Projeto interdisciplinar artes

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Projeto interdisciplinar artes

  1. 1. Projeto Interdisciplinar Arte e Educação 4º período Grupo Sol: Danielle Bitencourt Júlia Gama Maria Fernanda Braga Fagundes Renata Fortuna Sandra Gomes Valéria Lavall
  2. 2. <ul><li>Planejamento do Projeto : ARTE – Um caminho para a observação – Cândido Portinari </li></ul><ul><li>Público alvo : Pais e alunos do 4º Ano do EF </li></ul><ul><li>Justificativa : Acreditando que a observação leva a criança a diferentes descobertas e estimula as diversas áreas do conhecimento e da inteligência, desenvolveremos um projeto que promoverá, nos alunos, um conjunto amplo de experiências. O estudo sobre o artista e sua obra incluirá percepção, imaginação, sensibilidade, interpretação, senso crítico e expressões pessoal. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Objetivos : </li></ul><ul><li>Criar obras artísticas a partir da organização das informações sobre a arte, a cultura e os artista estudado; </li></ul><ul><li>Desenvolver a oralidade por meio do debate coletivo, visando ampliar tanto o repertório estético como seus conhecimentos prévios a respeito do universo artístico e cultural; </li></ul><ul><li>Reconhecer a arte como forma de conhecimento, ampliando assim sua concepção acerca do saber artístico. </li></ul><ul><li>Respeitar e valorizar a diversidade presente nas obras artísticas. </li></ul><ul><li>Valorizar o patrimônio cultural. </li></ul><ul><li>Estabelecer diálogos entre obras artísticas de diferentes épocas e contextos com a realidade atual. </li></ul><ul><li>Identificar elementos da linguagem visual. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Atividades : </li></ul><ul><li>Através de pesquisas na internet, reportagens, entrevistas, análise de obras e aulas-passeio, os alunos terão a oportunidade de conhecer a vida e obra do artista Cândido Portinari, bem como o estilo e as características de seus trabalhos, através da leitura, observação e apreciação das mesmas: “O que você viu?” e a respectiva “contextualização histórica”. </li></ul><ul><li>Após esta primeira etapa, as crianças farão uma releitura de algumas obras de Portinari. Cada um escolherá uma tela e inspirado nela, criará o seu “Quadro Virtual” usando o paint-brush no computador. Como ampliação, realizarão outras atividades práticas, promovendo o saber artístico. Em outro momento, eles pintarão uma tela também fazendo uso de uma outra releitura do mesmo artista. Usarão tinta guache para uma pintura sobre tela. </li></ul><ul><li>No final, montaremos com as telas uma “Vernissage Solidária”. Os pais, parentes e amigos serão convidados e poderão adquirir as telas mediante o pagamento. Com a quantia arrecadada na exposição, as crianças farão uma doação para instituições carentes. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Neste projeto, os alunos desenvolverão um olhar mais sensível e poderão expressar seus sentimentos, respeitando a individualidade. Quando observarem uma obra, certamente surgirão várias percepções, e isso enriquece a compreensão de que, para cada um, existe uma forma de ver carregada de experiências, emoções e sentimentos. </li></ul><ul><li>Aprender a observar nada mais é que aprender a olhar o outro e compreendê-lo, e essa experiência traz harmonia às nossas relações interpessoais. O resultado desse projeto, assim esperamos, satisfatório porque desejamos alcançar nosso objetivo maior, que é despertar, na criança, a consciência de que a felicidade está nas coisas simples, em cada cor, em cada cheiro e, até na solidariedade para com o próximo. </li></ul>
  6. 6. Metodologia: <ul><li>Encontrando sua expressão artística é que você encontra a si mesmo </li></ul><ul><li>Amparados pela proposta triangular de Ana Mae Barbosa (1991), tais atividades fundamentaram-se e pretendem levar o educando não apenas ao conhecimento da arte, mas também à apreciação do objeto artístico e à reflexão acerca do contexto em que se situa: </li></ul><ul><li>“ Temos que alfabetizar para a leitura da imagem. Através da leitura das obras de artes plásticas, estaremos preparando a criança para a decodificação da gramática visual, da imagem fixa e, através da leitura do cinema e da televisão, a prepararemos para aprender a gramática da imagem em movimento. </li></ul><ul><li>Essa decodificação precisa ser associada ao julgamento da qualidade do que está sendo visto aqui e agora e em relação ao passado.” </li></ul><ul><li>(BARBOSA, Ana Mae. A imagem no ensino da arte: anos oitenta e novos tempos. São Paulo/Porto Alegre: Perspectiva/Fundação Iochpe, 1991. p. 34-35.) </li></ul>
  7. 7. 3ª etapa: conclusão do grupo <ul><li>O uso das tecnologias no ensino da arte é de extrema importância no ambiente escolar, pois possibilita ao aluno o acesso ao conhecimento de forma mais direta e prazerosa. Através da internet, o aluno que nunca teria condições de sair do país e visitar obras de arte, pode fazê-lo virtualmente. Programas de computador como o Word possibilita o desenvolvimento da poesia, confecção de jornais escolares, etc. Com o Paint, pode - se criar história em quadrinhos, ou até mesmo criar um ateliê virtual, baseados em artistas contemporâneos que utilizam ferramentas similares. São inúmeras as possibilidades de se trabalhar arte com toda a tecnologia disponível nos dias atuais. </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Infelizmente, muitas escolas ainda não exploram todo o potencial que a tecnologia oferece para ensinar arte e nem utiliza a arte com frequência de forma interdisciplinar. A arte é uma manifestação de tudo o que vemos e vivemos. Não podemos entender nem interagir com o mundo sem conviver com a arte. Ela é a representação da história da humanidade e precisa ser valorizada. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Somos de uma geração que foi criada com medo de tecnologia. Muitos professores tem medo de serem substituídos pelo computador. O professor não perde a sua importância na vida do aluno se ocupar sua verdadeira função: a de mediador do conhecimento. O educador precisa atribuir sentido aos equipamentos em seu trabalho. É só a partir do momento que incorporamos as novas mídias que valorizamos o seu uso. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>O uso de diferentes linguagens de mídia na escola deve ser um caminho para promover mudanças nos paradigmas convencionais do ensino, na prática, nas atitudes do professor. Caso contrário, se ele tiver uma prática bancária, como diz Paulo Freire, utilizará as novas mídias para reafirmá-la. O uso contínuo de novas tecnologias com a arte não será a salvação da educação brasileira, mas contribuirá para melhor socialização, melhor acessibilidade ao direito de conhecer, estudar e aprender com mais afetividade, veracidade e interação. </li></ul>

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