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SÍFILIS
Paola Gettems Abreu
Bruna Spagnol Bronzatto
Definição
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Prevalência
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Sintomatologia/Quadro clínico
• Sífilis primária: pápula (uma pequena elevação na pele)
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Sifilis

  1. 1. 21/05/2012 1 SÍFILIS Paola Gettems Abreu Bruna Spagnol Bronzatto Definição Doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, causada pela bactéria Treponema pallidum. Pode também ser transmitida verticalmente, ou seja, da mãe para o feto, por transfusão de sangue ou por contato direto com sangue contaminado. Se não for tratada precocemente, pode comprometer vários órgãos como olhos, pele, ossos, coração, cérebro e sistema nervoso. Histórico • Registros apontam que a primeira epidemia se deu em 1495 e atingiu o exército de Carlos VII, da França. • Estima-se que a doença tenha chegado ao continente americano junto com os conquistadores europeus. • Seu agente causador, o Treponema pallidum, foi descoberto em 1905, pelos microbiologistas alemães Fritz Richard Schaudinn e Paul Erich Hoffmann. Etiologia • Treponema pallidum, um espiroqueta de alta patogenicidade. Epidemiologia • Doença universal, de transmissão sexual. A sífilis congênita constitui-se em doença de eliminação. Transmissão • Na maioria dos casos, pela via sexual e se dá pela penetração da bactéria através de microscópicas feridas ou abrasões na mucosa da vagina ou do pênis. • Nas fases mais avançadas da doença, a sífilis pode ser transmitida por beijos e até pelo toque se houver lesões na pele ou na boca. • A transmissão da sífilis por transfusão de sangue é muito rara • A sífilis congênita é adquirida pelo feto quando a mãe encontra-se contaminada pelo Treponema pallidum durante a gestação.
  2. 2. 21/05/2012 2 Prevalência • 1,7% de sífilis em parturientes. • 4 vezes maior do que HIV em gestantes. Notificação • Notificação compulsória e de investigação obrigatória. • A notificação de casos de sífilis congênita é obrigatória a médicos e outros profissionais de saúde no exercício da profissão. Complicações • Aborto espontâneo; • Natimorto; • Parto prematuro; • Baixo peso; • Endometrite pós-parto; • Infecções peri e neonatal; • Sífilis Congênita; • Neurossífilis; • Sifilis Cardiovascular. Patogenicidade • Alta. Prevenção • Uso de preservativo. • Conhecimento da doença e educação sexual. Período de Incubação • Na sífilis adquirida, é de cerca de 21 dias a partir do contato sexual infectante. • A criança com sífilis congênita ao nascimento pode já se encontrar gravemente enferma ou com manifestações clínicas menos intensas, ou até aparentemente saudável, vindo a manifestar sinais da doença mais tardiamente, meses ou anos depois, quando sequelas graves e irreversíveis ter-se-ão instalado.
  3. 3. 21/05/2012 3 Sintomatologia/Quadro clínico • Sífilis primária: pápula (uma pequena elevação na pele) nos órgãos genitais que em poucas horas se transforma em uma úlcera não dolorosa; o paciente apresenta no máximo aumento dos linfonodos da virilha (ínguas); cancro duro. Sintomatologia/Quadro clínico • Sífilis secundária: erupções na pele, classicamente nas palmas das mãos e solas dos pés; febre, mal estar, perda do apetite, dor nas articulações, queda de cabelo, lesões oculares e aumento dos linfonodos difusamente pelo corpo; condiloma lata, uma lesão úmida, com aspecto de uma grande verruga, que surge geralmente próximo do local onde existiu a lesão do cancro duro na sífilis primária. Pode apresentar poucos sintomas e não ser notada. Sintomatologia/Quadro clínico • Sífilis Terciária: é a mais grave; 3 tipos de manifestações: 1. Goma sifilítica = grandes lesões ulceradas que podem acometer pele, ossos e órgãos internos; 2. Sífilis cardiovascular = acometimento da artéria aorta, causando aneurismas e lesões da válvula aórtica. 3. Neurosífilis = acomete o sistema nervoso, lavando à demência, meningite, AVC e problemas motores por lesão da medula e dos nervos. Diagnóstico/Diferencial • VDRL • FTA-ABS ou TPHA Exames complementares • Microscopia; • Raios X de ossos longos; • Exame do líquido cefalorraquidiano (LCR). Tratamento • A sífilis tem cura se tratada corretamente. O tratamento da sífilis é diferente dependendo do estágio da doença. • Sífilis primária ou secundária: Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em dose única • Sífilis com mais de 1 ano de evolução ou de tempo indeterminado: Penicilina benzatina (Benzetacil) 2.4 milhões de unidades em 3 doses, com uma semana de intervalo entre cada. • Após o inicio do tratamento as lesões começam a desaparecer já nos primeiros dias. Porém, para se confirmar a cura é preciso repetir os exames de sangue.

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