Escola Secundaria D. Sancho I                                Trabalho realizado por:                                  Migu...
• Análise externa:     - 11 quadras     - predominam as rimas intercaladas     - predomina a métrica de 12 sílabas
• Análise interna:       - Tempo       - Espaço       - Estados de alma do Poeta
•   “Ao anoitecer.” / “Sombras.” / “Ao cair das badaladas.” /    “Fim da tarde.” / “Hora de jantar”
• Em Lisboa:• “As ruas de Lisboa.” / “Tejo” / “As casas são como viveiros,  nelas se amontoam as pessoas.”
• “Há tal soturnidade, há tal melancolia.” / “Despertam-me um  desejo absurdo de sofrer” / “E o fim da tarde inspira-me; e...
1)b)   O sujeito poético vagueia por Lisboa, ao crepúsculo, descrevendo os     elementos físicos e humanos do ambiente urb...
• 2) 2.1) “Soturnidade”/”melancolia”/”cor monótona e  londrina”      2.2) “E o fim da tarde inspira-me, e incomoda”. Os  v...
• 3) 3.1) A evasão do espaço é determinada  pela visão daquele que se preparam para  viajar de comboio. A evasão no tempo ...
• 3.2) As fugas imaginativas permitem ao narrador  escapar, por instantes, do seu momento presente,  em que circula pela c...
• 4)  a. F  b. F  c. F  d. V  e. F  f. V  g. V
O sentimento dum ocidental
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

O sentimento dum ocidental

624 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
624
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
3
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

O sentimento dum ocidental

  1. 1. Escola Secundaria D. Sancho I Trabalho realizado por: Miguel Martins nº 21 Nuno Almeida nº 22 Maio de 2012
  2. 2. • Análise externa: - 11 quadras - predominam as rimas intercaladas - predomina a métrica de 12 sílabas
  3. 3. • Análise interna: - Tempo - Espaço - Estados de alma do Poeta
  4. 4. • “Ao anoitecer.” / “Sombras.” / “Ao cair das badaladas.” / “Fim da tarde.” / “Hora de jantar”
  5. 5. • Em Lisboa:• “As ruas de Lisboa.” / “Tejo” / “As casas são como viveiros, nelas se amontoam as pessoas.”
  6. 6. • “Há tal soturnidade, há tal melancolia.” / “Despertam-me um desejo absurdo de sofrer” / “E o fim da tarde inspira-me; e incomoda.”
  7. 7. 1)b) O sujeito poético vagueia por Lisboa, ao crepúsculo, descrevendo os elementos físicos e humanos do ambiente urbano e apresentando os efeitos salutares da cidade sobre a sua pessoa.c) O sujeito poético deambula pela cidade, ao cair da tarde, dando a conhecer as suas reações psicológicas aos diversos estímulos sensoriais provocados pelo ambiente que o circunda e as figuras humanas com que se cruza.d) O sujeito poético observa e descreve de forma estática o ambiente da cidade, ao entardecer, evidenciando as suas características disfóricas e dando a conhecer de modo objetivo as figuras humanas que o povoam.
  8. 8. • 2) 2.1) “Soturnidade”/”melancolia”/”cor monótona e londrina” 2.2) “E o fim da tarde inspira-me, e incomoda”. Os verbos “inspirar” e “incomodar”, parecem opor-se dada a carga habitualmente positiva do primeiro e negativo do segundo. Contudo, no contexto em que surgem, podem ser entendidos como complementares, dado que é o facto de se sentir incomodado com o meio envolvente que motiva o sujeito poético a registar as suas emoções e a servir-se da escrita como forma de denúncia e de criticas sociais.
  9. 9. • 3) 3.1) A evasão do espaço é determinada pela visão daquele que se preparam para viajar de comboio. A evasão no tempo prende- se com a constatação, por parte do narrador, de que no cais, só existem “butes”, o que lhe recorda, por antítase, o tempo grandioso dos heróis, de “Camões”, e dos “naus”.
  10. 10. • 3.2) As fugas imaginativas permitem ao narrador escapar, por instantes, do seu momento presente, em que circula pela cidade opressora e melancólica. Assim, através da sua fantasia, “viaja” até países e cidades conotadas com o progresso artístico e até outros tempos os da expressão ultramarina e das “soberbas naus” conotadas com a grandeza pátria e a que o sujeito poético reconhece, triste mas também criticamente, que não tornará a assistir (“singram soberbas naus que eu não verei jamais”).
  11. 11. • 4) a. F b. F c. F d. V e. F f. V g. V

×