Lombalgia aula rev1

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Lombalgia aula rev1

  1. 1. LOMBALGIAProf. Jefferson Soares LealFaculdade de MedicinaUniversidade Federal de Minas Gerais- UFMGDepartamento do Aparelho Locomotor
  2. 2. Aula e bibliografia atualizadas estarãodisponíveis para os alunos no site:www.jeffersonleal.com.brwww.jeffersonleal.com.brAULAS ATUALIZADASLombalgia atualização PDFLombalgia aula PDF
  3. 3. DOR NA COLUNA1ª causa de incapacidade para o trabalho empessoas com menos de 45 anos2o motivo mais frequente de consulta médica
  4. 4. 85% das pessoas terão lombalgia em algumafase da vida
  5. 5. Pessoas sedentárias, tabagismoIdade, obesidade, sexoAnsiedade, depressãoInsatisfação laboralEPIDEMIOLOGIAInsatisfação laboralTrabalhos físicos pesadosmovimentos repetitivos de flexão, rotação elevantamento de pesoApproach to the diagnosis and evaluation of low back pain in adults 2011,www.uptodate.com
  6. 6. Posição sentada / motoristas profissionais
  7. 7. Aguda (< 4 semanas)Subaguda (4-12 semanas)CLASSIFICAÇÃO TEMPORALSubaguda (4-12 semanas)Crônica (> 3-6 meses)
  8. 8. Lombalgia inespecíficaCLASSIFICAÇÃO ETIOLÓGICALombalgia específicaEstenose lombarEspondilolisteseHérnia discalEtc.
  9. 9. Degeneração do segmento vertebralMecanismo da dorFISIOPATOLOGIAMecanismo da dorFatores psicossociais
  10. 10. Segmento Vertebral
  11. 11. 30 % apresentam alteração de sinal ao examede ressonância magnética.( Gibson, 1986; Modic, 1988 )DEGENERAÇÃO DISCAL( Gibson, 1986; Modic, 1988 )57 % apresentam alteração de sinal, protrusãoou hérnia de disco.( Evans e cols; 1989 )
  12. 12. 15-35 anos: 10% com alterações morfológicas( Gresham e miller,1969 )> 50 anos: 85% com alterações morfológicasDEGENERAÇÃO DISCAL> 50 anos: 85% com alterações morfológicas( Tertti e cols, 1991; Pech e Houghton,1985)> 65 anos: 95% apresentam alterações morfológicas( Gresham e Miller, 1969 )> 60 anos: 98% com alterações à Ressonância (RM)( Boden e cols, 1990 )
  13. 13. Mecanismo da dor lombar
  14. 14. ETIOLOGIAA causa pode ser determinada em apenas12-15%dos pacientes extensamente investigados
  15. 15. História clínicaExame físicoPRINCÍPIOS DO DIAGNÓSTICOCategoria(mecânica, inflamatória, infecciosa, neoplásica, extrínseca)Exames complementares
  16. 16. Há evidencia de doenças sistêmicas?Há evidência de doenças neurológicas?HISTÓRIA CLÍNICAHá fatores sociais ou psicológicos quepossam estar contribuindo para a persitênciaou agravamento do quadro?
  17. 17. Caracterização da dor:dor mecânica x dor não-mecânicaSinais de alerta:HISTÓRIA CLÍNICASinais de alerta:dor noturna, febre, emagrecimento, história dedoença neoplásica, perda injustificável do peso
  18. 18. Sinais de alertaSinais e sintomas neurológicosAlterações esfincterianas, fraqueza motora ou distúrbios damarchaTraumatismoIdade <18 anos com dor considerávelBANDEIRAS VERMELHASIdade <18 anos com dor considerávelUsuário de drogas intravenosas ou esteróidesAIDS, doenças sistêmicasMobilidade reduzidaRestrição importante e persistente da mobilidade da colunalombossacralDoenças inflamatóriasEspondilite anquilosante, artrite reumatóide, etcEnvolvimento periféricoIrite, manchas cutâneas, colite, secreção ureteral
  19. 19. Ansiedade (↑↑↑↑) / depressão / isolamento socialDor crônica pré-existenteColuna ou em outro localAutoproteção excessivaCrenças irreais em medidas que evitarão a dorFATORES PSICOLÓGICOSCrenças irreais em medidas que evitarão a dorPensamentos exagerados sobre sua condiçãoCrença irreal sobre a gravidade da dorPercepção depreciativa de sua saúdeCinesiofobiaFalha dos tratamentos préviosAbuso de medicamentos analgésicos epsicotrópicos
  20. 20. SensibilidadeSuperficial/não-anatômicaTeste de simulação positivoTeste de “distração”Sinais de WaddellTeste de “distração”Distúrbios regionaisHiper-reação
  21. 21. Alto nível de exigência laboralPressão do tempo, interrupções frequentes, etcBaixa autonomiaBaixo nível de reconhecimentoFATORES SOCIAIS (laborais)Baixo nível de reconhecimentoRenda, reconhecimento social, progressão na carreiraAmbiente de equipe desfavorávelBaixa satisfação laboralCreditar ao trabalho a causa da sua dor
  22. 22. Política trabalhista sobre adoecimento comefeitos contrários aos esperadosCompensação por incapacidadeFATORES SOCIAIS (legislação)Compensação por incapacidadeDesemprego
  23. 23. Exame FísicoExame FísicoAmplitude dos movimentosExame da sensibilidadeExame da ForçaExame dos reflexosTestes especiais
  24. 24. Dermátomos
  25. 25. Nervo isquiático*
  26. 26. Relação disco raiz
  27. 27. Aliviar a dorPRINCÍPIOS DO TRATAMENTOReabilitação FuncionalTratar a causa ????
  28. 28. Repouso ( 2-3 dias )Medicamentos (AINH, analgésicos, antidepressivos)TRATAMENTOReabilitaçãoCentenas de métodos “modernos”Cirurgia
  29. 29. ExercíciosMassagem, manipulaçãoTRATAMENTO NÃO-CIRÚRGICOUltrassom, ondas curtas , TENS
  30. 30. Dor graveLesão anatômica concordanteCIRURGIAQuadro clínicoTestes funcionaisAusência de barreiras à melhoraIntratável clinicamente( mínimo 6 meses de tratamento )
  31. 31. Nucleoplastia/anuloplastiaPrótese total discalNOVAS TECNOLOGIASPrótese total discalRadiculopatia seletiva por radiofrequênciaEvidências conflitantes / seguimento curto
  32. 32. Consiste na“coagulação” doânulo fibroso dodisco dolorosoAnuloplastiadisco dolorosoatravés de umeletrodo flexívelinserido de formapercutâneaBogduck and karasek, TheSpine Journal, 2002
  33. 33. TécnicaAnuloplastia
  34. 34. Prótese de disco
  35. 35. Rizotomia facetária
  36. 36. Terapias biológicasTerapia celularTarapia molecarTerapia gênicaDIREÇÕES FUTURASTerapia gênicaBMPBone Morphogenetic Protein
  37. 37. Promessas futurasPromessas futuras
  38. 38. DÚVIDAS ?!DÚVIDAS ?!

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