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A Horta de D. Ratão

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Texto teatral de Severino Costa da Silva

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A Horta de D. Ratão

  1. 1. /Í%/ /Z% Í / / WÊ/ Ã j / % 5x/ Ú ,1//7 t/ M / í , I/W/ / , I/í/ , y , yí/ 'd/ Í , /// Ã/ ÍÃ/ ã / í/í/ á Íy/ / / /
  2. 2. MINISTÉRIO DA CULTURA Fundação BIBLIOTECA NACIONAL @J Escritório de Direíros Autorais . É Certidão de Registro ou Averbação' _ A ° e IÊÊEÊÊÉ? ? = _ _ÊÊETZ- ÊÍÍÉ___É'_iYÉÉ? F_ ___1_: ,?_§Ê, _ . e ? Olha = 2 5 5 A HORTAVDE_ D. RATÃO TEF? ?? +- ----~ -ww ~m---~~---e-MT--prgtgcoio-&O-Reqqgrimentçy; v2o1-4pE; ~1-oo3; ~ __ V' _. -_______2-_A____, __. _ , ,__________________ __l. l_pági_xt__a(s. )_-. __. _ew . _._ . . 7 _ Obra não publicada. Dados do Requerente SEVERINO CÓ. 'L ° àÍLVA (Autor(a)) Seveñnç__P' rr? (Pseudônimo) * ›P 047.5' ' à U1 oo xo ›-› -_ , cidáde-'Qdo Rio de Janeiro, . mim assinadQ. O referido é Rejane B Responsável ' cnica pelo EDA/ FBN APE: 1573945 ¡ÊÊÔÍÀ @Ú (íàáââíjàãl/ ?f õ P "am Rua da Imprensa, 16/1205, Centro, Rio de Janeiro/ RJ, CEP 20030-120. Tel. : (21)2220-0039 ou 2262-0017, Fax: (21)2240-9179, e-maíl: eda@bn. br, site: wwwbnbr 250814
  3. 3. ,É v. E V! ~ ' á -v «j r . a 1 Ó N - , r É - 1 l . . ;7 -' N? 1 - x. “x K 'k 'L 'x k s e “x, w. , L, a, t_ L, 1-_ »e u, v. , é. , u. , “s/ k. í , x n¡¡j,9z; › í, A Horta de D. Ratão Personagem D. Ratão = Dono da horta ( Rato) Azana = Mulher de D. Ratão ( Ratazana) Delegada = Doutora, -Shakaira- a~ - (Raposa) Escrivão = Sr. Garfild (Gato) Guarda = "Srlilííiíêclàm" E“M”*M*'fíñtu-Bãóia) Píêgoiá dos Coelhos (Macaco) ' À f* Sr. 'Pitoãõ Õfiíiílêdiémlustüâb"" i (catarina) , Madone = Gatuna (Coelha) Tinatana = Gatuna (Coelha) Gaga = Gatuna (Coelha) Cenário (Uma casa simples; bem ao lado da casa; Uma plantação de Cenoura, Tomate, Alface, Pimentão, Um pé de Bananeiras, Beterraba e outros. .. por duas vezes, a horta amanhece roubada! D. Ratão, estuda uma maneira para conseguir pegar os ladrões! No dia seguinte quando D. Ratão ver sua plantação toda virar do avesso! Quase teve um infarto! Ele ficou totalmentedesnorteado! E chama sua mulher para ver a horta que ela cuida com tanto zeloHD D. Ratão = Azana, ou Azana? Azana = Oras bolas; estou tomando banho! (D. Ratão bastante preocupado) D. Ratão = Ou ! !! Azana! Tomar banho logo agora? ?? Azana = Então, tu quer ver tua mulher fedida, feito mulher de gambá? não e? D. Ratão = Ué? !? Tu ta de miolo frouxo mulher! Aqui ninguém falou isso não! (A mulher saindo do banheiro, envolvida num roupão muito elegante! E por ' Êaixfojliõfiguriríonormal. ) a . . t Azana = Então, o que aconteceu? Desembucha Ratão ou cala-se para sempre! (ratão-; meio-pateta)~~ v a a D. Ratão = nossa horta! !! Azana = Ora isso, só me faltava essa! nossa horta? !? (um pouco de ironia) D. Ratão = Então, (Corte) A Azana = Então, desceu por acaso, algum extraterrestre, em nossa horta? D. Ratão = posso te garantir que não! ( D. Ratão chega bem próximo da horta) Mas olhüa_ só_, o est ago? ?? PMN/ e : Alfa ala 20/2/ 14075 'q *S* Em” ' l &za/ seres; - 895950452 l Í
  4. 4. .ç«ç~ecowwiçiàrâw Azana = D. Ratão! !! ( ela solta o roupão) pela terceira vez! D. Ratão! Roubaram a minha horta todinha! !! (desmaia por cima de D. Ratão) D. Ratão = Calma, muita calma nessa hora! Vamos sentar para refrescar-a cuca! Azana = Vamos depressa conversar com a delegada, quem sabe? ela consiga prender esse ladrãozinho fuleiro demeia tijela! !! 4_. m,. _D. .Ratãortivewumaidéiagggarretada! w › . > Azana = Nunca deu certas tuas idéias! Sempre termina todas lambuzadas, feito l . í› pau de galinheiro! 51 a -vAE~(Umpoucoseufórico) «J D. Ratão = Olha aqui, eu sou eu, macho_! _!__! _Xou-xou! !! Vou mostrar pra você, que u) vou pegaresseladrão, cãããíhão ¡íálãoéa da butija! !! _ 'A 'Ãiãna = Desde de quando, tu és policial, ou 'guarda municipal? ?? o. Ratão = "féítã"r, ' são casta : aaa: " " i f. ) Azana = Vamos embora, conversar com a delegada, Doutora Shakaira, diga pra ela que essa é a quinta vez que roubam a nossa horta! e) D. Ratão = Xiz. .. tudo isso? .J Azana = Faça, o que eu mando, seu bocó! Entendeu? »J D. Ratão = Pois não! madame testa de ferro! !! Está tudo entendidinho. .. . J direitinho! !! › . ,__) o (Na delegacia; Trabalha, um escrivão, e um policial, a delegada, um birô pra «J delegada. (Raposa Doutora, Shakaira) um birô para o escrivão, ( Um gato) e um A s» birô pequeno, para o policial, ( Um cachorro) a delegada, lendo jornal, o escrivão, ' e» lendo um livro, e o policial falando pelo celular! Entra D. Ratão, com a sua mulher! v» Um pouco exaltado. .. fala com o escrivão, (cocundo! ) . .J J D. Ratão = Bom dia moço! Escrivão = Sr. Garfild, bom dia D. Ratão, em que posso lhe ajudar? D. Ratão : Quero-falar com a Doutora Shakairau; ela se encontra? (vou chamar) Escrivão = Sr. Garfild, aguarde só um momentinho só, ela já vem! " u D. Ratão = obrigado moço! (Delegada = toda poderosa! De sapato alto, as nádegas com um pouco de enchimento") á " iüelegãdáwâsiBomÇdia _! Senhor, D. Ratão, oque deseja? D. Ratão = Minha vindaraté aqui Doutora! É o seguinte; nós viemos prestar uma . ._°. ._~; ..____ queixa! um . .. , , .. r uW--n---A---w --›-~~-› ~ Delegada = Quem é o acusado? D. Ratão : Por enquanto, acuso o senhor prego ! !! Delegada = Dá o senhor endoideceu? Ou ta só de miolo frouxo? D. Ratão = Pois é, mas nesse momento! Só vejo ele! ( Os funcionários todos curiosos pra saber o que aconteceu! !! O escrivão cocundo, com mais ou menos 50 anos, que chama-se Garfilcl. ) 'L ¡ÁUÍSHÍ/ íl? SEVEW/ UÔ ? Wi/ Q 35235403.- gãoàefáz j? ” “Q2054”
  5. 5. ' Delegada = Senhor! Garfild! !! Escrivão Sr. Garfild, Sim, diga doutora? Delegada = Comece a redigir, conforme o relato do senhor D. Ratão, vamos ao ponto , G, da história; qual é mesmo, o motivo dessa sua queixa? Seu Garfild, abra parêntese segue! D. Ratão = Porém, veja doutora, a nossa situação! Eu e minha mulher! Nós, cultiva , ÍgVqL/ *LJ-Qçawww -. .,4__. -._. __uma. pequena. hortaemnossaquintalLan_ . _______ _ a 5;; LI 'u p; L. ; Í , l . TI Delegada = Pronto, senhor Garfild, feixa o parêntese, e pode prosseguir o . Í“> processo; continue, senhor D. Ratão! sua história. D. Ratão = Pois bem, ›~vnossa~horta-; wtem cenoura, beterraba, alface, pé de bananeira, pimentão, e outros que não lembro agora! " *lilõelegadã = Abra parágrafo; senhor Escrivão! Sim , D. Ratão, maso que tem haver i essahíisltõriã? ficarem "o senhor 'pFogo? ??"Selu vizinho! Segue o processo, senhor Garfild. D. Ratão = Pois, é, essa é , a terceira vez que roubam cenoura, em nossa horta! Delegada = Ora, pôs, D. Ratão, não vejo nenhum motivo, para tal acusação! Contra o senhor prego! D. Ratão = Veja bem! Ele cria muitos coelhos; então, neste periodo de páscoa, estão roubando minhas cenouras todinha! !! Delegada = Continuando, senhor Garfild, abra parêntese, prossiga Pois, o senhor D. Ratão, garante, que os ladrões de sua horta vem , da família do senhor macaco! Feixa o parêntese. ( A mulher de D. Ratão solta voz que deixa todos assustado, e vai pra cima de D. Ratão. ) Azana: Opa? !? O meu marido, D. Ratão! não garante nada disso, doutora. .. Shakaira! acorda seu pamonha! !! A delegada manda escrever um monte de palavras te acusando, e tu fica ai, enfeitiçado, parecendo um caga-lume ! !! Presta atenção ! seu caburé! !! _J LJ 7x/ Delegada : Olha aqui, a senhora, se mantenha calma! Para não atrapalhar o meu oficio! Entendeu? i AíañãiiíiPeãó desculpa, pode ? seguir doutora. .! !! s. s_ Delegada = Então, o senhor D. Ratão, quer fazer o que? w D. .-. Ratão-= ..Ora, olhe. doutoraLTenteprender osladrões que estão roubando, as minhas cenouras! !! Né? Delegada = Pode ficar em sossego, que mais tarde, ou mais cedo! colocaremos; os ladrões da sua horta! No Xílindró! !! D. Ratão = Bom trabalho doutora! Delegada = Obrigada! D. Ratão, .. .e o senhor, Garfild, coloque o ponto final, e a data) dehoje. guTvrfíôlírãfê/ Éfigf giga; 5 gar/ s bt( o s- , ç 5993 o) g 2 l !
  6. 6. l ( D. Ratão vai embora, e a delegada vai até a boca de cena, e volta pra ler o seu jornal. ) Escrivão = Gato - Garfild, Ufa! !! quase que não termina! Delegada = Ainda bem, que acabou né seu Garfild? Escrivão ; Sr.1 Garfild = pois é, doutora! Olhe, que nessa delegacia tem chegado cada queixa engraçada, que só mesmo o Padim cíço na causa! . ¡ í q' *C1 . /'~. / Delegada aEntão, _vocêAindaLacha_issmengraçado? , Em pleno periodo de páscoa uma queixa contra roubo de cenoura? Escrivão, Sr. Garfild: Ora, mas doutora? Isso é normal! !! Delegada = NormalilRoubar cenoura! No quintal dos outros? Isto pra mim, não é natural! Escrivão, Sr. *Garfild : Êlñtãowl Para awplãtéia ) aqui, quem gostaria de passar uma “páscoa, reêheada, com cenouraTLevantieiaiimãõ! Viu? " DelégadãmíTõtãlínfeñte, reprovado! iAquiiamhistória, é outra! Seu espertinho! Vou ativar o meu oi, montar uma vigia para pegar esses ladrões de cenoura! E o senhor, Pitoco, vá, até a casa de D. Ratão, diga pra ele, que preciso falar com ele, urgente! _ - w x4 '/ -. áJ$/ Y/jij'<J: ~<›/ <:1J$J<4g' (Os funcionários da delegacia ficam todos bastante curiosos, olhando-se entre eles. ..) Guarda, Sr. Fuleco = sim senhora! É pra já! !! ( uma coreografia com musica de bicho, depois, o policial bate palma em casa de D. Ratão. ) Azana = quem é? Guarda, Sr. Fuleco = sou eu! ' Azana = Eu sou quem? Guarda Sr. Fuleco = sou de paz Azana = Oba! ... seu policial? Prenderam os ladrões? Quantos têm? D. Ratão = Olhe moço! Ainda ontem roubaram a nossa horta! Guarda Sr. Fuleco = Tenha calma, que tudo vai ser resolvido! Azana = Olhe aqui seu moço! Esse negócio de calma, tenha calma! Ta deixando, D. Ratão! Azoretado. .. coitado de meu marido! né mesmo meu velho? ( Ela passando um pouquinho de falsidade. ) Guarda Sr. Fuleco = Olhe, D. Ratão, a senhora Shakaira, mandou lhe chamar para j conversar com vossamecê! A respeito da sua horta! j , j (jD; R_atão, faproveita“ para _mostrarfao põliêíãl sua . horta, que está toda bagunçada. ) Azana = Veja seu moço, que situação essa nossa? !? _. ..Guarda. Sr. Fuleco= pronto! D. Ratão, vouembora, porque já estou atrasadíssimo! !! D. Ratão = até mais! Seu policial! diga pra Dlegada , que depois eu chego na delegacia! as 15 00h. .. Azana = Gente? !? ( para a platéia) que moço, mais falante, atrasadíssimo! Puxa! !! UÃÕMQL ; QMERWD PpQJIAK Azana = Tive uma premonição! A Q3262» : fazer t( D. Ratão = Mandaram colocar, inseticida nas plantas? íãéíiãl: C105- grow/ á?, j l l z
  7. 7. &Lui-Ívúsxxip-i/ ptpç Azana = isso, não seu pateta; vamos se vestir de espantalho! E pel, bum pegaremos estes ladrões; Um a um. D. Ratão = Mas, eu disse ao policial que ia pra delegacia, as 3: horas da tarde! Azana = Deixa de idiotice, seu babaquara! amanhã , de manhâ ! voçê vai, entendeu? D. Ratão = Então vamos cuidar, porque comigo é assim! Vou botar pra torá! !! Azana = Isso, vai sê um zum, zum, tremendo. ..Fenomenal! s. ... D.. Ratão_; _querossáver! 7 (D. Ratão e a mulher dele, vestidos de espantalhos, roupas. .. estilos matuto junino! Camisa xadrez--e-o-vvestidov- dela também, os ladrões; chegam com uma lanterna enfeitiçada, e foca ben¡ no rosto dos dois, que cai literalmente num sono profundo, e éomeça roncar! 0 ronco ta nojnefeito sonoro, som de outra natureza) os ladrões; faz cocô quase em cima dos pés de D. Ratão, faz xixi quase nos pés da mulher'deñíñãâõfduando eles “sefãiiõrdalíñíjàão ! lembram nada! ) D. Ratão = Puxa! !! Azana. .. ou Azana! (ainda no efeito de sono) Azana = Aonde estou? Quem sou eu? D. Ratinho. ..? D. Ratão = Acorda Zaminha! Tu viu alguma coisa? Estranho? Azana = claro que não, botaram uma luz enfeitiçada! Bem nqs meus olhos; Fiquei sem enxergar nada! D. Ratão = Ainda por cima, olha só, o que deixaram quase em cima dos meus pés! !! Azana = Isso só pode ser coisa de E. T.! Porque ninguém de carne e ossos, não faz uma coisa dessa, de jeito nenhum! D. Ratão = Pois é, vou agora mesmo conversar com a delegada, quero só saber como dona Delegada, vai resolver esse vandalismo! Azana = Ora , mais sim, D. Ratão! A senhora Shakkaira quando vier, vem com seus trabucos; corre até lombizome! (Chegou na delegacia, D. Ratão, procura a delegada que apareceu rapidinho. ) Delegada = Ou la', D. Ratão? me der uma noticia boa? ?? ( passando pela platéia os três) D. Ratão = Pois é, aconteceu porem, um caso no mínimo muito curioso! Delegada = expulsou os ladrões? ?? D. Ratão = Ora! Foi muito pior; Azana, minha mulher teve a idéia, para nos i . .vestirmos deespantalhos; pfâíiiigiáfníõsgia nossa' horta! Olhe? Quando passou das três da madruga, !meteram uma luz enfeitiçada em nossos olhos, ficamos - dormindo, atégas quatros horas damanhâi-De uma! coisa eu tenho certeza, aquilo não é ser deste planeta, de jeito nenhum! Agora, doutora? eu vim saber é que sua equipe vai armar vigia em minha horta? Delegada = pode ficar sossegado! D. Ratão porque, esse ladrãozinho de meia tijela, mais cedo ou mais tarde, estará em nossas mãos! / _ , j f é Z Auíonzq zâF-VEIZI/ ULD _ $67.56 L/ Ú 'a r g 9051/” , _jaz/ io da 20/4/ 5 r
  8. 8. D. Ratão = Então, vou pra casa, esperar! essa hora chegar. c! Delegada = Hoje mesmo vamos resolver essa questão! D. Ratão = Nem seio como lhe agradecer! . à Dlegada = Sim ! "D. Ratão, o senhor pode me emprestar, as roupas que usaram na «à vigia? ! à' D. Ratão = Posso! Está a sua inteira disposição. A «v3 Delegada = pronto, as oito horas da noite, a minha equipe chegará em sua casa para ficar de plantão. .. J D. Ratão = Amanhã ! tem comemoração! !! s) «l A delegacia fechada um pano tapando na frente da casa, aparecendo só a casa de . J , . .., ,-. .,_. i a) D. Ratão, as oito horas da noite chega a equipe com a delegada! Passando pela platéia. .. levando 2 bonecas, --que-vai ficar em ponto estratégico! E ficam fazendo cobertura háumaj jjcjejrjta distância, chegam os ladrões, e recebe voz deprisão! !! EscrivãioímPensando bem! " Olha doutorajhá essa hora, eu acho que D. Ratão está *J roncando no primeiro sono! Delegada: Então, ele não quer prender os ladrões! !! né mesmo? f), c. , f) ( Chega na casa de D. Ratão, bate palma, chama, e D. Ratão vem atender! ) Delegada = boa noite D. Ratão, t9 D. Ratão: Boa noite doutora! : J Delegada = Tudo bem com o senhor? v2") D. Ratão = Tudo, e mesmo vai ficar agora! Porque a senhora hoje prenderá o v! ladrão; que está roubando as minhas cenourinhas! !! 'v9 Delegada = pois bem! A partir deste momento, o senhor pode fechar a sua porta! °_'-'7" E só abra, quando escutar estejam presos! !! 1:** D. Ratão = Sim senhora! !! e 7” (A mulher de D. Ratão meio que platéia, e meio que D. Ratão. ) Azana = Quero mesmo , só ver, essa prisão! !! ~ ( Os ladrões chegam, botam a luz bem nos olhos dos bonecos, pensando que é os V” mesmos bonecos, da outra roubada, fazendo deboche. ..quando; de repente 7 houve-se um grito! Delegada = Estejam presos! mãos para o alto! !! Escrivão = Caiu a casa, meu chapa! !! Agora? mãos; as algemas. .. ( Aparece, D. Ratão de pijama e camisa bem nos conforme! E a mulher de -- camisola-muito bonita chamandobem-atenção. ..um pouco espantado! ) D. Ratão = Meu coração! " bem que dizia! Os ladrões de tua horta, vivem pertinho! !! Da tua propriedade, nunca me enganaram! eu sempre vivi de orelha em pé. .. j Delegada = Ue, ? Ora! Uma hora D. Ratão, diz que os ladrões são de outro planeta, depois ele diz que o coração dizia quem era! Olhe, eu confesso, que não estou °"*e§2'õ'3§2?ã2â°$é2aar z 6 Aurea l
  9. 9. uwàiuáyiaviv D. Ratão = Porque não quer. .. Azana = Pronto D. Ratão, aqui agora! A história é outra! D. Ratão = Então, senhora Delegada, leve logo esses bandidos coelhos, pra gaiola! E muito obrigado, nem tem como agradecer! 1.3 Delegada = Pode ficar tranqüilo! Porque a nossa função, é de nosso oficio cuidar dessas coisas mesmo! Amanhã, vou mandar chamar o dono destes coelhos! Para J conversar com ele. .. › 7 (A delegada com sua equipe, sai passando pela platéia, D. Ratão fica olhando. ..) --Íl Sr. Fuleco = Ainda bem ; que-terminou tudo. .. numa boa! Vocês ? !! deveria agora J Jejua vinte e u ia, e vinte e uma noite. .. (Fora de cena ) D. Rait"ãioj"= ""§ãiiil i i e i »JW ' Azana = Sabia coisa nenhumafÍpmàra auplatéia) . J Ãqíi"? 'ãiíê"rri"á'eííqâule D. Ratão, Saitííàfíeiiãrntéfá mão! !! «x9 (Aparece a Delegada, os coelhos na prisão) Escrivão = "Pensando, bem! Mas Doutora os coelhinhos são tão- lindinhos! !! (para a platéia ) Né mesmo garotadas? ?? Delegada: pode ser linda, feia, bonitona, mas estavam roubando, a horta de D. Ratão! (as coelhas muito elegante) por isso eles agora vai mostrar o seu perequetê no xilindró! !! , .J Sr. Fuleco = Olha, Doutora! Eu sendo a Senhora, soltava essas coelhinhas agora «J mesmo! !! j Delegada = Ora? Então, tarito trabalho pra nada ? ?? Elas vão ficar sim; engaiolada »J (Aparece D. Ratão, e sua mulher na delegacia) v* Vou mandar uma chamada, ao senhor prego, Sr. Garfild; mande uma intimação para o senhor prego; pra ele comparecer urgente nesta delegacia; D. Ratão = isso mesmo doutora! É assim que se faz! Azana = essa ( para platéia) delegada é porque só bota pra tora! !! (Chega o senhor macaco na delegacia, esbarra com D. Ratão, e a sua mulher, as coelhinhas quando ver o seu pai, ficam um pouco agitadas na esperança de serem soltas; todas muito faceiras, D. Ratão olhando sempre que meio atravessado; ) " i' e Sr( , pragas ÍÕpaÍÍCLa láÍ' ! ÍBbrn"diaíiíñatãõííiãÍiju áñtóítéiurnpói? !?e D. Ratão = Pois é isso, é falta de boa vizinhança! !! ~›Sr; ~Prego-= ~Bom dia! Doutora-Shakaira! ! Delegada = Bom dia senhor prego, em que posso lhe ajudar? Sr. Prego = Vim saber se éverdade que as minhas coelhinhas estão presas nesta cadeia rabujada? gÁ-j/ jg 5, ggg/ gg/ Á Z 'Aul/ “ülq eric : Pour j 7'
  10. 10. Delegada = Olhe aqui, senhor! !! O senhor tenha mais respeito com as autoridades, entendeu? Minha cadeia, é estruturada ! a mais organizada do País! E Vosmisê pode ficar dentro dela, sem direito a nada! !! Sr. Prego = Ainda bem, que minha ficha é limpa! Delegada = Sua ficha, pode começar ficar suja até agora, baixe sua bola, porque aqui mando eu! !! o , Sr. ..Prego. .:oDesculpasmedoutorarpelaminha. exaltação. .- u ›r _. . Delegada = Desculpado. .. Azana = Senhora Shakaira, O que vai acontecer realmente, com essas benditas Í! coelhinhas; e o seursupostodono? ?? 2 Delegada = Ora, por enquanto, continuapresa, há não ser que o senhor prego, _3 _ pague os eítiãgõííqíuê'“ñãíaêímii”mi* eram na hortade D. Ratão! e pagar a w_ """""' "" ”"“'“""”"' '” ' """'" "' *"" "' “WÀW " “”“7""“' p; " "“”"”“"" '“ ! t3 Sr. Prego = Então, Doutora? ! A Senhora não acha ilícito? Em. plena semana de páscoa deixar preso três coelhinhas; indefesas? Isso não é justo! !! ) .3 Delegada = Ora, senhor prego? O que não é justo; é suas coelhas°ficarem comendo 0 as cenouras da horta de D. Ratão! Foram lá três vezes, bagunçaram o coreto! J Sr. Prego = Então, a senhora não vai soltar minhas coelhinhas? Essas jóias raras! ? J Delegada = Olhe, eu só lamento! Não posso fazer nada! !! vz) Sr. Prego = Pois bem, eu queria resolver na paz de nossa amizade! !! Delegada = Nossa amizade, uma ova! ?! Eu nunca tive amizade? Com vosso-mecê 2:) nem lhe conto! !! ) and ( O macaco tira do bolso, urn envelope e entrega pra delegada Shakaira) ) Sr. Prego = Então, aqui, Doutora receba esta carta, do meu amigo Juiz Rambergs! J Que mandou lhe entregar! !! (A delegada Shakaira ler a carta, depois dá um sorriso meio irônico) D. Ratão = Senhora Shakaira, finalmente, como é que fica a situação da nossa horta? Nessa história? Toda revirada por essa quadrilha de hortaliça? ?? Delegada = Tenha calma D. Ratão! vou traquejar um plano, prai resolver essa situação. ° r Sr. Fuleco = Ufa! Ou senhora shakaira, dá uma pena! !! Ver essas coitadinhas presàsbvoulhe . dar úmscoñfsélhio! j o , o a v Delegada = Conselho? Que conselho, seu pinóia? Se conselho fosse bom, 'não se dava, vendia! !! e e e e ~ ( 0 macaco entra na delegacia) Sr. Prego = Eita, hora que não passa! E então, senhora shakaira, já resolveu? Soltar as coitadinhas das coelhinhas? 37513 5405' 575039/ 4,2_ Auíõrzlô! Éh? ?? É?
  11. 11. l = s « i r . !z ã v. 5 . z ; . a. .a . eg 'L '<. _^L. «L/1í. /"~. z'b'. ./'/ k// "Kdr» i I 4 Delegada = Pois é, ólhe! Se o senhor prego, está disposto, a pagar uma finança no valor de ( Vinte mil reais) libero suas coelhas; na hora! Vai pagar agora? Sr. Prego = Ora! Nem sei onde estou! Acho isso um desrespeito com a integração fisica das coelhinhas, a . final de contas, isso é uma multa, ou uma indenização? AmbientaIP! ? Delegada = Isso ainda é pouco! Olhe senhor macaco, pode ir pra casa! E o senhor . . . . D. Ratão, tambémspodeJiLemborarporquedepois, vou. em sua. casa, eu amanhã logo cedo, vou a capital para conversar com o secretário de segurança do Estado; para resolver essas questões pendente. .. ou transferir essas coelhas para 'outra penitenciária! (Quando a delegada falawem transferir as coelhas, o senhor _macaco fica bastante íagitado) l A . Sr. Prego à AL. : Ui ! !! Que dor! i'liaffazltand'õ fôlego? em meu coração! Me ajude doutora. .. tenha compaixão de minhas coelhinhas; mande pra outra delegacia não! Ai meupadim, padinho Cícero Romão! Me livre desse castigo, deixe castigar minhas coelhinhas não! Valei-me, meu são Caetano! São Roque, são Rafael! Valei-me, São Braz, São Cipriano, São . losé, São Gabriel, Valei-me, São Clemente, São Bartolomeu! Ai meu São Gonçalo, São Sebastião, Santa Maria do rosário! Valei-me, São Salustiano, São Januário, São Judas Tadeu. .. proteja minhas coelhinhas das mãos desses povos desumanos! !! Delegada = Ôpa! Vamos acabar com essa hipocrisia? Chega de ladainha! Com tanta heresias, que parece mas uma aberração! !! Sr. Prego = Valei-me, Santo Antonio, São Carlos, São Pedro, e todos os Santos; que sejam Canonizados, ou não! Ajude minhas coelhinhas, sair desta maldita prisão! !! Delegada = Pronto! !! ( impulsos no tom de voz) Amanhã logo cedo, vou pra Capital resolver essa confusão! Sr. Prego = Enquanto isto, eu vou conversar com o meu amigo, Juiz! !! Roubergs! !! ( No outro dia há tarde, chega na delegacia o oficial de justiça levando um envelope, um avara de soltura das coelhinhas, e vai conversar com a delegada, eo escrivão botalenhaÍñá"fog'ü'eira. ..r"para'platéia). . 'i Escrivão = › Ou lá, lá! A cobra, gagora vai fumar! !! Sr. Pitoco: Oficial, boa tarde, Escrivão = Boa tarde, em que posso lhe ajudar? Sr. Pitoco = Quero falar com a delegada desta comarca! 4¡ Escrivão = nossa delegada, está no gabinete! Adfer! La : âEtléÊl/ LàQIUÊÔ/ Í) . LQJULK SÃÉÊÃÉ 4105- 599502122
  12. 12. › i &àk&kt§LÉ, LÉ/ L°LÍJ lê x. 1;, I v v | 1 Sr. Pitoco = Oficial, boa tarde, doutora! Delegada = boa tarde, em que posso ajudá-lo? Sr. Pitoco = Sou oficial de Justiça! Venho aqui mandado pelo magistrado; Magnos Roubergs! Para lhe entregar este avara de soltura, das coelhas; do senhor prego! !! Que se encontram aprisionada nesta delegacia! D. Ratão_ = Nem acredito, (sai revoltado )çno__que ouvir aquele moço falar! wDelegadazcalma- D-Ratão Lvaidátudocerto! !! . Pra mim, . isso . é,muito estranho! Receber este documento, porque ainda ontem, conversei com o secretário de segurança, e ele me prometeu, que ia resolver, essa questão das coelhinhas! E hoje, chega esse documento! ~confesso que pra mim, ainda é surpresa! !! Sr. Pitoco : OficialldevlJusti-ça: Poiszê, l7cloutora! A senhora, a de concordar comigo, "queneste Brasil, as coisas mudam a cadãiiscar de olhos, e aiñdfáftem aquele velho clitadéo, manda quem pode, e obedece quemntemjuizo! Né mesmo ? ?? . D. Ratão i “e Então, quer dizer que essas benditas coelhas; comeram minhas hortaliças, todinha! E eu , não vou receber nada? Tanto trabalho que teve minha mulher! Cuidando daquela horta, pra engordar as coelhas do senhor macaco! E nósl? ! ficamos na pindaíba ; ? Só, vendo cutia assubiar! !! Delegacia = Então sendo assim, D. Ratão! eu vou lhe dá uma copia deste Ofício, para o senhor levar para o ministério público, e prestar outra queixa novamente, entendeu? D. Ratão = olhe, confesso que não entendi nada! !! Azana = Isso, estava bem claro, que terminava em Pizza de cenoura, e beterraba! !! Oficial dejustiça = Pensando bem! Olhe D. Ratão, o senhor vai, entender que essas coelhinhas; são todas pobrezinhas , indefesas! !! l p¡ III U l v D. Ratão = Pois e doutor! Elas sao tao indefesas? !? Que roubaram minhas cenouras todinha, em minha plantação por três vezes! !! Azana = elas mereciam sim! Era mofá na cadeia! Essa quadrilha, tri -vagabunda. Delegada = bem! Já que tudo ficou esclarecido; com final feliz para ambos as partes! Vou mandar soltar as coelhas do senhor macaco! ÍÃAiãñãfã lsso, só, ,1pode's; er êóisjawdê Brãslil“! !!_jO. fiñ_1ÍÍdà hortadeDRatão! !! ( Uma coreografia que pode-ser-devcirandaou uma música do reino animais; os atores, e a platéia em alguma parte do espetáculo os atores interagir com o público! ) AUTonaanSEVEm/ Uo ? www _ @Mo da 2014/ Fim- gg g5 (94951 g 395o/ é Z ? mei Cam jO ! do

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