Genética organizacional

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Genética organizacional

  1. 1. Competitive Management Genética Organizacional, o caminho da Alta Performance
  2. 2. <ul><li>Organizações perseguem freqüentemente objetivos diferentes daqueles que elas proclamam e visões maravilhosas de empresas podem esbarrar em sua própria organização e estruturas por não englobá-las. </li></ul><ul><li>A estrutura organizacional é a incorporação física da visão. Elas precisam ser compatíveis. </li></ul><ul><li>Organizações são organismos vivos e portanto possuem uma constituição genética própria (genoma), onde se encontram todas as informações para a sua estruturação, desenvolvimento e funcionamento. A maioria delas são informações hereditárias, fruto de uma cultura estabelecida. </li></ul><ul><li>Existe uma diferença significativa entre os genomas de organizações tradicionais e aqueles das organizações de alta performance. Elas têm informações diferentes para o seu funcionamento e desenvolvimento. </li></ul><ul><li>“ A informação é a diferença que faz a diferença!” Gregory Bateson – antropólogo </li></ul><ul><li>O problema é que, apesar das evidências de que organizações são sistemas vivos, a percepção mecanicista prevalece. Cria-se assim um paradoxo gerador de conflitos internos com os quais os empresas perdem a maior parte da sua energia. “Há mais competição dentro das organizações do que entre elas”. Peter Drucker </li></ul><ul><li>O resultado é que: </li></ul><ul><li>À luz das suas capacidades internas, as empresas operam geralmente muito abaixo do seu verdadeiro potencial. </li></ul>Conceitos
  3. 3. Objetivo <ul><li>O nosso objetivo é assessorar empresas que buscam tornar-se organizações de alta performance através de reformulação organizacional. </li></ul><ul><li>Ajudamos as empresas a encontrar o meio caminho pragmático capaz de integrar os dois tipos de organizações (mecânicas e vivas) num contexto no qual as pessoas possam produzir no seu mais alto nível. </li></ul><ul><li>“ O uso humano do ser humano”. Norbert Wiener - o pai da cibernética </li></ul><ul><li>Nossa experiência prática, aliada ao conhecimento teórico, oferece a possibilidade de uma metamorfose das organizações, transformando-as em organizações superiores </li></ul><ul><li>Uma organização de alta performance é àquela que, à imagem do ser humano, aprendeu a aprender e consegue se auto-organizar à medida das necessidades do seu entorno. </li></ul><ul><li>O uso adequado dos recursos das pessoas, dentro de um quadro de valores compartilhados, é fundamental para o sucesso da empresa e o aumento do grau de satisfação do seu pessoal. </li></ul><ul><li>Pessoas não são recursos, elas têm recursos </li></ul>
  4. 4. O ser humano como modelo <ul><li>O modelo da máquina é baseado sobre o princípio de comando e controle ou das ações dos seus componentes. </li></ul><ul><li>O modelo do ser humano se baseia na comunicação ou nas interações entre suas células. </li></ul><ul><li>Nosso corpo conta com cem trilhões de células que funcionam todas juntas para que possamos viver durante dezenas de anos. </li></ul><ul><li>Existem centenas de tipos de células diferentes - cada qual com sua própria função, sua própria idade e seu próprio local no corpo - que estão em comunicação constante umas com as outras. </li></ul><ul><li>Nosso cérebro é composto de 100 bilhões de células cerebrais que estão interligadas cada uma, em media, a milhares de outras células. </li></ul><ul><li>Certas células cerebrais, como a célula de Purkinje, estabelece um contato com 250.000 outras células. Elas são importantes para o aprendizado de ações automáticas como quando se conduz um automóvel. </li></ul><ul><li>O cérebro executa vinte milhões de bilhões de cálculos por segundo, o que representa uma rapidez milhões de vezes maior que a de um computador. </li></ul><ul><li>À imagem do ser humano, estruturas modernas estão construidas ao redor de um sistema de comunicação </li></ul>
  5. 5. Inform@ção & comunic@ção segundo Nobert Wiener, o pai da cibernética. <ul><li>A ciência moderna considera a informação como sendo uma nova grandeza universal ao lado da matéria é da energia . </li></ul><ul><li>A informação é o nome do conteúdo daquilo que trocamos com o mundo externo, a medida que nos ajustamos a ele e que fazemos esse ajustamento recair sobre ele. </li></ul><ul><li>Embora a comunicação e o controle pertençam à essência da vida interna dos humanos, elas pertencem também a sua vida em sociedade. </li></ul><ul><li>A comunicação é o tecido social de qualquer sistema vivo. </li></ul><ul><li>Uma comunidade não tem fronteira física. Ela se estende apenas até onde se estende a transmissão eficiente de informação. </li></ul><ul><li>O nível de auto-organização de uma comunidade depende tanto da qualidade do seu sistema de comunicação, quanto da qualidade da informação que veicula. </li></ul><ul><li>Sem informação e cadeia de retro-alimentação estruturadas, sistemas dinâmicos confrontados com alvos móveis ficam perdidos. </li></ul><ul><li>A vida moderna requer a consciência e a compreensão da complexidade da comunicação, do seu enorme poder e da sua lógica peculiar. </li></ul><ul><li>Viver bem é viver com a informação correta. </li></ul>
  6. 6. Estratégia <ul><li>A virada cibernética dos anos 70 foi transformando nosso universo de uma colcha de retalhos em um tecido único, dando inicio à Era da Informação. </li></ul><ul><li>Para obter uma organização de alta performance, a estratégia é transformar a “estrutura de comando e controle” em uma “ estrutura eficiente de comunicação ”. </li></ul><ul><li>A comunicação é o veiculo da informação! </li></ul><ul><li>A cibernética , a sistêmica e à lógica moderna aplicados às organizações possibilitam um tipo de engenharia genética da organização , que possibilita compreender: </li></ul><ul><li>“ A revolução da informação representa uma nítida transferência de poder de quem detém o capital para quem detém o conhecimento”. Peter Drucker </li></ul><ul><li>Os executivos precisam se conscientizar dos novos princípios fundamentais que ocorreram em nossa cultura e os transpõem ao seu universo específico. </li></ul>A cibernética é a ciência da comunicação e do controle em seres vivos e máquinas. A comunicação torna os sistemas (vivos ou não-vivos) integrados e coerentes e o controle por retroalimentação (feedback) regula o seu comportamento. Como lidar com paradoxos organizacionais? Como lidar com o imprevisível? Como lidar com sistemas complexos? Como lidar com a nova grandeza universal, a informação? Como lidar com a comunicação? Como é o uso humano dos seres humanos? Como lidar com a mudança em um patamar diferente do conhecido?
  7. 7. Metodologia <ul><li>- Selecionamos informações a serem implantadas no genoma das organizações para que desenvolvam a alta performance , d a mesma forma que o geneticista seleciona genes a serem implantados num organismo para lhe dar uma nova funcionalidade. </li></ul><ul><li>“ Hoje, o conhecimento tem poder. Ele controla o acesso a oportunidades e ao progresso”. Peter Drucker </li></ul><ul><li>- “Implantamos” nos executivos os novos princípios fundamentais que geraram a Era da Informação, mas que não são ensinados em nenhuma escola . </li></ul><ul><li>“ Aprender mais depressa do que o concorrente é a única vantagem competitiva sustentável”. Executivo anônimo </li></ul><ul><li>- Treinamos os agentes de mudança no uso adequado do novo quadro de referências para conceituarem a metamorfose estrutural da organização em torno de um sistema de comunicação. </li></ul><ul><li>- Mapeamos o caminho para o novo paradigma para que os agentes de mudança possam guiar a sua organização com segurança. </li></ul><ul><li>- Assessoramos os executivos na implementação da nova estrutura organizacional e ajudamos os membros a viver no paradigma da alta performance. </li></ul><ul><li>- Assessoramos a organização no descobrimento e na utilização eficiente das oportunidades e dos recursos do novo paradigma. </li></ul>“ A enorme quantidade de informações, a crescente falta de tempo e a curta duração das gerações de executivos concorrem para impedir que os executivos aprendam. Por esses motivos:
  8. 8. O re-enquadramento <ul><li>As bases para competição mudaram da gestão de ações para a gestão de interações , de uma mão de obra barata e descartável para trabalhadores autônomos como ativo da empresa, da tecnologia de produto para a tecnologia de processo e de previsões confiáveis para a flexibilidade . </li></ul><ul><li>É indispensável re-enquadrar a organização para torná-la compatível com essa nova realidade. </li></ul><ul><li>Re-enquadrar significa mudar o quadro conceitual ou ponto de vista de uma situação, colocando-a num outro quadro criado a partir de informações novas. </li></ul><ul><li>Numa organização, o novo quadro de referência é fruto de uma expansão mental dos executivos mediante novas informações que vêm se somar àquelas que já possuem. </li></ul><ul><li>Esse novo quadro representará igual ou até melhor os fatos concretos da situação em questão, mas mudará o seu significado e, portanto, as suas conseqüências. </li></ul><ul><li>A metamorfose ocorrerá à medida que essas informações forem implantadas no ADN da organização. </li></ul><ul><li>Uma vez que uma associação melhor seja identificada entre os fatos concretos e o seu quadro de referências, não haverá retorno à percepção anterior. </li></ul><ul><li>Como numa metamorfose, a transformação terá se tornado irreversível. </li></ul><ul><li>O enquadramento é, ao mesmo tempo, a técnica mais suave e mais radical de mudar de paradigma. </li></ul>

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