Escola Secundária Artística António Arroio

                     Filosofia
Ano Lectivo: 2008/2009                  Turma: ...
Introdução
Esta segunda etapa do trabalho de projecto tem como
  principal objectivo apresentar e explicar o
  significado...
Prólogo

“Sem   a   livre    concorrência   de
  pensamento    não     pode    haver
  desenvolvimento científico (...)
  ...
Principio da
Falsicabilidade/Falsificação

 “A   falsificabilidade   é   o    critério de
  demarcação entre ciência e ps...
Critério de
cientificidade
   “Como é que se podem distinguir as teorias das
    ciências       empíricas     das       e...
Ciência/Saber Cientifico
 “A ciência, sempre que for uma descoberta, há-de
  ser    a    explicação    do   conhecido   p...
Teoria cientifica

 “Uma teoria científica não pode pretender ser mais do
 que uma hipótese, sempre precária e revogável; ...
Falsificacionismo

 “(…) a atitude do falsificacionista consiste
  na   ciência    em     arriscarem-se    hipóteses
  ex...
Refutação/refutabilidade

 “(...) se aceitarmos como sendo verdadeiro o
  enunciado   «este   cisne  é   preto»,  somos
 ...
Conjectura
   “Todo   o  nosso   conhecimento   e   conjectural,
    inclusive   as  falsificações   das  teorias;   as
 ...
Relação entre teoria e
observação
 “A observação é sempre selectiva.” (Almeida,
  Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004...
Modo como se dá o progresso
cientifico
   “O   progresso    da   ciência    “encontra-se   única e
    exclusivamente na ...
Valor do conhecimento
cientifico
 ”[A]Verdade absoluta ou adjectiva como ideia
  reguladora; quer isto dizer, como padrão...
Epílogo

 “Assim,      a       explicação
 científica, sempre que for uma
 descoberta,     há-de   ser    a
 explicação d...
Referências

    Bibliográficas
    Almeida, A. Teixeira, C. Murcho,   D. Mateus, P. & Galvão, P.
    (2004). A Arte de P...
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    1. 1. Escola Secundária Artística António Arroio Filosofia Ano Lectivo: 2008/2009 Turma: C •estatuto do conhecimento cientifico: A perspectiva de Karl Popper Trabalho de Projecto 2ª Etapa – Conceitos-chave da epistemologia de Karl Popper Autores do trabalho: Carolina Mendes, Cátia Alves, Duarte Alves, Francisca Fernandes, Francisco Brites, Inês Oliveira, João Martins, Marta Rocha, Marta Magalhães, Marta Santos e Rita Valério
    2. 2. Introdução Esta segunda etapa do trabalho de projecto tem como principal objectivo apresentar e explicar o significado que Karl Popper atribui aos conceitos-chave para, através deles, compreendermos melhor a epistemologia deste filosofo. São eles: • Principio da Falsificabilidade/falsificação • Critério de cientificidade • Ciência/Saber Cientifico • Teoria Cientifica • Falsificacionismo • Refutação/refutabilidade • Conjectura • Relação entre teoria e observação • Modo como se dá o progresso cientifico • Valor do conhecimento cientifico
    3. 3. Prólogo “Sem a livre concorrência de pensamento não pode haver desenvolvimento científico (...) E sem a liberdade de pensamento não pode existir uma livre concorrência de pensamentos científicos”. KarlPopper
    4. 4. Principio da Falsicabilidade/Falsificação  “A falsificabilidade é o critério de demarcação entre ciência e pseudociência.” (Alves, Arêdes & Carvalho,1992, p.103)  “(…) é absolutamente certo que se aceitarmos um enunciado básico que esteja em contradição com uma teoria que estamos a testar, somos obrigados a rejeitar essa teoria por ela estar falsificada.”( Popper, 1997, pp.200-201)  quot;A ciência [para Popper] não é indutiva, ela não constrói os conhecimentos indutivamente e se se substituir a verificabilidade pela falsificabilidade é outra a imagem de ciência que aparece.quot; (Santos, 1991, p.103);
    5. 5. Critério de cientificidade  “Como é que se podem distinguir as teorias das ciências empíricas das especulações pseudocientificadas, não científicas ou metafísicas?” (Popper, 1997 p.177 e 181, cit. por Vicente, 2004 p. 212)  “Uma proposição é científica se e apenas se, puder ser falsificada pela experiência.” (Vicente, 2004, p. 210)  “(…) só admitirei um sistema entre os científicos ou empíricos se susceptível de ser contrastado pela experiência. Estas considerações sugerem que o critério de demarcação que temos de adoptar não e o da verificabilidade mas o da falsificabilidade dos sistemas”.(Popper s/d, s/p cit. Por Vicente, 2004, 213)
    6. 6. Ciência/Saber Cientifico  “A ciência, sempre que for uma descoberta, há-de ser a explicação do conhecido pelo desconhecido”(Popper,1997, p.152-153, cit. por Vicente, 2004, p.214).  “A ciência não pode ser vista como “um corpo de conhecimento” mas sim como um sistema de hipóteses, um sistema de conjecturas ou anticipações.” (Popper, s/d, s/p, cit. por Ferreira, Ximenez & Mesquita, 1994, p.270, aspas no original)  “A ciência, afinal de contas, é um ramo da literatura: e trabalhar em ciência é uma actividade humana, como construir uma catedral.” (Popper, s/d, s/p, cit. Por Ferreira, Ximenez & Mesquita,1994,pg.270)
    7. 7. Teoria cientifica “Uma teoria científica não pode pretender ser mais do que uma hipótese, sempre precária e revogável; nunca se pode dar por «verificada», mas tão-só por mais ou menos «corroborada», por resistir aos testes mais exigentes.” (Vicente, 2004, p.211, aspas no original) ”As teorias são invenções nossas, o que foi claramente percebido pelos idealistas epistemológicos. No entanto, algumas dessas teorias são tão ousadas que podem entrar em conflito com a realidade: são essas as teorias testáveis da ciência.”(Popper, 1989, p.25, cit.por Silveira, 2009, p.6). “As teoria podem ser vistas como livres criações da nossa mente, o resultado de uma intuição quase poética, da tentativa de compreender intuitivamente as leis da natureza”(Popper, 1982 p.218, cit.por Silveira, 2009, p.9).
    8. 8. Falsificacionismo  “(…) a atitude do falsificacionista consiste na ciência em arriscarem-se hipóteses explicativas, tanto que afirmam, que facilmente se podem revelar como falsas.”(Popper, 1987, p.200)  “A nossa procura de teorias verdadeiras sobre o mundo nunca nos dá a certeza de que essas teorias são verdadeira.” (Almeida, Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004, p.162)  “(…)[O falsificacionismo serve] para procurar eliminar candidatos defeituosos ao estatuto de teoria explicativa, esperando também através disso, alcançar mais compreensão.”(Popper, 1987, p.200)
    9. 9. Refutação/refutabilidade  “(...) se aceitarmos como sendo verdadeiro o enunciado «este cisne é preto», somos obrigados pela lógica a admitir que refutámos a teoria universal «todos os cisnes são brancos»” (Popper, cit. por Vicente, 2004, p.212, aspas no original)  “A própria refutação de um teoria – isto é, de qualquer séria tentativa de solucionar o nosso problema – constitui sempre um passo em frente que nos aproxima da verdade. E é assim que podemos aprender com os nosso erros. (Popper, s/d, s/p, cit. por Vicente, 2004,p.213)  “Popper sustenta que o método da ciência se baseia em conjecturas e refutações.” (Almeida, Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004, p.168)
    10. 10. Conjectura  “Todo o nosso conhecimento e conjectural, inclusive as falsificações das teorias; as falsificações não se encontram livres de críticas e nenhuma teoria pode ser dada como definitivamente ou terminantemente ou demonstravelmente falsificada.”(Popper, 1987, p.22, cit.por Silveira, 2009, p.5).  “Popper insiste na importância de propor conjecturas ousadas. Uma conjectura ousada é falsificável num grau elevado e, (…), isso significa duas coisas: que corre um risco considerável de ser refutada e que é muito informativa ou rica em conteúdo empírico.” (Almeida, Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004, p.162)  “(...) as teorias cientificas são sempre conjecturas”( Popper, cit. por Silveira, 2009, p.4).
    11. 11. Relação entre teoria e observação  “A observação é sempre selectiva.” (Almeida, Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004 p.165)  “Mas essas observações, por seu turno pressupõem a adopção de um sistema de referencias - um sistema de expectativas – um sistema de teorias.” (Almeida, Teixeira, Murcho, Mateus & Galvão, 2004 p.166)  “Não há órgão de sentido em que não se achem incorporadas geneticamente teorias antecipadas.”(Popper, 1975, p.76, cit. por Silveira, 2009, p.5).
    12. 12. Modo como se dá o progresso cientifico  “O progresso da ciência “encontra-se única e exclusivamente na tradição crítica”(Popper, 1989 p.78, cit.por Silveira, 2009, p.5, aspas no original).  “O progresso do conhecimento científico ocorre por meio de injustificadas e injustificáveis, antecipações de suposições, de soluções experimentais para os nossos problemas de conjecturas.”(Popper, 2003 p.940,cit. Por Vicente, 2004, p.213)  quot;Tudo isto pode ser expresso dizendo que o crescimento do nosso conhecimento é o resultado de um processo semelhante ao que Darwin chamou 'selecção natural', isto é, a selecção natural de hipóteses: o nosso conhecimento consiste, a cada momento, daquelas hipóteses que mostraram a sua aptidão (comparativa) para sobreviver até agora na sua luta pela existência, uma luta de competição que elimina aquelas hipóteses que são incapazes (Popper,s/d p.237-238, cit por www.prof2000.pt, aspas no original)
    13. 13. Valor do conhecimento cientifico  ”[A]Verdade absoluta ou adjectiva como ideia reguladora; quer isto dizer, como padrão de que podemos ficar abaixo”(Popper, 1987, p.59, cit.por Silveira, 2009, p.6).  “(...)os factos podem e devem fornecer, por si mesmos, conhecimento científico, sem uma construção conceptual livre.” (Popper, 1982,p.52, cit. por Silveira, 2009, p. 6)  “[Popper] buscou uma melhor aproximação da verdade durante quase quarenta anos, até à sua morte.”(Silveira, 2009, p.6, grafia no original).
    14. 14. Epílogo  “Assim, a explicação científica, sempre que for uma descoberta, há-de ser a explicação do conhecido pelo desconhecido.” (Popper, 1997, p. 152-153, cit. Por, Vicente, 2004, p.214)
    15. 15. Referências  Bibliográficas Almeida, A. Teixeira, C. Murcho, D. Mateus, P. & Galvão, P. (2004). A Arte de Pensar. Lisboa: Plátano Editora.  Alves, F. Arêdes, J. & Carvalho, J. (1992). Filosofia – 11.º Ano. Lisboa: Texto Editora.  Alves, F. Arêdes, J. & Carvalho, J. (2002). Filosofia – 11.º Ano. Lisboa: Texto Editora.  Marques, A.(s/d). (s/p) Retirado em Março, 21, 2009 de http:// www.cfh.ufsc.br/~wfil/popper5.htm, 2009  Schmidt , P. & Santos, J. (s/d). O pensamento epistemológico de Karl Popper. Retirado em Março, 21, 2009 de http://www.belbute.com.br/ulbra/livros/Karl_Popper.pdf  Vicente, P. (2004) Razão e Dialogo. Porto. Porto Editora.  www.prof2000.pt (s/d). O que pensar do modelo evolutivo da(s) ciência(s)? Retirado em Março, 21, 2009 de http://www.prof2000.pt/users/baratoni/TextosPopper.htm

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