Serviço de Ortopedia e Traumatologia Biomecânica, Osteoartrose e Osteotomias do Quadril
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Durante a marcha (apoio monopodal) todo peso do corpo tende a inclinar a pelve para ...
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Flexão: 0 – 120 0 . </li></ul><ul><li>Extensão: 0 – 30 0 . </li></ul><ul><li>RI: 0 -...
Biomecânica Básica do Quadril
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Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Ciclo da Marcha </li></ul><ul><li>A – Fase de apoio (60%): </li></ul><ul><li>Apoio i...
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Características biomecânicas mais importantes das articulações sinoviais: </li></ul>...
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>1 – Estabilidade articular: </li></ul><ul><li>Ativa: músculos durante o movimento. <...
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Balança de Pauwels:  Braço de alavanca do peso corpóreo é aprox. 3X maior que o braç...
Balança de Pauwels
Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Quando abdutores estão fracos, ou na presença de uma marcha antálgica , o centro de ...
Osteoartrose <ul><li>Histórico:   múmias. Mudança de quadrúpede para bípede. Contato póstero – superior para ântero-superi...
Osteoartrose <ul><li>Tipos: primária ou idiopática e secundária. </li></ul><ul><li>Secundária: </li></ul><ul><li>Inflamató...
Osteoartrose <ul><li>Fisiopatologia: </li></ul><ul><li>Cartilagem: composta de colágeno tipo II (80 a 90%), proteoglicanos...
Osteoartrose
Osteoartrose <ul><li>Diagnóstico: </li></ul><ul><li>1 – Anamnse: dor na virilha ou nos adutores após esforços, dor ou desc...
Osteoartrose <ul><li>Marcha: claudicante com balanço e com membro inferior em rotação externa e eventual flexão e encurtam...
Osteoartrose <ul><li>Testes especiais: </li></ul><ul><li>  1- Tomas; </li></ul><ul><li>  2 – Ober; </li></ul><ul><li>3 – T...
Sinal de Trendenlenmburg e Teste de Tomas
Teste de Ober e Fabere
Osteoartrose <ul><li>Imagem: RX. </li></ul><ul><li>Exceção: TC e IRM. </li></ul><ul><li>Laboratório: Pouca importância. Di...
Radiografia simples <ul><li>1 – Estreitamento do espaço articular; </li></ul><ul><li>2 – Esclerose subcondral; </li></ul><...
Radiografia simples
Radiografia
Radiografia
Osteoartrose <ul><li>Classificação de Bombelli: </li></ul><ul><li>REMA </li></ul><ul><li>1 –  R eação biológica; </li></ul...
Classificação de Bombelli <ul><ul><li>1 – Reação biológica: </li></ul></ul><ul><ul><li>Atrófica; </li></ul></ul><ul><ul><l...
Classificação de Bombelli <ul><li>3 – Morfologia: </li></ul><ul><li>Súpero-externa </li></ul><ul><li>Concêntrica; </li></u...
Classificação de Lawrence <ul><li>Grau 0:  normal; </li></ul><ul><li>Grau 1:  possível estreitamento do espaço articular m...
Tratamento <ul><li>1 – Conservador. </li></ul><ul><li>2 – Cirúrgico. </li></ul><ul><li>1 – Conservador: Repouso articular,...
Tratamento <ul><li>2 – Cirúrgico: </li></ul><ul><li>Osteotomias. </li></ul><ul><li>Artroplastia total ( ressurfacing ). </...
Osteotomias <ul><li>Indicação: boa mobilidade articular.  </li></ul><ul><li>Finalidade: evitar progressão e promover regen...
Osteotomias <ul><li>Teoria mecânica:  aumento da superfícies distribui os esforços que cruzam a articulação. </li></ul><ul...
Osteotomias <ul><li>Classificação: Reconstrutiva e de Salvamento. </li></ul><ul><li>1 – Reconstrutiva:  função do quadril ...
Osteotomias <ul><li>Tipos de osteotomias femorais (12): </li></ul><ul><li>Varizante, valgizante, extensora, flexora, rotat...
Osteotomias <ul><li>1 – Osteotomia varizante:  </li></ul><ul><li>Indicação: adução dolorosa, deformidade em abdução e abdu...
Osteotomias <ul><li>1 – Osteotomia varizante:  </li></ul><ul><li>Técnica: ressecção de cunha medial do trocânter. </li></u...
Osteotomias <ul><li>2 – Osteotomia valgizante: </li></ul><ul><li>Indicação: quadril em adução, marcha tipo Trendelenburg e...
Osteotomias <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>1 – Flexão mínima de 60 ou 70 graus; </li></ul><ul><li>2 – Raramento ...
Osteotomias <ul><li>7 – Varizantes > 100 0 , e valgizantes > 160 0  = fracasso; </li></ul><ul><li>8 – Usar compressor. </l...
Osteotomias <ul><li>Flexão:  menos usada, ficando para seqüelas de epifisiólise ou quando RX mostra que porção posterior d...
Osteotomia Valgo-extensão
Osteotomia Varizante
Osteotomia Varizante
Osteotomias <ul><li>Pauwels:  se a cabeça se encaixa melhor com o quadril em abdução, é mais apropriada uma osteotomia em ...
Caso clínico
Artrodese <ul><li>Indicações: </li></ul><ul><li>1 – Pacientes jovens com grave comprometimento monoarticular, diminuição d...
Artrodese <ul><li>Técnica: </li></ul><ul><li>Intra-articular, extra ou  combinado . </li></ul><ul><li>Princípios: </li></u...
Artrodese <ul><li>Material de síntese: </li></ul><ul><li>1- Placa cobra (lesa o mecanismo abdutor e pseudartrose). </li></...
Bibliografia: <ul><li>Sizínio. </li></ul><ul><li>SBOT – Adulto. </li></ul><ul><li>Campbell. </li></ul><ul><li>Quadril Adul...
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Biomecanica do quadril

  1. 1. Serviço de Ortopedia e Traumatologia Biomecânica, Osteoartrose e Osteotomias do Quadril
  2. 2. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Durante a marcha (apoio monopodal) todo peso do corpo tende a inclinar a pelve para o lado sem apoio. </li></ul><ul><li>Não acontece devido ação da musculatura oposta. </li></ul><ul><li>Centro de gravidade do corpo, 5cm de S2. </li></ul>
  3. 3. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Flexão: 0 – 120 0 . </li></ul><ul><li>Extensão: 0 – 30 0 . </li></ul><ul><li>RI: 0 - 40 0 . </li></ul><ul><li>RE: 0 - 50 0 . </li></ul><ul><li>Abdução: 0 – 50 0 . </li></ul><ul><li>Adução: 0 – 30 0 . </li></ul>
  4. 4. Biomecânica Básica do Quadril
  5. 5. Biomecânica Básica do Quadril
  6. 6. Biomecânica Básica do Quadril
  7. 7. Biomecânica Básica do Quadril
  8. 8. Biomecânica Básica do Quadril
  9. 9. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Ciclo da Marcha </li></ul><ul><li>A – Fase de apoio (60%): </li></ul><ul><li>Apoio inicial (Apoio do calcanhar); </li></ul><ul><li>Resposta à carga (Aplanamento do pé); </li></ul><ul><li>Apoio médio (Acomodação intermediária); </li></ul><ul><li>Apoio final (Impulso); </li></ul><ul><li>Pré-balanço. </li></ul><ul><li>B – Fase de balanço (40%): </li></ul><ul><li>Balanço inicial (aceleração); </li></ul><ul><li>Balanço médio (oscilação intermediária); </li></ul><ul><li>Balanço final (desaceleração). </li></ul>
  10. 10. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Características biomecânicas mais importantes das articulações sinoviais: </li></ul><ul><li>1 – Estabilidade articular; </li></ul><ul><li>2 – Lubrificação articular; </li></ul><ul><li>3 – Distribuição de carga. </li></ul>
  11. 11. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>1 – Estabilidade articular: </li></ul><ul><li>Ativa: músculos durante o movimento. </li></ul><ul><li>Passiva: Ligamentos e cápsula. </li></ul><ul><li>2 – Lubrificação articular: </li></ul><ul><li>Lubrificação da camada limítrofe (camadas em contato). </li></ul><ul><li>Lubrificação hidrodinâmica (sem contato). </li></ul><ul><li>Ocorrem simultaneamente. </li></ul><ul><li>3 – Distribuição de carga: </li></ul>
  12. 12. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Balança de Pauwels: Braço de alavanca do peso corpóreo é aprox. 3X maior que o braço da musculatura abdutora. </li></ul><ul><li>Para manter o equilíbrio do quadril, a força muscular deve ser aprox. 3X maior que o peso corpóreo . </li></ul><ul><li>BCO 3x > BABD </li></ul>
  13. 13. Balança de Pauwels
  14. 14. Biomecânica Básica do Quadril <ul><li>Quando abdutores estão fracos, ou na presença de uma marcha antálgica , o centro de gravidade é deslocado lateralmente em direção ao quadril afetado, diminuindo o braço de alavanca = diminuir carga. </li></ul><ul><li>Exemplo de doenças: seqüela de DLCP, DDQ, artrites, seqüela de pioartrite... </li></ul>
  15. 15. Osteoartrose <ul><li>Histórico: múmias. Mudança de quadrúpede para bípede. Contato póstero – superior para ântero-superior. </li></ul><ul><li>Vida moderna: esportes, aumento do peso... </li></ul><ul><li>Definição: doença crônica degenerativa, caracterizada pela deterioração da cartilagem e neoformação óssea nas superfícies e margens articulares. </li></ul>
  16. 16. Osteoartrose <ul><li>Tipos: primária ou idiopática e secundária. </li></ul><ul><li>Secundária: </li></ul><ul><li>Inflamatória: AR, espondilartropatias e gota. </li></ul><ul><li>Infecciosas: artrite séptica. </li></ul><ul><li>Endócrinas: acromegalia, hiperparatireioidismo. </li></ul><ul><li>Traumáticas. </li></ul><ul><li>Doenças de infância: DDQ, DLCP, epifisiólise. </li></ul><ul><li>Metabólicas: ocronose, hemocromatose, doenças de Wilson, Paget, condrocalcinose. </li></ul><ul><li>Outros: neuropatias: miopatias e PC. NAV. </li></ul><ul><li>Maioria em jovens (<50 anos): seqüela de DDQ, DLCP e epifisiólise. </li></ul>
  17. 17. Osteoartrose <ul><li>Fisiopatologia: </li></ul><ul><li>Cartilagem: composta de colágeno tipo II (80 a 90%), proteoglicanos agregados em filamentos de ácido hialurônico estabilizados por glicoproteínas . </li></ul><ul><li>Mudanças na bioquímica dos proteoglicanos cartilagíneos podem ocorrer; essas alterações resultariam em processos anabólicos e catabólicos no metabolismo cartilagíneo – eventos iniciais no desenvolvimento da artrose. </li></ul><ul><li>Sulfato de condrointina 4 e 6 diminuiram e estudos de líquidos sinoviais. </li></ul>
  18. 18. Osteoartrose
  19. 19. Osteoartrose <ul><li>Diagnóstico: </li></ul><ul><li>1 – Anamnse: dor na virilha ou nos adutores após esforços, dor ou desconforto na face anterior da coxa até altura do joelho, dor em queimação na face anterior da tíbia, dor lombar baixa (bilateral!). </li></ul><ul><li>2 – Exame físico: Marcha </li></ul>
  20. 20. Osteoartrose <ul><li>Marcha: claudicante com balanço e com membro inferior em rotação externa e eventual flexão e encurtamento. </li></ul><ul><li>Testar: Flexão, rot. interna, rotação externa e abdução e adução. </li></ul><ul><li>Movimentos afetados: rotação interna, rot. externa, abdução e flexão (nesta ordem). </li></ul><ul><li>Examinar bilateralmente! </li></ul>
  21. 21. Osteoartrose <ul><li>Testes especiais: </li></ul><ul><li> 1- Tomas; </li></ul><ul><li> 2 – Ober; </li></ul><ul><li>3 – Trendenlenburg; </li></ul><ul><li>4 – Fabere. </li></ul>
  22. 22. Sinal de Trendenlenmburg e Teste de Tomas
  23. 23. Teste de Ober e Fabere
  24. 24. Osteoartrose <ul><li>Imagem: RX. </li></ul><ul><li>Exceção: TC e IRM. </li></ul><ul><li>Laboratório: Pouca importância. Diferencial reumatológico. </li></ul><ul><li>Artroscopia. </li></ul><ul><li>Diferencial: bursites, NAV, tumores (osteoma osteóide). </li></ul>
  25. 25. Radiografia simples <ul><li>1 – Estreitamento do espaço articular; </li></ul><ul><li>2 – Esclerose subcondral; </li></ul><ul><li>3 – Presença de osteófitos marginais; </li></ul><ul><li>4 – Aparecimento de cistos e geodos. </li></ul>
  26. 26. Radiografia simples
  27. 27. Radiografia
  28. 28. Radiografia
  29. 29. Osteoartrose <ul><li>Classificação de Bombelli: </li></ul><ul><li>REMA </li></ul><ul><li>1 – R eação biológica; </li></ul><ul><li>2 – E tiologia; </li></ul><ul><li>3 – M orfologia; </li></ul><ul><li>4 – A mplitude de Movimento. </li></ul>
  30. 30. Classificação de Bombelli <ul><ul><li>1 – Reação biológica: </li></ul></ul><ul><ul><li>Atrófica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Normotrófica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Hipertrófica. </li></ul></ul><ul><ul><li>2 – Etiologia: </li></ul></ul><ul><ul><li>Mecânica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Metabólica; </li></ul></ul><ul><ul><li>Combinada. </li></ul></ul>
  31. 31. Classificação de Bombelli <ul><li>3 – Morfologia: </li></ul><ul><li>Súpero-externa </li></ul><ul><li>Concêntrica; </li></ul><ul><li>Interna; </li></ul><ul><li>Ínfero-interna. </li></ul><ul><li>4 – Amplitude de Movimento: </li></ul><ul><li>Rígido; </li></ul><ul><li>Hipomóvel; </li></ul><ul><li>Móvel. </li></ul>
  32. 32. Classificação de Lawrence <ul><li>Grau 0: normal; </li></ul><ul><li>Grau 1: possível estreitamento do espaço articular medialmente, e possíveis osteófitos em torno da cabeça femoral; </li></ul><ul><li>Grau 2: definido estreitamento articular inferiormente, osteófitos nítidos e alguma esclerose; </li></ul><ul><li>Grau 3: significativo estreitamento articular, osteófitos pequenos, esclerose, cistos e deformidades ósseas no fêmur e no acetábulo. </li></ul><ul><li>Grau 4: visível perda do espaço articular acompanhado de importante esclerose e cistos, significativa deformidade da cabeça femoral e do acetábulo e presença de grandes osteófitos. </li></ul>
  33. 33. Tratamento <ul><li>1 – Conservador. </li></ul><ul><li>2 – Cirúrgico. </li></ul><ul><li>1 – Conservador: Repouso articular, perda ponderal, fisioterapia, AINH, novas drogas (condroitina, glicosamina). </li></ul>
  34. 34. Tratamento <ul><li>2 – Cirúrgico: </li></ul><ul><li>Osteotomias. </li></ul><ul><li>Artroplastia total ( ressurfacing ). </li></ul><ul><li>Artrodese. </li></ul>
  35. 35. Osteotomias <ul><li>Indicação: boa mobilidade articular. </li></ul><ul><li>Finalidade: evitar progressão e promover regeneração articular. </li></ul><ul><li>Como alivia dor na artrose? Teorias: mecânica (McMurray, Osborne, Pauwels e Bombelli) e biológica (Schajowicz, Trueta, Harison e Byers). </li></ul>
  36. 36. Osteotomias <ul><li>Teoria mecânica: aumento da superfícies distribui os esforços que cruzam a articulação. </li></ul><ul><li>Teoria biológica: Choque vascular = < aporte sanguíneo à cabeça = aumenta vascularização repercuti no osso subcondral e cartilagem. </li></ul>
  37. 37. Osteotomias <ul><li>Classificação: Reconstrutiva e de Salvamento. </li></ul><ul><li>1 – Reconstrutiva: função do quadril é normal e pode prevenir ou retardar a artrose por um longo período. Pacientes jovens até 25 anos. </li></ul><ul><li>2 – Salvamento: artrose moderada e visa melhorar a função e retardar a artroplastia. Pacientes > 50 anos. </li></ul>
  38. 38. Osteotomias <ul><li>Tipos de osteotomias femorais (12): </li></ul><ul><li>Varizante, valgizante, extensora, flexora, rotatória interna, rotatória externa, rotacional (Sugioka), de encurtamento, de alongamento, de apoio, trocantérica e mista. </li></ul><ul><li>Mais usadas: Varizante, valgizante associadas com flexão e extensão. </li></ul>
  39. 39. Osteotomias <ul><li>1 – Osteotomia varizante: </li></ul><ul><li>Indicação: adução dolorosa, deformidade em abdução e abdução presente além da deformidade. Cabeça femoral esférica, pouca ou nenhuma displasia acetabular, sinais de sobrecarga lateral a ângulo cervicodiafisário > 135 0 . </li></ul><ul><li>Pauwels: RX em abdução e adução máximos, se centralizar melhor em abdução indica-se. </li></ul>
  40. 40. Osteotomias <ul><li>1 – Osteotomia varizante: </li></ul><ul><li>Técnica: ressecção de cunha medial do trocânter. </li></ul><ul><li>Efeito Voss = relaxamento de 3 grupos musculares = flexores, os abdutores e os adutores. Cirurgia de Voss </li></ul><ul><li>Desvantagens: membro encurta 1 a 2cm, Trendelenburg até compensação de glúteo médio, trocânter > proeminente. </li></ul>
  41. 41. Osteotomias <ul><li>2 – Osteotomia valgizante: </li></ul><ul><li>Indicação: quadril em adução, marcha tipo Trendelenburg e abdução dolorosa. </li></ul><ul><li>Técnica: ressecção de cunha lateral. </li></ul><ul><li>Transfere o centro de rotação do quadril medialmente. </li></ul><ul><li>Vantagem: alonga o membro compensando o encurtamento prévio. </li></ul><ul><li>Contra-indicações: flexão < 60 0 e adução < 15 0 . </li></ul>
  42. 42. Osteotomias <ul><li>Recomendações: </li></ul><ul><li>1 – Flexão mínima de 60 ou 70 graus; </li></ul><ul><li>2 – Raramento benéfica em quadril reumático; </li></ul><ul><li>3 – Radiografias. </li></ul><ul><li>4 – Adução fixa é contra-indicação para varizante; </li></ul><ul><li>5 – Abdução fixa é contra-indicação para valgizante; </li></ul><ul><li>6 – Medialização não deve exceder 50% do diâmetro de diáfise. </li></ul>
  43. 43. Osteotomias <ul><li>7 – Varizantes > 100 0 , e valgizantes > 160 0 = fracasso; </li></ul><ul><li>8 – Usar compressor. </li></ul><ul><li>9 – Dores recorrentes podem ser pelo material de síntese. </li></ul><ul><li>10 – Artroplastia pós osteotomia, retirar material primeiro tempo. </li></ul>
  44. 44. Osteotomias <ul><li>Flexão: menos usada, ficando para seqüelas de epifisiólise ou quando RX mostra que porção posterior da cabeça está com a sua esfericidade melhor. </li></ul><ul><li>Extensão: fragmento distal que posterioriza. Bem indicada em displasias acetabulares quando falta cobertura anterior. Contratura em flexão contra-indica. Diminui o Ang. Cervicodiafisário , associada a valgo tem que consultar tabela de Bombelli. </li></ul>
  45. 45. Osteotomia Valgo-extensão
  46. 46. Osteotomia Varizante
  47. 47. Osteotomia Varizante
  48. 48. Osteotomias <ul><li>Pauwels: se a cabeça se encaixa melhor com o quadril em abdução, é mais apropriada uma osteotomia em adução (varizante). </li></ul><ul><li>Complicações: pseudartrose, infecção, TVP, TEP, outros. </li></ul>
  49. 49. Caso clínico
  50. 50. Artrodese <ul><li>Indicações: </li></ul><ul><li>1 – Pacientes jovens com grave comprometimento monoarticular, diminuição da movimentação e dor inclusive em repouso, e contra-indicação de PTQ. </li></ul><ul><li>2 – Paralisia ou perda dos músculos da cintura pélvica. </li></ul>
  51. 51. Artrodese <ul><li>Técnica: </li></ul><ul><li>Intra-articular, extra ou combinado . </li></ul><ul><li>Princípios: </li></ul><ul><li>1 – preservar mecanismo abdutor; </li></ul><ul><li>2 – sempre intra e extra-articular; </li></ul><ul><li>3 – Usar fixação estável (interna ou externa); </li></ul><ul><li>4 – Checar a posição da artrodese durante a cirurgia (25 graus de flexão com rotação interna, externa a adução em posição neutra). </li></ul>
  52. 52. Artrodese <ul><li>Material de síntese: </li></ul><ul><li>1- Placa cobra (lesa o mecanismo abdutor e pseudartrose). </li></ul><ul><li> 2 – DHS + parafuso anti-rotatório (preserva mecanismo abdutor). </li></ul><ul><li>Complicações: pseudartrose, lombalgia, dismetria d fraturas por fadiga, infecção... </li></ul><ul><li>. </li></ul>
  53. 53. Bibliografia: <ul><li>Sizínio. </li></ul><ul><li>SBOT – Adulto. </li></ul><ul><li>Campbell. </li></ul><ul><li>Quadril Adulto – Clínica Ortopédica. </li></ul><ul><li>Exame Físico – Tarcísio. </li></ul><ul><li>Manual do Residente de Ortopedia. </li></ul><ul><li>Revista SBOT – RJ – fascículo 2 julho de 2003. </li></ul><ul><li>Internet. </li></ul>

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