Jean Baptiste Debret pesquisa: obras e interpretações  Isabella Fernanda Cavalcante Marchi 7º ano C
JEAN BAPTISTE DEBRET
Jean-Baptiste Debret <ul><li>Pintor francês que esteve no Brasil com a Missão Artística Francesa, nasceu em Paris, a 18 de...
Sua Função... <ul><li>De rígida formação neoclássica - discípulo de Jacques Louis David e pintor de história requisitado p...
Sua aquarela... <ul><li>Numa aquarela realizada no ano em que chega ao Brasil,  Debret na pensão , o artista qualifica ess...
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  1. 1. Jean Baptiste Debret pesquisa: obras e interpretações Isabella Fernanda Cavalcante Marchi 7º ano C
  2. 2. JEAN BAPTISTE DEBRET
  3. 3. Jean-Baptiste Debret <ul><li>Pintor francês que esteve no Brasil com a Missão Artística Francesa, nasceu em Paris, a 18 de abril de 1768 e faleceu na mesma cidade a 11 de junho de 1848. </li></ul><ul><li>Iniciou sua vida profissional em Paris, sob a influência de Jacques-Louis David. Integrando a Missão chefiada por Lebreton, ficou no Brasil entre 1816 e 1831, dedicando-se à pintura e ao magistério artístico. </li></ul><ul><li>Em suas telas retratou não apenas a paisagem, mas sobretudo a sociedade brasileira, não esquecendo de destacar a forte presença dos escravos. Foi iniciativa sua a realização da primeira exposição de arte no país, em 1829. </li></ul>
  4. 4. Sua Função... <ul><li>De rígida formação neoclássica - discípulo de Jacques Louis David e pintor de história requisitado por Napoleão -, Debret encontra no Brasil a promessa de solução à sua crise pessoal e profissional (tendo perdido um filho, separado da mulher, vê-se sem alternativas profissionais após o fim do período napoleônico). Logo que aporta no Rio de Janeiro, porém, percebe a distância entre os valores éticos e estéticos de sua prática artística e a realidade da cidade colonial na qual deveria se estabelecer e ensinar as belas artes da pintura histórica. </li></ul>
  5. 5. Sua aquarela... <ul><li>Numa aquarela realizada no ano em que chega ao Brasil, Debret na pensão , o artista qualifica esse dilema. A ironia manifesta-se na oposição entre as figuras do pintor sentado à mesa e do escravo ao fundo, carregando uma bandeja. A presença do escravo é ambígua. Apresenta-se como ponto de convergência das linhas que formam a perspectivação do assoalho e do teto do albergue. Ao ocultar o ponto de fuga, converte a parede às suas costas num fundo mais ou menos difuso e aproxima o olhar para a cena central: o artista sentado diante da mesa. Entretanto, as funções estruturantes da figura do escravo só podem aparecer de forma dubitativa, obscurecida pela área de sombra da aquarela. </li></ul>
  6. 6. Imagens...

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