ELISEU VISCONTI - PINTOR BRASILEIRO

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ELISEU VISCONTI - PINTOR BRASILEIRO

  1. 1. Eliseu Visconti
  2. 2. Eliseu Visconti 1866 - 1944 <ul><li>Auto-retrato, 1902 </li></ul><ul><li>Coleção particular </li></ul>
  3. 3. Visconti chegou ao Brasil, especificamente no Rio de Janeiro, no ano de 1867 junto com toda família. Realizou estudos no Liceu de Artes e Ofício e na Academia Imperial de Belas-Artes. Estudou com os professores Victor Meirelles, Henrique Bernadelli e Estevão da Silva. Abandonou a Academia em 1889 para ingressar no Ateliê Livre, um local que se contrapõe aos estudos acadêmicos. Em 1892, viaja para Paris como pensionista do Estado e cursa a Escola de Belas-Artes, e, paralelamente, faz arte decorativa na “École Guérin”, do temido professor Eugene Gasset, por quem é bastante influenciado. Entre os anos 1907 e 1914, atuou como professor de pintura histórica na Escola Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro. Pode-se dizer que foi Visconti, um dos principais introdutores do impressionismo e do divisionismo na pintura brasileira, aliás, Art Noveau, simbolismo e impressionismo, Eliseu Visconti deu um tratamento plástico atento, o que de certo modo, atenuava as decantadas perplexidades e, ao mesmo tempo, oferecia condições para exame mais crítico sobre o assunto. Embora não tendo acompanhado em suas realizações pictóricas, todos os avanços da Europa de Picasso e de Léger, mesmo assim, ele se deteve no impressionismo, o que era uma conquista para o seu tempo brasileiro. Ele não foi modismo, fora um &quot;trabalhador&quot; amoroso, enriqueceu suas telas com cores cuidadosamente distribuídas. Apesar de ser um homem urbanizado, ele nos devolve um universo natural, captado pelo poder de análise pictórica. Se procurarmos demonstrar, no futuro, em por menores, como o estilo poético de Visconti se oferece a uma determinada aspiração da sociedade brasileira, diremos que ele se aproxima de forma de viver. Visconti faleceu, no Rio de Janeiro, em 1944. Em 1967, ano de seu centenário, uma retrospectiva foi realizada no Museu Nacional de Belas-Artes - RJ. Autor : Agência FM Fonte : Jornal Novas Técnicas http://www.jornalnovastecnicas.com.br/vernoticia.asp?NewsID=155
  4. 4. O Vitelo, 1889 - Coleção particular
  5. 5. Lavadeiras, 1891 - Coleção particular
  6. 6. Jardim de Luxemburgo,1905 - Coleção particular
  7. 7. Tricoteuse, 1905 - Coleção particular
  8. 8. Maternidade, 1906 - Pinacoteca do Estado
  9. 9. Pano de boca do Theatro Municipal do Rio de Janeiro - A Influência das Artes sobre a Civilização, 1908
  10. 10. Crisálida, c.1910 - Coleção particular
  11. 11. Folhagem, 1913 - Coleção particular
  12. 12. Jardim de Luxemburgo, 1915 - Museus Castro Maya
  13. 13. Leitura a beira do rio, 1915 - Coleção particular
  14. 14. Ninando no Jardim,1916 - Museus Castro Maya - RJ
  15. 15. Serra dos Órgãos,c.1928 - Coleção particular
  16. 16. Meu quintal Copacabana - Coleção particular
  17. 17. Jardim de Luxemburgo, estudo para maternidade
  18. 18. Créditos Fundo musical: Musetta's Waltz from La Boheme Giacomo Puccini, 1858 - 1924 Pesquisa e Produção: Mario Capelluto e Ida Aranha [email_address] Formatação: Julia Zappa [email_address] http://www.sabercultural.com Maio 2008
  19. 19. Fim da Apresentação &quot; O que falta às gerações de hoje é angústia da humildade, da impotência diante dos problemas da pintura, que parecem simples e são incrivelmente grandes e complexos. Satisfazem-se rapidamente com o que fazem e julgam-se mestres, na juventude, quando deviam convencer-se de que até à velhice, até à morte, serão humildes aprendizes...&quot; (Eliseu Visconti, 1944)

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