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Introdução Edificações com concreto aparente sofremdegradação, muitas vezes de maneira intensa,decorrente da ação de agen...
Objetivos caracterizar um verniz acrílico e um vernizpoliuretânico antipichação, verificando as suascaracterísticas essen...
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Ensaio Verniz acrílico Verniz poliuretânicoPermeabilidadeàáguaCorpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do fil...
Resultados e discussão: caracterização dosvernizes aplicados sobre substrato metálicoNúmero dedemãoVerniz acrílico Verniz ...
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Ensaio acelerado de exposição ao CO2 Uma câmara de carbonatação com insuflamento de(20±1)% CO2, sendo a umidade relativa ...
Ensaio acelerado de exposição ao CO2Profundidade de carbonatação em µm (média/desvio padrão)NCP – AC2 NCP – AC3 NCP – AC3 ...
Ensaio acelerado de exposição ao CO2Profundidade de carbonatação (média/desvio padrão)NCP – PU2 NCP – PU3 NCP – PU3 ENV NC...
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Ensaio acelerado de exposição ao CO2:medidas de potencialOs desvios padrões foram elevados,sendo em alguns casos muito ele...
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Ensaio acelerado de exposição ao NaCl Dois dias de exposição em câmara de névoa salina seguido decinco dias em ambiente d...
Exposição ao NaCl:TERO DE CLORETOSVariávelProfundidade da coletade concretoTeor de cloretos (%)Referência 2ociclo 3ociclo ...
Ensaio acelerado de exposição ao NaCl0,000,501,001,502,002,50Referência 1º ciclo 2º ciclo 5º cicloCiclosTeordecloreto(%)AC...
Ensaio acelerado de exposição ao NaClTEMPO ACP –AC2 ACP –AC3 ACP –AC3 ENV ACP –SP1ocicloMédia*= -162Desvio padrão = 16Médi...
Ensaio acelerado de exposição ao NaClTEMPO ACP –PU2 ACP –PU3 ACP –PU3 ENV ACP –SP1ocicloMédia*= -168Desvio padrão = 12Médi...
ConteúdoTodos os ensaios, tanto os de caracterização como os de desempenho,indicaram claramente a superioridade do verniz ...
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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE VERNIZ ACRÍLICO E VERNIZ POLIURETANO ANTIPICHAÇÃO COMO REVESTIMENTO DE PROTEÇÃO ÀS ESTRUTURAS DE CONCRETO APARENTE

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Acrylic varnishes are widely used as protective coatings for Brazilian residential, commercial and industrial constructions. However, the market offers other types of varnishes as a result of the great technological development occurring in the chemical industry dedicated to the civil construction. Among the available varnishes, it can be pointed those based on polyurethanic resins, especially antigraffiti polyurethanic varnishes. The polyurethanic coatings remain intact even after several graphite removal cleaning processes. Thus, they present larger application being a good choice for replacing the acrylic varnishes used in civil construction. Acrylic varnishes, apparently, don’t protect the concrete surface from graphite and their protective properties against aggressive environmental compounds are inferior to the polyurethanic base varnishes. The objective of this work was to compare the performance of two protective varnishes available in the market for protecting concrete structures, one traditional and another based on polyurethane resin. The comparison was done through characterization tests and performance tests in order to verify their behavior against two environmental aggressive compounds: carbon dioxide and chlorides. The obtained results confirmed the superiority of the antigraffiti polyurethanic varnish, as much in characteristics as performance in protection barrier.

Os vernizes acrílicos são largamente utilizados como revestimento de acabamento nas edificações brasileiras. Além destes vernizes, o mercado oferece outras opções decorrentes do grande avanço tecnológico da indústria química voltada para construção civil. Dentre os vernizes recentemente incorporados no mercado, citam-se os à base de poliuretano, em destaque aqueles que são denominados como antipichação. O filme deste tipo de verniz mantém-se íntegro mesmo após constantes limpezas para a remoção de pichações na sua superfície. Desta forma, o verniz antipichação tem um maior campo de aplicação, podendo ser, também, um substituto no emprego, generalizado, do verniz acrílico nas construções, já que o mesmo, além de não proteger as fachadas contra pichações, aparentemente, tem um desempenho inferior como barreira de proteção contra os agentes mais potencialmente nocivos ao concreto armado. O objetivo do presente trabalho foi comparar dois vernizes de proteção para concreto aparente, ambos disponíveis no mercado, sendo um acrílico tradicional e outro poliuretano. Esta comparação foi realizada por meio de ensaios de caracterização e de ensaios de desempenho destinados a verificar o comportamento dos vernizes em relação a dois agentes agressivos: o dióxido de carbono e os íons cloreto. Os resultados obtidos confirmaram a superioridade do verniz poliuretano antipichação em relação ao verniz acrílico, tanto em características como em desempenho como barreira de proteção.

ARAUJO, A.; PANOSSIAN, Z. Avaliação

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AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DE VERNIZ ACRÍLICO E VERNIZ POLIURETANO ANTIPICHAÇÃO COMO REVESTIMENTO DE PROTEÇÃO ÀS ESTRUTURAS DE CONCRETO APARENTE

  1. 1. Avaliação de desempenho de verniz acrílico eAvaliação de desempenho de verniz acrílico everniz poliuretano antipichação comoverniz poliuretano antipichação comorevestimento de proteção às estruturas derevestimento de proteção às estruturas deconcreto aparenteconcreto aparenteAvaliação de desempenho de verniz acrílico eAvaliação de desempenho de verniz acrílico everniz poliuretano antipichação comoverniz poliuretano antipichação comorevestimento de proteção às estruturas derevestimento de proteção às estruturas deconcreto aparenteconcreto aparenteAdriana de AraújoZehbour Panossian
  2. 2. Conteúdo• Introdução• Objetivos• Metodologia (não descrita com detalhe),resultados e discussão– seleção e caracterização de vernizes;– concepção e preparação dos corpos-de-prova(características do concreto);– ensaios de desempenho: ensaio acelerado de exposição ànévoa salina e ao cloreto de sódio• Conclusões
  3. 3. Introdução Edificações com concreto aparente sofremdegradação, muitas vezes de maneira intensa,decorrente da ação de agentes agressivos presentesna atmosferas: CO2 e Cl-; para minimizar esta degradação aplicam-se vernizescomo proteção adicional, que podem assegurar adurabilidade do concreto devido à diminuição dapermeabilidade superficial; tradicionalmente, é utilizado verniz acrílico, porém opoliuretânico antipichação aparece no mercado comoum potencial substituto do acrílico.
  4. 4. Objetivos caracterizar um verniz acrílico e um vernizpoliuretânico antipichação, verificando as suascaracterísticas essenciais para sua aplicação noconcreto armado aparente como barreira deproteção; avaliar o desempenho dos vernizes selecionados,aplicados em corpos-de-prova de concreto, em duasdiferentes espessuras (duas e três demãos) e duasdiferentes condições (filme recém-aplicado e filmeenvelhecido), frente a dois dos principais agentesatmosféricos que atuam na deterioração do concretoarmado: o CO2 e os íons Cl-.
  5. 5. Seleção e caracterização de vernizes Foram selecionados dois vernizes disponíveis nomercado para uso em construção civil: o critério deescolha foi a flexibilidade aplicado em substratometálico (NBR 10545). Os vernizes foram caracterizados na forma líquida;na forma de filme livre, aplicado sobre substratometálico e aplicado sobre substrato cimentício.Foram preferidos ensaios normalizados, porém paraalguns ensaios foram estabelecidas metodologiascom base na literatura. Foi feito um estudo preliminar para verificação dequais os parâmetros caracterizavam adequadamenteos vernizes: só serão apresentados os selecionados.
  6. 6. Preparação dos corpos-de-prova Especialmente concebidos, tendo como base:− limitação do tamanho das câmaras de ensaio: pequenos;− necessidade de respostas rápidas nos ensaios de desempenho:concreto de baixo desempenho – cimento com escória de altoforno tipo II, traço 1:2,64:1,56:0,65, relação a/c de 0,65;− necessidade de preservar a integridade dos vernizes duranteos ensaios eletroquímicos: eletrodos embutidos;− necessidade de ensaios de acompanhamento destrutivos(avanço da carbonatação e ingresso de cloreto): forampreparados corpos-de-prova armados (ACP) e não-armados (NCP).Obs.: trabalho apresentado no LATINCORR 2006 Brasil apresenta descrição detalhadados corpos-de-prova.
  7. 7. Pintura epóxiRegião protegida comos vernizes ensaiadosTubo de plástico rígido para oeletrodo de referênciaEletrodo de trabalho (armadura)Contra-eletrodo de cobreCorpo-de-prova armadoACPCorpo-de-prova não-armadoNCP10 cm5 cm2 cm
  8. 8. Resultados e discussão: caracterização dosvernizes líquidosEnsaios Verniz acrílico Verniz poliuretânicoIdentificação da resinaAcrílica (poliacrilato compreponderância de uma mistura depolimetacrilato de metila, poliacrilato debutila, pequenas proporções depoliacrilato de metila e polimetacrilatode butila)Poliuretano(isocianato)Sólidos por volume 16% 26%Viscosidade (Copo Ford) 11,7 s 12,5 sTempodesecagemToque 30 min 30 minLivre de pegajosidade 50 min 1 hEndurecida 3 h 30 min 2 h 50 minManuseio 3 h 40 min 3 h 10 minCompletamente endurecido 4 h 10 min 4 h 35 minEspessura do filme úmido pordemão75 µm 75 µm
  9. 9. Resultados e discussão: caracterização dosvernizes em filme livreEnsaio Verniz acrílico Verniz poliuretânicoPermeabilidadeàáguaCorpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 146 120 130 116 116 91Taxa de transmissão (g/(m2.dia)) 8,1 7,0 9,4 6,7 7,1 8,0Taxa de transmissão média (g/(m2.dia)) 8,1 7,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 1,2 0,6Camada equivalente a do ar (m) 0,7 1,0 0,7 1,1 1,0 1,2Camada média equivalente a do ar (m) 0,8 1,1Desvio padrão (m) 0.2 0,1PermeabilidadeaoCO2Corpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 123 120 94 79 86 96Permeabilidade (g/(m2.dia)) 2,9 2,9 3,9 2,3 2,3 2,4Permeabilidade média (g/(m2.dia)) 3,2 2,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 0,6 0,1Camada equivalente a do ar (m) 86 86 64 109 108 103Camada média equivalente a do ar (m) 79 107Desvio padrão (m) 13 3
  10. 10. Resultados e discussão: caracterização dosvernizes em filme livreEnsaio Verniz acrílico Verniz poliuretânicoPermeabilidadeàáguaCorpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 146 120 130 116 116 91Taxa de transmissão (g/(m2.dia)) 8,1 7,0 9,4 6,7 7,1 8,0Taxa de transmissão média (g/(m2.dia)) 8,1 7,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 1,2 0,6Camada equivalente a do ar (m) 0,7 1,0 0,7 1,1 1,0 1,2Camada média equivalente a do ar (m) 0,8 1,1Desvio padrão (m) 0.2 0,1PermeabilidadeaoCO2Corpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 123 120 94 79 86 96Permeabilidade (g/(m2.dia)) 2,9 2,9 3,9 2,3 2,3 2,4Permeabilidade média (g/(m2.dia)) 3,2 2,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 0,6 0,1Camada equivalente a do ar (m) 86 86 64 109 108 103Camada média equivalente a do ar (m) 79 107Desvio padrão (m) 13 3IS0 7783 baixa permeabilidade ao vapor d’água: taxa de transmissão < 15 g/(m2.dia) ecamada de ar equivalente > 1,4 m; média permeabilidade ao vapor d’água: taxa de transmissão entre 15 g/(m2.dia) e 150 g/(m2.dia) e camada de ar equivalente entre 0,14 m e 1,4 m ; alta permeabilidade ao vapor d’água: taxa de transmissão > 150 g/(m2.dia) ecamada de ar equivalente < 0,14 m.Obs: camada equivalente ao ar leva em consideração a espessura média do filme
  11. 11. Ensaio Verniz acrílico Verniz poliuretânicoPermeabilidadeàáguaCorpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 146 120 130 116 116 91Taxa de transmissão (g/(m2.dia)) 8,1 7,0 9,4 6,7 7,1 8,0Taxa de transmissão média (g/(m2.dia)) 8,1 7,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 1,2 0,6Camada equivalente a do ar (m) 0,7 1,0 0,7 1,1 1,0 1,2Camada média equivalente a do ar (m) 0,8 1,1Desvio padrão (m) 0.2 0,1PermeabilidadeaoCO2Corpo-de-prova CP1 CP2 CP3 CP1 CP2 CP3Espessura média do filme (µm) 123 120 94 79 86 96Permeabilidade (g/(m2.dia)) 2,9 2,9 3,9 2,3 2,3 2,4Permeabilidade média (g/(m2.dia)) 3,2 2,3Desvio padrão médio (g/(m2.dia)) 0,6 0,1Camada equivalente a do ar (m) 86 86 64 109 108 103Camada média equivalente a do ar (m) 79 107Desvio padrão (m) 13 3Resultados e discussão: caracterização dosvernizes em filme livreLiteratura considera camada média equivalente ao ar de50 g/(m2.dia) como o valor mínimo aceitável.Ambos poderiam ser classificados como anticarbonatação sefossem aplicados:verniz acrílico: 118 µmverniz poliuretânico: 87 µmSendo o verniz poliuretânico muito superior
  12. 12. Resultados e discussão: caracterização dosvernizes aplicados sobre substrato metálicoNúmero dedemãoVerniz acrílico Verniz poliuretânicoEspessura(µm)Desvio padrão(µm)Flexibilidade(%)Espessura(µm)Desvio padrão(µm)Flexibilidade (%)1 demão 8,9 2,4 11,4 10,0 1,8 30,12 demão 17,3 3,6 31,2 18,8 1,3 32,0Número dedemãoVerniz acrílico Verniz poliuretânicoEspessura(µm)Desvio padrão(µm)Flecha deruptura (%)Espessura(µm)Desvio padrão(µm)Flecha deruptura2demão 18,4 2,3 2,7 19,2 1,5 7,13demão 33,8 2,5 3,6 33,6 1,2 8,4Verniz poliuretânico é mais flexívelVerniz poliuretânico tem elevada flecha de ruptura
  13. 13. Resultados e discussão: caracterização dosvernizes aplicados sobre substrato cimentícioNúmero dedemãoVerniz acrílico Verniz poliuretânicoEspessura (µm)Desvio padrão(µm)Espessura (µm)Desvio padrão(µm)2demão 31 8 51 113demão 41 7 60 17Número dedemãoVerniz acrílico Verniz poliuretânicoAderência(MPa)Desvio padrão(MPa)Aderência(MPa)Desvio padrão(MPa)2demão 2,5 0,6 3,2 0,9Literatura: o valor mínimo para uma boa aderência é de 1 MPa.Ensaios de remoção de pichação mostrou que overniz poliuretânico protege o concreto.
  14. 14. Ensaio acelerado de exposição ao CO2 Uma câmara de carbonatação com insuflamento de(20±1)% CO2, sendo a umidade relativa do ambientemantida em (65±1)%. Filme recém-aplicado e envelhecido (exposição durante 30dias à água de condensação e aos raios ultravioleta emcâmara de intemperismo). ensaios de acompanhamento: medidas eletroquímicas (não-destrutivo): dez corpos-de-prova; ensaio de profundidade de carbonatação: fratura do CPe aspersão de um indicador fenoftaleina: três corpos-de-prova por retirada.
  15. 15. Ensaio acelerado de exposição ao CO2Profundidade de carbonatação em µm (média/desvio padrão)NCP – AC2 NCP – AC3 NCP – AC3 ENV NCP - SPRef.* – 1,0/0,0 Ref.* – 0,0/0,0 Ref.* – 0,5/0,5 Ref.* –1,0/0,08odia** – 14,8 /1,5 8odia** – 8,8/3,7 8odia** – 23,4/2,4 8odia** – 16,0/2,015odia*** – 20,2/4,9 15odia*** – 7,5/4,2 15odia*** – 25,0/0,0 15odia*** – 25,0/0,0-29odia*** – 25,0/0,0 29odia*** – 15,0/5,0 29odia*** – 25/0 29odia*** – 25,0/0,0P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6
  16. 16. Ensaio acelerado de exposição ao CO2Profundidade de carbonatação (média/desvio padrão)NCP – PU2 NCP – PU3 NCP – PU3 ENV NCP - SPRef.* – 0,8/0,7 Ref.* – 0,8/0,7 Ref.* – 0,8/0,7 Ref.* –1,0/0,08odia** – 7,8 /3,2 8odia** – 8,3/2,2 8odia** – 11,7/2,8 8odia** – 16,0/2,015odia*** – 10,7/1,1 15odia*** – 14,0/3,6 15odia*** – 16,5/4,0 15odia*** – 25,0/0,0-29odia*** – 12,5/3,8 29odia*** – 16,7/3,6 29odia*** – 25,0/0,0 29odia*** – 25,0/0,0- -43odia*** – 15,2/4,6 43odia*** – 22,3/4,0 43odia*** – 25,0/0,0 43odia*** – 25,0/0,0P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6P1 P2 P3P4 P5 P6
  17. 17. Ensaio acelerado de exposição ao CO2TEMPO ACP –AC2 ACP –AC3 ACP –AC3 ENV ACP –SP1odiaMédia* = -96Desvio padrão = 34Média* = -24Desvio padrão = 11Média* = -80Desvio padrão = 43Média*= -44Desvio padrão = 238odiaMédia* = -376Desvio padrão = 208Média* = -108Desvio padrão = 88Média* = -333Desvio padrão = 29Média*= -438Desvio padrão = 6015odiaMédia* = -376Desvio padrão = 208Média* = -398Desvio padrão = 62Média* = -306Desvio padrão = 20Média*= -497Desvio padrão = 9843odiaMédia* = -368Desvio padrão = 62Média* = -358Desvio padrão = 55Média* = -259Desvio padrão = 18Média*= -341Desvio padrão = 7061odiaMédia* = -302Desvio padrão = 42Média* = -275Desvio padrão = 14Média* = -218Desvio padrão = 22Média*= -275Desvio padrão = 3591odiaMédia* = -273Desvio padrão = 33Média* = -252Desvio padrão = 76Média* = -139Desvio padrão = 16Média*= -253Desvio padrão = 58E < -291 mVECS 90% de probabilidade de estar ocorrendo corrosãonas armaduras
  18. 18. Ensaio acelerado de exposição ao CO2TEMPO ACP –PU2 ACP –PU3 ACP –PU3 ENV ACP –SP1odiaMédia= -58Desvio padrão = 15Média*= -33Desvio padrão = 23Media*= -68Desvio padrão = 37Média*= -44Desvio padrão = 238odiaMédia= -198Desvio padrão = 39Média*= -121Desvio padrão = 89Média* = -138Desvio padrão = 99Média*= -438Desvio padrão = 6015odiaMédia= -287Desvio padrão = 56Média*= -229Desvio padrão = 147Média* = -297Desvio padrão = 197Média*= -497Desvio padrão = 9843odiaMédia= -380Desvio padrão = 88Média*= -464Desvio padrão = 87Média* = -397Desvio padrão = 16Média*= -341Desvio padrão = 7061odiaMédia= -307Desvio padrão = 15Média*= -396Desvio padrão = 73Média* = -352Desvio padrão = 18Média*= -275Desvio padrão = 3591odiaMédia= -236Desvio padrão = 6Média*= -350Desvio padrão = 57Média* = -271Desvio padrão = 44Média*= -253Desvio padrão = 58E < -291 mVECS 90% de probabilidade de estar ocorrendo corrosãonas armaduras
  19. 19. Ensaio acelerado de exposição ao CO2:medidas de potencialOs desvios padrões foram elevados,sendo em alguns casos muito elevados.Um exame criterioso da superfíciefraturada dos corpos-de-provamostrou que nos casos de desvios muitoelevados, a despeito da proteçãoadicional aplicada na região de inserçãodos eletrodos, alguns corpos-de-provaapresentaram penetração preferencialda frente de carbonatação por estaregião; sendo esta a causa dos valoresmuito elevados dos desvios observado;
  20. 20. -600-500-400-300-200-1000(0) Referência 8º dia 15º dia 43º dia 61º dia 91º diaDiasPotencialdeCorrosão(mV,ECS)ACP - AC2 ACP - AC3 ACP - AC3 ENV ACP - PU2ACP - PU3 ACP - PU3 ENV ACP - SPEnsaio acelerado de exposição ao CO2:medidas de potencialApós a diminuição do potencial para as faixas de altaprobabilidade de ocorrência de corrosão, observa-se umaumento dos valores do potencial. Isto deve ter ocorridodevido à formação de produtos de corrosão na superfíciedas barras, fato constatado pela presença de produtosvermelhos de forma generalizada após a fratura dos corpos-de-prova.
  21. 21. Ensaio acelerado de exposição ao NaCl Dois dias de exposição em câmara de névoa salina seguido decinco dias em ambiente de laboratório, sendo este ciclorepetido por onze vezes (ensaio diferenciado!). Filme recém-aplicado e envelhecido (exposição durante 30 diasà água de condensação e aos raios ultravioleta em câmara deintemperismo). ensaios de acompanhamento: medidas eletroquímicas (não-destrutivo): dez corpos-de-prova. Emalguns corpos-de-prova, aspersão de nitrato de prata no final doensaio; ensaio de análise de cloretos: três corpos-de-prova por retirada.
  22. 22. Exposição ao NaCl:TERO DE CLORETOSVariávelProfundidade da coletade concretoTeor de cloretos (%)Referência 2ociclo 3ociclo 5ocicloNCP – AC2(5 a 10) mm 0,08 0,53 0,70 1,93(10 a 15) mm 0,07 0,22 0,65 1,32(15 a 20) mm 0,07 0,10 0,33 0,58NCP – AC3(5 a 10) mm 0,08 0,51 0,77 1,86(10 a 15) mm 0,07 0,28 0,27 1,0(15 a 20) mm 0,07 0,10 0,13 0,53NCP – AC3ENV(5 a 10) mm 0,08 0,62 1,14 1,49(10 a 15) mm 0,07 0,21 1,00 0,82(15 a 20) mm 0,07 0,07 0,58 0,55NCP – PU2(5 a 10) mm 0,08 0,06 0,07 0,10(10 a 15) mm 0,07 0,05 0,05 0,05(15 a 20) mm 0,07 0,06 0,05 0,05NPU – PU3(5 a 10) mm 0,08 0,06 0,06 0,09(10 a 15) mm 0,07 0,04 0,05 0,05(15 a 20) mm 0,07 0,04 0,08 0,03NCP – PU3ENV(5 a 10) mm 0,08 0,10 0,08 0,06(10 a 15) mm 0,07 0,10 0,07 0,11(15 a 20) mm 0,07 0,15 0,06 0,06NCP – SP(5 a 10) mm 0,08 1,02 1,00 2,24(10 a 15) mm 0,07 0,62 116 1,85(15 a 20) mm 0,07 0,22 0,73 0,62
  23. 23. Ensaio acelerado de exposição ao NaCl0,000,501,001,502,002,50Referência 1º ciclo 2º ciclo 5º cicloCiclosTeordecloreto(%)ACP - AC 2 ACP - AC 3 ACP - AC 3 ENV ACP- PU 2ACP - PU 3 ACP - PU 3 ENV ACP - SP
  24. 24. Ensaio acelerado de exposição ao NaClTEMPO ACP –AC2 ACP –AC3 ACP –AC3 ENV ACP –SP1ocicloMédia*= -162Desvio padrão = 16Média** = -160Desvio padrão = 14Média* = -200Desvio padrão = 14Média*= -187Desvio padrão = 532ocicloMédia*= -162Desvio padrão = 16Média** = -244Desvio padrão = 140Média* = -190Desvio padrão = 14Média*= -269Desvio padrão = 1045ocicloMédia*= -221Desvio padrão = 147Média** = -256Desvio padrão = 157Média* = -520Desvio padrão = 157Média*= -404Desvio padrão = 726ocicloMédia*= -246Desvio padrão = 149Média** = -254Desvio padrão = 162Média* = -530Desvio padrão = 162Média*= -402Desvio padrão = 857ocicloMédia*= -246Desvio padrão = 149Média** = -317Desvio padrão = 150Média* = -490Desvio padrão = 150Média*= -415Desvio padrão = 658ocicloMédia*= -262Desvio padrão = 168Média** = -350Desvio padrão = 163Média* = -500Desvio padrão = 163Média*= -417Desvio padrão = 639ocicloMédia*= -205Desvio padrão = 162Média** = -306Desvio padrão = 186Média* = -490Desvio padrão = 186Média*= -393Desvio padrão = 7310ocicloMédia*= -236Desvio padrão = 156Média** = -410Desvio padrão = 41Média* = -550Desvio padrão = 41Média*= -407Desvio padrão = 7711ocicloMédia*= -251Desvio padrão = 149Média** = -446Desvio padrão = 19Média* = -550Desvio padrão = 19Média*= -403Desvio padrão = 70
  25. 25. Ensaio acelerado de exposição ao NaClTEMPO ACP –PU2 ACP –PU3 ACP –PU3 ENV ACP –SP1ocicloMédia*= -168Desvio padrão = 12Média** = -168Desvio padrão = 12Média* = -125Desvio padrão = 38Média*= -187Desvio padrão = 532ocicloMédia*= -141Desvio padrão = 11Média** = -153Desvio padrão = 34Média* = -192Desvio padrão = 215Média*= -269Desvio padrão = 1045ociclMédia*= -139Desvio padrão = 36Média** = -150Desvio padrão = 52Média* = -222Desvio padrão = 233Média*= -404Desvio padrão = 726ocicloMédia*= -143Desvio padrão = 34Média** = -131Desvio padrão = 39Média* = -520Desvio padrão = 243Média*= -402Desvio padrão = 857ocicloMédia*= -125Desvio padrão = 26Média** = -132Desvio padrão = 51Média* = -234Desvio padrão = 242Média*= -415Desvio padrão = 658ocicloMédia*= -123Desvio padrão = 32Média** = -163Desvio padrão = 61Média* = -266Desvio padrão = 254Média*= -417Desvio padrão = 639ocicloMédia*= -100Desvio padrão = 20Média** = -107Desvio padrão = 13Média* = -178Desvio padrão = 175Média*= -393Desvio padrão = 7310ocicloMédia*= -108Desvio padrão = 15Média** = -116Desvio padrão = 13Média* = -288Desvio padrão = 246Média*= -407Desvio padrão = 7711ocicloMédia*= -112Desvio padrão = 14Média** = -116Desvio padrão = 14Média* =-219Desvio padrão = 222Média*= -403Desvio padrão = 70Desvios elevados = ao ensaio de CO2
  26. 26. ConteúdoTodos os ensaios, tanto os de caracterização como os de desempenho,indicaram claramente a superioridade do verniz poliuretano antipichação emrelação ao verniz acrílico tradicionalmente utilizado para a proteção desuperfícies de concreto aparente, destacando-se: maior aderência ao concreto; maior flexibilidade; maior teor de sólidos, o que permite a obtenção de espessuras maiores de filme secopara o mesmo consumo do produto líquido (por volume); menor permeabilidade ao vapor d’água e ao dióxido de carbono; desempenho melhor como barreira de proteção, retardando o avanço dacarbonatação e a ocorrência da corrosão. O envelhecimento do verniz provoca umaperda na sua capacidade de proteção, que passa a ser similar ao desempenho doverniz acrílico recém-aplicado; desempenho melhor como barreira de proteção contra o ingresso de cloreto e,conseqüentemente, contra a ocorrência da corrosão na barra de aço. Embora seriaesperado que, igualmente para o ensaio de carbonatação, o envelhecimento do filmeprovocasse uma perda na sua eficiência como proteção, isto não ocorreu. Este fato,possivelmente, é devido à estrutura do filme do verniz, que deve ter maiorresistência a penetração da água líquida (contaminada com cloreto) do que do gáscarbônico.
  27. 27. AgradecimentosFAPESPFAPESPFAPESPFAPESP
  28. 28. Obrigada pelaObrigada pelaatençãoatençãoObrigada pelaObrigada pelaatençãoatençãoAdriana AraújoZehbour Panossian

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