Dados da solicitação          Número                  Tipo da solitação             Titulo do projeto                     ...
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Unidade de conservação   Pergunta/Item              Resposta                                         mamíferos silvestres ...
Unidade de conservação   Pergunta/Item              Resposta                                         os cães) passam a est...
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Recomenda es paulo srgio d'andrea leishmaniose e tripanossomas

  1. 1. Dados da solicitação Número Tipo da solitação Titulo do projeto Detecção de infecção natural por Leishmania spp e Trypanosoma cruzi em Autorização para atividades18635 mamíferos silvestres no com finalidade científica Parque Nacional da Serra da Canastra e entorno, Minas Gerais.Dados do pesquisador Nome Nacionalidade CPF Fone E-mailPAULO (0xx21) 2562- dandrea@ioc.fioSÉRGIO D Brasileira 06263919892 1572 cruz.brANDREAResultados/Discussão Pergunta/Item Resposta Foram capturados 138 espécimes das ordens Rodentia e Didelphimorphia. O sucesso de captura foi de 6% com uma riqueza de 15 espécies, sendo 9 roedores e 6 marsupiais. Os espécimes de Brucepattersonius sp., G. agilis e L. crassicaudata foram encontrados exclusivamente no interior do PNSC,enquanto Calomys sp. e C. philander foram encontradas apenas no entorno. O sucesso de captura foi maior no interior do PNSC (7%) do que no entorno. Apresentamos o primeiro registro de ocorrência de A. montensis, Brucepattersonius sp., Calomys sp., N.Resultados / Discussão: lasiurus, O. delator e M. sorex, ampliando assim a riqueza de espécies conhecida na região. Destacamos que a ocorrência de Calomys laucha previamente registrada na literatura para região seria provavelmente um erro de identificação, pois esta espécie ocorre somente no sul do Brasil. Em relação à infecção por T. cruzi e Leishmania sp., dos 88 pequenos mamíferos avaliados pela Reação de Imunofluorescência Indireta sete (7,95%) apresentaram anticorpos IgG anti-T. cruzi circulantes, sendo 6 marsupiais e 1 roedor. Todos oriundos da região do Vão dos Cândidos. Dois roedores capturados próximo ao lixão de São Roque
  2. 2. Pergunta/Item Resposta apresentaram anticorpos IgG anti- Leishmania sp. (prevalência de 2,27%). Quatorze animais (15,9%), sendo 4 marsupiais, 9 roedores e 1 jaguatirica apresentaram parasitemia patente por T. cruzi, sendo possível o isolamento em doze delas, todos da região do Vão dos Cândidos. A caracterização por PCR multiplex do gene mini-exon identificou a infecção por TcI em todos os isolados. Cabe descatar que este é o primeiro relato de Leopardus pardalis infectada por T. cruzi. Os animais capturados dentro do parque foram negativos nas provas sorológicas e parasitológicas para ambas infecções. A parasitemia patente encontrada nos pequenos mamíferos silvestres e no carnívoro amostrado indica que estes animais estão inseridos no ciclo de transmissão do T. cruzi, que também inclui triatomíneos silvestres e cães domésticos (que foram encontrados infectados em coleta paralela em diferentes áreas do entorno do parque). Estas espécies estão atuando na amplificação da população do parasito (alta possibilidade de transmitir o T. cruzi para o vetor). A presença de elevada prevalência de cães infectados por T. cruzi em todas as localidades avaliadas mostra que o ciclo de transmissão está ocorrendo principalmente no peridomícilio das áreas rurais em todo entorno do parque. Ressaltamos que a presença de um cão infectado por T. cruzi é um indicativo da presença do parasito em áreas onde estes animais circulam. Não há indícios que a presença de cães infectados por T. cruzi seja fator de risco para a ocorrência de casos humanos e, portanto, a eutanásia neste caso não é recomendada.Informações para UC Unidade de conservação Pergunta/Item Resposta Os animais capturados Recomendações ao dentro do parque foram manejo/gestão da unidade de negativos nas provasPARQUE NACIONAL DA conservação federal ou à sorológicas e parasitológicasSERRA DA CANASTRA proteção das espécies, como para ambas infecções. A também à(s) cavidade(s) parasitemia patente subterrânea(s) (se houver). encontrada nos pequenos
  3. 3. Unidade de conservação Pergunta/Item Resposta mamíferos silvestres e no carnívoro amostrado indica que estes animais estão inseridos no ciclo de transmissão do T. cruzi, que também inclui triatomíneos silvestres e cães domésticos (que foram encontrados infectados em coleta paralela em diferentes áreas do entorno do parque). Estas espécies estão atuando na amplificação da população do parasito (alta possibilidade de transmitir o T. cruzi para o vetor). A presença de elevada prevalência de cães infectados por T. cruzi em todas as localidades avaliadas mostra que o ciclo de transmissão está ocorrendo principalmente no peridomícilio das áreas rurais em todo entorno do parque. Ressaltamos que a presença de um cão infectado por T. cruzi é um indicativo da presença do parasito em áreas onde estes animais circulam. Não há indícios que a presença de cães infectados por T. cruzi seja fator de risco para a ocorrência de casos humanos e, portanto, a eutanásia neste caso não é recomendada. Outro aspecto a considerar é a escassez de fontes alimentares para triatomíneos silvestres em áreas alteradas, como na região do Vão dos Cândidos, devido à perda de habitat, pode fazer com que esses insetos invadam áreas domiciliadas em busca de alimento, onde os animais domésticos (especialmente
  4. 4. Unidade de conservação Pergunta/Item Resposta os cães) passam a estar mais expostos que o homem. A via de infecção nesses animais pode ocorrer de diferentes formas, entre elas: (i) eliminação do parasito pelas fezes dos triatomíneos, durante repasto sanguíneo; (ii) ingestão (acidental ou não) de triatomíneos infectados; (iii) ingestão de alimentos contaminados por fezes de triatomíneos e (iv) predação de pequenos mamíferos silvestres e sinantrópicos infectados pelo parasito. Nossa proposta, que vem sendo trabalhada em diversas áreas desde então, é que os animais domésticos sejam considerados como animais sentinelas para áreas com risco de transmissão para o homem. Assim, uma vigilância epidemiológica nos cães domésticos pode ser utilizada como uma primeira medida na avaliação de áreas de risco.

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