Revestimento de proteção superficial dasestruturas de concretoAdriana de Araújo
uma das maneiras mais práticas e econômicas degarantir e/ou aumentar a durabilidade das estruturas deconcreto.Proteção sup...
• revestimento da armadura com pintura epóxi;• proteção catódica;• mantas impermeabilizantes;• substituição do concreto po...
EN 1504-2, 2004: há 2 tipos de impregnantes, o impregnantepropriamente dito e o hidrofóbico.• impregnante hidrofóbico: con...
As pinturas de proteção superficial por barreirasão denominadas na EN 1504-2, comorevestimentos por pintura.EN 1504-1 (200...
Revestimentos por argamassa (de reparo)são argamassas cimentícias aplicadas de forma localizadaou generalizada para reparo...
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Ensaio Método RequisitoProfundidade depenetração de água_A afetiva impregnação é dada pelaprofundidade da zona seca, medid...
EnsaioMétododeensaioPrincípios de proteção e realização doensaioRequisitosNão-estruturalEstruturalClasseR1ClasseR2ClasseR3...
Determinação da proteção conformeambiente e fatores de degradação
Tipo deambiente/classe segundoEN 206-1Exemplo de condições deexposição do concretoFatores de degradaçãoProteção superficia...
Tipo deambiente/classe segundoEN 206-1Exemplo de condições deexposição do concretoFatores de degradaçãoProteção superficia...
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  • Prezada Adriana,
    parabéns por seu trabalho. Minha empresa oferece uma solução unica para proteção de concreto tanto para novas construções como para recuperação de estruturas atacadas.
    segue o link para o folder do produto em questão:
    http://www.agru.at/uploads/tx_bfbrochures/BETONSCHUTZ_EN_NEU_Ansicht.pdf
    caso tenha interesse em mais informações sobre nossos produtos fico a disposição (bruno@agru.com.br)
    Att.

    Bruno Caruso
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Revestimento de proteção superficial das estruturas de concreto

  1. 1. Revestimento de proteção superficial dasestruturas de concretoAdriana de Araújo
  2. 2. uma das maneiras mais práticas e econômicas degarantir e/ou aumentar a durabilidade das estruturas deconcreto.Proteção superficialestruturas novas: uma medida preventiva de suadegradação.estruturas existentes: uma medida de conservação,sendo realizada nos períodos de manutenção.
  3. 3. • revestimento da armadura com pintura epóxi;• proteção catódica;• mantas impermeabilizantes;• substituição do concreto por outro com inibidor;• impregnantes poliméricos;• proteção superficial por barreira: silanos, siloxanos,epóxis, poliuretanos e metacrilatos;• revestimento superficial e de reparo.A proteção superficial é um dos métodos mais bem sucedidospara concreto armado, que são os seguintes (ACI 201.2R,2001):Desses itens, os 3 últimos são para aproteção superficial do concreto.
  4. 4. EN 1504-2, 2004: há 2 tipos de impregnantes, o impregnantepropriamente dito e o hidrofóbico.• impregnante hidrofóbico: confere propriedade repelente àsuperfície do concreto e não forma filme na superfície;impregnante não-hidrofóbico: reduz a porosidade eaumenta a dureza da superfície do concreto, forma umfilme descontínuo na superfície.Os compostos mais comuns do hidrofóbico são à base desilanos e siloxanos e, do impregnante não-hidrofóbico,são polímeros orgânicos como epóxi e acrílico.
  5. 5. As pinturas de proteção superficial por barreirasão denominadas na EN 1504-2, comorevestimentos por pintura.EN 1504-1 (2005) coating é o termo dado ao tratamentosuperficial do concreto com a aplicação de um filmecontínuo.EN 14879-1 (2005) coating são produtos de naturezaorgânica aplicados para a proteção do concreto ou do açocontra corrosão.tintas e vernizes, à base de resinasorgânicas (epóxi, poliuretano e copolímerosacrílicos ou metacrílicos).
  6. 6. Revestimentos por argamassa (de reparo)são argamassas cimentícias aplicadas de forma localizadaou generalizada para reparo (estrurtural e não-estrutural).Argamassas de reparo generalizado podem ser umaproteção adicional às estruturas:• argamassa de estucamento superficial (~3 mm);• argamassa de aumento da espessura de cobrimento(~5 mm).
  7. 7. Para que os revestimentos por argamassa erevestimentos por pintura e os impregnantes sejamreconhecidos como protetores estes devem apresentar acapacidade de limitar, ao longo dos anos deexposição, a penetração de agentes agressivospresentes na atmosfera:Água: a umidade governa a permeabilidade do concreto àágua, a gases e aos íons.
  8. 8. prEN 1504-9, 2008: os revestimentos por pintura e osimpregnantes são produtos de proteção que podem ser aplicadosno concreto com corrosão e com outras anomalias:Concreto com corrosão:• princípio da proteção é o aumento da resistividade doconcreto: diminuição da porosidade superficial,decorrente do bloqueio e ou revestimento interno dosporos (impregnante) ou por barreira física (revestimentopor pintura).
  9. 9. prEN 1504-9, 2008: os revestimentos por pintura e osimpregnantes são produtos de proteção que podem ser aplicadosno concreto com corrosão e outras anomalias:Concreto com anomalias:• proteção contra o ingresso: redução da porosidade dasuperfície;• controle de umidade: ajustar e manter o teor deumidade entre limites específicos.• aumento da resistência física e/ou química: reduzir oefeito da ação de agentes sobre o concreto.
  10. 10. EnsaioMétodo deensaioPrincípios de proteção e realização doensaioRequisitoResistência àabrasãoEN ISO5470-1(1999)Ensaio requerido para a proteçãopor resistência física. Adotado paraproteção superficial de pisos.Perda de massa< 3000 mg (rodaH22/1000 ciclos/ 1kg)Permeabilidade ao gáscarbônico(CO2)EN 1062-6(2002)Ensaio requerido para a proteçãocontra o ingresso. Condicionamentode amostra ver EN 1062-11 (2002).SD> 50 mPermeabilidade ao vaporde águaEN ISO7783-1 e 2(1999)Ensaio requerido para a proteçãocontra ingresso, controle daumidade e aumento daresistividade.Classe I: SD ≤ 5 m(permeável),Classe II:5 m ≤ SD ≤ 50 m eClasse III: SD > 50 m(não-permeável)Permeabilidade a águalíquida eabsorçãocapilarEN 1062-3(2008)Ensaio requerido para a proteçãocontra ingresso, controle daumidade, aumento da resistividadee resistência física, podendo serrealizada para resistência química.Taxa de transmissão≤ 0,1 kg/(m2.h0,5).Requisitos de desempenho para revestimento por pintura
  11. 11. Ensaio Método RequisitoProfundidade depenetração de água_A afetiva impregnação é dada pelaprofundidade da zona seca, medidaa exatidão de 0,5 mm, após corte espray de água conforme EN 14630(2006). Classe I: profundidade< 10 mm e Classe II: ≥ 10 mm.Absorção de água eresistência àalcalinidadeEN 13580 (2002)A taxa de absorção deve ser < 7,5 %comparado com proveta nãotratado, após imersão em soluçãoalcalina, < 10 %.Difusão dos íonscloretoEN 13580 (2002)< 0,01 kg/m2h0, 5não éesperada a difusão.Requisitos de desempenho para impregnantes hidrofóbicos
  12. 12. EnsaioMétododeensaioPrincípios de proteção e realização doensaioRequisitosNão-estruturalEstruturalClasseR1ClasseR2ClasseR3ClasseR4Teor decloretosEN1015-17(2000)Ensaio sempre requerido parareparo, restauro e reforço deconcreto armado. Para aplicaçõesespeciais, como exposição a águado mar sem proteção superficial,adotar EN 13396 (2004)≥ 0,05 %Resistên-cia àcarbona-taçãoEN13295(2004)Ensaio sempre requerido paraverificar durabilidade em reparo,restauro e reforço de concretoarmado, quando não há proteçãosuperficial eficiente. Adoção desubstrato da EN 1766 (2000)._dk≤ aoconcreto decontrole.AbsorçãocapilarEN13057(2002)Ensaio que pode ser requerido paraqualquer princípio, dependendo dascondições de exposição._ ≤ 0,5 kg/m-2.h-0,5Requisitos de desempenho para revestimento por argamassa
  13. 13. Determinação da proteção conformeambiente e fatores de degradação
  14. 14. Tipo deambiente/classe segundoEN 206-1Exemplo de condições deexposição do concretoFatores de degradaçãoProteção superficialsugeridaCorrosão induzida por carbonataçãoPrincipalGás carbônicoSeco/ XC1Ambiente interno com baixaumidade relativa (< 60 %)SecundáriaFissuração, erosão e abrasãoPrincipalGás carbônico, vapor de água eágua de condensaçãoModeradaumidade/ XC3Ambiente externo comconcreto abrigado da açãoda água pluvial e ambienteinterno com média à altaumidade relativa(60 % < U.R. < 90 %)SecundáriaFissuração, erosão, abrasão eradiação solarPrincipalGás carbônico, água líquida,vapor de água e água decondensaçãoMolhagem esecagem cíclica/XC4Concreto em contato comáguaSecundáriaFissuração, erosão, abrasão eradiação solarRevestimento por pinturaou argamassa
  15. 15. Tipo deambiente/classe segundoEN 206-1Exemplo de condições deexposição do concretoFatores de degradaçãoProteção superficialsugeridaCorrosão induzida por cloretos (ambiente marinho)PrincipalCloretos, vapor de água e água decondensação.Radiação solarImpregnante (hidrofóbicoou não) e revestimento porpintura ou argamassaErosão/ abrasãoGás carbônicoImpregnante não-hidrofóbico e revestimentopor pintura ou argamassaNévoa salina/XS1Concreto em ambienteatmosférico da costamarinhaSecundária FissuraçãoRevestimento por pinturaou argamassaPrincipalCloretos e água líquida.Radiação solarImpregnante (hidrofóbicoou não) e revestimento porpintura ou argamassaErosão/ abrasãoGás carbônicoImpregnante não-hidrofóbico e revestimentopor pintura ou argamassaRespingos demaré/ XS3Concreto de elementos deestrutura marinhaSecundáriaFissuraçãoRevestimento por pinturaou argamassa

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