus. A dinâmica entre os dois encontra sua expressão ideal à medida que a igreja discerne a missão de Deus e se conforma à mesma, um ideal que embora nunca se realize perfeitamente, mesmo assim se manifesta em parte. A vice-regência do homem sobre a criação teve como um propósito reetir a soberania de Deus, mas jamais duplicá-la ou substituí-la. Israel herda este papel de embaixador de Deus no meio das nações, ou melhor, de sacerdote e testemunha. Portanto, Deus e o seu povo não são competido- res na missão, e, sim, cooperadores, sendo a igreja serva da missão de Deus. Enquanto o povo de Deus é convidado a participar com Deus na sua missão de restauração, Deus promete sua presença no desempenho da missão do povo de testemunha diante das nações. Implicações Tal perspectiva da dinâmica da missão nos guarda, por um lado, contra uma identicação completa dos programas missionários das denomina- ções e agências missionárias com o propósito e missão global e integral de Deus. O povo de Deus reete, apenas parcial e imperfeitamente, a missão de Deus. Historicamente, nem sempre a missão da igreja reetiu o caráter justo, salvador e libertador de Deus. A íntima associação de missões com a política expansionista e conquistadora do Império Carolíngio do século VIII na Europa e da Ibéria do século XVI na América Latina, ou com o colonialismo do século XIX na África Negra, proíbe qualquer identicação estreita da missão de Deus com o conceito que às vezes se tem de missão da igreja. Até hoje, um certo triunfalismo às vezes se evidencia nas nossas promoções e nos slogans missionários que jamais poderá ser comparável com a adoção humilde do papel de missionário-servo do povo de Deus no meio das nações. Por outro lado, esta dinâmica da missão estimula e capacita o povo de Deus a uma aproximação e à participa- ção com a missão de Deus e nos dá a conança, mesmo em meio de diculdades e desânimo, de que Deus vai levar avante sua missão. Ele é criador do mundo e autor da história, e sua missão de restaurar aquele e completar esta vai se realizar, não apesar, mas através do seu povo. A cruz é o supremo padrão vivencial e paradigmático do procedimento missionário. Implica em humildade e não orgulho (Filipenses 2:5-11), sofrimento e não glória (Colossenses 1:24), sacrifício e o desao radical para as nossas congregações. Isto deve temperar todo o nosso planejamento e organização. (continua no próximo boletim) Domingo, 07 de Julho de 2013
  9. 9. Pág. 09Domingo, 07 de Julho de 2013 Ingredientes Serve : 10 500 g de milho para canjica 2 litros de água 1 lata de leite condensado 400 ml de leite de coco 500 ml de leite 2 paus de canela 1/2 colher (chá) de canela em pó 10 cravos 2 colheres (sopa) de açúcar, ou a gosto 2 xícaras de coco ralado Amendoim torrado picado pra decorar (opcional) Modo de preparo Preparo: 10mins › Cozimento: 1hora20mins › Tempo adicional:12horas › Pronto em:13horas30mins 1. Deixe a canjica de molho na água durante a noite. Numa panela grande, cozinhe a canjica na mesma água por 50 minutos. 2. Quando a canjica estiver macia, junte o leite condensado, o leite de coco, o leite e misture bem com uma colher de pau. Acrescente as canelas, o cravo e o açúcar. Deixe levantar fervura, depois diminua o fogo e cozinhe em fogo baixo por 20 minutos, até engrossar. 3. Adicione o coco ralado e, se desejar, adoce mais. 4. Sirva quente em xícaras ou tigelas individuais. Decore com uma pitada de canela em pó e uma colher (sopa) de amendoim picado, se desejar. Sobre a receita: Essa receita de canjica doce leva leite condensado e leite de coco, fica uma delícia e super cremosa. Pode-se colocar amendoim torra- do por cima, mas é opcional. CANJICA DOCE Fonte:http://allrecipes.com.br/receita/757/canjica-doce.aspx
  10. 10. Pág. 10 Domingo, 07 de Julho de 2013 ‘‘Tenho sido muito edificada com as mensagens e com os artigos do boletim da igreja. Obrigada por enviar para mim também. Que o Senhor continue abençoando ricamente seu ministério e a Igreja Presbiteriana Nova Suiça’’. Um abraço, Cristine Garcia cristine0110@hotmail.com ‘‘Amado Rev. Afonso, Graça e paz irmão querido ! Quero parabenizá-lo pelo lindo boletim que criaste pra teu rebanho. Deus seja louvado... Sempre inovando em rev....? Abração irmão querido... pra toda a família também. Aquele que muito o estima,’’ Rev.Reginaldo Lins rlins7@hotmail.com ‘‘Meu prezado, Grato pelo envio do boletim. Vejo que é um trabalho com excelência. Deus seja glorificado e que o ministério dos irmãos seja de grande edificação para muitas vida e alcance muitos eleitos do Senhor aos quais Ele enviar vcs!’’ Abraço e conte com minha oração!’’ Rev. Neurival da Silva Feitosa nsfeitosa@gmail.com ‘‘Rev. Afonso Celso Saudações. Parabéns pelo abençoado trabalho. Abraço, Rev. Hermisten Maia’’ hermisten@terra.com.br ‘‘Parabéns amado irmão e colega. Que Deus em Cristo te abençoe a você , sua família e sua igreja. Cordialmente missionário’’ Rev. kelcio silva mesquita ‘‘Parabéns Reverendo Afonso, junto com toda a comunidade’’. Rev. Reginaldo Pinho Borges ‘‘ Que primoroso trabalho! Parabéns! E que Deus seja servido em nos abençoar sempre assim, a despeito de nós, fazer a sua Obra Bendita através dos Seus vasos de barro’’. Rev. Giovan Amaral Casteluber Diretor Financeiro - AEBMG ‘‘ Parabéns pelo boletim, um trabalho primoroso de diagramação que mais parece um informativo ou uma revista de grande circulação. O conteúdo tam- bém muito caprichado, com orientações seguras para o rebanho. Deus abençoe seu trabalho na plan- tação desta nova Igreja para a Glória de Deus’’. Rev. Tiago Silveira ‘‘Graças a Deus pastor por mas essa vitória. Deus continue abençoando seu ministério. Abraços’’. Maria Rosa Lins Dias ‘‘Querido pastor Afonso, obrigado pelo envio do Boletim e parabéns pela qualidade do mesmo. Saudades dos 20 dias do mês de dezembro no IBEL fazendo CTM em Patrocínio/MG. Um abraço e tudo de bom. (...) Boa semana’’. Rev. Geraldo Batista Neto - Missionário da APMT- Em Puerto Suarez - Bolívia - Igreja Presbiteriana do Brasil Espaço destinado para a publicação de críticas, sugestões, comentários, questionamentos dos leitores deste boletim. Envie você também - pastorafonso@gmail.com SL EEIT RO Boletim IP Nova Suíça
  11. 11. Pág. 11Domingo, 07 de Julho de 2013
  12. 12. - Ter | 9h às 12h - Qui | 14h às 17h - Reunião de Oração seg às 19h30min - Estudo Bíblico qui às 19h30min - Escola Bíblica Dominical dom às 09h - Culto Solene dom às 18h PROGRAMAÇÃO SEMANAL ATENDIMENTO PASTORAL - Rua Limoeiro, 204 Nova Suíça - BH/MG - Tel: 3317-3330 7574-5149 - Rev. Afonso Celso de Oliveira - E-mail: pastorafonso@gmail.com CONTATO Congregação da -Rev. Afonso Celso de Oliveira (31) 7574-5149 Pb. Anderson Fleming (31) 9238-3765 Pb. Helmut Rieg (31) 9102-5148 Mesa Administrativa pag. 12 18/07 - Maria Guilhermina Coimbra Bueno. Tel.: 3245-6728 21/07 - Zulmira Pereira de Souza. Tel.: 3295-4451 22/07 - Leopoldo, marido de Melise. Tel.: 3313-6655 28/07 - Alessandra Leitão Zorzin - Tel.: 3567-9308 Desejamos a todos os aniversariantes de Julho ricas bênçãos derramadas pelo Eterno. Que nosso bom Deus seja bendito em agraciar nossos queridos com sua boa mão, seu consolo, conforto e fortalecimento, para louvor do nome de sua glória! «O justo florescerá com a palmeira crescerá como cedro no líbano». Sl 92:12 ANIVERSARIANTES DE JULHO Ledimir (pai), Vânia (mãe), Filipe, Rebeca (irmãos) Lucas lange e Juraci (vovó), Dara (prima), Denise Miranda (prima). A igreja está convocada para orar por essa família entre os dias 08/07 a 15/07 Encerramos o mês de junho jubilosos e gratos a Deus pelos cultos e participações especiais dos corais da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte, nas celebrações especiais pela passagem do primeiro aniversário de fundação da Congregação Presbiteriana Nova Suíça. A comunidade foi ricamente abençoada com prédicas bíblicas, quando o Senhor usou da instrumentalidade de homens ungidos, servos do Senhor que atenderam ao nosso convite. Registramos neste espaço nossa gratidão, em primeiro lugar, a Deus por um mês tão profícuo de bênçãos. Agradecemos a participação dos corais: Coro Feminino da Primeira Igreja Presbiteriana de BH; Coro Masculino da Primeira Igreja Presbiteriana de BH; Coro da Juventude da Primeira Igreja Presbiteriana de BH. Agradecemos a visita dos ilustres pregadores: Rev. Jedeias Duarte - SE/PMC-IPB Rev. César Guimarães do Carmo - IPJO Rev. Edson Costa Silva - PIPBH Rev. Gustavo Quintela Franca - PIPBH. Agradecemos também a presença de todos os visitantes que abrilhantaram estes eventos, participando conosco das celebrações, esperando em Deus que possam voltar em outras oportunidades e receberem uma porção especial de bênçãos do Senhor! Em Cristo, Rev. Afonso Celso de Oliveira AVISOS Domingo, 07 de Julho de 2013 AGRADECIMENTO

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