O ESTRANGEIRO
Albert Camus
Trabalho Realizado por:
- Constança Branco 12ºA; nº6
FICHA TÉCNICA
O Estrangeiro
Albert Camus
1942
Romance
ALBERT CAMUS
Albert Camus nasceu na Argélia em 1913. Foi um romancista e
dramaturgo francês. Nascido no ceio de uma famíli...
Meursault é um homem sem grandes
ambições, que possui modestos
recursos financeiros. Por esta razão
decide colocar a mãe n...
Meursault trava conhecimento com Raimund,
seu vizinho, e este conta-lhe a história de uma
senhora moura, sua amante, que o...
Mais tarde enquanto passeava na praia
sob um sol abrasador encontra um dos
árabes que o costumam preseguir e sem
razão apa...
CITAÇÕES
“Por agora, é um pouco como se a mãe não tivesse morrido. Depois do
enterro, pelo contrário, será um caso arrumad...
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  1. 1. O ESTRANGEIRO Albert Camus Trabalho Realizado por: - Constança Branco 12ºA; nº6
  2. 2. FICHA TÉCNICA O Estrangeiro Albert Camus 1942 Romance
  3. 3. ALBERT CAMUS Albert Camus nasceu na Argélia em 1913. Foi um romancista e dramaturgo francês. Nascido no ceio de uma família humilde de imigrantes franceses, a sua infância e parte da sua juventude foram passados ​​na Argélia. Inteligente e disciplinado começou a estudar filosofia na Universidade de Argel, Após completar o doutoramento e estar apto a lecionar, a sua saúde impediu-o de se tornar professor. Trabalhou como jornalista por um curto período de tempo num jornal da capital argelina, enquanto viaja por toda a Europa. Em 1940 mudou- se para Paris, onde logo encontrou trabalho como editor em Paris-Soir. Tornou-se conhecido em 1942, quando publicou seu romance curto L’Etranger. Durante a Segunda Guerra Mundial esteve envolvido nos acontecimentos do momento: juntou-se à Resistência e foi um dos fundadores do jornal clandestino Combat, e 1945-1947, seu diretor e escritor. Morreu em França em 1960.
  4. 4. Meursault é um homem sem grandes ambições, que possui modestos recursos financeiros. Por esta razão decide colocar a mãe num asilo. Um dia recebe a notícia do falecimento da sua Mãe, no entanto, não fica minimamente transtornado e passa logo às questões práticas: pedir emprestada uma gravata preta, almoçar e dirigir-se ao autocarro que o levará ao asilo onde a mãe residia. No dia seguinte ao enterro, Meursault resolve ir tomar um banho de mar. Encontra Maria, uma antiga dactilógrafa do seu escritório, com quem se acaba por envolver.
  5. 5. Meursault trava conhecimento com Raimund, seu vizinho, e este conta-lhe a história de uma senhora moura, sua amante, que o traiu. Raimund quer-se vingar da sua amante e pede a Meursault que escreva uma carta - isco para a amante – assim que esta aparecer Raimund pretende espanca-la. A moura aparece e a cena que se segue, de espancamento, termina com a polícia. Entretanto o irmão da Moura que fora espancada por Raimund e um grupo de arabes começaram a preseguir Meursault e Raimundo, chegando mesmo a ter lugar uma discussão entre os dois amigos e os árabes na qual Raimund puxa do seu revólver, mas quando está prestes a diparar Meursault tira- lho das mãos e guarda-o antes que algo de mal aconteça.
  6. 6. Mais tarde enquanto passeava na praia sob um sol abrasador encontra um dos árabes que o costumam preseguir e sem razão aparente dispara sobre ele utilizando o revolver de Raimund. Meusault é interrogado e preso sob a acusação de homicidio.No seu julgamento a acusação chama como testemunha o director do asilo onde a sua mãe estava internada que relata a falta de emoção e a frieza com que Meursault assistiu ao enterro da sua mãe ao ponto de não ter vertido um unica lágrima. Este testemunho parace convencer o juíz que condena Meursault à guilhotina na praça publica.
  7. 7. CITAÇÕES “Por agora, é um pouco como se a mãe não tivesse morrido. Depois do enterro, pelo contrário, será um caso arrumado e tudo passará a revestir-se de um ar mais oficial” “O mais doloroso da vida de presidiário são os pensamentos de homem livre.” “... nenhum Homem é suficientemente culpado para que Deus não lhe perdoe, mas para isso é necessário que o Homem , pelo seu arrependimento, se transforme como que numa criança, cuja alma está vazia e pronta a acolher tudo.”

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