Prece Cacilda Balbino Arruda
Senhor.   Meus filhos são filhos e filhas da vida Crianças jogadas à sorte do próprio destino
Meus filhos!  Pobres inocentes, delinqüentes, pobres vendedores ambulantes engraxates, baleiros
Meus pobres barrigudinhos. Quisera, oh Deus que minhas posses fossem tão grande quanto o meu coração, abrigá-los-ia dando-...
Eu passo.  Meus filhos erguem as mãozinhas num gesto  quase desesperado.
Eu sofro. Conto minha mágoa para o mundo hostil, para o homem impiedoso, para a nação sem coração.
A madrugada chega; lenta negra e fria. Meus filhos se acotovelam nas sarjetas sujas e nuas. Frio, fome e muita vida.  São ...
Eu os amo Senhor, não são filhos do meu ventre Mas são as mesmas sementes que os geraram  em meu coração Quisera Senhor qu...
Humildes, rebeldes e desamados Porque esses anjos sofrem. Seus passos marcam a dor pouco leve das  outras crianças que pas...
Dai-lhes senhor a fé para serem lindos. Lindos de alma  Faça com que eles não conheçam o ódio,  pois bastam-lhes as migalh...
Estenda a tua mão oh pai! Essa mão amiga, caridosa e sincera olha com teu  olhar de compaixão e igualdade para as crianças...
Meus pobres filhos merecem, precisam e imploram. Um único gesto Senhor. Uma única palavra.  Amor
Imagem: Google  Texto: Cedido pela autora (Cacilda Balbino Arruda)  Música: Nostalgie – R. Clayderman  Formatação: adsrcat...
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PRECE

  1. 1. Prece Cacilda Balbino Arruda
  2. 2. Senhor. Meus filhos são filhos e filhas da vida Crianças jogadas à sorte do próprio destino
  3. 3. Meus filhos! Pobres inocentes, delinqüentes, pobres vendedores ambulantes engraxates, baleiros
  4. 4. Meus pobres barrigudinhos. Quisera, oh Deus que minhas posses fossem tão grande quanto o meu coração, abrigá-los-ia dando-lhes a oportunidade de se tornarem simples crianças.
  5. 5. Eu passo. Meus filhos erguem as mãozinhas num gesto quase desesperado.
  6. 6. Eu sofro. Conto minha mágoa para o mundo hostil, para o homem impiedoso, para a nação sem coração.
  7. 7. A madrugada chega; lenta negra e fria. Meus filhos se acotovelam nas sarjetas sujas e nuas. Frio, fome e muita vida. São apenas meu Deus pobres anjos, por que padecem? Se sofrimento anjos não merecem.
  8. 8. Eu os amo Senhor, não são filhos do meu ventre Mas são as mesmas sementes que os geraram em meu coração Quisera Senhor que toda a humanidade, rica, pobre, remediada Se preocupassem com esses anjos.
  9. 9. Humildes, rebeldes e desamados Porque esses anjos sofrem. Seus passos marcam a dor pouco leve das outras crianças que passam.
  10. 10. Dai-lhes senhor a fé para serem lindos. Lindos de alma Faça com que eles não conheçam o ódio, pois bastam-lhes as migalhas que recebem quando poderíamos dar-lhes o mundo.
  11. 11. Estenda a tua mão oh pai! Essa mão amiga, caridosa e sincera olha com teu olhar de compaixão e igualdade para as crianças de toda a humanidade. Se a criança representa o futuro
  12. 12. Meus pobres filhos merecem, precisam e imploram. Um único gesto Senhor. Uma única palavra. Amor
  13. 13. Imagem: Google Texto: Cedido pela autora (Cacilda Balbino Arruda) Música: Nostalgie – R. Clayderman Formatação: adsrcatyb@terra.com.br Site: www.momentos-pps.com.br Respeite os direitos autorais e de quem formatou este trabalho.

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