EDIÇÃO DE NOVEMBRO                                                                   Preço: 20$00                 EDITORIA...
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N.º 00 o ideias novembro 95 ano ii

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N.º 00 o ideias novembro 95 ano ii

  1. 1. EDIÇÃO DE NOVEMBRO Preço: 20$00 EDITORIAL: Outono. A vida tem um sentido que deve ser A vida prossegue o seu ritmo natural a cada cumprido sob pena de não ser vivida.virar de página. Luzia Valentim Num só momento os espaços alteram-se, COPIMODELnovas pessoas entram na nossa vida, levando- Fotocópia - Modelismonos a perder ou a esquecer muitas das que dela e Serviços, Lda.fizeram parte no passado, é então que surgemnovas situações ás quais não estamoshabituados, obrigando-nos ao acumular de FOTOCÓPIAS A PRETO E BRANCOnovas experiências que nos sirvam de base para FOTOCÓPIAS A CORES (LASER)a sua resolução. É então que meio ofuscados FOTOCÓPIAS DE GRANDES FORMATOScom toda esta novidade somos arrastados a FOTOCÓPIAS EM PAPEL ESPECIALcaminhar numa estrada que não é a nossa mas ENCADERNAÇÕES TÉRMICASpela qual fomos levados a lutar durante toda ENCADERNAÇÕES COM ARGOLAS PLASTIFICAÇÕESuma vida. IMPRESSÃO EM T-SHIRTS O tempo de adaptação dependerá de cada ser,alguns viverão sempre á margem, da nova Rua Pedro de Santarém, Lj. 120realidade, fazendo aqui alguns kms e sempre Tel (043) 23401 - 2000 SANTARÉMque possível regressam á sua velha estrada,procurando nela a estabilidade de que SUMÁRIO:necessitam para ser bem sucedidos nesta, outros,compreenderão que a mudança faz parte da vida Gestão é Campeãe interiorizam-na vivendo-a em pleno, lutando pág. 3afincadamente para conquistar a estabilidadeque outrora obtiveram noutro lado, noutro Top Caloiro 95/96mundo, no entanto mantém sempre consciente pág. 4o facto de que mais tarde ou mais cedo a estradaacaba e nesse momento terão de ter a força e a Windows 95coragem necessárias para saltar para outra, e pág. 5viver todo o mesmo processo de adaptação atéque um dia sintam que já cumpriram mais um O Caso da Praxeciclo e procurem um outro que lhes possibilite a pág. 7expansão do seu Eu. Por isso afirmo que não se pode vivereternamente numa Primavera, nem alcançar oInverno sem antes ter passado pelo Verão e pelo
  2. 2. Pág.2 O IDEIAS/////////////________________________________________________________________________________ Carta Aberta aos Caloiros da E.S.G.S.Iniciou-se mais um ano lectivo na Escola Superior de Gestão de Santarém no passado. Para osestudantes que se auto-apelidam de veteranos tratou-se de mais um regresso às aulas com ashabituais saudações a todos os colegas e professores com quem irão conviver durante mais doissemestres. Para os estudantes que recebem o título pomposo de “ reles e miseráveis caloiros”inicia-se nova fase das suas vidas que vai ser extremamente ricas em novas experiências e quejamais esquecerão. Estes novos alunos vão estar, provavelmente pela primeira vez, fora daesfera do domínio dos pais, o que lhe traz responsabilidades acrescidas dentro e fora da escola.E é precisamente sobre essas novas responsabilidades que eu gostaria que os colegas doprimeiro ano reflectissem. A partir de agora, estão inseridos numa escola do ensino superior que,apesar de existir apenas dez anos, necessita de assumir um maior protagonismo académicodentro do ensino e um maior protagonismo na estrutura sócio-económica da região em que estáinserida. Mas para que isso aconteça não podemos continuar a navegar ao sabor da corrente edo vento. É necessário escolhermos a direcção em que queremos viajar e ter um sentdo demissão coerente e responsável que nos permita chegar a bom porto. Meus caros amigos, a nossa escola não pode continuar a ser um cemitério de ideias ou umrefúgio de conformistas onde meia dúzia de utópicos tenta sobreviver. É obvio que não há escolasem professores, mas tal como dizia um grande professor e amigo meu: “ A escola é dos alunos”,por isso devemos ser nós os principais interessados em promover iniciativas académicas, eminvestir na imagem da escola no exterior, em mostrar-nos á cidade de Santarém... Procuremos oorgulho de pertencer a esta escola nas nossas iniciativas e não nas dos outros. Meus amigos caloiros, vós sois a esperança e o futuro desta escola, por isso não vos deixeiscair na tentação de seguir o exemplo daqueles que vedes nos corredores desta escola abraçadosá inércia. A nossa escola precisa de jovens dinâmicos com espírito de iniciativa e não de pessoasidosas sem capacidade motora ultrapassadas pelo tempo. Sei que muitos de vós estais um pouco desmotivados, pois continuais a ver o ensino politécnicocomo ensino superior de segunda; porque queríeis frequentar uma universidade, mas não podeisfazê-lo uma vez que não tivestes notas para isso, ou então tivestes notas para tal, mas nãotendes possibilidades financeiras... Não sois os únicos nesta situação. Olhai á vossa volta e vedequantas pessoas estão sentindo o mesmo que vós. Só que em vez de entenderdes isso como ummotivo de descontentamento, procurai ai as razões da vossa motivação para exercer umaactividade académica na nossa escola. Haverá tempo para estudar, para a borga e para fazer algo divertido pela vossa escola, por isso em nome de todo o grupo responsável pela edição deste jornal gostaria de lançar um apelo a toda a população escolar, mas muito especialmente aos novatos: - Venham daí, colaborem connosco... Só precisam de ter força de vontade e IDEIAS para se poderem juntar a esta equipa de trabalho. Com as mais sinceras saudações académicas José Luís Carvalho/////////////________________________________________________________________________________
  3. 3. O IDEIAS Pág. 3__________________________________________________________________________////////////// Desfile do Caloiro 95/96 Gestão é Campeã E a Gestão ganhou... Recompensa bem merecida depois de todo o empenho desenvolvido. Toda a emoção do começo de um novo ano, da chegada, do reencontro dos amigos. Chegaram os caloiros, reles e miseráveis como sempre. Há que acolhê-los com todo o nossocarinho. A questão é como?: Pranchando-os!! Não duvidem que é a nossa melhor maneira deacolher estes novos amigos, que precisam de aprender a ganhar respeito, amizade e acima de tudo,orgulho na Escola que frequentam. Entretanto, pelo meio de praxes e cantares começa a despontar outro sentimento: Esperança. Fazem-se os fatos, ensaiam-se músicas, existe por toda a Escola gritinhos de euforia, cheiraa qualquer coisa no ar. Andamos com o sangue a correr mais depressa nas veias. E o dia chega... Mesmo com noites mal dormidas acordamos com uma energia diferente. Começou... Há medida que começamos a andar, a cantar, o som da voz torna-se mais quente. O encontrocom as outras Escolas, reforça a ideia que há muito temos em mente: Vamos ganhar??! Chegamos ao Largo do Seminário (nem vale a pena tentar chamar-lhe outra coisa!). Enquanto as outras Escolas actuam, preparamo-nos. A união faz a força. O orgulho, o calordas vozes, a convicção daquilo que ali estamos a fazer, traz-nos uma energia superior que nos dávoz durante mais de duas horas. Numa altura em que todos nos lembramos um pouco de sermoscaloiros... Tudo explode em nós quando chega a hora tão esperada: - “Em segundo lugar ficaram: A Escola de enfermagem... (...) O ISLA... (...) A Agrária... (...) Com a menção honrosa... Vai... para... a Educação!!” É preciso dizer algo mais?... A magia acontece. Vencemos. Afinal somos uma raçanecessária à continuação desta podre humanidade. Somos o futuro. Mude ele em que sentido mudar,alguém é preciso para gerir!! Sílvia Inácio BAPTISMO Concluiu-se mais um ciclo iniciático do ensino superior com o baptismo dos caloiros. Esteritual, todos os anos religiosamente mantido, não é mais do que um entreabrir de portas para queestes se integrem neste novo mundo, substancialmente diferente daquele que estavamhabituados a viver. Sobretudo pretende-se que este acto simbolize o começo de uma nova etapada vida de cada um, onde se limam arestas, moldam-se carácteres, onde se experimenta,constroi-se, destroi-se, testa-se, em suma, onde se ganha uma maior preparação pessoal,educacional e comportamental para a vida de não-estudante. Este ritual, levado a cabo no passado dia 8 do corrente, foi colorido com uma atmosferaalegre (a que não é alheia a nossa vitória no desfile),. onde nem sequer os veteranos escaparama um “rebaptismo”. A propósito, um dos pontos altos deste baptismo foi o “banho” dado por todosquantos estavam presentes ao veteraníssimo Duarte Silvestre, facto que espelha bem a grandeconfraternização que houve. Outro ciclo que se fecha, um “admirável mundo novo” que se vislumbra. Armando Rodrigues__________________________________________________________________________//////////////
  4. 4. Pág. 4 O IDEIAS/////////////__________________________________________________________________________ Top Caloiro 95/96 No decorrer da semana das praxes, e á semelhança do que é feito espontaneamentetodos os anos pelos Veteranos desta escola, foi pedido aos Caloiros 95/96 que elaborassemcomposições sobre um dado tema, e ao longo de três dias todos os Caloiros tiveram aoportunidade, como trabalho de casa, de exercitar o seu poder literário e criativo desenvolvendoos temas propostos. Dada a receptividade decidimos constituir um júri composto por três elementos da direcção dojornal para seleccionar as duas melhores composições de cada tema. Cabe-me no entantoafirmar que a escolha do júri não foi fácil dada a receptividade e a existência de diversos tipos deabordagem ao mesmo assunto, mas ultrapassadas as dificuldades eis que surgem as 6 mais doano. Parabéns aos Autores: Tema 1: A Caspa da Crista da Cabeça dos Galos Tudo começou há décadas, quando uma geração de galos, que ficou, aos cuidados doscaloiros da Escola Superior Agrária de Santarém, ficando estes encarregados da alimentação ereprodução dos galos. Devido aos maus tratos dos caloiros para os animais, assim como o cheiro a estrume, os galosnão resistiram ao tratamento dos charruas. Passadas algumas semanas começou a aparecercaspa na crista da cabeça dos galos, daí começaram as investigações o que deu a concluir queesta doença teria sido transmitida para os galos, pela caloirada lá da Agrária, devido aoscontactos íntimos que estes tinham com os referidos galos. Também ficou concluído que o cheirodaquela escola, provoca “cirrose” na crista do animal, aparecendo mais tarde a impotência dosalunos e a caspa na crista dos galos. Os galos foram-se reproduzindo e assim existe hoje umageração quase infinita de galos com caspa na crista. Caloiro Nelson Aranha (I.G.) Amigos, vimos por este meio abordar um tema polémico que se tornou talvez num dosmais falados nos últimos tempos. Não se sabe a origem de tal doença embora alguns dos maisconceituados patos e gansos já tenham corrido para o Instituto Médico da Galinheira para assiminvestigarem o tal fenómeno. O famoso Exmoº Sr. Dr. Gasola Pinto adianta já que esta doença éapenas verificável em patos homossexuais. Sabe-se no entanto segundo estudos realizados ospotenciais filhos dos tais galos, filhos esses do sexo masculino nascerão também com essadoença concluindo assim que é uma doença genética. Pelo que apuramos podemos dizer que tal doença não é mortal mas causa um incómodoimenso tornando a crista dos galos brancas e de cada vez que um doente da C.C.G. (Caspa naCrista dos Galos), abana a cabeça parece que está a nevar, como tivemos a oportunidade desentir ao tentar entrevistar um doente. Não se conhecem vacinas ou medicamentos capazes deacabar com a C.C.G.. Aconselhamos no entanto a não utilizarem remédios caseiros como sejamgemadas ou ovos moles pois estes poderão eventualmente agravar ainda mais a situação.Pedimos então aos galos que pratiquem sexo seguro. Caloiro Luís Sabino (I.G.)Tema 2: Causas e consequências da emigraçãodos espermatozóides para outros planetas Uma das causas principais para a emigração dos espermatozoides para outro planeta é afalta de concentração deste no óvulo, sentindo-se frustrado e sem iniciativa, nem qualquerestímulo próprio este parte em busca de novas energias e forças ocultas, poderosas que sónoutros planetas poderá encontrar segundo outros espermatozóides amigos.//////////////_________________________________________________________________________
  5. 5. O IDEIAS Pág. 5__________________________________________________________________________//////////////Segundo estes que viajaram, uns para Júpiter outros para Marte e Mercúrio alegam que nestesnovos horizontes existe confiança, determinação e precisão exacta sem qualquer índice defracasso já que estes planetas são rochosos mas penetráveis e com muitas crateras. Tendoassim alvos em grandes quantidades e muito precisos. Primeira consequência é a impotência humana que causa efectivamente a loucura noshumanos, fazendo-os procurar um espermatozóide suficientemente qualificado na sua profissãoque origina neste caso já que existem poucos para tal, grandes quantias exigidas de dinheiro,pois estes alegam que é uma tarefa delicada, trabalhosa e dura de roer. Segunda consequência: são os meios de transporte sempre em lotação esgotada, fazendoesperar os humanos nas bichas dos transportes ocupados pelos espermatozóides. Terceira consequência: são as Igrejas cheias de tantos humanos chorarem pedindomisericórdia a Deus que chega a haver inundações levando quase todas as Igrejas ao caos Caloira Helga Sofia M. L. Bento Depois de uma busca infernal no Hospital Distrital de Santarém, foi descoberto odesaparecimento de algumas amostras de esperma doados, para fins de estudo, aos alunos deenfermagem. Estes como parvos e lerdos que são entraram em estado de choque ao saberem dosucedido. Dias mais tarde foi-lhes comunicado que durante a selecção dos espermas 70 delesteriam sido mandados para outro planeta. Em algures noutro planeta, pensando que era Xarope vaginal, foram dados a todas as mulheresas amostras trocadas. Passado meses e para espanto de todos nasceram habitantes metadehomem metade espermatozóide. Estes foram mandados novamente para Santarém a fim deserem estudados pelas enfermeiras, estas ao verem tal coisa fugiram desistindo assim do curso. Por isso como podem concluir mais vale um engano na Terra que um enfermeiro no Mundo. Caloira Paula Botas (G.E.) Tema 3:Manifesto Anti-Caloiro em Português suave Caloiro: palavra originária do latim “Cal-lau” que traduzido para Português significa “ladrãode cavalos”. Ao longo dos tempos a palavra foi-se adulterando ficando “Calhau”, e mais tardeCaloiro. Já nos tempos do rei D.Sebastião, quando um ladrão ou bando de ladrões era apanhado, logotodos gritavam - “Enforquem esse Cal-lau!” - Mais tarde, quando a pena de morte foi abolida,gritava-se - “Prendam esse Calhau”- E mais tarde ainda -”Lixem esse Caloiro com F grande.”. Por isso, Caloiro é agora uma palavra que designa pessoas ou similares (quem não souber oque isto é pergunte ao Digníssimo Veterano Silvestre), que sendo estúpidas e absolutamenteatrasadas se revelam como a maleita da humanidade. Porém, um estudo levado a cabo pelo Instituto Nacional de Estatística indica que, embora aolongo dos anos os Caloiros sejam cada vez mais estúpidos, no anos de 1995 e nomeadamentena Escola Superior de Gestão de Santarém, o Q.I. dos Caloiros é estrondosamente elevado,sendo os Caloiros de Informática de Gestão os mais inteligentes. Embora este seja um caso peculiar no mundo dos “ladrões de cavalos”, os Caloiros não deixamde ser considerados por todo o mundo civilizado como “reles e miseráveis”. Assim termina a minha breve e sintetizada dissertação sobre a evolução do caloiro. Caloiro Afonso Pinto da Silva (I.G.) Os Caloiros são uns pobres desgraçados, são maltratados e humilhados das maisvariadas formas. Terei que concordar que os caloiros são merecedores dos gentis favores que nos sãoconcedidos pelos Magnânimos Veteranos que se dão ao trabalho de nos praxarem.__________________________________________________________________________//////////////
  6. 6. Pág.6 O IDEIAS/////////////________________________________________________________________________________ Os veteranos são uma jóia de pessoas que se interessam muito pelos reles e miseráveiscaloiros, chegando a demonstrar uma santa paciência que por vezes parece ser inesgotável. A minha Madrinha é um grande exemplo para todos os Padrinhos/Madrinhas pois demonstramuito empenho na forma carinhosa como trata o seu afilhado (Eu). Como exemplo, o favor queme concedeu ao deixar arrumar-lhe a sua casa, ou melhor dizendo, o seu Palácio Altaneiro. Para concluir, terei apenas que dizer que os caloiros estão acima de nada e abaixo de cócó(lembrando o Português suave). Assinado: O Caloiro de Las Vegas Parecer Técnico WINDOWS 95 Com um Interface muito modificado em significa um sacrifício em termos derelação ao tradicional Windows, um novo performance e estabilidade da aplicação.sistema de ficheiros, os de 32 bits vesus 16 A estas inovações, a Microsoft juntoubits, o windows 95 é o sistema operativo do outro argumento de peso, a denominadamomento. Microsoft Network, a ideia é simples: dar Anunciado oficialmente na Preliminay acesso, a todos e qualquer um dosDevelopers Conference em Dezembro de possuidores do Windows 95, a um serviço1993 e após mais de dois milhões de horas de "on-lines" idêntico ás experiências norte-testes rigorosos que resultaram na criação de americanas da Composerve, Prodigy oumais de 13 biliões de janelas, 36 biliões de American online, ou seja uma espécie decaixas de diálogo, 250 milhões de processos e gigantesca BBS, onde milhares, -mais de 600 milhões de operações de possivelmente milhões- de utilizadores podemimpressão, o windows 95 é lançado a 14 de não só interagir como procurarJulho deste ano depois de colocadas no entretenimento, informando-se, realizarmercado 3 grandes versões eta em Junho de compras, etc...94, Novembro de 94 e Março de 1995. Por tudo isto, e porque pela primeira Este sistema é acima de tudo o vez a Microsoft lançou para o mercadoculminar de um grande esforço Português (em Agosto) o Windows 95 paradesempenhado pela Microsoft para a criação língua Portuguesa, falada em Portugal, ade um sistema operativo que aliá-se um Microsoft está de parabéns, é no meugrande conjunto de novidades à estabilidade e entender um trabalho sóbrio que apostou nacompatibilidade das aplicações existêntes. estabilidade e compatibilidade com as Novidades que passam pela instalação aplicações existentes, em mais recursos dede harware, para muitos de nós um enorme sistema para correr as aplicações, numa"quebra cabeças", com a funcionalidade multitarefa viável e num interface maisPlug&Play deste sistema, o utilizador passa a navegável. Os erros são mínimos, e situam-seinstalar e configurar facilmente Hardware, ao nível das muito poucas placas nãoduma forma eficiente e rápida, a possibilidade reconhecidas pelo Plug&Play, ou ao nível dade trabalhar com ficheiros de nomes longos, utilização de programas de 16 bits.permitindo uma melhor identificação dos A única preocupação que me intimida édocumentos, é outra das novidades. mesmo a excelente qualidade do produto, que Assumido como um sistema operativo a nível da concorrência só o OS/2 WARP dade 32 bits, o Windows 95 traz ainda algum prestigiada IBM lhe consegue fazer frente.código de 16 bits disponível para qualquer Esta preocupação pode-se tornarHardware e Software existentes, embora seja mesmo assustadora, se pensarmos que daquibom para a compatibilidade com a as a tempos possa não haver nenhuma empresaaplicações de 16 bits, que faça frente á Microsoft. Célio Gonçalo Marques/////////////________________________________________________________________________________
  7. 7. O IDEIAS Pág.7________________________________________________________________________________////////////// O Caso da Praxe 95/96 Antes de conclusões, é meu dever eles quebravam algumas regras dostecer algumas considerações pessoais, regulamentos de praxe. E ainda assim, só aosrelevantes para o não surgimento de conflitos rapazes. Nunca esperava que lhee melhor compreensão do significado das acontecesse uma coisa destas. Até porque,seguintes palavras. primeiro, ofereceu-se como voluntária, depois, Ao longo do próximo artigo não é minha estava á espera, apenas, de um sustopretensão julgar ninguém, nem atacar quem semelhante ao do 1º dia, aquando do corte doquer que seja. Poderão dizer que estou a ser sapato.parcial protegendo uma pessoa que me está Então, mesmo sem se aperceber daspróxima; que retiro importância a uma acção consequências do corte, entrou em pânico,que a maior parte das pessoas condenou; teve um ataque de nervos , sem no entanto(também) não pretendo crucificar ninguém, ser violenta.apenas relatar e retirar algumas ilações sobre Foi aconselhada pela Comissão de Praxe aum acontecimento que esperamos não se fazer queixa junto da Comissão Instaladora darepita. Escola. E foi o que fez. Acha, no entanto, que Nós “O IDEIAS”, queremos dar não valeu a pena, porque o membro daoportunidades iguais. Se por um lado o nosso Comissão, encarregado do caso, antes doex-director (Celso Costa) se quer retratar de veterano se prenunciar já o estava auma acção, entendemos que a pessoa vítima desculpar...desses excessos (Sandra G.A.), também deve Para finalizar, a caloira, porque não é umaser ouvida. E é nesse sentido que pessoa rancorosa, desculpa o veterano.apresentamos a entrevista que se segue: Revela ainda que, na presença do membro da Comissão Instaladora, o veterano afirmou ter A Primeira questão que coloquei foi o que agido momentaneamente. Só lamenta que lheachou das praxes académicas (saltando por tenham chegado aos ouvidos rumores,cima do incidente). Ela respondeu que as segundo os quais, na véspera, o veteranopraxes foram boas, (sabendo o que a teria dito que tencionava cortar o cabelo a umesperava). caloiro. Questionada sobre o acontecimento, dissesaber que em Coimbra os veteranos cortavam Bruno Ribeiroos cabelos aos caloiros, mas somente quando________________________________________________________________________________//////////////
  8. 8. /////////////________________________________________________________________________________ Associação em actividade Atendendo ao facto de acharmos importante a implementação de um forte espíritoassociativo entre os alunos da nossa escola, que nos permita “lutar” em conjunto pelas coisas e quetemos direito. Achamos conveniente apresentar, em colaboração com o presidente da AE, FredericoReis , uma breve explicação sobre a Associação de Estudantes da ES GS , com o intuito deesclarecer e informar especialmente os novos alunos desta escola. Ideias: Quais as principais actividades F. R. : Os sócios da AE. são a razão da sua/objectivos a que se dedica a AE? existência, porque esta só pode representar os Frederico Reis: As principais iniciativas a alunos se estiverem inscritos como sócios, aliásque se dedica a AE. são aquelas que vêm só nesta situação é que podem colaborar emdefinidas nos estatutos. Ultimamente temos actividades que esta desenvolva. Para maiscanalizado toda a nossa actividade no sentido de informações acerca deste assunto existem osdar mais apoio aos estudantes quer a nível de estatutos dos sócios da AE. que podem serinstalações de lazer como é o caso da rádio, á adquiridos nas instalações da AE.qual atribuímos um carácter de entretenimento e Ideias: Qual a importância da AE nosdivulgação; quer a nível de outras vocacionadas órgãos de administração da ESGS?para a prestação de serviços (reprogramai). Em F. R. : A AE tem vindo a notar ao longo dosresumo podemos dizer que a norma seguida tem tempos algumas dificuldades a nível dos órgãossido tentar a de tentar criar condições para da escola, uma vez que esta por vezes adoptasatisfazer os alunos através da prestação de uma atitude de pouca abertura em relação ásserviços, e dando-lhe apoio de que necessitam; iniciativas dos estudantes, embora tenhamosapesar de serem poucos os que nos procuram conseguido alguma ajuda por parte desta a nívelcom esse intuito. material , o mesmo não sucedeu quando os Ideias: Como e quando podem os alunos procuramos para debater questões pedagógicasrequer a ajuda da AE? e sobre o funcionamento interno, (esta situação F.R. : Os alunos (sócios) da AE devem verificou-se quando tentamos alterar osprocurar a ajuda da AE sempre que necessitam calendários das orais e dos exames e quando ade resolver algum problema relacionado com a escola decidiu fazer a reestruturação dos cursosescola, uma vez que a AE é a entidade que sem nos consultar); parece que os órgãosoficialmente os representa. Devem Também administrativos não aceitam que a principalprocurar a AE para apresentar projectos que “mercadoria” desta escola são os alunos e nãoconsiderem úteis neste caso a AE se os os professores, nunca tomam posições contraconsiderar viáveis poderá prestar todo o tipo de estes (normalmente).apoio logístico e financeiro podendo Esta falta de cooperação agrava-se peloeventualmente disponibilizar espaços e ajuda facto da AE não poder representar oficialmenteem termos de organização para levar a cabo o os estudantes nos órgãos da escola, uma vezprojecto. São exemplos deste facto os ciclos de que nos encontramos ainda em regime deconferências de Gestão Autárquica, de instalação, esta situação tem vindo a serEmpresas e Informática de Gestão, organizados arrastada incompreensivelmente ao longo deno ano passado. mais de um ano. Ideias: Qual o “peso” dos estudantes Ideias: Faça um apelo ao associativismo dos(sócios) no funcionamento da AE. ? alunos, esclarecendo a sua importância para o bem estar geral./////////////________________________________________________________________________________
  9. 9. /////////////________________________________________________________________________________ F.R. : Optem por uma acção mais crítica, AE. . Lutem pela vossa afirmação quer a nívelapresentado ideias e projectos que considerem da escola quer a nível do meio. Não se retraiamimportantes para a melhoria das condições ou e de uma vez por todas pensem e raciocinemcolaborando nas actividades levadas a cabo pela/////////////________________________________________________________________________________
  10. 10. O IDEIAS Pág.9________________________________________________________________________________//////////////preparou-se para defender os interesses dos “queimado” pelas pessoas em que apostou;alunos quando fosse chegado o momento. O agora admite que confiou demasiado nassegundo motivo foi o de tentar concretizar o qualidades pessoais de cada um e não deuprojecto UNIVA ( unidade de inserção na vida demasiada importância à forma comoactiva ), no sentido de aproximar ao máximo a trabalhavam em grupo, o que é um facto éAE às empresas, criando assim espaços que todos tinham personalidades muito fortesprofissionais e estágios para os alunos e faltou o confronto de ideias, e cada qual agiainteressados. A este nível houve contactos consoante as suas. Toda esta situação foicom o BNU, realizaram-se estágios com a agravada pelo facto de alguns delesCGD, e houve a possibilidade de concretizar o pertencerem também à comissão de finalistasprojecto NERSANT, que só não foi possível e aproveitaram o facto de fazerem parte dapor problemas de ordem financeira e interna. AE. para conseguirem apoio financeiro para a Quanto ao projecto da rádio o Presidente viagem de finalistas. Esta situação ocorreurevelou-nos que era sua intenção expandir as quando um dia decidiram pedir apoio aoemissões da Rádio GEST para o exterior com governo civil, utilizando para esse fim papelo apoio de uma rádio local, neste sentido timbrado da AE. sem o conhecimento doschegou mesmo a haver contactos com a rádio restantes elementos, apoio que lhes foiPiranha, antes desta ter sido vendida a uma atribuído. essa verba conseguida não chegouentidade religiosa, ficando assim este projecto a ser gasta na viagem feita à Tunísia, o quearrumado na gaveta por problemas levou que os elementos envolvidos no caso sefinanceiros, uma vez que se decidiu canalizar viessem a comprometer a entregar uma parteo investimento para a concretização de outros para as despesas de realização do ciclo deprojectos como foi o caso da reprografia, que conferências de Informática e Gestão, factono entender do Presidente da AE veio a que nunca se veio a verificar. Em vez disto foiproporcionar mais bem estar ao aluno e a feita uma viagem ao Gerês na carrinha da AE.dinamizar o espaço da AE . sem o conhecimento do presidente da A nível da escola foram tentadas algumas mesma. Este é apenas um doscoisas mas nada foi conseguido, por esta se desentendimentos entre os elementos damostrar muito fechada a novas iniciativas. actual AE. Sobre a falta de união entre os elementos Depois desta conversa que tivemos, e apósda lista da AE, apuramos o seguinte: termos analisado todas as inumeras iniciativas Como é do conhecimento geral a actual levadas a cabo pela AE., o Presidente acabouassociação debateu-se ao longo do passado por dizer que, apesar de tudo, o balanço dacom algumas incompatibilidades pessoais actividade se revelou positivo e considera queentre os elementos da lista que a constituía. esta Associação conseguiu algum peso e umaRelativamente a este aspecto o Presidente estrutura própria que nada tem a ver com aFrederico Reis desculpa-se do facto de se ter AE de à dois anos, não sendo a isto alheio o“desligado” um pouco mais da AE. após ter facto de começar a haver uma maior aberturasido apelidado de “ditador” por ter assumido a da cidade relativamente ás actividadesAE. quando os restantes elementos entraram académicas. A verdade é que na sua opiniãoem época de exames e deixaram de a AE. “atraí” muito mais os alunos, ecomparecer com necessária frequência na actualmente tem tudo para ser um projectoAE.. Por este motivo argumenta igualmente válido para lançar o nome da escola na região.que afastar-se da AE. não foi um acto de Luzia Valentimirresponsabilidade, mas sim por achar que foi Associação de Estudantes em eleições De acordo com os estatutos da nossa AE, terminou na passada 2ª feira ( 14 de Novembro) o 2ºprazo de de apresentação de candidaturas a liderança da mesma, apresentando-se uma únicalista ás eleições o que originará, de harmonia com os mesmos estatutos, a realização de umreferendo aos sócios. A campanha eleitoral irá decorrer de 17 de Novembro a 4 de Dezembro, decorrendo o referidoreferendo a 6 de Dezembro. Se a única lista submetida a sufrágio for aprovada pela maioria dossócios da nossa Associação, a tomada de posse dos novos elementos está prevista para o________________________________________________________________________________//////////////
  11. 11. O IDEIAS Pág.9________________________________________________________________________________//////////////próximo dia 13 de Dezembro. Lembrando o quanto é importante o vosso interesse nesteprocesso, apelamos desde já à vossa participação.________________________________________________________________________________//////////////
  12. 12. Pág. 10 O IDEIAS/////////////________________________________________________________________________________/////////////________________________________________________________________________________
  13. 13. O IDEIAS Pág. 11________________________________________________________________________________////////////// Hras de Estdo Para Pensar... Quando houver tempo!!! Anedotas“ A mente celebra um pequeno triunfo cada vez queformula uma ideia” Um padre è abordado por um dos seus paroquianos e diz-lhe:“ O rio atinge os seus objectivos porque aprende a - Reverendo, o senhor acha justo quecontornar os obstáculos” um homem lucre com o erro de outro homem!“A arte de vencer os grandes dificuldades adquire-se - De modo algum, meu filho . Isso seriacom o costume de enfrentar os pequenos.” pecado ! - Então devolva-me o dinheiro que lhe paguei para me casar no ano passado. ******* O Padre para um paroquiano, um alcoólico incorrigível : - O seu maior inimigo e o vinho. - Desculpe senhor prior, mas não está sempre a dizer que devemos amar os nossos inimigos ? - Amá-los sim, engoli-los não! ******* Entre amigos: - Com que então sempre é verdade que te separas-te da tua mulher ? - Pudera ! Tratava-me como um cão. - Que Diabo ! Batia-te muitas vezes ! - Não Homem queria que eu lhe fosse fiel________________________________________________________________________________//////////////
  14. 14. O IDEIAS/////////////__________________________________________________________________________ Divagar sobre o futuro e o passado Finalmente estou de saída... Para alguns esta notícia será de alegria para outros desaudade, muitos terão razões para me criticar, muitos terão razões para ridicularizar, e sabe-se láque mais... Certo estou daquilo que fiz, e pena tenho de não poder ter feito muito daquilo a queme tinha proposto; razões não me faltam, desculpas se as não há, forjam-se, mas que interessaisso agora? Neste momento todos temos de olhar para o futuro, não nos podemos esquecer que nãoestamos sós, e só com esta verdadeira essência, poderemos levar o associativismo para a frente.Os alicerces estão criados e as estruturas estão lançadas, e agora há que dar algo para encheras mesas. Qualquer que seja a equipa, as pessoas, que encaminharem esta pequenina masrepresentativa associação não poderão esquecer que vão encontrar um ano de transformação, detransição; os estatutos do IPS, são uma realidade, a criação dos serviços de acção social tem deser uma prioridade, os estatutos da escola têm de ser debatidos, o regulamento da escola revisto,a posição como sócio da Federação Académica de Santarém tem de ser reforçada, com vista aum novo dinamismo na discussão dos variadíssimos e polémicos problemas da educação emPortugal; e cada vez mais teremos de ter uma posição crítica em relação aquilo que se passa emnosso redor, e deixarmos de ser mesquinhas e egoístas. Como tal desejo e anseio para todos muitas alegrias. Frederico Reis Lisboa 30 de Fevereiro de 1995 Desde há alguns anos para cá, revoluções, instabilidade, insegurança fazem parte da vidado estudante. Foram anos dramáticos. Primeiro a tão contestada PGA, depois as provas específicas;agora, contestam as taxas, que por sua vez vieram substituir as não menos contestadas propinas. Tomei uma decisão que irá alterar radicalmente o meio estudantil. Eu Zé do Telhadoaceito ser Ministro da Educação do actual governo. Eu Zé do Telhado. Com tão honrosa nomeação, prometo acabar com as taxas, não recuperarei as propinas,mas aplicarei apenas um imposto. Mais: acabarei com as provas específicas e com númerosclausus de acesso ao ensino superior. Cada pessoa deve tirar um curso para o qual estejavocacionado, não para o qual seja obrigado. Abrirei estágios pós-licenciatura ou pós-bacharelato,com frequência obrigatória, para quem não consiga qualquer outro emprego num espaço detempo reduzido nas áreas de: carpinteiro, pedreiro, empregados de limpeza, agricultor,serralheiro, ou pintor-auto. Os estágios terão uma vertente unicamente prática, acabando assim,com o desemprego pós curso. Tentarei ser um Ministro consensual, onde o diálogo com os professores será um dospontos fortes da minha política. Em relação a estes, entendo que deverei reduzir os seusordenados, uma vez que neste momento, eles auferem de grandes montantes mensais, quandocomparados com os auxiliares de acção educativa. Mais entendo que os professores devemexercer a sua profissão por vocação e nunca por obrigação ou por dinheiro. Para terminar, entendo que todos os professores devem prestar serviços em outrasempresas de modo a adquirirem experiência prática combatendo assim o stress, para melhorformarem os estudantes. Numa pequena frase, os professores devem sê-lo somente em part-time. Zé do Telhado Nota de redacção: este artigo foi escrito a 23 de Outubro de 1995.//////////////_________________________________________________________________________

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