Dezembro Vilma Duarte Sempre achei que mês tem cara diferente. O meu, junho, cheira pipoca, quentão, pé-de-moleque e de pr...
Dezembro tem a cara de Natal, é verdade, mas como curtir a data esperada e fantasiada, se ele é o resumo da correria de to...
Dezembro é telefone ocupado, engarrafamento de trânsito, matrícula de menino, acertos e balanços, amigo oculto, encerramen...
Dezembro poderia ser também o tempo de rebobinar o filme das nossas vidas, cortar as falhas técnicas, editar uma fita nova...
Crises, desacertos, complicações, ficam velhos quanto o ano que vai embora, e custa nada repetir com força que ano novo, é...
No mais, Dezembro é expectativa, enfeites, confraternização e tomara, Ceia de Amor, e de Paz. Toda a paz, que os sobrevive...
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  1. 1. Dezembro Vilma Duarte Sempre achei que mês tem cara diferente. O meu, junho, cheira pipoca, quentão, pé-de-moleque e de primeiro ficava a léguas do mês arremate. Agora, os dois se esbarram nessa disparada dos dias...
  2. 2. Dezembro tem a cara de Natal, é verdade, mas como curtir a data esperada e fantasiada, se ele é o resumo da correria de todos os outros? Bons tempos, quando o relógio andava preguiçoso, a simplicidade tinha hora certa, e dava tempo da gente conversar, conviver, amar e ser feliz. Agora tudo é sintético, virtual, cibernético, automático, sintetizado, antipático, sem a singeleza das pequeninas coisas de disparar o coração.
  3. 3. Dezembro é telefone ocupado, engarrafamento de trânsito, matrícula de menino, acertos e balanços, amigo oculto, encerramento de atividades escolares, compras de última hora, festas de vontade ou de obrigação, pressa demais, tempo de menos, estresse, e aquela necessidade obsessiva da procura da alegria comprada no Natal. Dezembro é um filme maluco rodando na velocidade sem controle das tensões acumuladas.
  4. 4. Dezembro poderia ser também o tempo de rebobinar o filme das nossas vidas, cortar as falhas técnicas, editar uma fita nova, trabalhada na reflexão. Que presentão, para começo de Ano Novo, se começássemos eliminando cobranças, cumprindo ao menos as promessas pessoais, entrelaçando mãos, ouvindo tolerantes, sorrindo, perdoando, estabelecendo limites. Quem sabe, o ano seguinte poderia presépio-verde-esperança para as pessoas de fé, todos os dias.
  5. 5. Crises, desacertos, complicações, ficam velhos quanto o ano que vai embora, e custa nada repetir com força que ano novo, é promessa de dias melhores e mais suaves. Enquanto ele não chega, o jeito, é ir também comprando os sonhos com juros, pagando carinhos a prestação, pois ninguém é de ferro no dar e ganhar do ritual
  6. 6. No mais, Dezembro é expectativa, enfeites, confraternização e tomara, Ceia de Amor, e de Paz. Toda a paz, que os sobreviventes de cada ano vivido, precisam para tocar planos, cumprir metas e viver as incertezas do novo E que Deus nos ajude a encontrar no próximo ano, motivos para a tentativa diária de ser feliz. Música: Once Upon a December Montagem : [email_address] www.pranos.com.br

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