Gestão de Escola Bíblica Dominical

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Gestão de Escola Bíblica Dominical

  1. 1. GESTÃO DE ESCOLA DOMINICAL PR. ALTAIR GERMANO
  2. 2. EXERCÍCIO DA AUTORIDADE <ul><li>Autoritário . Esta palavra resume a postura de um gestor de EBD que encarna a autoridade e a função de chefe na perspectiva tradicional. Tal gestor, geralmente é retrógrado e perpetuador da tradição. Sua liderança se baseia apenas no cargo e na autoridade que este lhe concede. Espera-se do Novo Gestor, alguém que faça as coisas acontecerem através dos outros , sem precisar usar sempre o sistema de imposição. Ele é um líder facilitador. </li></ul>
  3. 3. DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS <ul><li>O Gestor Tradicional de EBD não investe no desenvolvimento dos liderados. Não investe na formação continuada dos professores. As coisas antecedem as pessoas. Não percebe nos indivíduos o grande patrimônio da escola. O Novo Gestor tem como prioridade a criação de condições para estudos e aperfeiçoamento de seu pessoal. Ele é um incentivador de projetos de recursos humanos. Fica feliz quando percebe as pessoas felizes e realizadas. </li></ul>
  4. 4. POSTURA NO TRABALHO <ul><li>A Gestão Tradicional valoriza a burocracia e os regulamentos. Não ousa, não inova, não cria. É reprodutora de idéias sem a mínima criticidade. Neste tipo de gestão as regras e normas existem para serem cumpridas de forma absoluta e indiscutível. Na Nova Gestão, a inovação, a administração por projetos e a criticidade ganham espaço, tornando possível desta maneira a EBD se contextualizar dentro da nova realidade pós-moderna, sem, contudo se secularizar. </li></ul>
  5. 5. USO DA RESPONSABILIDADE <ul><li>O Gestor Tradicional é extremamente centralizador. Por sentir-se o único responsável pela ED, não distribui tarefas nem gosta de trabalhar em equipe. Acaba acumulando muito serviço e tornando-se um empecilho para o avanço das atividades. Tem medo que o serviço seja mal feito pelos outros. O Novo Gestor coordena trabalhos em equipe. Sempre está em busca de novos talentos, de pessoas que possam cooperar no planejamento, organização, direção e controle das tarefas. Ele divide as responsabilidades, e dá suporte para os seus liderados. </li></ul>
  6. 6. TOMADA DE DECISÃO <ul><li>O Gestor Tradicional de EBD decide só. Não escuta ninguém, não considera opiniões e ponderações, é absoluto, dono do poder. Só ele sabe, entende, conhece e está certo. Na Nova Gestão, a decisão é compartilhada. Os liderados (vice-dirigente, secretária, coordenadores e docentes) são incentivados a trazer para as reuniões sugestões, idéias, observações. Todos são ouvidos. A discussão é aberta e franca. O que prevalece não é de onde quem as idéias partem, mas sim, a qualidade e funcionalidade das mesmas. Ele é um facilitador da decisão do grupo, sem com isso perder a autoridade e a liderança. </li></ul>
  7. 7. CONSCIÊNCIA DA MISSÃO INSTITUCIONAL <ul><li>Na perspectiva tradicional, o Gestor de EBD é um mero determinador de propósitos e metas. Ao contrário deste, o Novo Gestor é agente promotor e incentivador de encontros coletivos para a reavaliação do papel da EBD, onde todos são envolvidos . O plano político-pedagógico é construído a partir da participação democrática daqueles que fazem a EBD, sempre se buscando em oração a vontade e a direção de Deus. </li></ul>
  8. 8. CONCLUSÃO <ul><li>Mudar a aparência externa das escolas e investir nas coisas, sem uma mudança na mentalidade de gestores e docentes, e sem investimentos nas pessoas, é pura maquiagem, é mera hipocrisia, fruto de um sistema educacional cristão falido e obsoleto, que em nada contribui para o crescimento do Reino e para a maturidade espiritual dos seus alunos. </li></ul>

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